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terça-feira, 7 de agosto de 2018

O lado oculto da NASA: 60 anos de Fraudes e Mentiras Satânicas

Há 60 anos, no dia 29 de julho de 1958, a NASA era fundada em substituição a sua antecessora, o National Advisory Committee for Aeronautics (NACA). Chancelar com o nome “NASA” tudo relacionado ao espaço parte do desconhecimento de que NASA, em hebraico, significa enganar, desencaminhar e iludir, e de que NASA não passa de uma corruptela e menção velada a NAZI, já que seus principais fundadores, a começar pelo engenheiro alemão Wernher von Braun, eram nazistas “capturados” pelo alto comando americano como espólio de guerra e transferidos para os Estados Unidos sob a Operação Paperclip. Outro precursor da NASA foi o engenheiro de foguetes e satanista Jack Parsons, um dos fundadores da JPL (Jet Propulsion Laboratory), centro tecnológico fundamental no desenvolvimento da tecnologia espacial pré-NASA. Poucos sabem que quase todas as missões da NASA são regidas pela gematria, um sistema de código e numerologia assírio-babilônico-grego, que todos os astronautas são maçons, e que o vetor no símbolo da NASA é, na verdade, a língua bifurcada das serpentes, em alusão ao domínio reptiliano.

A NASA é uma agência muito mais de propaganda do que de ciência propriamente, a promover uma cosmologia baseada no ocultismo e na cabala. Mas muitos já estão acordando e não são mais enganados com efeitos especiais hollywoodianos, telas verdes, compósitos, piscinas e CGIs, além de diversas outras técnicas de ilusionismo e lavagem cerebral. Cada vez menos pessoas acreditam na farsa da ida a Lua, por exemplo. Afinal, por que a NASA e outras agências espaciais estariam criando toda essa ficção? Você irá saber a resposta a partir de agora.
                     Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Os Estados Unidos, em desvantagem na corrida espacial desde que os soviéticos colocaram o primeiro satélite artificial em órbita, o Sputnik, em 4 de outubro de 1957, resolveram criar em 29 de julho de 1958 a Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço [National Aeronautics and Space Administration (NASA)], agência militar – e não civil, como muitos pensam – para o aceleramento da pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial em substituição a sua antecessora, o Comitê Consultivo Nacional para a Aeronáutica [National Advisory Committee for Aeronautics (NACA)], fundado em 1915.
Obs: Todas as imagens ao clicar em cima delas elas se Ampliam.

NASA seria uma corruptela e menção velada a NAZI, já que seus principais membros, a começar pelo engenheiro alemão Wernher Magnus Maximilian von Braun (1912-1977), pioneiro no desenvolvimento de foguetes na Alemanha Nazista e visionário das viagens espaciais, haviam sido “capturados” pelo alto comando americano como espólio de guerra e transferidos para os Estados Unidos sob o programa chamado Operação Overcast, mais tarde designado Operação Paperclip.


É um tanto irônico, ou por demais revelador, que o epitáfio na lápide de Von Braun no Cemitério Ivy Hill, em Alexandria, estado da Virgínia, seja o Salmos 19:1, que fala do Firmamento (ou domo que impede a ida até o “espaço”): “The heavens declare the glory of God; the skies proclaim the work of his hands.” (“Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.”)
                        Imagem: https://www.flickr.com/photos/baldeaglebluff/12815707914 

Em hebraico, NASA significa “enganar”, conforme os dicionários, embora a palavra não seja pronunciada “naSa” mas sim “nâSH” (com o som “sh” em oposição ao som “s”). E, de fato, Strong’s Exhaustive Concordance of the Bible ou Concordância de Strong [baseada na Bíblia do Rei Jaime e elaborada sob a direção do professor de teologia Dr. James Strong (1822-1894), publicada pela primeira vez em 1890), define essa palavra como: Strong’s # 5377 – naw-shaw: uma raiz primitiva; desencaminhar, ou seja, (mentalmente) iludir ou (moralmente) seduzir, enganar muito, totalmente.

Outro nome ligado às origens da NASA é o do célebre pioneiro na engenharia de foguetes, o cientista-ocultista Marvel Whiteside Parsons, mais conhecido como Jack Parsons (1914-1952), um dos fundadores da JPL (acrônimo de Jet Propulsion Laboratory, ou Laboratório de Propulsão a Jato, sigla que curiosamente se presta a ser traduzida por “Jack Parsons Laboratory”), centro tecnológico fundamental no desenvolvimento da tecnologia espacial pré-NASA e até hoje responsável pelo desenvolvimento de foguetes e sondas espaciais para esta agência. Parsons, discípulo do satanista inglês Aleister Crowley (1875-1947), que se intitulava a “Besta do Apocalipse 666”, e amigo de Lafayette Ronald Hubbard, mais conhecido como L. Ron Hubbard (1911-1986), bem antes deste fundar a Cientologia (uma religião que ensina que as entidades alienígenas são responsáveis pela utilização de seres humanos como avatares e que os espíritos alienígenas usam a humanidade para fazer o mal), foi um ardoroso adepto da filosofia de Thelema [fundada por Crowley em 1904 na cidade egípcia do Cairo quando um espírito conhecido como Aiwass ditou a ele um texto profético conhecido como The Book of the Law (Liber AL vel Legis)] e membro loja maçônica Agape Lodge, braço “armado” da O.T.O. (Ordo Templi Orientis, organização ocultista germânica fundada em 1906 e reformulada em 1925 por Crowley após a sua expulsão da Golden Dawn) na Califórnia.
Para certos círculos – inclusive oficiais –, Parsons foi a figura-chave que explicaria não só o surgimento do Fenômeno OVNI na segunda metade do século XX, como também revelaria a sua origem demoníaca. Gênio megalomaníaco e brilhante, pioneiro na engenharia de foguetes, Parsons nunca viu problemas em, sendo um cientista e ciente da descrença de seus pares para com o ocultismo, direcionar suas atividades para ambas as áreas a ponto de as fazer convergir. Consta em seu diário que com apenas 13 anos de idade teria invocado Satã com sucesso pela primeira vez depois de meses de tentativas frustradas e infrutíferas. A experiência o deixou tão amedrontado que só retomaria essa seara na idade adulta. Revistas pulp de ficção científica como Amazing Stories despertaram-lhe o interesse precoce pela construção de foguetes. Adepto da filosofia de Thelema, Parsons não via nenhuma contradição entre suas atividades científicas e mágicas, tanto que antes de cada teste de lançamento de foguetes, para desespero de seus colegas, cantava o hino de invocação ao deus grego Pã. É fato assumido e mais do que patente que, desde a sua fundação, a NASA adora honrar deuses pagãos e proclamar sua lealdade a Mercúrio e Apollo.


