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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Os Reptilianos no Japão Kappa (河 童) Personagens Lendários?

O 河童 Kappa é um dos personagens lendários mais conhecido em todo Japão. Acredita-se que são influências da mitologia do Shintoísmo, conhecidos como 水神 Suijin (Kami da água ou deidades da água).

Os Suijin são achados em lagos, lagoas, fontes, poços e vias fluviais de irrigação, podendo ser comparados no ocidente com os seres elementais da natureza ou Deva. Eles são descritos freqüentemente como uma cobra, um dragão, uma enguia, um peixe, uma tartaruga ou um Kappa.
Normalmente são vistos como encrenqueiros. Suas brincadeiras podem ser das mais inocentes, como soltar flato ruidosamente ou observar os quimonos de mulheres aos mais problemáticos, como roubar colheitas ou seqüestrar as crianças. Na realidade, crianças pequenas são um das refeições favoritas do glutônico Kappa, entretanto eles podem comer adultos também. Até mesmo hoje, placas de advertências sobre Kappa são encontradas próximo aos rios e lagos em algumas cidades e aldeias japonesas.

Os Kappa cheiram como peixe e geralmente são retratados com o corpo e casco nas costas como uma tartaruga e cabeça de macaco, membros escamosos, cabelos longos que circulam o crânio, pés e mãos com membranas e pele esverdeada. Eles são descritos freqüentemente caminhando verticalmente, mas, eles foram vistos ocasionalmente andando em quatro membros.  Alguns dizem que eles podem mudar de cor como o camaleão. Também é dito que ele tem medo de fogo e detestam objetos de metal e barulhos altos. Algumas aldeias fazem festivais de fogos de artifício todo ano para espantar os espíritos.
Os Kappa não são completamente antagônicos ao gênero humano, porém, eles são curiosos sobre a civilização humana e podem entender e falar o japonês. Eles às vezes desafiam esses que eles encontram com vários testes de habilidade, como 将棋 Shogi ou lutar 相撲 Sumô. Eles podem ajudar os seres humanos até mesmo em troca de presentes e oferecimentos, especialmente pepinos, a única comida que eles desfrutam mais que as crianças humanas. Muitos pais japoneses escrevem os nomes de seus filhos em pepinos e os lançam em águas infestadas de Kappa, para acalmar e alegrar as criaturas permitindo que a família possa tomar banho. Há um tipo de 鮨  Sushi recheado com pepino chamado de 河童巻 Kappamaki em homenagem aos Kappa.
Uma vez ajudado, os Kappa eram reconhecidos como fieis no pagamento da divida e executavam qualquer número de tarefas para os seres humanos, como ajudar os fazendeiros irrigar a suas terras. Eles também são altamente educados em medicina, e muitas lendas relatam que eles ensinaram a anatomia óssea do gênero humano. Devido a estes aspectos benevolentes, alguns santuários são dedicados à adoração dos Kappa. O Kappa também pode ser enganado para ajudar as pessoas. O seu senso de decoro não lhes permitirá quebrar um juramento, assim se um ser humano puder enganar um Kappa em prometer o ajudar, o Kappa não tem nenhum escolha, terá que levar a cabo sua atividade.
Uma das características definida do Kappa é a cavidade oca sobre sua cabeça. Esta depressão semelhante a uma cuia ou pires acumula o fluido considerado sua força vital. É por esse motivo, que uma forma de se defender dos Kappa ao deparar com ele é curvar-se profundamente com uma reverencia estilo japonês, se o Kappa for cortês e se curvar em resposta, derramará sua água da cabeça, e com isso o tornará fraco, forçando que ele volte a seu reino da água.
O Kappa é normalmente descrito como um ser do tamanho de uma criança de 6 a 10 anos de idade, mas, é inacreditavelmente forte. Ataca cavalos, gado e humanos, normalmente arrasta sua presa para água onde, de acordo com várias lendas, alimenta-se do sangue, drena a força vital ou tira os fígados pelos ânus chupando a entranhas, deixando para trás nada menos que uma cabaça oca.
No real mundo de medicina, o termo "Kappa" recorre a uma cela de protoplasma de monoclonal relacionada à medula óssea. (Nota: Não contudo capaz confirmar Kappa está osso-fixando habilidades; mas sons muito plausível, como a maioria "kami" de Shintoísmo têm um pouco de qualidades redentoras.) além disso, o Kappa sempre é retratado como confiável apesar de seus muitos modos. Quando capturou e forçou a nunca prometer novamente prejudicar qualquer um, o kappa sempre mantém sua promessa. Kappa ajudam freqüentemente o mentor esses que os burlam ou os capturam.
No período de Edo (1603 a 1867) foi escrito algumas literaturas científicas sérias dedicada ao estudo destas criaturas. O 水虎考略 Suikokouryaku (1820), por exemplo, é uma compilação de informações relacionado ao Kappa juntada de uma variedade de fontes do Japão e China, escrita por 侗庵古賀 Tôan Koga. O livro que está na Biblioteca 岩瀬文庫 Iwase Bunko inclui esboços de Kappa desenhado pelo artista 栗本丹洲 Kurimoto Tanshu.
O Kappa acima, esboçado por 伊東長兵 Ito Chobei, foi capturado durante o período de 明和 Meiwa (1764 - 1772) em Edo, em algum lugar no curso do rio 江戸川 Edogawa da atual 東京 Tôkyo. Quando a criatura foi mostrada a 太田澄玄 Ota Chôgen, um notável herborista da época, ele identificou esta criatura como um Kappa, ele comparou um esboço que ele possuía de uma criatura com características notavelmente semelhantes ao Kappa. De acordo com o texto no livro, este Kappa mediam 60 cm de altura e teve pele escorregadia como de um peixe-gato ou enguia.
Essa imagem mostra um tipo de Kappa sem concha, e o desenho abaixo mostra um Kappa que foi pego em uma rede em 美東 Mitô, Japão em 1801.
Este Kappa tinha um tórax proeminente, a região pélvica dobrada e três ânus.

