UFOS ONLINE - Todos os dias notícias sobre UFOs, OVNIs e Extraterrestres UFOS ONLINE: filósofo

1b

2

1

Mostrando postagens com marcador filósofo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filósofo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Filósofo Diz que Seres Humanos Não Estão Prontos Para Fazer Contato Com Alienígenas

 

Estamos ou não prontos para um contato alienígena? Você se considera apto a suportar uma história desse calibre? Você acha que não ficaria louco para testemunhar naves no céu? Bem um filósofo pensa que não.


Se os alienígenas são reais e estão presentes na Terra por que eles não pousaram no gramado da Casa Branca ou em frente às Nações Unidas? Por que não fizeram uma demonstração inequívoca como forma de anunciar sua presença? 

Mesmo os pesquisadores de OVNIs mais comprometidos não têm uma boa resposta para essas perguntas. Eles acreditam em uma presença alienígena e acreditam que esses supostos visitantes apareceram em nossos céus por séculos, mas os avistamentos são geralmente breves e as supostas interações não são consideradas confiáveis ​​pela comunidade científica.

O filósofo Adrian Rudnyk analisou a questão dos alienígenas de uma perspectiva diferente. Usando metodologias filosóficas ele analisou quais suposições podemos fazer sobre a inteligência extraterrestre e se perguntou se faria sentido para uma civilização alienígena entrar em contato direto com a humanidade. 

                                                       Adrian Rudnyk, filósofo e ufólogo

Sua conclusão é que uma espécie avançada teria bons motivos para evitar o contato direto pelo menos por enquanto. 

Não somos avançados o suficiente para um contato 

Rudnyk acredita que os humanos deixaram muito claro que nossa civilização não é avançada o suficiente para se juntar a uma comunidade galáctica. As conclusões de seu experimento mental de anos de desenvolvimento são cuidadosamente explicadas em uma nova publicação chamada " The Assessment ". 


Estamos nós humanos prontos para estabelecer contato com civilizações extraterrestres? Rudnyk obteve diplomas avançados em música e filosofia, tocou violino profissionalmente por muitos anos e tem investigado OVNIs desde os anos 1980. Ele e outros membros de sua família relataram experiências de contatos que datam de vários anos.
Mais um post by: UFOS ONLINE


sábado, 8 de junho de 2019

Físicos Começam a Suspeitar que a Realidade não Passa de uma "ILUSÃO"

A nova teoria pressupõe que a realidade física que conhecemos é na verdade uma mera ilusão.O cientista e filósofo Bernardo Kastrup, autor do artigo, afirma que a única coisa real é a informação.

Num artigo de opinião publicado em março na Scientific American pelo cientista e filósofo Bernardo Kastrup explica que a realidade física não passa de uma ilusão.O holandês alega que a matéria não é real e que apenas o aparato dado para dar sentido às relações matemáticas dos objetos é que dissimula a realidade.

“Para alguns físicos, aquilo que chamamos ‘matéria’, com a sua solidez e concretude é uma ilusão. Apenas o aparato matemático que eles criam nas suas teorias é verdadeiramente real e não o mundo percebido que o aparato foi criado para descrever”, escreveu Kastrup.

O cientista refere que essa noção abstrata, chamada realismo da informação, tem um caráter filosófico, mas que sempre foi associado à física. Como tal, é dado o exemplo da divisão de átomos que antigamente se julgava ser impossível acontecer, mas que agora sabe-se que é possível dividir átomos continuamente até que não reste forma nem solidez.

Assim, “atingem um ponto que os rotulamos de “energia”, que não passa de um termo concetual abstrato para descrever a natureza e que carece de uma essência real e concreta.

Kastrup teoriza que a matéria surge do processamento da informação e não o contrário. “Até mesmo a mente é supostamente um fenômeno derivado da manipulação de informações puramente abstratas”, explicou.

