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segunda-feira, 11 de março de 2024

Conheça a Lenda da Gruta que Liga São Tomé das Letras a Machu Picchu Por um Portal Dimensional

Labirinto localizado na Gruta do Carimbado teria ponto central com portal dimensional que ligaria o município do Sul de Minas com o do Peru.

Aparições de fadas, duendes, gnomos, ovnis e ETs são algumas das lendas, além das belezas naturais, que tornam a cidade de São Tomé das Letras, no Sul de Minas, conhecida. Mas o município também possui outra mística que intriga moradores, turistas e até historiadores: ter um portal para Machu Picchu, no Peru.

"Teoria de Einstein e Portal Subterrâneo: Conheça a lenda da gruta que liga São Tomé das Letras a Machu Picchu"

A passagem para a histórica cidade peruana ficaria na região central da Gruta do Carimbado, que foi fechada pelo Ministério Público Ambiental – entenda mais abaixo. Tal ponto estaria na parte subterrânea do local, no centro de um labirinto. Desta forma, não seria necessário percorrer os 4,7 mil quilômetros a pé para ir da cidade sul-mineira à peruana. Por lá um portal dimensional levaria o visitante instantaneamente de um município ao outro.

“A ligação entre as duas cidades entra nas questões metafísica, mística e esotérica. Seria um local que você vai entrar na gruta, um ponto energético que se abre um portal, causa a dobra do tempo-espaço e a pessoa vai até Machu Picchu”, disse o guia turístico e historiador Júlio Mendes.

Um dos motivos para a cidade ter esse portal é ainda mais místico. Conforme o historiador, o município seria um dos sete pontos energéticos da Terra. A lenda da passagem de São Tomé das Letras para Machu Picchu, segundo ele não surgiu na cidade do Sul de Minas, mas sim na do Peru.

"A história não foi gerada em São Tomé das Letras, foi gerada em Machu Picchu. Teriam grutas de transição que estariam em vários lugares do mundo e a do Brasil seria em Minas Gerais. A única que tem essa referência de cunho transcendental, místico, esotérico é a Gruta do Carimbado", falou.

Parte interior da Gruta do Carimbado em São Tomé das Letras (MG) — Foto: Arquivo/Júlio Mendes

Dobra de espaço-tempo, Einstein...

A passagem São Tomé das Letras/Machu Picchu seria possível por conta da dobra de espaço-tempo, explicada por Albert Einstein na Teoria da Relatividade.

“Dentro do metafísico existe a possibilidade de falar que é possível? O que a ciência fala? Na Teoria da Relatividade de Einstein, ele fala que isso é possível como uma teoria, mas é necessário uma grande quantidade de energia controlada para dobrar o tempo-espaço, as três dimensões mais o tempo. Então fazem uma dobra e a pessoa se transportaria dentro do espaço, nessa dobra”, explicou.

“A ciência fala que é possível, mas não tem equipamento, não tem a tecnologia e não tem como controlar a grande quantidade de energia necessária. São Tomé tem energia, por questão geológica. Então entra a questão metafísica, mística, esotérica, ufológica, de outros povos, outros seres, que têm esse controle, têm essa consciência para gerar a dobra do tempo espaço. Aí entra o transcendental e mais a ciência falando que é possível”, completou.

Gruta do Carimbado, em São Tomé das Letras, está fechada — Foto: Franco Junior/g1

Pesquisas pelo portal na gruta

Para explicar sobre as pesquisas pelo portal dimensional, Júlio Mendes relembra os estudos feitos pelo historiador Oriental Luiz Noronha, mais conhecido como Tatá. Falecido em 2018, ele é autor de sete livros, sendo o último deles sobre o mundo subterrâneo de São Tomé das Letras.

Mendes destaca que Tatá teria tido uma experiência de dobra de tempo-espaço em uma das idas ao labirinto da Gruta do Carimbado.

“Ele fazia pesquisas na gruta e relata no livro que, em uma das vezes que acessou esse labirinto, aconteceu uma dobra do tempo espaço com ele. Ele relata no livro que estava fazendo pesquisas, sentiu como se estivesse caindo a pressão e sentiu um gosto estranho na boca. Ele conta que encostou na parede para passar a sensação e que ficou por ali conscientemente uns 15 minutos. Ele entrou em uma sexta-feira e, ao sair da gruta, chegar na cidade, já era domingo à tarde. Ficou dois dias dentro dessa quebra do tempo-espaço”, contou.

Gruta do Carimbado, em São Tomé das Letras, está fechada pelo Ministério Público Ambiental — Foto: Franco Junior/g1

Júlio Mendes também já fez explorações na gruta. Ele relembra que ficou seis horas na região subterrânea, sendo quatro horas explorando o local e mais duas para retornar.

“A sensação é diferente. Tem nascente dentro. Tem água que passa a uns cinco quilômetros da entrada da gruta. A sensação que tem lá dentro é realmente fora do comum. A consciência aumenta, a percepção aumenta que está em um local fechado, escuro”, contou.

