
quarta-feira, 2 de março de 2016
A Incrível "Maldição" de Tutancâmon Seria Real? "Matarei a Todos que Cruzarem esta Entrada"
Por Rainer Sousa
As lendas e mitos que cercam as pirâmides atraem muitas pessoas e reforçam o lado misterioso que cerca a antiga cultura egípcia. Esse mistério começou a ser instigado com a febre de escavações e expedições arqueológicas que tomaram conta das antigas cidades egípcias. Em 1923, um grupo de pesquisadores comemorou a descoberta da tumba de um faraó com mais de 3000 anos de existência.
Este faraó era o lendário Tutancâmon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. Mesmo com seu tom ameaçador, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. Será que a maldição atingiria aqueles que ignoravam o silencioso aviso?
Em meio a tantas lendas, o arqueólogo Howard Carter resolveu embrenhar-se na região do Vale dos Reis à procura dos artefatos pertencentes a algum faraó egípcio. Chegando por ali por volta de 1916, a equipe liderada por esse pesquisador não acreditava nos avisos que diziam ser impossível encontrar algum tesouro arqueológico entre tantas escavações inacabadas. Seis anos depois, Howard ainda não havia conseguido encontrar pistas de um desconhecido rei egípcio que havia sido enterrado naquela região.
Obcecado por suas hipóteses, tentou organizar uma última escavação em uma região ocupada por algumas cabanas. Depois de remover as rudimentares construções do local, as primeiras escavações foram presenteadas com o encontro de uma escadaria. Alguns dias depois, a equipe de Carter percebeu que se tratava de um acesso a uma passagem obstruída. Aquela descoberta impulsionou um trabalho mais intenso que, logo em seguida, desbloqueou um corredor que dava acesso a uma outra porta.
A porta possuía um lacre visivelmente quebrado e, posteriormente, reconstruído. Tal indício diminui as expectativas de Howard Carter em encontrar um tesouro arqueológico intacto. Depois vencer o obstáculo de uma última porta, a equipe arqueológica deparou-se com uma sala abarrotada de artefatos de grande detalhe e um trono revestido em ouro. Nessa sala percebeu a existência de uma outra porta onde, por uma fresta, identificou-se um novo cômodo.
Após essas descobertas, Carter teve a astúcia de fechar os acessos àquele local e lançar um monte de entulho na via de acesso a escadaria. Meses depois, levantou uma maior quantidade de recursos e especialistas para trabalharem naquele grande achado. Voltando à primeira sala, retirou e catalogou todos os seus objetos. Dessa vez, abriu o segundo cômodo e lá deu de cara com uma enorme urna funerária que ocupava quase todo o espaço do lugar.
Em quase três meses de trabalho, removeu outras três urnas menores depositadas dentro da urna maior. No interior da última urna descobriu um pesado sarcófago feito em pedra. Após contar com o auxílio de um guindaste para remover o tampo de pedra, Howard Carter retirou um véu de linho que cobria uma bela máscara mortuária feita em ouro, vidro e pedras coloridas; e um ataúde no formato de um corpo. Depois disso, duas novas camadas de máscaras e ataúdes foram retirados do interior do sarcófago.
Passados tantos obstáculos, a equipe de arqueólogos vislumbrou o corpo do faraó Tutancâmon queimado e enrijecido pelas resinas utilizadas em seu processo de mumificação. A mais valiosa descoberta arqueológica da época foi alcançada depois de anos de dedicação. No entanto, a riqueza da descoberta reavivou os rumores da famosa maldição de Tutancâmon. Já na primeira vez que descobriu a escadaria, o canário de Carter foi comido por uma cobra, indicando o primeiro mau presságio.
Na época em que a tumba foi descoberta, o empresário Lorde Carnavon – financiador da equipe de Carter – foi um dos primeiros a conhecer o sarcófago. Logo em seguida, o empresário teve uma ferida infecciosa provocada pela picada de um mosquito. O estado febril acabou levando-o à morte em poucos dias. Antes de morrer, disse à irmã que Tutancamon o havia convocado. No dia em que faleceu, o cachorro do empresário foi vítima de um enfarte fulminante.
A notícia da morte de Lorde Carnavon logo agitou os esotéricos e supersticiosos sobre as maldições daquela tumba faraônica. Depois do ocorrido, Arthur Mace – integrante da equipe de Carter – morreu repentinamente no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, dono das primeiras fotos de Tutancamon, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Nessa mesma funesta coincidência se juntaram a irmã e a mulher de Carnavon.
Ao longo de seis anos após a descoberta, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta da múmia de Tutancâmon morreram em condições misteriosas. Para combater as lendas e explicações sobrenaturais, cientistas levantaram a hipótese de que alguma substância tóxica ou fungo venenoso fora criado na época para que ninguém viesse a profanar aquela sala mortuária. Outros ainda chegaram a afirmar que os egípcios já conheciam a energia atômica e teriam depositado urânio nas tumbas.