 Para AMPLIAR a imagem abaixo clique nela:
Depois no período de Edo, um guia ilustrado com 12 tipos de Kappa (十二品水虎之図 Junihin Suiko No Zu) foi produzido baseado em informações retiradas do Suikokouryaku.
伊藤圭介 Itô Keisuke, um homem famoso da medicina e artista de história natural prolífico do período de Edo, representava às vezes desenhos de criaturas misteriosas com os com seus animais como o Kappa da figura abaixo.
A próxima imagem mostra um Kappa que foi observado em um fosso ao redor do castelo de Edo no final do século XVIII.
O quadro mostra um Kappa observado no inicio do século XVII no qual é agora a cidade de日田 Hita na prefeitura de 大分 Ôita em 九州 Kyûshû.
Este outro Kappa tinha a aparência de uma tartaruga em pé sobre ambas pernas, e têm uma depressão em sua cabeça, dedos palmados e manchas em seu tórax e abdômen.

O Neneko (ou Neko) Kappa, mostrado acima, foi esboçado por 赤松宗且 Akamatsu Sôtan em 1855, seu trabalho se intitulou 図示利根川 Zushi Tonegawa (Ilustração do Rio Tone). Este Kappa ficou conhecido por mover-se a um local novo ao longo do rio cada ano, enquanto causava muitos problemas por onde passasse.

A imagem do Kappa mostrada em um Makimono (papiro) e o esqueleto da pata de um Kappa pertencem a 曹源寺 Sôgenji (河童寺 Kappadera ou “Templo de kappa”) situado na área entre 上野 Ueno e 浅草 Asakusa em Tôkyo. O templo é um dos incontáveis lugares no Japão que tem histórias e lendas de Kappa. De acordo com a lenda deste templo, a área circunvizinha era uma bacia com pobre drenagem, tendo uma propensão para inundar. Fabricante de capa de chuva local (a palavra japonesa para “capa de chuva” é  合羽 Kappa) resolveram construir umas séries de fossos de drenagem, essas fossas puderam ser completadas com ajuda de um Kappa que morava no Rio de 隅田 Sumida. É dito que as pessoas afortunadas o bastante para ver esse Kappa era santificada com sucesso nos negócios.
Fonte:ocultoreveladoaverdade
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sábado, 6 de setembro de 2014

Mark Pilkington: Governo Cria Estórias Sobre UFOs ?