 A explicação oficial da NASA é a de que o projeto Apollo foi designado em referência ao deus grego Apollo, mas a verdade é que Apollyon (ou Abaddon) é um termo hebraico que significa “destruição” ou “destruidor”. A Bíblia se refere a ele em Jó e no Apocalipse. Jó 26:6: “O Seol está nu perante Deus, e não há coberta para o Abaddon.” Jó 31:12 designa o efeito prejudicial de um proceder adúltero: “Porque (tal proceder adúltero) seria fogo que consome até Abaddon, e desarraigaria toda a minha renda.” Em Apocalipse 9:11, a palavra “Abaddon” é usada como nome do “anjo do abismo”: “Tinham sobre si como rei o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abaddon e em grego Apollyon.” O correspondente nome grego, Apollyon, significa “Destruidor”. Deve-se notar, porém, que o Apocalipse 20:1-3 mostra que o anjo com “a chave do abismo” é representante de Deus, vindo do céu, e, em vez de ser “satânico”, amarra Satanás e o lança no abismo.
A Apollo 1 ou Apollo/Saturn 204 (AS-204), cuja missão era a de lançar o primeiro módulo de comando Apollo em órbita da Terra por meio do foguete Saturno 1B, se incendiou durante um treino em 27 de janeiro de 1967, matando os astronautas Virgil Ivan “Gus” Grissom (nascido em 1926), Edward “Ed” Higgins White (1930) e Roger Bruce Chaffee (1935). Foi o primeiro grande desastre do programa espacial norte-americano. Alega-se que houve um curto-circuito no interior da cabine. Grissom, via rádio, comunicou que havia fogo no cockpit. Segundos mais tarde, Chaffee disse que ele e seus companheiros sairiam do módulo de comando, o que não puderam fazer, pois a escotilha de saída possuía apenas trancas mecânicas, e os esforços dos astronautas na tentativa de abri-la mostraram-se inúteis. A equipe que trabalhava fora da espaçonave procurava, em vão, abrir a escotilha em meio ao calor infernal. Quando, finalmente, conseguiu-se abrir o módulo de comando, os três astronautas já estavam mortos. Ainda que a roupa espacial os tenha protegido do fogo, a inalação excessiva de fumaça foi fatal. Como resultado desse acidente, houve um atraso de 21 meses no programa Apollo e uma modificação completa da cabine do módulo de comando. Cerca de 1.300 alterações foram feitas. Somente com a Apollo 7, lançada em 11 de outubro de 1968, é que se concretizaria a primeira missão tripulada com três astronautas bem sucedida.

Virgil Grissom foi piloto da Força Aérea e integrante do primeiro grupo de sete astronautas do Projeto Mercury, o primeiro do Programa Espacial dos Estados Unidos. Grissom foi o segundo norte-americano a ir ao espaço, num voo sub orbital, a bordo da cápsula espacial Liberty Bell 7, em 21 de julho de 1961. Este voo quase terminou em tragédia quando, após a descida no oceano, a porta da cápsula se abriu enchendo de água e afundando a nave no mar, por pouco não matando Grissom afogado. Em 1965, ele comandou a primeira nave com tripulação dupla dos Estados Unidos, a Gemini 3, subindo ao espaço em companhia do astronauta John Young. Grissom era um crítico assumido do programa espacial e profetizava: “Alguém um dia ainda vai morrer por causa disso.”
Virgil Ivan “Gus” Grissom (centro), Edward “Ed” Higgins White (esq.) e Roger Bruce Chaffee (dir.), os primeiros “heróis” espaciais sacrificados. 