Durante o século XX, o alvoroço causado pela maldição das tumbas acabou perdendo sua força mediante outras tranqüilas descobertas arqueológicas. Mesmo que as explicações científicas para as tragédias fossem plausíveis, o desencadear de tantas mortes não consegue ser explicado satisfatoriamente como uma simples eventualidade. O desconhecido ainda encobre esse episódio.
Fonte:http://historiadomundo.uol.com.br
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As lendas e mitos que cercam as pirâmides atraem muitas pessoas e reforçam o lado misterioso que cerca a antiga cultura egípcia. Esse mistério começou a ser instigado com a febre de escavações e expedições arqueológicas que tomaram conta das antigas cidades egípcias. Em 1923, um grupo de pesquisadores comemorou a descoberta da tumba de um faraó com mais de 3000 anos de existência.
Este faraó era o lendário Tutancâmon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. Mesmo com seu tom ameaçador, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. Será que a maldição atingiria aqueles que ignoravam o silencioso aviso?
Em meio a tantas lendas, o arqueólogo Howard Carter resolveu embrenhar-se na região do Vale dos Reis à procura dos artefatos pertencentes a algum faraó egípcio. Chegando por ali por volta de 1916, a equipe liderada por esse pesquisador não acreditava nos avisos que diziam ser impossível encontrar algum tesouro arqueológico entre tantas escavações inacabadas. Seis anos depois, Howard ainda não havia conseguido encontrar pistas de um desconhecido rei egípcio que havia sido enterrado naquela região.
Obcecado por suas hipóteses, tentou organizar uma última escavação em uma região ocupada por algumas cabanas. Depois de remover as rudimentares construções do local, as primeiras escavações foram presenteadas com o encontro de uma escadaria. Alguns dias depois, a equipe de Carter percebeu que se tratava de um acesso a uma passagem obstruída. Aquela descoberta impulsionou um trabalho mais intenso que, logo em seguida, desbloqueou um corredor que dava acesso a uma outra porta.
A porta possuía um lacre visivelmente quebrado e, posteriormente, reconstruído. Tal indício diminui as expectativas de Howard Carter em encontrar um tesouro arqueológico intacto. Depois vencer o obstáculo de uma última porta, a equipe arqueológica deparou-se com uma sala abarrotada de artefatos de grande detalhe e um trono revestido em ouro. Nessa sala percebeu a existência de uma outra porta onde, por uma fresta, identificou-se um novo cômodo.
Após essas descobertas, Carter teve a astúcia de fechar os acessos àquele local e lançar um monte de entulho na via de acesso a escadaria. Meses depois, levantou uma maior quantidade de recursos e especialistas para trabalharem naquele grande achado. Voltando à primeira sala, retirou e catalogou todos os seus objetos. Dessa vez, abriu o segundo cômodo e lá deu de cara com uma enorme urna funerária que ocupava quase todo o espaço do lugar.
Em quase três meses de trabalho, removeu outras três urnas menores depositadas dentro da urna maior. No interior da última urna descobriu um pesado sarcófago feito em pedra. Após contar com o auxílio de um guindaste para remover o tampo de pedra, Howard Carter retirou um véu de linho que cobria uma bela máscara mortuária feita em ouro, vidro e pedras coloridas; e um ataúde no formato de um corpo. Depois disso, duas novas camadas de máscaras e ataúdes foram retirados do interior do sarcófago.
Arqueólogo Howard Carter descobre a tumba de Tutancâmon
Passados tantos obstáculos, a equipe de arqueólogos vislumbrou o corpo do faraó Tutancâmon queimado e enrijecido pelas resinas utilizadas em seu processo de mumificação. A mais valiosa descoberta arqueológica da época foi alcançada depois de anos de dedicação. No entanto, a riqueza da descoberta reavivou os rumores da famosa maldição de Tutancâmon. Já na primeira vez que descobriu a escadaria, o canário de Carter foi comido por uma cobra, indicando o primeiro mau presságio.
Na época em que a tumba foi descoberta, o empresário Lorde Carnavon – financiador da equipe de Carter – foi um dos primeiros a conhecer o sarcófago. Logo em seguida, o empresário teve uma ferida infecciosa provocada pela picada de um mosquito. O estado febril acabou levando-o à morte em poucos dias. Antes de morrer, disse à irmã que Tutancamon o havia convocado. No dia em que faleceu, o cachorro do empresário foi vítima de um enfarte fulminante.
A notícia da morte de Lorde Carnavon logo agitou os esotéricos e supersticiosos sobre as maldições daquela tumba faraônica. Depois do ocorrido, Arthur Mace – integrante da equipe de Carter – morreu repentinamente no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, dono das primeiras fotos de Tutancamon, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Nessa mesma funesta coincidência se juntaram a irmã e a mulher de Carnavon.