Gruta do Carimbado fechada

A Gruta do Carimbado foi fechada pelo Ministério Publico Ambiental em 2011. Mas, antes disso, já não era possível chegar ao ponto central do labirinto. Conforme o historiador, o acesso ficou restrito por conta de assoreamento, o que também levou à interdição do portal para Machu Picchu, ou melhor, do ponto turístico.

“Outras pessoas tentaram chegar ao portal e não conseguiram. Grupos de espeleologia [estudos de cavernas] tentaram chegar, mas só que a gruta foi fechada pelo assoreamento. Havia só uma pequena passagem que o pessoal colocou como fim da gruta, mas não é o fim. É que foi assoreado e não deu mais acesso”, disse.

Guia turístico e historiador Júlio Mendes, de São Tomé das Letras (MG) — Foto: Lara Silva/g1

“[Depois] Ela foi fechada pelo Ministério Público Ambiental por questões de plano de manejo. Daí o proprietário não era ligado ao turismo. Ele ofereceu a quem era e não assumiram. Ele então fechou. Futuramente pode ser reaberto? Espero que sim. Até para o turismo, para São Tomé e essa possibilidade que causa nas pessoas”, destacou.

A Gruta do Carimbado fica nas proximidades da Ladeira do Amendoim, outro ponto turístico e misterioso de São Tomé das Letras, em que os carros andam, desligados, de ré, na subida. O local fica a quatro quilômetros antes da entrada da cidade. Fonte 

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sexta-feira, 30 de setembro de 2022

A Bizarra Lenda do Monte Shasta, da Terra Interior e da Rede Agartha – Tudo Explicado

Esta é a lenda do Monte Shasta, da Terra interior e da rede de Agartha. Após a guerra nuclear, Atlantes e Lemurianos perceberam que se tornaram vítimas de suas próprias agressões. Como cada uma de suas terras estava em ruínas, elas acabariam afundando. Lemurianos primeiro, Atlântida cairia também quase 200 anos depois. 

Foi quando ambas as tribos se aproximaram de Shamballa a Menor e pediram para fazer parte da rede de Agartha. 

Eles fizeram isso sabendo que o Grande Dilúvio estava a apenas alguns milhares de anos de distância. 

Essa rede incluía 120 cidades subterrâneas que estavam em construção há cerca de 100.000 anos. 

Após a perda do continente chamado Hyperborea o que significa que na Terra dos Gigantes havia uma raça que às vezes tinha 20 a 30 pés de altura. Eles desocuparam Hyperborea porque o manto da Terra perde com o resultado da Primeira Guerra Galáctica. Isso fez com que a Terra fosse poluída com ondas radioativas, como nunca haviam visto antes. 


Então para sobreviver eles se mudaram para o subsolo. Uma espécie tem desde o início dos tempos. Milhões são habitados hoje. 

Pouco depois que a luta entre os atlantes e os lemurianos parou suas pátrias cederam afundando no fundo do oceano. 

Devido a isso cada parte não perdeu tempo em pedir para se juntar à rede Agartha. Mas antes que eles pudessem se juntar à Inner Earth e seu povo eles tiveram que passar apenas em um teste. 

Basicamente eles tiveram o show que aprenderam com a guerra e aprenderam com a opressão causada por ela. 


Eles tiveram que convencer o Conselho Principal disso que continha um membro de cada tribo da espécie. 

O número de civilizações diferentes lá era melhor, de gigantes a elfos, até alienígenas cinzas, fadas. 

E embora fossem muito poucos houve tentativas da humanidade antiga. E depois de pesados ​​debates os Lemurianos e Atlantes foram permitidos na rede de Agartha. 

Após a aprovação Lemurianos e Atlantes começaram a trabalhar imediatamente. Os Lemurianos escolhem o Monte Shasta como destino da Grande Cidade de Tilos. 


Teoria da Guerra Ante Diluviana e Evidências para apoiá-la. 

O significado ante diluviano antes do dilúvio bíblico é basicamente uma teoria afirmando que uma guerra nuclear entre dois ou seres superiores na Terra causando os dilúvios bíblicos. 

E aqui estão algumas evidências para apoiá-lo. Alguns anos atrás em 2016 misteriosas partículas subatômicas começaram a ser expelidas da plataforma Antártida. 

Essas partículas são chamadas de neutrinos e são partículas subatômicas indescritíveis criadas em uma ampla variedade de processos nucleares. Eles estão tentando culpar o cloro radioativo dos anos 50. 

Eu acredito que poderia ser o resultado de uma guerra nuclear que aconteceu antes da Arca de Noé. 

Basicamente o aquecimento da plataforma do Ártico está liberando resquícios da guerra, essa guerra que causou precipitação nuclear e a Idade do Gelo. 


Mas eles também encontraram provas da antiga guerra atômica na Índia. E explica o vidro vivo do deserto. 