Quase todas as missões mais importantes da NASA são regidas pela gematria (em grego, geometria), um sistema de código e numerologia assírio-babilônico-grego, posteriormente adotado na cultura judaica, que atribui valor numérico a uma palavra ou frase na crença de que palavras ou frases com números numéricos idênticos aos valores guardam alguma relação entre si ou têm alguma relação com o próprio número, uma vez que podem ser aplicados à natureza, à idade de uma pessoa, ao ano civil ou similar. O primeiro voo tripulado à Lua, por exemplo, que partiu em 21 de dezembro de 1968 levando a bordo os astronautas James Arthur “Jim” Lovell, Frank Frederick Borman II e William Anders, teve como base o número 6:

1- Os tripulantes, Lovell, Anders e Borman tinham 6 letras nos seus sobrenomes; 
2- O voo foi planejado para durar 6 dias e o retorno foi feito no 6º dia da semana; 
3- Foram feitas 6 transmissões de televisão (autorizadas pela NASA) durante o voo; 
4- A nave Apollo 8 tinha 6 estágios e seu peso total era de 6 milhões de libras; 
5- A cápsula na qual os astronautas retornaram à Terra pesava 6 toneladas; 
6- O helicóptero que resgatou os astronautas no mar tinha o número 66. 


 Dos livros de Júlio Verne, nenhum é tão profético quanto Da Terra à Lua, de 1865. Os que leram a “ficção” e acompanharam o desembarque dos primeiros norte-americanos no satélite, em 20 de julho de 1969, ficaram com a sensação de que a NASA seguira um roteiro traçado 104 anos antes. Tanto a Apollo 11 como a cápsula de Verne levava três tripulantes. As dimensões das cápsulas eram bastante aproximadas. A concha de alumínio, em forma de bala, media 4,8 metros de altura e 2,7 de diâmetro; a Eagle (Águia) media 3,7 metros de altura e 3,9 de diâmetro. Os pontos de lançamento diferiram em apenas 1 grau. Verne escolheu um lugar na Flórida a aproximadamente 27º de latitude; Cabo Kennedy também fica na Flórida, a 28º de latitude. A viagem de Verne durou exatamente 97 horas, 13 minutos e 20 segundos; a da Apolo 11, o dobro – 195 horas e 18 minutos.
Comparação entre a “bala” de canhão de Júlio Verne e o módulo de comando da Apollo 11: as semelhanças são tão expressivas que não podem ser vistas como meras coincidências… 

Antes do pouso, as cápsulas orbitaram a Lua e tiraram fotografias da superfície. Os homens de Verne traçaram um mapa do Mar da Tranquilidade, onde Neil Alden Armstrong (1930-2012) e Buzz Aldrin – Michael Collins ficou no módulo de comando – permaneceriam 2 horas e 10 minutos, período em que recolheram amostras de pedras e poeira (27 kg ao todo) e instalaram uma câmera de tevê, uma bandeira dos Estados Unidos, uma placa com mensagens e saudações, um sismógrafo, um refletor de raios laser, uma antena de comunicação e um painel aluminizado para estudo da radiação solar. De volta à Terra, ambas as cápsulas caíram no Oceano Pacífico. A preocupação maior de Verne estava centrada na empreitada em si – um esforço internacional – e nos detalhes da viagem. O que poucos sabem é que Armstrong, Aldrin e Collins eram maçons, assim como quase todos os astronautas e técnicos que fizeram parte das primeiras missões da NASA. Inclusive uma bandeira do Rito Escocês do 33º da Maçonaria foi levado à Lua pelo maçom Buzz Aldrin, que usou um anel da maçonaria durante toda a viagem. Fotos mostram Christian Frederick “Fred” Kleinknecht Jr., um maçom do 33º grau, recebendo Aldrin em uma loja maçônica. No verso de um medalhão do Rito Escocês celebrando o 10º aniversário do pouso na Lua, lê-se: “O Supremo Conselho, 33º, Jurisdição Mãe do Mundo, do Antigo e Aceito Rito Escocês da Maçonaria.”






A Águia flutuando no espaço em manobras para aterrissar na Lua. A cena foi captada de dentro do módulo lunar por Michael Collins e mostra a Eagle em configuração de pouso. Dentro dela, Armstrong e Aldrin se preparavam para o seu feito histórico. Na foto podemos ver três tubos, similares a antenas retráteis, fixadas aos pés do módulo, que eram dispositivos sensores usados para detectar o momento do “toque” do módulo na superfície, facilitando a tarefa de Armstrong em conduzir o pouso. Ao tocar o solo, os sensores enviavam um sinal ao comandante, informando que os motores deveriam ser desligados. Esse dispositivo foi usado em todos os pousos tripulados na Lua e nunca apresentou falha. Instantes depois da foto, Armstrong confirmava: “A Águia Pousou”. Imagem: Apollo 11 Hasselblad image from film magazine 44/V – LM inspection, rendezvous. https://www.flickr.com/photos/projectapolloarchive/21513399188/in/album-72157658666156148/ 

Buzz Aldrin no instante em que saía da Águia. Imagem: NASA – AS11-40-5922. Apollo 11 Hasselblad image from film magazine 40/S – EVA. https://www.flickr.com/photos/projectapolloarchive/21669280671/in/album-72157658601662068/ 