Ao longo de seis anos após a descoberta, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta da múmia de Tutancâmon morreram em condições misteriosas. Para combater as lendas e explicações sobrenaturais, cientistas levantaram a hipótese de que alguma substância tóxica ou fungo venenoso fora criado na época para que ninguém viesse a profanar aquela sala mortuária. Outros ainda chegaram a afirmar que os egípcios já conheciam a energia atômica e teriam depositado urânio nas tumbas.
Durante o século XX, o alvoroço causado pela maldição das tumbas acabou perdendo sua força mediante outras tranqüilas descobertas arqueológicas. Mesmo que as explicações científicas para as tragédias fossem plausíveis, o desencadear de tantas mortes não consegue ser explicado satisfatoriamente como uma simples eventualidade. O desconhecido ainda encobre esse episódio.
Fonte:http://historiadomundo.uol.com.br
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015
HÍBRIDO - Homem Jacaré Mumificado Encontrado em Pântano na Flórida , Seria REAL?
Estes com dentes afiados, Repto-hominídeos inteligentes se escondem nas profundezas dos pântanos do sudeste americano.
Não deve ser confundido com a nova camisa homem lagarto - o que é dito ser uma criatura bípede com características quase-reptiliano - estas aberrações da natureza são tanto aquaticos anomalias híbridas, tudo em um.
Disse a habitar na Florida Everglades, relatórios dessas criaturas datam de meados da década de 1700 e surgiram a partir de quase todos os grandes pântanos no sudeste americano. Este fato parece coincidir com a teoria popular - compartilhada por apenas alguns cryptologists - sobre a natureza migratória desses animais.
Descrito como sendo aproximadamente 5 pés de comprimento, com um torso ao tamanho das crianças que se afila fora em uma cauda longa e muscular - completa com grossos, pernas jacaré-como - esta criatura parece representar uma ponte física entre o gênero de mamíferos e répteis.
Testemunhas descreveram o corpo deste aquático-hominídeo como coberto com um brilho fino de escalas esverdeadas, com membrana entre seus dedos do pé e dedos das mãos e uma boca cheia de o que tem sido descrito como "navalha afiada" dentes.
Fonte:
Não deve ser confundido com a nova camisa homem lagarto - o que é dito ser uma criatura bípede com características quase-reptiliano - estas aberrações da natureza são tanto aquaticos anomalias híbridas, tudo em um.
Disse a habitar na Florida Everglades, relatórios dessas criaturas datam de meados da década de 1700 e surgiram a partir de quase todos os grandes pântanos no sudeste americano. Este fato parece coincidir com a teoria popular - compartilhada por apenas alguns cryptologists - sobre a natureza migratória desses animais.
Descrito como sendo aproximadamente 5 pés de comprimento, com um torso ao tamanho das crianças que se afila fora em uma cauda longa e muscular - completa com grossos, pernas jacaré-como - esta criatura parece representar uma ponte física entre o gênero de mamíferos e répteis.
Testemunhas descreveram o corpo deste aquático-hominídeo como coberto com um brilho fino de escalas esverdeadas, com membrana entre seus dedos do pé e dedos das mãos e uma boca cheia de o que tem sido descrito como "navalha afiada" dentes.
Talvez as mais assustadoras (para não mencionar fascinante) aspectos dessas criaturas é a sua aparente capacidade de raciocinar. Viajando em pequenas tribos aborígenes essas criaturas supostamente desenvolveram uma linguagem rudimentar baseada em uivos e grunhidos, e até mesmo ter dominado o uso de ferramentas básicas.
Jake o Homem Jacaré é um suposto meio-homem, meio-jacaré em exposição em condições aparentemente mumificado no Museu gratuito da Marsh, uma armadilha para turistas localizado na 409 South Pacific Avenue, em Long Beach, Washington. Ele foi adquirida pelo Marshs por US $ 750 em 1967 a partir de uma loja de antiguidades.
Sua imagem foi usada pelo Weekly World News em 09 de novembro de 1993 para o artigo de primeira página, "Half-human, meio-jacaré descoberto no pântano de Florida".
Apelidado de "Jake o jacaré-man" imagem da besta foi usado pelo duvidosamente intitulada Weekly World News em 09 de novembro de 1993 para o artigo de primeira página que exclamou: "Half-humano, meio-jacaré descoberto no pântano de Florida." A revista posteriormente informou sobre a sua fuga do cativeiro, matando um homem de Miami. Considerando a fonte, estes relatórios devem ser tomadas com um grão de sal.
Embora muitos pesquisadores consideram "Jake", em particular, e "gatormen" lendas em geral para ser um produto da moderna mito e taxidermia hoaxes, a maioria concorda que, se houver qualquer substância em todos estes relatórios, o pensamento de se deparar com uma dessas criaturas em seu habitat natural seria pouco atraente na melhor das hipóteses.
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