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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Nasa 'ouve' ruídos abaixo da superfície de Marte pela 1ª vez " Escute estes Ruidos Aqui"

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Agência espacial registrou por meio de um sismômetro mais de 100 eventos abaixo da superfície marciana em 6 meses; 21 deles atingiram magnitude suficiente para serem considerados abalos sísmicos.

Este é o sismômetro SEIS, do projeto InSight, da Nasa em Marte
Foto: Divulgação/Nasa

A Nasa captou mais de cem movimentações sísmicas em Marte em apenas seis meses. O balanço foi anunciado nesta terça-feira (1) e é resultado da missão da sonda Insight Mars, que investiga o interior do planeta vermelho em uma incursão inédita.

Segundo a agência espacial, as primeiras vibrações abaixo da superfície foram detectadas em abril pelo sismômetro da missão, chamado de Experimento Sísmico para Estrutura Interna (SEIS). Ele é tão sensível, que os cientistas garantem ser capaz de capturar até mesmo de uma brisa de vento.

Seis pontos da Missão em Marte

1- Sonda Insight Mars pousou em Marte em novembro de 2018.
2- A sonda é a primeira capaz de captar abalos sísmicos.
3- Cientistas ouviram o vento em Marte em dezembro de 2018.
4- É a oitava vez que a Nasa conseguiu fazer um pouso em Marte.
5- Em maio e julho de 2018 foram registrados dois grandes abalos.
6- Em 2020 haverá uma missão em busca de vida em Marte.

'Martemoto'
Em maio e julho deste ano, o SEIS conseguiu captar dois significativos "martemotos", respectivamente o Sol 173 com magnitude 3.7; e o Sol 235 de magnitude 3.3.

Estas duas vibrações sugerem, diz a agência, que a crosta marciana pode ser formada por algo similar ao que seria uma mistura da Terra com a Lua, por apresentar características parecidas nas movimentações sísmicas dos dois corpos celestes.

"É muito impressionante ouvir as primeiras vibrações da missão", celebrou por meio de nota Constantinos Charalambous, um dos membros da InSight. "A gente consegue começar a entender o que realmente está acontecendo em Marte, com o InSight fincado na superfície."

                         Imagem de Marte feita pela sonda Insight — Foto: Divulgação/Nasa

Som já foi captado antes
A Nasa captou pela primeira vez o áudio do vento em Marte em dezembro de 2018. Segundo a agência, dois sensores detectaram essas vibrações de vento: um sensor de pressão de ar dentro do módulo de aterrissagem e um sismógrafo localizado no convés da Insight, aguardando a implantação pelo braço robótico da InSight.

Os dois instrumentos gravaram o ruído do vento de diferentes maneiras. O sensor de pressão de ar, parte do Subsistema Auxiliar de Sensor de Carga Útil (APSS), que coleta dados meteorológicos, registrou essas vibrações de ar diretamente.

O sismógrafo registrou as vibrações causadas pelo vento que se movia sobre os painéis solares da espaçonave, que têm 2,2 metros de diâmetro e se destacam dos lados da sonda como um par de orelhas gigantes.

Concepção artística mostra como a InSight deve estudar o interior de Marte 
Foto: Divulgação/NASA

Missão em Marte
A sonda pousou em Marte em novembro de 2018, após sete meses de viagem. Foi a oitava vez que a Nasa conseguiu fazer um pouso em Marte.

A nave não tripulada percorreu 482 milhões de km. Parte de sua missão é informar dos esforços para enviar algum dia exploradores humanos ao planeta vermelho — algo que a Nasa espera concretizar na década de 2030.

A InSight não tem capacidade de detectar vida no planeta — isso será deixado para os futuros robôs. A missão da agência em 2020, por exemplo, irá coletar rochas que possam conter evidências da vida antiga.

Este pouso em Marte foi o primeiro desde 2012, quando o explorador Curiosity da Nasa pousou na superfície e analisou as rochas em busca de sinais de vida que possa ter habitado o planeta vizinho da Terra, agora gélido e seco.
Fonte
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                                                   Veja o Vídeo Abaixo:

quarta-feira, 5 de julho de 2017

A estratégia da Nasa para, pela 1ª vez, desviar um asteroide que passará perto da Terra

A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, prepara uma ambiciosa missão: desviar um asteroide que passará perto da Terra.

O alvo é um asteroide chamado Didymos ("gêmeo" em grego), que conta com um sistema binário, ou seja, dois corpos: o Didymos A tem aproximadamente 780 metros de comprimento, e o Didymos B, um corpo menor que o envolve, tem uns 160 metros.

A previsão é de que esse asteroide passe relativamente perto da Terra, a cerca de 11 milhões de quilômetros de distância, em outubro de 2022 e depois em 2024.

É aí que a Nasa quer colocar em prática a primeira missão para demonstrar uma técnica de deflexão, isto é, de desvio do asteroide para proteger o planeta.

"O risco de impacto do asteroide é real, pergunte aos dinossauros", diz à BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC) Jean Luc Margot, professor de astronomia da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). "Diferente de outros perigos naturais como furacões, erupções vulcânicas, terremotos, etc, os impactos dos asteroides podem ser evitados com a tecnologia atual."

Como será a missão?
No momento, a Nasa trabalha no design do Teste de Redirecionamento do Asteroide Duplo (DART, na sigla em inglês).

"O DART será a primeira missão da Nasa para colocar na prática o que é conhecido como técnica de pêndulo cinético - bater no asteroide para mudar sua órbita - a fim de defender a Terra de um possível impacto futuro", explica Lindley Johnson, especialista em defesa planetária da Nasa em Washington.

E, para testar esse novo projeto, que ainda se encontra em uma fase preliminar, os cientistas da agência espacial acreditam que o Didymos é a melhor oportunidade.

"Um asteroide binário é o laboratório natural perfeito para esse teste", diz Tom Statler, cientista do programa do DART, em comunicado da Nasa. "O fato de o Didymos B estar em órbita ao redor do Didymos A faz com que seja mais fácil ver os resultados do impacto e garante que o experimento não mude a órbita da ambos ao redor do Sol."

Para o professor Margot, a escolha desse asteroide é boa porque ele é relativamente acessível para aeronaves espaciais e é possível medir as mudanças com imagens de radar.

Mais rápido que uma bala
Segundo a Nasa, o DART atingirá o Didymos B, o asteroide menor, "a uma velocidade de 6 km por segundo, nove vezes mais rápido que uma bala".

Com esse teste, os cientistas poderão avaliar a mudança resultante na órbita de Didymos B ao redor de Didymos A. Isso permitirá determinar as capacidades do impacto cinético como uma estratégia de mitigação de asteroides.

"O DART é um passo crítico para demonstrar que podemos proteger nosso planeta de um impacto futuro de asteroides", diz Andy Cheng, do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins em Laurel, Maryland (EUA), que também participa do projeto.

Segundo o professor Margot, a iniciativa está dentro das capacidades tecnológicas dos Estados Unidos, mas pode enfrentar o risco de cortes orçamentários.

"Se os responsáveis pelo orçamento não apoiarem o projeto, poderão ser considerados culpados pela perda de vidas e bens em caso de um impacto grande de um asteroide", opina Margot.
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                                               Veja o Vídeo Abaixo:


                                                  Fonte:nemesis maturity