Há evidências para apoiar essas alegações o que não significa necessariamente o verdadeiro fim do dia. Ninguém realmente sabe. Esta é apenas mais uma teoria.
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sexta-feira, 29 de julho de 2022

Antiga Lenda Indiana Menciona Robôs Guardando Relíquias de Buda

Não é segredo para ninguém que muitas civilizações antigas desenvolveram inteligência avançada ou superior para seu tempo. Pudemos verificá-lo através de diferentes descobertas arqueológicas, tanto em construções como na implementação de alguns instrumentos. 

Muitos desses prédios antigos foram produto de engenharia com técnicas de construção tão avançadas que até hoje é difícil entender como foram construídos. Esta abordagem leva-nos a ter em conta uma antiga lenda da Índia onde se narra como alguns robôs guardavam as relíquias de Buda. 

É uma história fascinante, como algo saído de um livro de ficção científica. Mas tem algumas nuances interessantes que destacam a participação e conexão de várias figuras históricas, da Grécia antiga e da Índia. Embora pareça um tanto extravagante, essa lenda em particular tem uma base sólida. 

Relíquias de Buda Guardadas Por Robôs 
A antiga lenda indiana que menciona alguns robôs cuidando das relíquias de Buda, ocorre no período que foi governado pelos reis Áyata Shatru e Ashoka . Entre os dois monarcas existe uma linha do tempo que abrange cerca de 200 anos, período em que esses eventos ocorrem.  

O rei Áyata Shatru ou Ajatashatru , deteve o poder de 492 aC a 460 aC e, segundo os historiadores, foi contemporâneo do grande Buda. Este monarca é reconhecido por desenvolver novas armas de guerra. 

Por exemplo, catapultas poderosas e carros de guerra reformados que continham lâminas de metal rotativas. Após a morte de Buda, o rei Áyata Shatru foi encarregado de guardar e defender todos os seus bens valiosos, incluindo seus restos mortais.  
Rei Ayata Shatru. 

Atendendo a esse pedido, o governante transferiu todas as relíquias para o nordeste da Índia . Ele os enterrou em uma câmara subterrânea secreta , localizada em Pataliputra , onde hoje é a cidade de Patna. Para cumprir sua missão Áyata Shatru  usou guardiões extraordinários, robôs incríveis. 

Uma Versão que Narra a Origem dos Robôs 

De acordo com algumas traduções muito antigas de textos em sânscrito, reconhecidas apenas pelas tradições orais chinesas, existe uma versão que aponta para a origem dos robôs que guardavam as relíquias do Buda . 

Esta história fala de alguns fabricantes de autômatos ( Yantakara ), que habitavam a região oeste de Roma, eram pessoas que dominavam a língua grega ( Yavanas ). Foram eles que dominaram a tecnologia de fabricação de robôs e a mantiveram em segredo por muitos anos. 

As autoridades do Império proibiram os fabricantes dessas máquinas autônomas de deixar a cidade ou revelar o trabalho que fizeram. Fazer isso pode custar-lhes a vida! Mas era impossível manter a presença de robôs escondida para sempre, então os rumores de sua existência chegaram até a Índia. 

Escultura de Buda. 

Um jovem artesão aprende a arte de fazer robôs! Uma parte interessante desta antiga lenda indiana relata como um jovem artesão de Pataliputra viajou para o oeste para aprender a arte de fazer robôs . A história indica que ele se casou com uma filha do mestre que fez os fabulosos robôs e por isso aprendeu a fazê-los. 

Apenas o jovem tinha planos próprios, para trazer a tecnologia robótica para sua nação. Um dia, movido por esse desejo, ele roubou alguns planos e fugiu como pôde daquele lugar , mas não iria muito longe. Logo depois, ele foi alcançado por alguns guardiões autômatos, que o feriram gravemente. 

Antes de morrer, ele teve a coragem de abrir uma de suas coxas e esconder os planos roubados sob a pele . Logo depois de costurar sua carne, ele disse suas últimas palavras ao filho, pedindo-lhe para garantir que seu corpo chegasse à Índia. 

Soldados Autômatos na Índia 

Escultura representando a distribuição das relíquias do Buda. Crédito: Wikimedia Commons/Museu de Arte de Los Angeles. 

Depois de regressar ao seu país, o filho daquele jovem artesão recuperou os desenhos do corpo do pai e seguiu à risca as suas instruções. Foi assim que construiu vários robôs guardiões , que colocou à disposição do Rei Áyata Shatru, para guardar as relíquias de Buda. 

Após a morte de Áyata Shatru -dois séculos depois- Ashoka assumiu o trono para governar o poderoso Império Maurya entre 273 e 232 aC Movido pelo interesse de encontrar as relíquias escondidas de Buda, ele procurou incansavelmente por todo o reino, até encontrar o câmara secreta subterrânea 

A surpresa seria grande para o rei Ashoka quando, ao entrar no compartimento secreto, se deparasse com os robôs que guardavam as relíquias de Buda. A história termina apontando uma luta feroz e feroz entre os autômatos e o monarca, que finalmente vence a batalha e controla o exército de robôs. 