Mas o que é a informação? Nem o cientista parece conseguir responder. “A informação é notoriamente um fenômeno polimórfico e polissemântico, que pode ser associado a várias explicações, dependendo do nível de abstração adotado e do conjunto de requisitos que orientam uma teoria. A informação permanece um conceito indescritível“, diz no artigo, citando Luciano Floridi.
Mais um post by: UFOS ONLINE

                                                   Veja o Vídeo Abaixo:

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Gigantesco UFO emerge de um buraco negro "STARGATE" que apareceu no Sol (VÍDEO)

Segundo Nassim Haramein, historiador e pesquisador científico multidisciplinar, filósofo e líder do Projeto Ressonância, ele é conhecido por suas pesquisas e pela construção de uma teoria unificada da estrutura do Universo denominada justamente Teoria da Grande Unificação de Campo. Nassim afirma que o Sol cria pequenos buracos chamados manchas solares, esses pontos não são pontos como todos podem pensar, mas refletem a verdadeira aparência de um buraco negro no Sol, que dura semanas ou meses e depois se fecha. Este buraco negro é uma "janela" de espaço temporal, uma espécie de porta ou portão através do qual se pode viajar através de sistemas estelares e dimensões desconhecidas.
Segundo o pesquisador, quase uma vez por semana há uma singularidade, um buraco negro (buraco de minhoca) no Sol. Civilizações extraterrestres que querem acesso avançado em nosso sistema solar, o fazem através de buracos negros maiores que a Terra. Esses Buracos Negros criam um STARGATE no nosso Sol. Todos os corpos celestes têm seu buraco negro dentro e a própria Terra tem um em algum lugar no seu centro. Os vulcões estão ligados a este pequeno buraco negro, que é o que gera todas as energias e forças do planeta.
      Pouco tempo atrás, um astrônomo registrou a presença de um enorme OVNI saindo do Sol

Em 22 de maio de 2019, o pesquisador Scott Waring notou dois grandes círculos negros nos pólos norte e sul do nosso sol. Então Scott fez algumas capturas de tela através das imagens da sonda heliosférica Soho, e poucas horas depois, em 23 de maio, ele viu um objeto branco saindo da área negra norte do nosso sol. Note que as enormes olheiras do Sol são os verdadeiros Buracos Negros. 



"O objeto que saiu do buraco negro era branco, indicando que não era feito do material do nosso sol. Se tivesse sido material do nosso sol, então ele teria uma tonalidade esverdeada devido aos filtros SOHO. No entanto, esta cor branca indica a parte sólida, mas não é feita do mesmo material. Significa ... é um OVNI saindo do nosso sol. E esse não é o primeiro OVNI que sai do nosso sol ", disse Scott Waring.
Mais um post by: UFOS ONLINE

                                                   Veja o Vídeo Abaixo:


domingo, 7 de maio de 2017

Cientista da NASA diz: Será comprovado que nós vivemos em uma “Simulação de Computador” MATRIX?

Simulação de computador: sim, você pode estar vivendo na matrix.
Para filósofos e cientistas como Neil deGrasse Tyson, a possibilidade da Hipótese da Simulação ser real pode chegar a 50%
(FOTO: REPRODUÇÃO MATRIX)

Talvez, você já tenha reparado: o mundo está estranho. Enquanto o desencanto na política é notável e crescente, coisas impossíveis também acontecem em outras áreas. Se alguém dissesse que iriam “errar” o nome do vencedor do Oscar de melhor filme, provavelmente você iria franzir o cenho e parafrasear a Mônica, dizendo: “Ata”. Mas aconteceu. Se fossemos Keanu Reeves vivendo em uma simulação de computador, diríamos que estamos constantemente passando por “falhas na Matrix”.

A questão é que, para alguns filósofos e cientistas influentes, nós podemos, de fato, estar vivendo em uma simulação de computador. Uma simulação diferente daquela proposta pelas irmãs Wachowski, em Matrix, mas ainda assim uma simulação.

“Esta é sua última chance. Depois disso não há como voltar”, avisa Morpheus a Neo, no filme. “Se tomar a pílula azul, a história acaba, e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar. Se tomar a pílula vermelha, ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho.”

No caso, aqui, a pílula azul é o “x” no canto da tela; e a vermelha, os parágrafos abaixo que vão te introduzir às ideias de pensadores que levam essa história muito a sério. A escolha é sua…
(FOTO: REPRODUÇÃO/ MATRIX)

Já que escolheu ficar, é bom saber: esta é apenas uma teoria, uma tentativa de explicar o mundo, mas que têm defensores bastante proeminentes.