Será que pousamos mesmo na Lua com esta geringonça em forma de aranha forrada em quase toda a superfície externa (à exceção do topo), incluindo plataforma, escada, motor de descida e protetor térmico, com mantas de âmbar (preta, prata e vermelha) e Kapton dourado aluminizado (filme de poliimida desenvolvida pela DuPont no final dos anos 60 que permanece estável em uma ampla gama de temperaturas, de −269 a +400 ° C, e é por isso usado, entre outras coisas, em circuitos impressos flexíveis e cobertores térmicos de espaçonaves, satélites e instrumentos espaciais para isolamento térmico)? Se sim, meu Deus! Quanta bravura, quanta coragem de Armstrong e Aldrin! Em certos pontos, a parede da Águia era tão fina quanto uma folha de papel (!), isso mesmo, para que a estrutura fosse tão leve quanto possível, motivo pelo qual os astronautas tiveram de tomar cuidados redobrados para não baterem em nada, o que foi muito difícil em um ambiente tão apertado, tão apertado que não havia assentos para a tripulação (!) e durante as fases de voo motorizado tiveram de ficar amarrados no lugar por cabos de mola fixos no chão! Para dormirem, quando na superfície, usavam uma rede dependurada (!), como beliches, cruzando uma sobre a outra! Acredite ou não, esta é uma foto oficial da NASA do módulo Eagle (AS11-40-5922), tirada com uma câmera Hasselblad e liberada só recentemente (em 2015) dos arquivos do Projeto Apollo. Para quem quiser conferi-la em altíssima resolução, basta acessar: https://www.flickr.com/photos/projectapolloarchive/21669280671/in/album-72157658601662068/ 



A NASA é uma agência cujo objetivo primordial é capacitar os homens a ascender ao céu, elevar-se acima das nuvens e colocar as estrelas dos céus ao alcance do homem. Essa aspiração que está na base da existência da NASA ecoa a ambição manifestada por aquele ser querubínico, a majestade angelical, que é conhecida como o diabo e Satanás. Em Isaías 14:13-14, lê-se: “Mas você disse em seu coração: ‘Subirei ao céu; Elevarei meu trono acima das estrelas de Deus e me sentarei no monte da assembleia nos recessos do norte. Subirei acima das alturas das nuvens; Eu me farei como o Altíssimo’.” O orgulho, a prepotência e a exploração espacial andam de mãos dadas. A ciência espacial é vista como a “fronteira final”, o ápice do esforço e do talento humano. Requer as maiores mentes, os maiores intelectos, os mais fortes e criativos. A exploração espacial é reservada para aqueles que se destacam acima de todos os outros. É o reino dos poderosos da Terra. Para David Franklin Noble (1945-2010), historiador crítico da tecnologia e da ciência moderna, a religião e a ciência não estão propriamente em guerra uma com a outra, muito pelo contrário, e argumenta que a ciência e a tecnologia se tornaram a religião do homem moderno que se encanta com as coisas tecnológicas transferindo-lhes as expectativas religiosas de transcendência e salvação. Por trás do impulso e dos esforços para o avanço da ciência, de acordo com Noble, estariam a convicção de que o apocalipse é iminente e que o incremento do conhecimento humano ajudaria a recuperar o que foi perdido depois da expulsão do Éden. Em seu livro The Religion of Technology:The Divinity of Man and the Spirit of Invention (New York, Alfred A. Knopf, 1997), Noble traça a história dessas ideários examinando as convicções e as ideias de padres, monges, exploradores, magos, maçons, engenheiros e cientistas em geral como Isaac Newton e Wernher von Braun.





               NASA também é um anagrama para SATAN. 

A insígnia redonda vermelha, branca e azul, apelidada de “almôndega”, foi projetada pelo funcionário da NASA James Modarelli em 1959. O design incorpora referências a diferentes aspectos das missões da NASA. A forma redonda da insígnia representa um planeta. As estrelas representam o espaço. O vetor vermelho em forma de V representa a aeronáutica, em referência às asas em delta dos primeiros aviões a jato. A órbita circular em torno do nome da agência representa viagens espaciais. O fato é, no entanto, que o “vetor” não só aparece na insígnia da NASA como em logotipos de agências espaciais oficiais do mundo todo. O “vetor”, na verdade, seria a língua bifurcada das serpentes, em alusão ao domínio reptiliano.




O “vetor” ou “língua bifurcada da serpente” está presente nos logotipos e insígnias das agências espaciais do mundo todo, e não só da NASA. Por que razão? 



A esta altura, muitos devem estar perguntando. Mas por que, afinal, a NASA mentiria para nós? Por que a NASA e as demais agências espaciais estariam envolvidas em uma gigantesca e diabólica conspiração planejada intencionalmente? O que ganhariam com isso? O caso é que a NASA e todas as instituições poderosas e influentes não trabalham por si mesmas isoladamente, ao contrário: integram um plano maior encabeçado pelo alto escalão Illuminati e apenas seguem suas instruções e sua agenda, ganhando recursos suficientes para fazer isso de modo a seguir exercendo controle sobre o povo e o mantendo na ignorância. A ideologia propalada pela NASA é a do naturalismo ateísta, niilista e relativista. Esta ideologia não foi causada pelas “descobertas científicas” da ciência moderna sobre o Universo e a criação, mas foi esta ideologia mesma que causou estas descobertas. A ideologia não foi causada, e sim planejada para ser paulatinamente implementada pela alta elite Illuminati. O modelo de Universo consensual hoje é exatamente o que eles pretenderam implementar, que tudo surgiu de uma grande explosão do nada e sem razão alguma que por sua vez deu surgimento a trilhões de galáxias e “zilhões” de estrelas e planetas em um Universo praticamente infinito e em expansão, criando ocasionalmente condições para o surgimento da vida por acaso, que passou da matéria inorgânica para o macaco e, enfim, para nós. Fomos diminuídos à condição de seres insignificantes em meio à grandeza do Universo; nossa galáxia não passaria de mais uma entre trilhões, e nosso próprio planeta não passaria de um globo girando freneticamente em torno do Sol e de si mesmo, caminhando para lugar nenhum em meio a um espaço sombrio e sem sentido.