Esta lenda impressionante é uma pequena evidência de que os conceitos de construção de autômatos eram difundidos nos tempos antigos e também nos mostra o vínculo universal que sempre existiu entre imaginação e ciência. Referências: The Conversation / India Divine.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

"O Híbrido Cabra" - Fato ou Ficção?

 

Imagem Meramente Ilustrativa

Um criptídeo ameaçador espalhou o pânico por toda a América no passado. É retratado como uma besta híbrida, uma criatura meio-humana meio-cabra com chifres retorcidos presentes em sua cabeça um corpo semelhante ao humano até a cintura e características semelhantes às de cabra a partir daí.

Relatos sobre esta criatura mítica surgiram de pessoas que afirmam ter encontrado a besta mas também de fotos de criaturas que correspondem à descrição acima. O chamado Homem-Cabra poderia ser uma aparição real? Ou é apenas ficção que surgiu da cabeça de alguém?

Em uma comparação anterior do termo “lendário” ou “mitológico” com a palavra ficção revelamos como a ficção é uma obra pura da imaginação. No entanto o termo mitológico implica a existência de um grão de verdade portanto mesmo que a imagem real tenha sido alterada com o passar do tempo alguma verdade ainda permanece.


A lenda do Homem-Cabra envolve avistamentos dele em todos os EUA e aparentemente as pistas levam a um lugar no Condado de Prince George, Maryland, de onde acredita-se que tenha se originado. A história até identifica o local onde seu covil está supostamente localizado uma caverna perto de uma velha e enferrujada ponte conhecida como Ponte do Governador.
 
Parece que em 1957 um grupo de habitantes locais relatou ter visto um ser misterioso nas áreas de Forestville e Upper Marlboro no condado de Prince George. Estava parcialmente coberto de pelos e tinha características humanas mas o par de chifres retorcidos em sua cabeça levou as testemunhas a acreditar que estavam lidando com uma criatura diabólica.

No verão de 1962, o Goatman chegou à primeira página sendo acusado do assassinato de nada menos que quatorze pessoas que estavam caminhando presumivelmente perto demais de seu covil. No total doze crianças foram mortas junto com dois adultos que as supervisionavam. Houve algumas pessoas que sobreviveram ao ataque horrível que afirmaram que o Homem-Cabra ferozmente cortou suas vítimas em pedaços com a ajuda de um machado enquanto emitia guinchos agudos que apenas o “próprio diabo” faria.


De acordo com os relatos quando as autoridades locais chegaram ao local tudo o que restou do banho de sangue foram membros meio comidos e uma trilha de sangue que conduzia a uma caverna desolada. Outra coisa a notar é que nenhum registro escrito envolvendo este trágico evento existe nos arquivos das autoridades locais. É porque as pessoas queriam esquecer rapidamente o evento? Ou talvez algo tenha sido encontrado que deveria ser mantido em segredo?

Então de onde vem esse homem-cabra? Ele é um lunático fugitivo ou membro de uma seita envolvida em assuntos satânicos? Aparentemente a história mais confiável fala de um experimento fracassado realizado por um certo Dr. Stephen Flether em seu laboratório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos em Beltsville. O médico admitiu ter criado o Homem-Cabra misturando o DNA de uma cabra e de seu assistente William Lottsford, mas o experimento não saiu como planejado dando à luz uma criatura horripilante que se tornará ainda mais o Homem-Cabra.
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domingo, 21 de maio de 2017

Princesa Diana Descobriu que a família Real Britânica não era humana e sim "REPTILIANOS"