Um dos argumentos mais populares é de autoria do filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford. Segundo a Hipótese da Simulação, a humanidade teria se elevado a um nível tão avançado de tecnologia que poderia ter criado diversos universos simulados — assim como jogos de videogame, no qual os jogadores seriam inteligências artificiais com consciência de sua suposta existência. 

“Eles [os criadores] poderiam ter a habilidade de comandar muitas simulações, ao ponto de que todas as mentes dentro destas simulações sejam artificiais”, escreveu Clara Moskowitz, na Scientific American, referindo-se à hipótese de Bostrom. Dada a quantidade de universos criados, seria, portanto, muito mais provável que nós fizessemos parte dos "programados" do que dos "programadores" — a menos que você viva no século 16 e acredite que a Terra é o centro do universo. 

Apesar de parecer, o filósofo não está copiando o roteiro da série Westworld. O artigo no qual ele sugeriu a ideia é de 2003, e encontra eco nos trabalhos tanto de filósofos contemporâneos como David Chalmers, da Universidade de Nova York, quanto de filósofos clássicos como Platão — com sua alegoria da caverna — e modernos como Descartes. 

Para Descartes, nós não podemos confiar cegamente em nossas percepções. Por exemplo, o resultado de uma final de copa do mundo pode ser o mesmo para os dois países, mas dificilmente quem perdeu vai ter a mesma percepção daquele que ganhou (pergunte a algum alemão se ele ficou triste com o 7x1). Tem-se aí duas realidades alternativas baseadas em um único fato. 

Por isso, segundo o filósofo francês, a maneira como percebemos o mundo seria tão traiçoeira quanto um malandro. Não à toa ele criou o conceito do “gênio maligno”. E em suas Meditações, do século 17, escreveu:

“Suporei, pois, que há não um verdadeiro Deus, que é a soberana fonte da verdade, mas certo gênio maligno, não menos ardiloso e enganador do que poderoso, que empregou toda a sua indústria em enganar-me. Pensarei que o céu, o ar, a terra, as cores, as figuras, os sons e todas as coisas exteriores que vemos são apenas ilusões e enganos de que ele se serve para surpreender minha credulidade.”

Logo, segundo Chalmers, A Hipótese da Simulação seria uma versão reiventada do conceito do gênio malígno, que, além do questionamento de percepção do mundo, usa também a tecnologia como pano de fundo. 

Então, prova
A Hipótese da Simulação ficou ainda mais conhecida em 2016, quando o magnata Elon Musk, CEO da SpaceX, disse que acreditava fazer parte de um mundo simulado, e que a nossa realidade poderia ser só uma entre muitas.

Basta pensar em como a tecnologia de hoje é muito mais avançada do que há sete anos, quando agíamos como neandertais e usávamos o Orkut, tínhamos que ir ao banco pagar a maioria das contas, ou passávamos madrugadas baixando músicas na internet — affe! A questão que os filósofos propõem é exatamente esta: a humanidade poderia evoluir a ponto de criar uma inteligência que vivesse em um mundo simulado e que fosse capaz de ter consciência?

Segundo eles, nós já chegamos neste nível — nós, não, os programadores. Fazemos todos parte deste imenso game que seria a realidade que nos cerca, manipulados por seres avançados de um universo “acima” do nosso.

Em um podcast do jornal The Guardian, Chalmers afirma que seria impossível conseguirmos qualquer prova desta teoria, por causa de um simples fator: “Qualquer evidência que a gente consiga pode ser ela própria uma simulação”.

Mas isso não nos impede de caçá-las. Como afirmou Max Tegmark, cosmólogo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), quanto mais aprendemos sobre o nosso Universo, mais ele parece ser baseado nas leis da matemática. “Se fossemos personagens de videogame, também descobriríamos que as leis são completamente rígidas e matemáticas. Elas apenas refletiriam os códigos de computadores em que foram escritas”, disse Tegmark no Isaac Asimov Memorial Debate.