A NASA é uma agência muito mais de propaganda do que de ciência propriamente a promover uma cosmologia heliocêntrica baseada no ocultismo e na cabala, enterrando nossa condição especial e singular em um mar de vastos espaços, estrelas e galáxias. A NASA em si mesma é um embuste, uma fraude, uma mentira. O mundo inteiro tem sido enganado com meros efeitos especiais hollywoodianos: telas verdes, piscinas e CGIs, além de diversas outras técnicas de ilusionismo e lavagem cerebral. Esta concepção falsa de Universo lembra a Matrix projetada pelo “Arquiteto”: ele não criou o mundo, apenas projetou a simulação em que vive a humanidade dormente, iludida e aprisionada. “A atividade de desafiar e destruir a Deus.” Este parece ser o objetivo primordial da NASA e de outras agências espaciais.

O logotipo da NASA estampada em camisetas e vendida como forma de doutrinação e propaganda para ir convencendo crianças e jovens de que pratica uma ciência legítima. A NASA em liquidação na GU, no Super Center Izumiya, em Fukumachi, Osaka. Fotos de Cláudio Tsuyoshi Suenaga.













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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Planeta Gigantesco Vagando pela nossa Vizinhança Galáctica, apenas 20 Anos-luz da Terra!! Denominado “SIMP J01365663 + 0933473”

Os astrônomos descobriram um planeta errante gigantesco com um campo magnético extremamente forte vagando pela nossa vizinhança galáctica, a apenas 20 anos-luz da Terra.

A detecção foi feita com o radiotelescópio Very Large Array (VLA, no Novo México, EUA), marcando o primeiro objeto de massa planetária revelado por radiotelescopia.

Planeta ou quase estrela
O novo planeta é 12,7 vezes mais massivo que Júpiter, o que significa que está bem no limite do que caracteriza um planeta, beirando o território das anãs marrons. Se fosse um pouco maior, seria uma “estrela falhada”, como estas são às vezes referidas.

Uma anã marrom é um objeto muito pequeno para produzir fusão de hidrogênio, o processo dominante que gera energia nas estrelas, mas grande o suficiente para a fusão de deutério, processo de baixa temperatura vital para estrelas recém-formadas.

Ela está, então, na fronteira entre os maiores planetas e as menores estrelas, com massas de 13 a 80 vezes maiores que a de Júpiter.

Inicialmente, acreditava-se que esses objetos não emitissem ondas de rádio. Em 2001, contudo, cientistas descobriram que eles eram absolutamente cheios de atividade magnética. Outras observações revelaram que anãs marrons também podem gerar fortes auroras.

Características do planeta
O novo objeto, denominado SIMP J01365663 + 0933473, pode ajudar os astrônomos a aprender mais sobre diversos fenômenos espaciais, incluindo as auroras das anãs marrons.

Descoberto em meio a um aglomerado de estrelas muito jovens, tem cerca de 200 milhões de anos, um bebê em termos da idade do universo. Embora seja 12,7 vezes mais massivo que Júpiter, é apenas um pouco maior, com um raio de 1,22 vezes o do gigante de gás.

Em comparação com a temperatura da superfície solar de 5.500 graus Celsius, é relativamente frio, com 825 graus Celsius.

Seu campo magnético, por sua vez, é 200 vezes mais forte que o de Júpiter.

Auroras
A equipe acredita ter detectado emissões de rádio de auroras no novo planeta, o que representa um desafio para a maneira como entendemos os mecanismos para esse fenômeno em anãs marrons e exoplanetas.

Aqui na Terra, as auroras são geradas por ventos solares, que interagem com partículas carregadas na nossa ionosfera. Essas partículas carregadas viajam ao longo das linhas do campo magnético do planeta até os polos, onde se manifestam como luzes no céu, produzindo fortes emissões de rádio.


Mas, até onde sabemos, as anãs marrons não estão nas proximidades de quaisquer ventos estelares, fazendo de suas auroras uma espécie de quebra-cabeça que ainda não entendemos muito bem.

“Esse objeto em particular é empolgante porque estudar seus mecanismos de dínamo magnético pode nos dar novas percepções sobre como o mesmo tipo de mecanismo pode operar em planetas extra-solares – planetas além do nosso sistema solar. Achamos que esses mecanismos podem funcionar não só em anãs marrons, mas também em planetas gigantes e terrestres”, disse a astrônoma Melodie Kao, da Universidade Estadual do Arizona (EUA), uma das autoras do estudo.

Mais uma forma de encontrar planetas
A descoberta também pode ter outra implicação importante, além da compreensão de auroras: “Detectar o SIMP J01365663 + 0933473 com o VLA através de sua emissão de rádio auroral também significa que podemos ter uma nova forma de detectar exoplanetas, incluindo aqueles que não orbitam uma estrela-mãe”, explicou o astrônomo Gregg Hallinan, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA), outro autor do estudo.

Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica The Astrophysical Journal. [ScienceAlert]
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'Incrível Hulk' Cometa chamado Pan-STARRS (C / 2017 S3) pesquisador Adverte sobre seu PERIGO!!

