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quarta-feira, 8 de abril de 2020

Adaga encontrada em tumba de faraó veio do espaço, relatado como “ferro caído do céu” divino

Pesquisadores encontraram traços de ferro proveniente de meteorito na arma enterrada com Tutancâmon

AGORA, CIENTISTAS TENTAM DESCOBRIR DE QUE METEORITO O FERRO DA ADAGA VEIO (FOTO: DIVULGAÇÃO/MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO)

Pesquisadores concluíram que uma adaga encontrada no sarcófago do faraó Tutancâmon (1327-1336 a.C.) veio, literalmente, do espaço. Em uma análise para determinar a origem do ferro que compõe a arma, os cientistas descobriram que o material é proveniente de um meteorito.

O estudo, feito em parceria pelo Museu Egípcio do Cairo e pelas universidades de Pisa e Politécnica de Milão, foi publicado na revista científica Meteoritics & Planetary Science. Os cientistas escreveram no artigo que a descoberta desta adaga feita com ferro de meteorito é um grande passo na elucidação do misterioso “ferro caído do céu”, relatado em diversos textos egípcios, hititas e mesopotâmicos.

A principal hipótese dos cientistas é a de que os egípcios consideravam o “ferro caído do céu” divino e o utilizava para aplicações extremamente raras, como o enterro de um faraó. “Se já existia na época, o derretimento de ferro provavelmente produzia ferro de baixa qualidade para objetos reais e preciosos. Assim, esta descoberta também comprova que os egípcios já tinham sucesso trabalhando com ferro ainda no século 14”, escrevem os pesquisadores.

Na própria tumba de Tutancâmon, os cientistas encontraram outro objeto intrigante: um colar peitoral com um amuleto esverdeado em formato de escaravelho, construído com vidro de sílica do deserto. Como este material só existia de forma natural na região desértica da atual Líbia, os pesquisadores supõem que o vidro usado no amuleto tenha sido gerado pelo impacto de um meteorito ou de um cometa nas areias do deserto do Antigo Egito.

A técnica usada pelos pesquisadores para a analisar a adaga não danificou o objeto. Eles realizaram uma forma de análise não invasiva, utilizando um espectrômetro de fluorescência de raios-X, que pode determinar a composição química dos materiais. De acordo com o estudo publicado, a lâmina da adaga encontrada na tumba de Tutancâmon contém cerca de 11% de níquel.

Artefatos produzidos com minério de ferro terrestre apresentam índices de, no máximo, 4% de níquel. “O ferro de meteorito está claramente indicado pela presença de alta porcentagem de níquel”, disse Daniela Comelli, da Universidade Politécnica de Milão, em entrevista ao canal Discovery News.

Além das taxas correspondentes de níquel, os pesquisadores encontraram na lâmina menores quantidades de carbono, cobalto, enxofre e fósforo, elementos comumente encontrados em meteoritos.

Agora, os pesquisadores continuarão a analisar os outros objetos encontrados na tumba do faraó, que morreu jovem, aos dezenove anos, de causas desconhecidas. Em paralelo às análises, os pesquisadores estão comparando amostras de meteoritos ferrosos catalogados que tenham caído num raio de dois mil quilômetros ao redor do Mar Vermelho.
*Com supervisão de Nathan Fernandes
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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Cientistas Relatam - A lâmina do punhal de Tutankamon teria vindo do espaço

Os antigos egípcios sabiam disso e no final que tinha sido dito. Um papiro fala de um "ferro que caiu do céu." Mas o mistério da origem de um dos dois punhais encontrados juntamente com a múmia filho de Faraó, Tutankamon, tem dividido os estudiosos desde então em 1925, foi aberto o sarcófago mantidos no Vale dos Reis.