A conferência aconteceu no Museu Americano de História Natural, em 2016, e reuniu grandes nomes da ciência e da filosofia para discutir o assunto. Entre eles, moderando a conversa, estava o astrofísico Neil deGrasse Tyson.

Para o apresentador de Cosmos e Star Talks, a possibilidade do conceito fazer sentido é de 50%. Ele lembrou do caso dos chimpanzés, que, apesar de possuírem 98% do nosso DNA, têm uma inteligência completamente diferente. Uma realidade simulada poderia explicar isso — e muitas outras coisas que ainda não podemos explicar.

Para a física teórica Zohreh Davoudi, do MIT, os raios cósmicos são uma evidência a que devemos pretar atenção. Elas seriam como assinauras deste tipo de simulação, uma espécie de limite do que poderia ser medido pela nossa compreensão. Sim, um limite estabelecido pelo "programador".

"Estes raios cósmicos são as partículas mais energéticas que podemos observar. Eles sequer podem ser fabricadas em laboratório", afirmou Davoudi, na conferência. "Essa é a nossa forma de saber se o este espaço-tempo implícito [em que vivemos] é discreto [no sentido de descontínuo] ou contínuo".

O filósofo David Chalmers concorda. "Quando usamos estes dispositivos de realidade virtual, como os óculos Rift, acontece algo que chamamos de 'screen door effect'. É como se, caso você aproximasse muito uma coisa no jogo, você conseguisse ver os pixels. Ou seja, você percebe que não é uma simulação perfeita. Acho que o que Zohreh está querendo dizer é que não conseguimos evidência empírica do 'screen door effect' na física da vida real."

Para a especialista é quase isso. "Na verdade, não é sobre não ter informação [data] o suficiente, é mais profundo do que isso. É sobre algo que [o físico Richard] Feynman já se ocupava. Por que você precisa de um número infinito de informação para descrever uma parte minúscula do espaço-tempo? Isso não faz sentido." 

Mas nem todos concordam. A física teórica Lisa Randall, da Universidade Harvard, afirma que usar a Hipótese da Simulação como desculpa para eventos que dão errado, como a cerimônia do Oscar ou a eleição do presidente Donald Trump, é uma forma de abdicar das responsabilidades. “Acho que seria mais frutífero focar no que podemos fazer para evitar os erros e melhorar o mundo do que atribuir resultados indesejáveis a forças externas incontroláveis”, afirmou ela ao Quartz.

Esses humanos…
Mesmo sendo contra, até Randall afirma que seria igualmente difícil provar que não vivemos em uma simulação. "Na física, nós não conseguimos provar de fato uma teoria, o que fazemos é excluir teorias alternativas. De qualquer forma, você pode pesquisar mais e descobrir que aquela teoria que julgavam ser fundamental tem estruturas mais fundamentais ainda. Então, não podemos afirmar que nenhuma teoria da física é absolutamente correta (ou incorreta) porque não temos acesso a todos os níveis de informação". 

E, para Chalmers, o fato de vivermos em um jogo de videogame não significaria que a realidade não exista. “Ela existe, mas seria feita de informação”, afirmou ao Guardian. Uma espécie diferente de realidade, portanto.

O problema é que, caso a hipótese se confirmasse e todos descobríssemos que somos feitos de bits, teríamos dilemas morais muito mais complexos para resolver. Por exemplo, a entidade que criou a nossa realidade poderia ser um deus? “Hoje, neste universo, nós mesmos podemos criar mundos simulados e não existe nada de assustador nisso. Nossos criadores não seriam assustadores, seriam apenas adolescentes hackers em um universo ‘acima’ do nosso”, disse Chalmers, na conferência.

Tyson concorda: “Não pensamos que somos entidades quando jogamos com o Mario, mesmo que tenhamos controle sobre a altura de seus pulos. Não há razão para pensar nesta inteligência superior como superpoderosa só porque eles controlam o que fazemos”.

Para Zohreh Davoudi, a questão é um pouco mais copmplexa. Não se trataria de um videogame, mas de algo mais autônomo, que não precisaria necessariamente de um controlador. "Do ponto de vista da física, é perigoso comparar o conceito da simulação com jogos de videogame. Em uma simulação, colocamos ali as leis da física e da natureza e criamos um universo. Você não interfere no que você criou. Você só coloca os princípios fundamentais e observa." 