O cometa chamado Pan-STARRS (C / 2017 S3) não oficialmente chamado 'Incrível Hulk', devido ao seu tamanho (gás e nuvem de poeira duas vezes o tamanho de Júpiter) chegará ao seu ponto mais próximo da Terra em 7 de agosto, conforme relatado pela mídia russa Izvestia citando Pesquisador russo de cometas e meteoritos Yevgeniy Dmitriyev.

O gigante é cercado por uma nuvem de gás e poeira com 260.000 km de extensão que é eletrificada pelo vento solar. Passará cerca de 113,4 milhões de quilômetros de terra, embora sua nuvem tenha o potencial de causar distúrbios eletromagnéticos na atmosfera terrestre, colocando em risco processos vitais.

Dmitriyev declarou (Izvestia) "Quando a Terra passa pelo ambiente de poeira de gás de um cometa brilhante, pode ocorrer um raio gigante que gera um poderoso pulso eletromagnético cometário que pode ser ruinoso para a civilização".

Os cometas que mais se aproximam do Sol serão no dia 16 de agosto. Foi afirmado que o cometa não representava perigo quando surgiu no mês passado. Pode ser visto no hemisfério norte.
Fonte
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domingo, 5 de agosto de 2018

Pirâmide de Gizé concentra "Energia Eletromagnética" em suas câmaras internas

Os segredos da Grande Pirâmide de Gizé continuam a ser desvendados enquanto os cientistas descobrem que podem concentrar energia eletromagnética através de suas câmaras ocultas. Isso inclui duas câmaras internas e um terceiro inacabado sob a base da própria pirâmide. Agora, os cientistas dizem que essas descobertas poderiam levar à inovação e portanto a projetos de sensores novos e mais eficientes para a detecção de nanopartículas.

Uma equipe de pesquisadores alemães e russos descobriu que a pirâmide de Gizé no Egito, centraliza a energia eletromagnética nas câmaras internas e se concentra no fundo subterrâneo. O estudo foi publicado no Journal of Applied Physics .
As notáveis ​​propriedades eletromagnéticas da Grande Pirâmide de Gizé poderiam em breve inspirar projetos para novos sensores de nanopartículas e células solares de alta eficiência. Os cientistas descobriram que a famosa pirâmide concentra energia elétrica e magnética em suas câmaras internas e sob sua base, criando mais bolsões de energia.  Se esse efeito de concentração puder ser recriado em uma escala nanométrica, isso poderá levar a uma onda de novos sensores e células solares mais eficientes, dizem os pesquisadores. Enquanto a pirâmide de 146 metros construída há milhares de anos pelo faraó Khufu há tempos atrai intrigas por suas supostas qualidades míticas, o estudo faz parte de um crescente conjunto de pesquisas que tentam finalmente chegar ao fundo de suas propriedades físicas.

"As pirâmides egípcias sempre atraíram grande atenção", diz o dr. Andrey Evlyukhin, supervisor científico e coordenador de pesquisa. "Mesmo nós, como cientistas, estávamos interessados ​​neles, por isso, decidiu considerar a Grande Pirâmide como uma partícula dissipa ondas de rádio no modo ressonante".
A equipe de pesquisa internacional examinou a relação entre a forma da Grande Pirâmide de Gizé e sua capacidade de concentrar a energia eletromagnética. Para fazer isso, a equipe liderada pela Universidade ITMO de São Petersburgo, Rússia, criou um modelo de Pyriadmid, uma das sete maravilhas do mundo antigo, para medir com precisão sua resposta eletromagnética. Os pesquisadores usaram o modelo para ver como a energia das ondas é dispersa ou absorvida pela pirâmide. Eles testaram interações com ondas de comprimento ressonante, variando de 200 a 600 metros (656 pés a 1.968 pés).  
No entanto, devido à falta de informações confiáveis ​​sobre as propriedades da pirâmide, a equipe foi forçada a preencher os espaços em branco para certos fatores de seu modelo. "Tivemos que usar algumas suposições", admitiu Evlyukhin. "Por exemplo, assumimos que não há cavidades desconhecidas no interior e que o material de construção com as propriedades de um calcário comum é distribuído uniformemente dentro e fora da pirâmide.

"Com estes pressupostos sendo feito, obtivemos resultados interessantes que podem encontrar aplicações práticas importantes." Os cientistas usaram a análise multipolar - um método amplamente usado na física para estudar a interação entre um objeto complexo e um campo eletromagnético - para revelar como a pirâmide concentra a energia eletromagnética em suas câmaras subterrâneas.

Isto inclui as duas câmaras que se acredita terem contido os restos do faraó Khufu e sua esposa, bem como a terceira câmara inacabada enterrada sob a base. Os antigos egípcios, que segundo a ciência oficial construíram as pirâmides há mais de 4.400 anos, não estavam cientes dessa estranheza no design. De acordo com alguns pesquisadores e especialistas em UFOs de Ancient Aliens, as Pirâmides foram construídas com a ajuda de tecnologias que não pertencem a este mundo, muito provavelmente com a ajuda de seres de outros mundos.

No entanto, os pesquisadores acreditam agora que a relação entre o design da pirâmide e sua capacidade de concentrar a energia das ondas em seu núcleo poderia desempenhar um papel importante para a pesquisa de nanopartículas no futuro. Ao considerar a pirâmide em um substrato - como o platô calcário - os pesquisadores dizem que ele concentra a energia através dos espaços vazios para o substrato.
"No caso da pirâmide no substrato, em comprimentos de onda mais curtos, a energia eletromagnética se acumula nas câmaras, fornecendo os mais altos espectros locais para campos elétricos e magnéticos", escreveram os pesquisadores no estudo. "É mostrado que basicamente a pirâmide dispersa as ondas eletromagnéticas e as focaliza na região do substrato e isso permanece um mistério para nós descobrirmos.