Para pôr fim ao litígio é um Research ítalo-egípcio, que também nasceu após a descoberta de uma cratera. Entre os muitos mistérios e superstições ligadas ao faraó, a partir da maldição que teria atingido os que haviam profanado o túmulo, pelo menos, um desconhecido foi resolvido. Com fluorescência de raios-X, os cientistas removido todas as dúvidas: o ferro da lâmina da faca vem do espaço.
"Os objetos de ferro são muito poucos egípcios, eles não haviam desenvolvido a metalurgia do ferro e não houve pedreiras. Assim, considerou-se mais preciosa do que o ouro ", explica Francesco Porcelli, professor de Física no Politecnico di Torino. "É por isso que a descoberta do punhal de Tutankamon abriu um debate." Uma surpresa foi também a grande qualidade da obra, em um sinal da capacidade do ferro atingiram mesmo assim. Dagger, de cerca de 35 cm e não de todo enferrujado, foi imprensado entre as bandagens da múmia, para se preparar para o encontro com a vida após a morte: basta dizer que foi considerado valioso.
Havia estudiosos que alegaram que era de um meteoro, enquanto outros acharam que foi importado: na Anatólia no século XIV. C., quando viveu Tutankamon, o ferro já estava lá. "Incrivelmente, no entanto, até agora ninguém tinha feito análise."

Porcelli foi, por oito anos, até 2014, adido ciência na embaixada italiana no Cairo e reuniu o estudo do projeto, realizada por peritos em meteoritos da Universidade de Pisa, o Politecnico di Milano e seu spin-off a empresa XGLab, em conjunto com o Politécnico de Turim, o Conselho Nacional de Pesquisa e do Museu egípcio, no Cairo e da Universidade de Fayyum. A iniciativa foi financiada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano e que da Investigação Científica egípcio.

O pano de fundo desta história é a descoberta, em 2010, que terminou na revista Science, a Kamil cratera no meio do deserto egípcio. É um pequeno meteoro da "cratera da lua ", raro em nosso planeta, porque normalmente a erosão apaga os sinais dos impactos de meteoritos. Nessa expedição eles foram atendidos entre outros estudiosos de Pisa e do Observatório Astronômico de Pino Torinese. "Quando foi descoberto na cratera, falamos sobre a questão não resolvidos sobre o punhal na múmia do jovem faraó da dinastia XVIII, e decidiu fazer a análise, superar alguns 'da relutância das autoridades egípcias, que justamente guardam zelosamente as exposições", explica Porcelli .
Mas como chegamos a determinar que é um metal alienígena? A partir da composição: passe que contém 10% de níquel e cobalto 0,6: "Eles são as concentrações típicas de meteoritos. Pensam que pode ser o resultado de uma liga, nestas concentrações, é impossível. " A instrumentação usada na constatação no Egito não era invasiva, a fluorescência de raios X, em seguida, os dados e os resultados foram analisados ​​na Itália. O projeto bilateral, começou em 2014 e terminou com a publicação nos dias de hoje, pode não ser possível no Egito hoje. "Depois do caso Regeni e o caos dos últimos meses", diz Porcelli, que em sua página no Facebook tem apelo porque é feito claro para o pesquisador morto ", muitos estudiosos não querem deixar para o Egito. Ele quebrou uma relação de confiança. Espero que a semente da viragem primavera árabe a florescer, enquanto que este punhal pode ser um pequeno sinal da cooperação que temos de voltar a tecer. "
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                                             Fonte:Indian Spirit

quarta-feira, 2 de março de 2016

A Incrível "Maldição" de Tutancâmon Seria Real? "Matarei a Todos que Cruzarem esta Entrada"

Por Rainer Sousa

As lendas e mitos que cercam as pirâmides atraem muitas pessoas e reforçam o lado misterioso que cerca a antiga cultura egípcia. Esse mistério começou a ser instigado com a febre de escavações e expedições arqueológicas que tomaram conta das antigas cidades egípcias. Em 1923, um grupo de pesquisadores comemorou a descoberta da tumba de um faraó com mais de 3000 anos de existência.

Este faraó era o lendário Tutancâmon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. Mesmo com seu tom ameaçador, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. Será que a maldição atingiria aqueles que ignoravam o silencioso aviso?

Em meio a tantas lendas, o arqueólogo Howard Carter resolveu embrenhar-se na região do Vale dos Reis à procura dos artefatos pertencentes a algum faraó egípcio. Chegando por ali por volta de 1916, a equipe liderada por esse pesquisador não acreditava nos avisos que diziam ser impossível encontrar algum tesouro arqueológico entre tantas escavações inacabadas. Seis anos depois, Howard ainda não havia conseguido encontrar pistas de um desconhecido rei egípcio que havia sido enterrado naquela região.