Reptilianos andam entre nós sem que percebamos, tomam qualquer forma e passam despercebidos no meio da multidão, são seres alienígenas muito avançados que se estabeleceram em colônias importantes na terra, eles querem transformar nosso planeta em seu reino por séculos vindouros. Por esta razão eles começaram a tomar parte significativa do poder na liderança mundial, como no caso da Inglaterra, onde parece que a princesa Diana descobriu que a família real britânica não eram humanos e sim reptilianos e por isso foi assassinada. plano de réptil para colocar o mundo a seus pés Como parte deste plano os reptilianos teceram uma intrincada rede de influência e poder que permitiu subir até o topo do mundo A ELITE e estão aqui há centenas de anos, foram transfigurados na forma de membros da família legítima real britânica para usurpar o trono que detêm desde então.
Nesse sentido podemos dizer que a rainha Elizabeth II é uma reptiliana, o que explica claramente a sua longevidade. No entanto, embora oficialmente tenha mais de 60 anos no trono, temos indicações claras de que ela é muito mais velha do que se expressa, a sua aparência física e muito mais dominante.Como você pode explicar que a rainha da Inglaterra tenha mais idade? Por ela ter mais tempo no governo. É bem conhecido publicamente que a atual monarca da Inglaterra tem mais de 90 anos de idade e mais de 6 décadas exibindo o trono, por assim dizer tem muito mais tempo desempenhando suas funções, aparentemente parece uma ideia muito vaga. No entanto é impossível para os seres humanos, mas para um reptiliano é uma ação de rotina. A coroa Inglesa tem representado ao longo dos últimos séculos o maior símbolo do poder mundial, que exerce a sua cabeça é reconhecida como rei ou rainha dos 16 Estados soberanos que fazem parte da Comunidade Britânica das Nações e tem uma palavra a dizer no principais organizações multilaterais globalmente. Pelas razões acima desse espaço representado o primeiro objetivo estratégico definido para conquistar os reptilianos, para atingir o seu propósito de tornar a humanidade a seus pés, um problema que foi descoberto pela nobre Lady Di e por isso foi assassinada.
Diana de Gales, que foi proposta como um projeto de vida permanecer fiel às causas mais humanas, ela descobriu que a rainha Elizabeth II teria vários séculos que exercia o poder sob a personificação de diferentes rainhas. De vez em quando finge sua morte para manter sua aparência humana e em seguida transfigura a aparência de uma senhora da família real britânica, deu por vezes a carga para outros indivíduos como o rei George VI por um tempo curto, mas nunca abandonou o poder. Assim, os monarcas reptilianos fizeram múltiplas alianças com grandes potências mundiais e já tem localizado os seus representantes em outras casas reais da Europa e dos principais governos do mundo, todos com o objetivo de quando chegar o momento certo para tomar o poder do nosso mundo para que a profecia se cumpra.

Répteis relação com as espécies humanas: 
Na verdade o objetivo dos reptilianos é para governar absolutamente nosso planeta , não significa o extermínio da espécie humana, mas surgem sua apresentação, eles querem tirar o controle do nosso mundo para para o rei dos répteis, a antiga serpente que tem foi jogada ao chão e quer estabelecer o seu reino aqui, para cumprir a profecia. De fato são alguns membros da nossa espécie que particularmente são agradáveis com os reptilianos, eles querem estabelecer laços especiais para ajudar a gerir a terra sendo intermediários para a população humana, papel para o qual a princesa Diana foi eleita, mas ela se recusou a exercer -lo como uma traição de seus semelhantes.
Quando a pessoa amada Diana foi confrontada com essa realidade repetidamente ameaçou contar ao mundo, sendo uma ameaça real para os planos reptilianos, pelos quais passaram séculos traçando, assim eles tomaram a decisão em uma reunião do Conselho Superior segurança para eliminar Lady Di e nunca reinvestir tal confiança em um membro de nossa espécie.
Fonte
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                                           Fonte:Historias y Misterios

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Homem encontra cabeça fossilizada do Pé Grande, conhecido como "Bigfoot ou Sasquatch"

Vários relatos sobre o famoso Pé Grande são contados nos Estados Unidos. Mas até agora nunca ninguém conseguiu um relato verdadeiro para comprovar a existência do monstrengo metade urso metade homem.Porém, recentemente, um americano disse que encontrou a cabeça fossilizada do Pé-Grande.
Todd May, que mora no estado de Utah, disse que encontrou o objeto rochoso, que pesa 34 kg, durante uma caminhada perto de Ogden, no Texas. Ele jura que se trata de um fóssil do Pé Grande, porque, segundo ele, já viu o monstrengo umas duas vezes na mesma região em que encontrou o artefato.

Depois da descoberta, cientista analisaram o material e concluíram que a cabeça petrifica não passa de uma rocha. Para completar, a rocha não se parece em nada com uma cabeça.

Lenda

A lenda do Pé Grande, também conhecido como Bigfoot ou Sasquatch, é uma história bem antiga, mas que em em 1951 se tornou mundialmente conhecida, quando o alpinista britânico Eric Shipton publicou uma série de fotografias de pegadas humanoides obtidas na cordilheira Gauri Sankar, no Himalaia.

Essas pegadas seriam de animais bípedes, pesando aproximadamente 200 quilos, de 2 a 3 metros de altura e corpo totalmente coberto de pelos para sobreviver ao intenso frio das regiões em que se encontram. Mesmo com as fotos, nunca foi comprovado se eram realmente autênticas.
Fonte
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                                                Fonte:VARBAGE

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Os Reptilianos no Japão Kappa (河 童) Personagens Lendários?

O 河童 Kappa é um dos personagens lendários mais conhecido em todo Japão. Acredita-se que são influências da mitologia do Shintoísmo, conhecidos como 水神 Suijin (Kami da água ou deidades da água).

Os Suijin são achados em lagos, lagoas, fontes, poços e vias fluviais de irrigação, podendo ser comparados no ocidente com os seres elementais da natureza ou Deva. Eles são descritos freqüentemente como uma cobra, um dragão, uma enguia, um peixe, uma tartaruga ou um Kappa.
Normalmente são vistos como encrenqueiros. Suas brincadeiras podem ser das mais inocentes, como soltar flato ruidosamente ou observar os quimonos de mulheres aos mais problemáticos, como roubar colheitas ou seqüestrar as crianças. Na realidade, crianças pequenas são um das refeições favoritas do glutônico Kappa, entretanto eles podem comer adultos também. Até mesmo hoje, placas de advertências sobre Kappa são encontradas próximo aos rios e lagos em algumas cidades e aldeias japonesas.