Embora essa pesquisa parece não convencional, modernos físicos abordagens foram anteriormente utilizados para estudar a Grande Pirâmide e levou à descoberta de um edifício completamente novo ", disse Antonija Grubisic-Cabo, um físico da Universidade de Monash, que não foi envolvidos na pesquisa. "Dado que esta pesquisa é completamente teórica, é difícil dizer o que podemos esperar trazer, ou se é mesmo possível fazê-lo na vida real." No entanto, os pesquisadores por trás do estudo estão confiantes de que a maneira pela qual a energia eletromagnética é distribuída na pirâmide poderia ajudar os cientistas a criar projetos para o futuro e a respeito de novos sensores de nanopartículas muito mais eficientes. 
Isso depende do fato de os pesquisadores conseguirem recriar o efeito de concentração observado na Grande Pirâmide de Gizé em uma dimensão em nanoescala. Dr. Polina Kapitainova, a Escola de Física e Tecnologia da Universidade ITMO, disse: "Ao escolher um material com propriedades eletromagnéticas apropriadas, podemos obter nanopartículas piramidais com uma promessa para aplicação prática na nanosensores e células solares eficientes." 

Deve-se notar que figuras históricas como Alexandre, o Grande, Júlio César e Napoleão se aventuraram na grande pirâmide para passar uma noite e presumivelmente tiveram experiências "místicas". A nova descoberta pela equipe internacional de cientistas, parece validar a hipótese sobre a verdadeira função da Grande Pirâmide como uma máquina para armazenar, concentração ou canalizar um pouco de energia, talvez o mesmo que causou alucinações severas e experiências místicas para alcui líderes históricos.
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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

ALERTA - Círculo Polar Ártico esta semana atingiu 90 graus fahrenheit ou seja 32 graus Celsius!!

          Temperaturas de 90F (32C) escaldantes no Círculo Polar Ártico relataram esta semana.

No topo do globo, na terra dos ursos polares e no derretimento do gelo marinho fica o Círculo Polar Ártico e esta semana atingiu 32 graus Celsius (90 graus Fahrenheit).

A temperatura foi reportada em Banak Noruega em 30 de julho, embora algumas áreas norueguesas tenham atingido temperaturas ainda mais altas. Banak está localizado no lado norte da Europa, mais de 350 quilômetros acima da borda inferior do Círculo Polar Ártico.
Anomalias extremas de calor são mostradas em vermelho-escuro no norte da Europa 
(IMAGEM: CLIMA) REANALYZER / UNIVERSIDADE DO INSTITUTO DE MUDANÇA DO MAINE / CLIMA

Não é apenas o Círculo Polar Ártico que está sendo queimado por altas temperaturas, a Europa e o hemisfério norte em geral observam repetidamente altas temperaturas recordes e quase recordes neste verão, graças à elevação das temperaturas globais.

Nos últimos 40 anos, o clima da Terra tem se aquecido rapidamente. Isso acrescenta outro nível ao aquecimento das magias quentes, que cria ondas de calor muito mais extremas - de acordo com cientistas do clima. Ver este calor no círculo ártico realmente comprova essas afirmações.
Uma foto de escandinavos aproveitando o rio enquanto renas - mamíferos adaptados ao frio - se refrescam na água com eles, realmente mostra o quão quente está lá em cima agora

O verão em Banak é muito curto, com duração de apenas três meses, mas o dia mais quente do ano, que é em torno de 23 de julho, geralmente é de apenas 16 graus Celsius, que é a metade da temperatura atual. No geral, as temperaturas no norte da Europa estão entre 8 e 13 graus Celsius (14 a 21 graus Fahrenheit) acima da média neste momento.

Os registros foram definidos e quebrados, com o recorde de alta temperatura estabelecido na Noruega e na Finlândia em 30 de julho. As temperaturas foram extremas ou quase registradas em todas as regiões.

O calor e a secura mudaram as paisagens destes países, transformando-os em terras castanhas e amarelas. O calor deve continuar. Atualmente, o Escritório MET do Reino Unido prevê temperaturas que podem quebrar o recorde de calor de 48 graus Celsius (118,4 graus Fahrenheit) da Europa, até o final da semana.

Não é apenas a Europa que está sofrendo, o calor extremo afetou todo o planeta, com o aumento da atividade de incêndios florestais na parte ocidental dos EUA.
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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