Obcecado por suas hipóteses, tentou organizar uma última escavação em uma região ocupada por algumas cabanas. Depois de remover as rudimentares construções do local, as primeiras escavações foram presenteadas com o encontro de uma escadaria. Alguns dias depois, a equipe de Carter percebeu que se tratava de um acesso a uma passagem obstruída. Aquela descoberta impulsionou um trabalho mais intenso que, logo em seguida, desbloqueou um corredor que dava acesso a uma outra porta.

A porta possuía um lacre visivelmente quebrado e, posteriormente, reconstruído. Tal indício diminui as expectativas de Howard Carter em encontrar um tesouro arqueológico intacto. Depois vencer o obstáculo de uma última porta, a equipe arqueológica deparou-se com uma sala abarrotada de artefatos de grande detalhe e um trono revestido em ouro. Nessa sala percebeu a existência de uma outra porta onde, por uma fresta, identificou-se um novo cômodo.

Após essas descobertas, Carter teve a astúcia de fechar os acessos àquele local e lançar um monte de entulho na via de acesso a escadaria. Meses depois, levantou uma maior quantidade de recursos e especialistas para trabalharem naquele grande achado. Voltando à primeira sala, retirou e catalogou todos os seus objetos. Dessa vez, abriu o segundo cômodo e lá deu de cara com uma enorme urna funerária que ocupava quase todo o espaço do lugar.

Em quase três meses de trabalho, removeu outras três urnas menores depositadas dentro da urna maior. No interior da última urna descobriu um pesado sarcófago feito em pedra. Após contar com o auxílio de um guindaste para remover o tampo de pedra, Howard Carter retirou um véu de linho que cobria uma bela máscara mortuária feita em ouro, vidro e pedras coloridas; e um ataúde no formato de um corpo. Depois disso, duas novas camadas de máscaras e ataúdes foram retirados do interior do sarcófago.
Arqueólogo Howard Carter descobre a tumba de Tutancâmon

Passados tantos obstáculos, a equipe de arqueólogos vislumbrou o corpo do faraó Tutancâmon queimado e enrijecido pelas resinas utilizadas em seu processo de mumificação. A mais valiosa descoberta arqueológica da época foi alcançada depois de anos de dedicação. No entanto, a riqueza da descoberta reavivou os rumores da famosa maldição de Tutancâmon. Já na primeira vez que descobriu a escadaria, o canário de Carter foi comido por uma cobra, indicando o primeiro mau presságio.

Na época em que a tumba foi descoberta, o empresário Lorde Carnavon – financiador da equipe de Carter – foi um dos primeiros a conhecer o sarcófago. Logo em seguida, o empresário teve uma ferida infecciosa provocada pela picada de um mosquito. O estado febril acabou levando-o à morte em poucos dias. Antes de morrer, disse à irmã que Tutancamon o havia convocado. No dia em que faleceu, o cachorro do empresário foi vítima de um enfarte fulminante.

A notícia da morte de Lorde Carnavon logo agitou os esotéricos e supersticiosos sobre as maldições daquela tumba faraônica. Depois do ocorrido, Arthur Mace – integrante da equipe de Carter – morreu repentinamente no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, dono das primeiras fotos de Tutancamon, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Nessa mesma funesta coincidência se juntaram a irmã e a mulher de Carnavon.

Ao longo de seis anos após a descoberta, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta da múmia de Tutancâmon morreram em condições misteriosas. Para combater as lendas e explicações sobrenaturais, cientistas levantaram a hipótese de que alguma substância tóxica ou fungo venenoso fora criado na época para que ninguém viesse a profanar aquela sala mortuária. Outros ainda chegaram a afirmar que os egípcios já conheciam a energia atômica e teriam depositado urânio nas tumbas.

Durante o século XX, o alvoroço causado pela maldição das tumbas acabou perdendo sua força mediante outras tranqüilas descobertas arqueológicas. Mesmo que as explicações científicas para as tragédias fossem plausíveis, o desencadear de tantas mortes não consegue ser explicado satisfatoriamente como uma simples eventualidade. O desconhecido ainda encobre esse episódio.
Fonte:http://historiadomundo.uol.com.br 
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                                            Fonte:mauricio alex Alvarez