Outra questão a ser respondida seria: uma inteligência artificial consciente é menos humana do que um ser humano de verdade — ou pelo menos o que consideramos humano? Como afirmou um dos robôs do parque de Westworld quando foi confrontado com a sua “falta de humanidade”: “A dor existe na mente; ela é sempre imaginada. Então qual é a diferença entre a minha dor e a sua, entre você e eu?”
Mais um post by: UFOS ONLINE

                                            Veja os Vídeos Abaixo:


                                                   Fonte:Jaconor 73


                                             Fonte:DS INTELIGENCIA

sábado, 8 de abril de 2017

Giordano Bruno: Saiba a Verdadeira História que foi Proibida pela igreja católica

Inquisição
Giordano Bruno: um injustiçado pela Igreja
Seu temperamento cético e paixão pelo livre pensamento foram os responsáveis por trazer muitos desentendimentos. Por Layse Ventura.

Retrato de Giordano Bruno publicado no 'Livre du recteur', de 1578 (Fonte: Wikimedia)

Quanto tempo é necessário para julgar um revolucionário? No caso do filósofo e teólogo italiano Giordano Bruno, foram necessários sete anos para a Igreja Católica decidir condená-lo a morte na fogueira.

Giordano Bruno nasceu em 1548, em Napóles, na Itália. Seu nome de batismo era Filippo e adotou o nome de Giordano quando ingressou para a Ordem Dominicana, no monastério de San Domenico Maggiore, em Nápoles. O nome Giordano vem de seu tutor de metafísica, Giordano Crispo. Lá, estudou profundamente a filosofia de Aristóteles e de São Tomás de Aquino.

Seu temperamento cético e paixão pelo livre pensamento foram os responsáveis por causar muitos desentendimentos. Já em 1576, cerca de dez anos após ter sido condecorado frade, Bruno é obrigado a abandonar o hábito. Uma cópia dos escritos proibidos de Erasmus foi encontrada com suas anotações pessoais.

Bruno, então, deixa Nápoles e inicia uma peregrinação por diversas cidades da Europa: Gênova, Toulouse, Paris e Londres. Em 1585, Bruno retorna à “cidade das luzes”, viajando em seguida para Marburg, Wittenberg, Praga, Helmstedt e Frankfurt.

Em todos os lugares por onde viajou, Bruno gozou de proteção de patronos poderosos. Em sua primeira viagem para Paris, ele publica vários de seus trabalhos sobre memória (On the shadows ideas, 1582; The Art of Memory, 1582; Circe’s Song; 1582).

É por conta deste trabalho com a mnemotécnica, arte de desenvolver a memória, que Bruno é convidado pelo patrício Giovanni Mocenigo para morar em Veneza. Acreditando que a Inquisição tinha perdido sua força, Bruno se muda para Veneza em março de 1592.

Giordano permanece por dois meses na casa de Mocenigo até anunciar sua intenção de partir. Como já estava desapontado com as aulas de memorização e tinha desenvolvido certa raiva, Mocenigo denuncia Bruno para a Inquisição Veneziana.

Bruno é preso no dia 22 de maio do mesmo ano sob acusações de blasfêmia, heresia, conduta imoral, entre outras. Ele próprio se defende no tribunal, usando a oratória e retórica clássicas para negar, retrucar ou admitir as acusações.

Após meses de querela com a Inquisição Romana, as autoridades venezianas decidem por transferir Bruno para Roma em fevereiro de 1593. Ele permanece sete anos em julgamento e aprisionado até ser condenado à morte na fogueira com pregos na língua para parar de blasfemar.

Alguns historiadores afirmam que Bruno não foi condenado por defender o sistema heliocêntrico de Copérnico, nem por acreditar na pluralidade de planetas habitados. Sua sentença de morte teria sido emitida por suas crenças religiosas de que Cristo não era Deus, mas apenas um mago habilidoso, de que o Espírito Santo seria a alma do mundo, entre outras.