Os Kappa cheiram como peixe e geralmente são retratados com o corpo e casco nas costas como uma tartaruga e cabeça de macaco, membros escamosos, cabelos longos que circulam o crânio, pés e mãos com membranas e pele esverdeada. Eles são descritos freqüentemente caminhando verticalmente, mas, eles foram vistos ocasionalmente andando em quatro membros.  Alguns dizem que eles podem mudar de cor como o camaleão. Também é dito que ele tem medo de fogo e detestam objetos de metal e barulhos altos. Algumas aldeias fazem festivais de fogos de artifício todo ano para espantar os espíritos.
Os Kappa não são completamente antagônicos ao gênero humano, porém, eles são curiosos sobre a civilização humana e podem entender e falar o japonês. Eles às vezes desafiam esses que eles encontram com vários testes de habilidade, como 将棋 Shogi ou lutar 相撲 Sumô. Eles podem ajudar os seres humanos até mesmo em troca de presentes e oferecimentos, especialmente pepinos, a única comida que eles desfrutam mais que as crianças humanas. Muitos pais japoneses escrevem os nomes de seus filhos em pepinos e os lançam em águas infestadas de Kappa, para acalmar e alegrar as criaturas permitindo que a família possa tomar banho. Há um tipo de 鮨  Sushi recheado com pepino chamado de 河童巻 Kappamaki em homenagem aos Kappa.
Uma vez ajudado, os Kappa eram reconhecidos como fieis no pagamento da divida e executavam qualquer número de tarefas para os seres humanos, como ajudar os fazendeiros irrigar a suas terras. Eles também são altamente educados em medicina, e muitas lendas relatam que eles ensinaram a anatomia óssea do gênero humano. Devido a estes aspectos benevolentes, alguns santuários são dedicados à adoração dos Kappa. O Kappa também pode ser enganado para ajudar as pessoas. O seu senso de decoro não lhes permitirá quebrar um juramento, assim se um ser humano puder enganar um Kappa em prometer o ajudar, o Kappa não tem nenhum escolha, terá que levar a cabo sua atividade.
Uma das características definida do Kappa é a cavidade oca sobre sua cabeça. Esta depressão semelhante a uma cuia ou pires acumula o fluido considerado sua força vital. É por esse motivo, que uma forma de se defender dos Kappa ao deparar com ele é curvar-se profundamente com uma reverencia estilo japonês, se o Kappa for cortês e se curvar em resposta, derramará sua água da cabeça, e com isso o tornará fraco, forçando que ele volte a seu reino da água.
O Kappa é normalmente descrito como um ser do tamanho de uma criança de 6 a 10 anos de idade, mas, é inacreditavelmente forte. Ataca cavalos, gado e humanos, normalmente arrasta sua presa para água onde, de acordo com várias lendas, alimenta-se do sangue, drena a força vital ou tira os fígados pelos ânus chupando a entranhas, deixando para trás nada menos que uma cabaça oca.
No real mundo de medicina, o termo "Kappa" recorre a uma cela de protoplasma de monoclonal relacionada à medula óssea. (Nota: Não contudo capaz confirmar Kappa está osso-fixando habilidades; mas sons muito plausível, como a maioria "kami" de Shintoísmo têm um pouco de qualidades redentoras.) além disso, o Kappa sempre é retratado como confiável apesar de seus muitos modos. Quando capturou e forçou a nunca prometer novamente prejudicar qualquer um, o kappa sempre mantém sua promessa. Kappa ajudam freqüentemente o mentor esses que os burlam ou os capturam.
No período de Edo (1603 a 1867) foi escrito algumas literaturas científicas sérias dedicada ao estudo destas criaturas. O 水虎考略 Suikokouryaku (1820), por exemplo, é uma compilação de informações relacionado ao Kappa juntada de uma variedade de fontes do Japão e China, escrita por 侗庵古賀 Tôan Koga. O livro que está na Biblioteca 岩瀬文庫 Iwase Bunko inclui esboços de Kappa desenhado pelo artista 栗本丹洲 Kurimoto Tanshu.
O Kappa acima, esboçado por 伊東長兵 Ito Chobei, foi capturado durante o período de 明和 Meiwa (1764 - 1772) em Edo, em algum lugar no curso do rio 江戸川 Edogawa da atual 東京 Tôkyo. Quando a criatura foi mostrada a 太田澄玄 Ota Chôgen, um notável herborista da época, ele identificou esta criatura como um Kappa, ele comparou um esboço que ele possuía de uma criatura com características notavelmente semelhantes ao Kappa. De acordo com o texto no livro, este Kappa mediam 60 cm de altura e teve pele escorregadia como de um peixe-gato ou enguia.
Essa imagem mostra um tipo de Kappa sem concha, e o desenho abaixo mostra um Kappa que foi pego em uma rede em 美東 Mitô, Japão em 1801.
Este Kappa tinha um tórax proeminente, a região pélvica dobrada e três ânus.