Autor e produtor Mark Pilkington está oferecendo uma nova reviravolta na teoria tradicional conspiração UFO, Pilkington em seu filme "Mirage Men", a ideia original de extraterrestres visitam a Terra foi inventada pelo governo, e não por civis normais como sabedoria convencional sugere? 
                                                                  Mark Pilkington 

RT Ameera David aprende mais sobre esta reviravolta incomum, falando com o próprio cineasta.
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                                             Fonte:RT America 

sábado, 13 de abril de 2013

MIB - Homens de Preto

Sera que os famosos homens de preto, Men in Black existem, e estão trabalhando para acobertar casos que envolvam UFOS? Desde a década de 50 ele vem sendo levado a sério por muitos ufólogos.
A maior parte das pessoas que assistiram aos filmes Men in Black I e II deve imaginar que esta é apenas mais uma produção de Holywood baseada em histórias em quadrinhos clássicas. Na verdade, os Homens de Preto fazem parte do folclore ufológico americano desde a década de 50, sendo levados a sério por muitos ufólogos. Em uma pesquisa realizada em um site ufológico brasileiro, por exemplo, 78% dos votantes disseram acreditar que estes misteriosos agentes, que abordariam testemunhas e pesquisadores de aparições de ÓVNIS, realmente existem. Será?

O mito
Os Homens de Preto (M.I.B.) são seres que aparecem em qualquer lugar onde aparições importantes de ÓVNIS tenham acontecido. Alguns dizem que eles são agentes do governo americano, outros dizem que são extraterrestres. Ou então que são agentes americanos que fazem parte de um esquema secreto de cooperação com os extraterrestres... De qualquer forma, sua missão seria a de encobrir avistamentos de naves extraterrestres. Para isso, eles avisam testemunhas e pesquisadores para que não divulguem suas informações, fazendo diversos tipos de ameaças e apreendendo evidências materiais.
A concepção clássica de um M.I.B. é um homem de idade indefinida, de porte médio e totalmente vestido, obviamente, de preto. Sua aparência é descrita como estranha, com uma forma mecânica de falar e andar, o que fez com que fossem comparados a robôs ou andróides. O tecido de seus ternos pretos seria estranhamente brilhante e fino, diferente dos tecidos conhecidos.
Combinando com suas roupas, os carros que os M.I.B. dirigem são sempre pretos e em geral grandes e caros. Os carros apresentam símbolos desconhecidos nas laterais e suas placas são irreconhecíveis. Em geral eles andam com os faróis apagados, mas o seu interior é iluminado por luzes "fantasmagóricas" verdes ou púrpuras. Os M.I.B. também teriam sido avistados em helicópteros (pretos, é claro) e até mesmo em discos voadores.
A aparência misteriosa dos M.I.B. é complementada por relatos estranhos, como o de que teriam sido vistos cruzando um campo encharcado após fortes chuvas e chegando ao outro lado sem nenhum traço de lama em seus sapatos brilhantes. Ou então vestiriam apenas um fino casaco em dias de um frio congelante. Uma testemunha teria sido visitada por um M.I.B. que apresentava um fio verde implantado ao longo de sua perna (exposto quando a perna de sua calça subiu ao sentar-se). Um M.I.B. teria desintegrado uma moeda em sua mão, avisando à testemunha que o mesmo aconteceria com seu coração se ela contasse o que tinha visto.
Talvez a teoria mais exótica sobre os M.I.B. diz que eles seriam representantes de uma "Nação do Terceiro Olho": "Baseados em algumas informações que conseguimos, podemos afirmar que Sírius tem estado em contato conosco por um longo tempo. De acordo com George Hunt Williamson (um dos primeiros contatados), em seu livro “Other Tongues, Other Flesh", os aliados de Sírius na terra, ou seja, as sociedades secretas, usam o Olho de Hórus como uma insígnia. Este também tem sido o símbolo dos M.I.B.. Sociedades secretas acreditam que há um local na Terra, chamado Shambala, que eles consideram o centro espiritual do mundo, também conhecido como Grande Loja Branca. Agora, teósofos tais como Alice Bailey dizem que a Grande Loja está em Sírius. Se o "Olho-Que-Tudo-Vê" é um símbolo dos aliados de Sírius na Terra, e os M.I.B. usam este símbolo, e se Shambala representa a Grande Loja Branca na Terra - então os M.I.B. são emissários de Shambala. Sírius e Shambala são dois lados de uma mesma moeda. Isto é comprovado no livro "The Undiscovered Country", de Stephen Jenkins. Jenkins ouviu de sacerdotes budistas que Shambala se localiza na constelação Órion.”.
As origens
A primeira aparição registrada dos M.I.B. foi relatada por Albert K. Bender, editor de uma revista ufológica chamada Space Review. Em outubro de 1953, ele publicou um comunicado informando que havia descoberto informações que iriam desvendar o mistério dos discos voadores, mas não poderia publicá-las por ter recebido ordens contrárias.
Bender alertou para que outros pesquisadores do ramo tomassem muito cuidado e sua revista deixou de ser publicada após este número. Mais tarde, Bender relatou, em uma entrevista, que havia sido visitado por três homens usando ternos pretos que haviam ordenado que ele parasse de publicar material relacionado a discos voadores. Esta história foi posteriormente contada em mais detalhes em seu livro "Flying Saucers and the Three Men in Black" (1962).
Em 1956, a lenda dos M.I.B. foi reforçada com a publicação de "They Knew Too Much about Flying Saucers", livro escrito por Gray Barker. Barker era o investigador chefe da organização ufológica chefiada por Albert Bender (o International Flying Saucer Bureau), dissolvida rapidamente após a suposta visita dos M.I.B., e compilou em seu livro inúmeros relatos de encontros com M.I.B. (incluindo o de seu colega). Estes relatos viriam a ser transformados em histórias em quadrinhos por Lowell Cunningham, na década de 80.
Gray Barker tornou-se, ao longo de seus trinta anos de carreira, um dos escritores mais prolíficos da ala mais fanática da ufologia americana. Um de seus colegas foi John Keel, escritor responsável pela introdução da abreviação M.I.B. Keel, que sugeriu a ligação dos M.I.B. com a "Nação do Terceiro Olho", escreveu o livro "The Mothman Prophecies", recentemente transformado em filme (lançado no Brasil com o título "A Última Profecia"). Neste livro, Keel apresenta um relato de supostas aparições que teriam ocorrido em uma pequena cidade americana, incluindo um misterioso pássaro gigante, ÓVNIS e, é claro, os M.I.B.
Outro documento interessante na história dos M.I.B. foi o chamado relatório Krill, disseminado no final da década de 80. De autoria de um suposto Dr. O.H. Krill e entitulado "Um relatório a respeito de nossa aquisição de tecnologia avançada e de nossa interação com a cultura alienígena", o relatório Krill  faz extensas considerações sobre os M.I.B., incluindo descrições de relatos e sua ligação com uma civilização extraterrestre em Sírius. 