A cosmologia de Giordano Bruno

Apesar de ser defensor do humanismo, corrente filosófica do Renascimento, Bruno não vangloria os clássicos antigos. Ao contrário, Bruno ataca constantemente os pensamentos e teorias de filósofos da Antiguidade, como Aristóteles.

Os verdadeiros ícones inspiradores do pensamento de Bruno foram o filósofo Nicolau de Cusa, Nicolau Copérnico e Giovanni Battista della Porta. A partir das ideias destes pensadores, Bruno desenvolve seu conceito de cosmologia.

Para Bruno, o universo é infinito e constituído por uma infinidade de estrelas e planetas, nos quais, assim como na Terra, existiria vida inteligente. O modelo de Copérnico de um universo centrado no sol também fazia parte da teoria de Bruno.

Tempo e espaço eram duas medidas tomadas como infinitas. Neste contexto, não existia lugar para as noções estáticas cristãs de criação divina e último julgamento.
Mais um post by: UFOS ONLINE

                                                    Veja o Vídeo Abaixo:


                                            Fonte:E Se For VERDADE?

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Escultor crê que jovem seja reencarnação de filósofo e tenha completado a obra dele

Artista responsável pela escultura fixou estátua no quarto dias antes do jovem desaparecer
 (Foto: Arquivo pessoal)

Artista que fez estátua de Giordano Bruno deu desconto a jovem desaparecido por acreditar em projeto. Bruno Borges sumiu no dia 27 de março e deixou 14 livros escritos à mão e criptografados.
Um dos dos objetos mais emblemáticos que o estudante de psicologia Bruno Borges, de 24 anos, deixou no quarto, antes de desaparecer no último dia 27 de março, em Rio Branco, foi uma estátua do filósofo Giordano Bruno (1548-1600) - réplica da que existe no Campo de Fiori, em Roma.
O G1 conversou com o artista plástico Jorge Rivasplata, de 83 anos, autor da obra. Ele diz acreditar que Bruno seja a reencarnação do filófoso - queimado durante a inquisição - e tenha completado a obra dele.
Estátua do filósofo e teólogo Giordano Bruno está no quarto de Bruno
 (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

"A maioria não entende, mas eu o conheço há muito tempo. Dá para acreditar que foi reencarnado Giordano Bruno nele. Não posso contar mais, a única coisa que posso dizer é que já terminou os livros que ele [Giordano] deixou inconcluso. Queria falar ao seu pai e mãe que não se preocupem, ele está bem e vem apresentar ao mundo esse projeto lindo, fantástico", diz emocionado, mas afirma não saber o paradeiro de Bruno.
A escultura - de mais de dois metros - foi entregue no dia 16, e fixada dentro do cômodo pelo próprio artista. O estudante também deixou no quarto 14 livros extremamente organizados, escritos à mão. Alguns deles copiados nas paredes, teto e no chão. Todas as obras foram criptografadas.

O sumiço é investigado pela Polícia Civil do Acre, mas segue em sigilo. O delegado Fabrizzio Sobreira, coordenador da Delegacia de Investigação Criminal (DIC), informou que todas as possibilidades ainda estão sendo consideradas para apurar o paradeiro do acreano.
Jovem que sumiu deixou 14 livros escritos à mão e criptografados
Rivasplata conta que Bruno foi aluno dele em um curso de desenho e pintura, momento em que surgiu o contato entre os dois, o que culminou com a encomenda. Foram dois meses para ficar pronta. Avaliada em pelo menos R$ 20 mil, o artista diz que acreditou nas ideias de Bruno e, por isso, acabou cobrando R$ 7 mil.
"Ele se destacou. É muito inteligente, superdotado. Ele viu meu trabalho, gostou e me deu um livro sobre o Giordano. A estátua ficou no fundo da minha casa, Bruno veio buscar em uma caminhonete. Depois fui chamado para terminar, para fixar onde deveria ficar", conta.
Alguns dos livros foram escritos nas paredes, teto e chão (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Uma das últimas pessoas a conversar com o estudante sobre o projeto, o artista afirma que não sabia sobre o plano da saída de casa. Contudo, ele acredita que os escritos de Bruno são a conclusão das teorias defendidas pelo próprio Giordano, trabalho que foi interrompido por sua morte na fogueira por meio da Inquisição, em 1600.
No Facebook de Bruno Borges internautas falam de semelhança dele com Giordano Bruno
 (Foto: Divulgação/Facebook)