 Para AMPLIAR a imagem abaixo clique nela:
Depois no período de Edo, um guia ilustrado com 12 tipos de Kappa (十二品水虎之図 Junihin Suiko No Zu) foi produzido baseado em informações retiradas do Suikokouryaku.
伊藤圭介 Itô Keisuke, um homem famoso da medicina e artista de história natural prolífico do período de Edo, representava às vezes desenhos de criaturas misteriosas com os com seus animais como o Kappa da figura abaixo.
A próxima imagem mostra um Kappa que foi observado em um fosso ao redor do castelo de Edo no final do século XVIII.
O quadro mostra um Kappa observado no inicio do século XVII no qual é agora a cidade de日田 Hita na prefeitura de 大分 Ôita em 九州 Kyûshû.
Este outro Kappa tinha a aparência de uma tartaruga em pé sobre ambas pernas, e têm uma depressão em sua cabeça, dedos palmados e manchas em seu tórax e abdômen.

O Neneko (ou Neko) Kappa, mostrado acima, foi esboçado por 赤松宗且 Akamatsu Sôtan em 1855, seu trabalho se intitulou 図示利根川 Zushi Tonegawa (Ilustração do Rio Tone). Este Kappa ficou conhecido por mover-se a um local novo ao longo do rio cada ano, enquanto causava muitos problemas por onde passasse.

A imagem do Kappa mostrada em um Makimono (papiro) e o esqueleto da pata de um Kappa pertencem a 曹源寺 Sôgenji (河童寺 Kappadera ou “Templo de kappa”) situado na área entre 上野 Ueno e 浅草 Asakusa em Tôkyo. O templo é um dos incontáveis lugares no Japão que tem histórias e lendas de Kappa. De acordo com a lenda deste templo, a área circunvizinha era uma bacia com pobre drenagem, tendo uma propensão para inundar. Fabricante de capa de chuva local (a palavra japonesa para “capa de chuva” é  合羽 Kappa) resolveram construir umas séries de fossos de drenagem, essas fossas puderam ser completadas com ajuda de um Kappa que morava no Rio de 隅田 Sumida. É dito que as pessoas afortunadas o bastante para ver esse Kappa era santificada com sucesso nos negócios.
Fonte:ocultoreveladoaverdade
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quarta-feira, 12 de abril de 2017

MÉXICO - Enorme esfera aparentemente desce na cratera do Vulcão Iztaccíhuatl - Vídeo

Iztaccíhuatl é uma montanha vulcânica latente de 5.230 m no México localizada na fronteira entre o Estado do México e Puebla. É o terceiro maior da nação, depois do Pico de Orizaba 5.636 m e do Popocatépetl 5.426 m.

Esta montanha é cercada por mistério e lendas que remonta aos astecas e até mesmo às culturas anteriores.

Um dos mistérios: As luzes inexplicadas que aparecem acima do vulcão. Em 4 de abril de 2017, uma câmera da web registrou uma Esfera enorme que aumenta em brilho antes que aparentemente desça na cratera do vulcão.

Podemos nos perguntar se essas luzes de retorno têm algo a ver com uma lenda asteca.

De acordo com a mitologia asteca, Iztaccíhuatl era uma princesa que se apaixonou por um dos guerreiros de seu pai, Popocatépetl.

O imperador enviou Popocatépetl à guerra em Oaxaca, prometendo-lhe Iztaccíhuatl como sua esposa quando retornou (que o pai de Iztaccíhuatl presumiu que não faria).

Iztaccíhuatl foi falsamente dito Popocatépetl tinha morrido na batalha, e acreditando a notícia, ela morreu de dor.

Quando Popocatépetl voltou para encontrar seu amor morto, Levou seu corpo a um ponto fora de Tenochtitlan e ajoelhou-se junto ao túmulo. Os deuses os cobriram de neve e os transformaram em montanhas.

A montanha de Iztaccíhuatl é chamada de "Mulher Branca" (do nahuatl iztac "branco" e cihuatl "mulher") porque se assemelha a uma mulher deitada de costas e é muitas vezes coberta de neve.
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                                                Fonte:marte salas

quarta-feira, 2 de março de 2016

A Incrível "Maldição" de Tutancâmon Seria Real? "Matarei a Todos que Cruzarem esta Entrada"

Por Rainer Sousa

As lendas e mitos que cercam as pirâmides atraem muitas pessoas e reforçam o lado misterioso que cerca a antiga cultura egípcia. Esse mistério começou a ser instigado com a febre de escavações e expedições arqueológicas que tomaram conta das antigas cidades egípcias. Em 1923, um grupo de pesquisadores comemorou a descoberta da tumba de um faraó com mais de 3000 anos de existência.