Segundo este documento, a primeira aparição documentada dos M.I.B. teria ocorrido em 1947, nas ilhas Maury, onde dejetos caídos de um disco voador teriam sido recolhidos por oficiais americanos e colocados a bordo de um avião que viria a se acidentar durante a decolagem.
Em 1991, outro livro sobre os M.I.B. foi publicado: "The Ufo Silencers: Mystery of the Men in Black", de autoria de Timothy Green Beckley. Outro autor prolífico, a lista de assuntos abordados por Beckley é, digamos, curiosa. Defensor da teoria da Terra oca, Beckley coleciona relatos sobre o assunto em seu livro "Subterranean Worlds inside Earth". Um destes relatos é de um soldador em uma fábrica de automóveis em Detroit que começa a ouvir vozes misteriosas durante o trabalho. Investigando as vozes, ele descobre que elas vêm de uma raça subterrânea chamada "Deros" (abreviação de "degenerate robots" - robôs degenerados). Já em "Smoky God and Other Inner Mysteries", Beckley relata uma entrevista com um habitante de uma civilização subterrânea! Outros de seus livros abordam as profecias de Fátima e Nostradamus, o fenômeno ufológico e, talvez o mais interessante, o chamado Conde de Saint German, o homem mais misterioso que já viveu. A descrição é bem adequada, já que ele viveria há séculos sob uma variedade de disfarces que incluem Cristóvão Colombo e Francis Bacon (sob cuja identidade teria escrito todas as peças de Shakespeare).
Levando em consideração os outros textos de Beckley, seu livro sobre os M.I.B. talvez não seja a fonte mais confiável de informações, mas, de qualquer forma, ele oferece um relato mais detalhado do incidente das ilhas Maury e sugere que estes seres estariam ativos há séculos. Por exemplo, ele cita a "misteriosa" origem do Selo dos Estados Unidos, que teria sido entregue a Thomas Jefferson, em uma noite em que este andava por seu jardim, por um homem vestindo uma capa preta - um M.I.B. ? O selo seria uma reprodução da cidade perdida de Petra, onde teria vivido uma raça misteriosa muito avançada tecnologicamente para sua época. Beckley também é o autor de uma foto que seria a única existente de um M.I.B., flagrado em frente à casa de um editor de uma revista ufológica.