Depois de fixada a escultura no quarto, Rivasplata fala que chegou perguntar o que Bruno havia achado. A última vez em que se falaram foi por meio de mensagens de celular. "Ele respondeu: 'a estátua está perfeita, melhor impossível. Estou extremamente satisfeito, mestre Rivas. Logo a apresentaremos ao mundo. Esse trabalho o Acre vai conhecer, o Brasil e o mundo'", disse.
"Quem trabalha para si, sua obra não serve para nada, vai para a tumba. Quem trabalha para a humanidade fica perpetuado para toda a vida. A obra dele [de Bruno Borges] é para outros, não é para ele", diz o artista.
"Tudo foi premeditado para esse projeto, tudo o que está acontecendo já estava escrito. Acredito muito nele. Desde que começamos a conversar sempre acreditei", complementa Rivasplata.
Ao todo, estudante acreano escreveu 14 livros  (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Desaparecimento
A última vez que os parentes viram Bruno foi durante o almoço de família, na última segunda (27). No fim da tarde, o pai de Bruno, o empresário Athos Borges, retornou à residência da família na capital acreana e percebeu que o filho não estava. "Entrei no quarto e não vi a cama, não vi nada, só vi aquilo tudo. Naquele momento, percebi que ele tinha ido embora", contou.
As mudanças no quarto, segundo a mãe, a psicóloga Denise Borges, foram feitas durante 22 dias, período em que ela e o marido estavam viajando de férias. O jovem ficou em casa com o irmão gêmeo Rodrigo Borges e Gabriela, irmã mais velha. Durante o tempo, os irmãos perceberam que a porta do quarto permanecia sempre trancada.
"Ele falava que era o projeto dele e disse que iria me contar o que era em duas semanas. As pessoas falam: 'por que você não foi lá e abriu aquela porta?'. As pessoas têm que entender que não se tratava de uma criança. Ele é um adulto e tem a privacidade dele. Me incomodava, mas eu não podia arrombar a porta", disse Gabriela.
No quarto de Bruno existem quadros que mostram que ele gosta de estudar ufologia
 (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Denise disse que o filho havia comentado, há bastante tempo, de um projeto em que estava trabalhando e para o qual precisaria de dinheiro. Em resposta, ela falou que patrocinaria se soubesse de que se tratava, pedido que foi rejeitado. A mãe disse que Bruno iniciou a produção em 2013 e, há um ano, passou a se dedicar na finalização.
"Ele dizia que era secreto e não dei o dinheiro. Então, começou a procurar pessoas que acreditassem nele sem contar o que era o projeto. Só me falava que estava escrevendo 14 livros que iriam mudar a humanidade de uma forma boa. Ele me pediu um anos sem trabalhar para terminar e eu, orientada por um médico, deixei", disse.
O dinheiro para custear o trabalho, um total de R$ 20 mil, Bruno conseguiu com um primo, o médico oftalmologista Eduardo Veloso. A quantia foi transferida para a conta do jovem, mesmo sem saber dos detalhes.
"Na nossa primeira conversa, li umas 15 páginas do livro e, como gostei, falei que ajudaria. Durante uma conversa, percebi que ele tinha umas ideias que batiam, apesar de não me falar o que era o projeto em si, só me falou que era uma coisa inédita no mundo, que ninguém tinha feito isso e que ia ficar conhecido rapidamente", ressaltou.
Jovem deixou chave para decifrar livros
Junto com os 14 livros criptografados deixados no quarto, o estudante também deixou as "chaves" que servem como guia para a decodificação. De acordo com a família, os escritos foram feitos com a utilização de pelo menos quatro códigos diferentes.
A irmã mais velha de Bruno, a empresária Gabriela Borges, de 28 anos, explica que as chaves estavam em uma pasta em um lugar visível. "Não estava em difícil acesso, ele não deixou muita coisa no quarto, além do que foi feito. Só não encontrei uma das criptografias, mas a maioria está lá", conta.
Mais um post by: UFOS ONLINE

sábado, 9 de maio de 2015

NASA: Cientista diz que podemos estar Vivendo em uma Prisão digital Matrix Projetada por Aliens