Este faraó era o lendário Tutancâmon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. Mesmo com seu tom ameaçador, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. Será que a maldição atingiria aqueles que ignoravam o silencioso aviso?

Em meio a tantas lendas, o arqueólogo Howard Carter resolveu embrenhar-se na região do Vale dos Reis à procura dos artefatos pertencentes a algum faraó egípcio. Chegando por ali por volta de 1916, a equipe liderada por esse pesquisador não acreditava nos avisos que diziam ser impossível encontrar algum tesouro arqueológico entre tantas escavações inacabadas. Seis anos depois, Howard ainda não havia conseguido encontrar pistas de um desconhecido rei egípcio que havia sido enterrado naquela região.

Obcecado por suas hipóteses, tentou organizar uma última escavação em uma região ocupada por algumas cabanas. Depois de remover as rudimentares construções do local, as primeiras escavações foram presenteadas com o encontro de uma escadaria. Alguns dias depois, a equipe de Carter percebeu que se tratava de um acesso a uma passagem obstruída. Aquela descoberta impulsionou um trabalho mais intenso que, logo em seguida, desbloqueou um corredor que dava acesso a uma outra porta.

A porta possuía um lacre visivelmente quebrado e, posteriormente, reconstruído. Tal indício diminui as expectativas de Howard Carter em encontrar um tesouro arqueológico intacto. Depois vencer o obstáculo de uma última porta, a equipe arqueológica deparou-se com uma sala abarrotada de artefatos de grande detalhe e um trono revestido em ouro. Nessa sala percebeu a existência de uma outra porta onde, por uma fresta, identificou-se um novo cômodo.

Após essas descobertas, Carter teve a astúcia de fechar os acessos àquele local e lançar um monte de entulho na via de acesso a escadaria. Meses depois, levantou uma maior quantidade de recursos e especialistas para trabalharem naquele grande achado. Voltando à primeira sala, retirou e catalogou todos os seus objetos. Dessa vez, abriu o segundo cômodo e lá deu de cara com uma enorme urna funerária que ocupava quase todo o espaço do lugar.

Em quase três meses de trabalho, removeu outras três urnas menores depositadas dentro da urna maior. No interior da última urna descobriu um pesado sarcófago feito em pedra. Após contar com o auxílio de um guindaste para remover o tampo de pedra, Howard Carter retirou um véu de linho que cobria uma bela máscara mortuária feita em ouro, vidro e pedras coloridas; e um ataúde no formato de um corpo. Depois disso, duas novas camadas de máscaras e ataúdes foram retirados do interior do sarcófago.
Arqueólogo Howard Carter descobre a tumba de Tutancâmon

Passados tantos obstáculos, a equipe de arqueólogos vislumbrou o corpo do faraó Tutancâmon queimado e enrijecido pelas resinas utilizadas em seu processo de mumificação. A mais valiosa descoberta arqueológica da época foi alcançada depois de anos de dedicação. No entanto, a riqueza da descoberta reavivou os rumores da famosa maldição de Tutancâmon. Já na primeira vez que descobriu a escadaria, o canário de Carter foi comido por uma cobra, indicando o primeiro mau presságio.

Na época em que a tumba foi descoberta, o empresário Lorde Carnavon – financiador da equipe de Carter – foi um dos primeiros a conhecer o sarcófago. Logo em seguida, o empresário teve uma ferida infecciosa provocada pela picada de um mosquito. O estado febril acabou levando-o à morte em poucos dias. Antes de morrer, disse à irmã que Tutancamon o havia convocado. No dia em que faleceu, o cachorro do empresário foi vítima de um enfarte fulminante.

A notícia da morte de Lorde Carnavon logo agitou os esotéricos e supersticiosos sobre as maldições daquela tumba faraônica. Depois do ocorrido, Arthur Mace – integrante da equipe de Carter – morreu repentinamente no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, dono das primeiras fotos de Tutancamon, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Nessa mesma funesta coincidência se juntaram a irmã e a mulher de Carnavon.

Ao longo de seis anos após a descoberta, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta da múmia de Tutancâmon morreram em condições misteriosas. Para combater as lendas e explicações sobrenaturais, cientistas levantaram a hipótese de que alguma substância tóxica ou fungo venenoso fora criado na época para que ninguém viesse a profanar aquela sala mortuária. Outros ainda chegaram a afirmar que os egípcios já conheciam a energia atômica e teriam depositado urânio nas tumbas.

Durante o século XX, o alvoroço causado pela maldição das tumbas acabou perdendo sua força mediante outras tranqüilas descobertas arqueológicas. Mesmo que as explicações científicas para as tragédias fossem plausíveis, o desencadear de tantas mortes não consegue ser explicado satisfatoriamente como uma simples eventualidade. O desconhecido ainda encobre esse episódio.
Fonte:http://historiadomundo.uol.com.br 
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                                            Fonte:mauricio alex Alvarez