O outro lado da história
Existiriam indícios de que os M.I.B. não passam de personagens fictícios, perpetuados em meio ao folclore ufológico? Sim, existem. Vamos a eles.
Um relatório sobre as atividades da CIA relacionadas ao fenômeno UFO, elaborado pelo historiador Gerald K. Haines, revela que esta agência realmente esteve envolvida em um esforço para encobrir relatos de avistamentos de discos voadores durante a década de 50. Em 1955, a CIA deu início aos vôos do U-2
 (e, posteriormente, do SR-71), um avião secreto utilizado para reconhecimento a alta altitude. 
Voando a alta velocidade a 60.000 pés e pintado inicialmente na cor prata, o U-2 foi responsável por mais da metade dos supostos avistamentos de UFOs no final da década de 50 e início da década de 60. Além de não poder divulgar a verdadeira natureza destes avistamentos, para não expor o U-2, a CIA enviou agentes para coletar fotos e gravações obtidas por testemunhas.
Desta forma, é possível que o folclore do M.I.B. tenha sua origem nestes eventos reais. Isto explicaria sua descrição - homens usando ternos pretos em grandes carros negros, com uma forma mecânica (ou seria burocrática?) de se portar - o estereótipo do agente do governo americano daquela época. Mas o seu crescimento foi certamente alimentado pela imaginação, desonestidade e/ou brincadeiras de muitas pessoas.
Tomemos Gray Barker, por exemplo, um dos grandes cultivadores do mito. Segundo John Sherwood, um de seus colaboradores, Barker atingiu a fama inventando alguns relatos, aumentando outros e incentivando outras pessoas a fazê-lo: "Gray Barker ... não se importava se as histórias de discos voadores sensacionais que publicava eram inventadas - desde que elas fossem apresentadas como fato. Para ele era tudo uma grande brincadeira."
James Moseley também revelou a verdadeira natureza das histórias de Barker, de quem era amigo desde 1954, após a morte deste em 1984: "O público tem o direito de saber quantas fraudes de UFOs existem, como são fáceis de se armar e o que isso mostra sobre a ingenuidade do campo da ufologia". Moseley participou de várias fraudes com Gray Baker, incluindo a produção de documentos "oficiais" do governo americano e filmes falsos de UFO. Suas experiências neste campo são descritas no livro "Shockingly Close to the Truth: Confessions of a Grave-Robbing Ufologist".
E quanto ao relatório Krill, que além de informações sobre os M.I.B. "explica" vários outros fenômenos, como as mutilações de animais? Outra fraude, uma brincadeira armada por John Lear (filho do engenheiro aeronáutico Bill Lear, criador do Learjet). Alegando que suas conexões com o governo americano haviam permitido que obtivesse documentos secretos da Força Aérea, publicou este relatório falso em um BBS voltado para fenômenos paranormais.
Conclusão
Bem, é claro que apesar de todas as fraudes existentes sobre este assunto, alguém sempre pode acreditar que os M.I.B. realmente existem e têm feito um excelente trabalho de encobrir seus rastros. Por outro lado, considerando a impressionante freqüência com que relatos de UFOs são publicados, os M.I.B., se existirem, não me parecem muito competentes em sua missão principal.
Ou talvez os M.I.B. sejam tão eficientes que encobrem totalmente todos os avistamentos de UFOs verdadeiros, o que significaria que todos os casos publicados são falsos.
De qualquer forma, para saberem exatamente quais são os casos reais dignos de sua intervenção (supondo que exista algum), os M.I.B. precisariam ter pelo menos um bom contato com os alienígenas visitantes ou então serem eles mesmos alienígenas. Neste caso, sinto-me decepcionada. Para uma civilização tão avançada a ponto de conseguir viajar de uma estrela distante até nosso planeta, eu esperaria métodos mais inteligentes de cobertura do que mandar agentes com cara de mau fazerem ameaças verbais de porta em porta...
Máteria gentilmente cedida por Alexandre T. Castro, do site Projeto Ockham

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                                                Fonte:RealMiBs