Em seu artigo, o filósofo britânico Nick Bostrom sugeriu uma corrida de descendentes evoluídos longe poderia estar por trás nosso aprisionamento digital. Os seres futuristas - humanos ou não - poderia estar usando a realidade virtual para simular um tempo no passado ou recriar como seus ancestrais remotos viveram . Nós estamos vivendo em uma realidade simulada. Todo relacionamento, cada sentimento, cada memória poderia ter sido gerados por bancos de supercomputadores. 
Em outras palavras, somos o produto de um código de computador altamente avançado. 
Parece improvável e que poderia ser o roteiro de um filme de ficção científica, mas a NASA pensa que o Dr Bostrom pode estar certo. De acordo com o Expresso , Rich Terrile, diretor do Centro para Computação Evolucionária e Design de Automated no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, falou sobre a simulação digital. Na mecânica quântica, as partículas não têm um estado definido, a menos que eles estão sendo observados. Uma explicação é que nós estamos vivendo dentro de uma simulação, vendo o que precisamos ver quando precisamos vê-lo. Mesmo se estamos em uma simulação ou muitas ordens de magnitude abaixo dos níveis de simulação, em algum lugar ao longo da linha algo escapou do lodo primordial para se tornar nós e para resultar em simulações que nos fez. "Neste momento, os mais rápidos supercomputadores da NASA estão acionando afastado em cerca de duas vezes a velocidade do cérebro humano", o cientista da NASA disse a Vice. "Se você fizer um cálculo simples utilizando Moore Lei (que aproximadamente afirma computadores dupla no poder a cada dois anos), você verá que esses supercomputadores, dentro de uma década, terá a capacidade de computar toda uma vida humana de 80 anos - incluindo cada pensamento jamais concebido durante esse tempo de vida - no espaço de um mês ". Se seguirmos idéia do Dr. Bostrom que nosso Universo é apenas uma simulação, criado por um supramente e gerado pelo código de computador resolve uma série de incoerências e mistérios sobre o cosmos, podemos perguntar-nos que estão fora da simulação, onde são eles e por que não podemos vê-los? O universo é inacreditável grandes - trilhões de estrelas e planetas ainda mais, por isso não só tem que ser a vida lá fora, certo? Mas onde está? De acordo com o físico Enrico Fermi ( O Paradoxo de Fermi ): O tamanho aparente e idade do universo sugerem que muitas civilizações extraterrestres tecnologicamente avançadas deveriam existir. No entanto, esta hipótese parece inconsistente com a falta de evidência observacional para apoiá-lo. O Sol é uma estrela típica, e relativamente jovem. Há bilhões de estrelas na galáxia que são milhares de milhões de anos mais velhos. Com elevada probabilidade, algumas destas estrelas  ter planetas semelhantes à Terra. Assumindo que a Terra é típico, alguns desses planetas pode desenvolver vida inteligente. Algumas dessas civilizações podem desenvolver a viagem interestelar, uma tecnologia Terra está investigando até agora. Mesmo com o ritmo lento das viagens interestelares atualmente previsto, a galáxia pode ser completamente colonizada em algumas dezenas de milhões de anos. De acordo com a sua linha de pensamento, a Terra já deveria ter sido colonizada, ou pelo menos visitada. Mas Fermi não viu nenhuma evidência convincente desta, nem de sinais de inteligência em outros lugares em nossa galáxia ou em outro lugar no universo observável. Permanece a questão, estamos sozinhos no universo ou que são o produto de um supramente? Se seguirmos a explicação de Enrico Fermi , poderia ser simplesmente que a Terra e a humanidade realmente é o centro do universo, mas de acordo com Nick Bostrom que são o produto de um código de computador altamente avançado e podemos estar vivendo em uma prisão digital Matrix projetada por extraterrestres.
Fonte:ufosightingshotspot
Mais um post by: UFOS ONLINE

                                                 Veja o Vídeo Abaixo:


                                          Fonte:Kurz Gesagt - In a Nutshell