NIBIRU: Astrônomos afirmam mudar o nome do Planeta Nove para o Planeta X

De acordo com o site científico Space.com um grupo de astrônomos afirmam mudar o nome do misterioso planeta vagante pelo Planeta Nove. O nome que tem sido (re) batizados há alguns anos e refere-se ao planeta gigante hipotético que está na borda do nosso sistema solar, seria desrespeitoso à memória daqueles que descobriu Plutão, o planeta originais nono, rebaixado para planetóide.
Em 2006, a União Astronômica Internacional (IAU) tinha rebaixado Plutão para "planeta anão", uma decisão controversa está sendo desafiada hoje, o que se reflete em uma recente nota publicada pelo boletim exploração planetária direito, em caso de uso imprudente do termo Planeta 9 para objetos além de Plutão: "Aqueles de nós que assinaram esta nota deseja lembrar aos nossos colegas que a definição IAU adotada em 2006 é re-discutido e está longe de ser universalmente aceiteo . Diante disso, e dado o incrível sucesso da descoberta de Plutão por Clyde W. Tombaugh astrônomo planetário em 1930, acreditamos que o uso de "Planeta 9" a qualquer objeto além de Plutão é imprudente ao legado de Professor Tombaugh. "Além disso,
A nota é assinada pelos seguintes cientistas: Paul Abell, Michael Allison, Nadine Barlow, James Bauer, Gordon Bjoraker, Paul Byrne, Eric Christiansen, Rajani Dhingra, Timothy Dowling, David Dunham, Tony L. Farnham, Harold Geller, Alvero Gonzalez, David Grinspoon, Will, Grundy, George Hindman, Kampalayya M. Hiremath, Brian Holler, Stephanie Jarmak, Martin Knapmeyer, Rosaly Lopes, Amy Lovell, Ralph McNutt, Phil Metzger, Sripad Murty, Michael Paul, Kirby Runyon, Ray Russell, John Stansberry, Alan Stern, Mike Summers, Henry Throop, Hal Weaver, Larry Wasserman, Sloane Wiktorowicz.
                                                       Planeta X fotografado por IRAS

Nibiru ou o Planeta X tornou-se famoso graças a Zecharia Sitchin, que apoiou suas teorias que falavam da existência de um gigante além de Plutão mundo com uma órbita excêntrica de milhares de anos, onde os deuses Anunnaki chegariam . Além das interpretações e especulações questionáveis ​​desse escritor do Azerbaijão, é preciso reconhecer que a ciência eventualmente validou tecnicamente parte de sua história.

Muitos argumentam que esta foi a verdadeira razão pela qual a IAU decidiu duplicar Planeta 9 até então conhecido popularmente como o famoso Planeta X, caso contrário ele iria dar um pouco de crédito para Sitchin, que no passado foi desacreditado por cientistas, historiadores e arqueólogos - que discordam tanto na tradução de antigos textos sumérios quanto na incompreensão da física. Sob a lente de aumento, talvez haja alguma conspiração lá, o Plutão perdeu seu posto de nono planeta para deixar a vaga, era apenas a desculpa perfeita para obter aquele misterioso "X".
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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

BRASIL - OVNI filmado no litoral de São Paulo, Suposta gravação teria sido feita na praia de Ubatuba

Avistamento de OVNI no Brasil, realmente muito nítido, filmado no litoral de São Paulo.
Suposta gravação teria sido feita na praia de Ubatuba - São Paulo - Brasil em Junho deste ano.
Seria Real? Ou mais um Fake muito bem feito? Qual sua opinião sobre este avistamento?
Deixe sua opinião nos comentários!
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Um novo Vírus pode Apanhar de Surpresa os Governos e Causar a Morte de "900 Milhões de Pessoas"

Um novo vírus pode apanhar de surpresa os governos e causar a morte de 900 milhões de pessoas no nosso planeta, segundo um estudo citado pelo diário The Daily Mirror.

Uma equipe de cientistas da Universidade Johns Hopkins de Baltimore, EUA, simulou a propagação de um novo agente patogênico que se dissemina através da tosse e os resultados não podem ser mais preocupantes: a perda de controle sobre a epidemia e uma mortalidade de até 10% da população mundial.

O vírus, designado Clado X, matou 150 milhões de pessoas nos primeiros anos da simulação.
"Não temos capacidade para produzir vacinas contra um novo agente patogênico em alguns meses (e não décadas) e faltam-nos capacidades sanitárias globais que nos permitam identificar e controlar rapidamente o surto antes de se tornar pandêmico", afirmou um dos especialistas, Eric Toner.

A simulação levou em conta o fato de que a epidemia não seria mais perigosa do que uma enfermidade real como a síndrome respiratória aguda grave (SARS, na sigla em inglês).

O SARS matou 10% das 8.000 pessoas que infectou em 2003, o que o próprio Toner descreveu como um resultado favorável para toda a humanidade.
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A MARCA DA BESTA COMEÇOU NA ÍNDIA?

Na Edição De Hoje Da TruNews, o apresentador Rick Wiles é Acompanhado Por Erick Rodriguez, Paul Benson E Doc Burkhart Enquanto Discutem a Implementação da Tecnologia Biométrica na Índia, Onde Alguns Cristãos Insistem Que Este É Um Prelúdio da Marca Da Besta desde o Início.

Livro Do Apocalipse Na Bíblia.
Eles também discutem a liberação 'acidental' de documentos remotos de controle mental, levantando questões sobre tiroteios recentes e sua fonte. Finalmente, por que Bill Gates está investindo seus milhões pessoais na tecnologia de satélites do Big Brother?
Obs: No vídeo abaixo ative a legenda com tradução.
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Mapa do Mundo Mostra a Extensão Chocante da Onda de Calor Global!! Extraterrestres estariam manipulando o Clima? Veja o filme "A INVASÃO"

O mundo está atingindo o ponto de ebulição, já que muitas regiões geralmente apenas ligeiramente quentes no verão estão experimentando ondas de calor nunca antes vistas com temperaturas recordes. Agora, um mapa global revela a onda de calor em todo o mundo em detalhes chocantes.
                           Uma imagem de satélite da Grã-Bretanha e do nordeste da Europa

Pessoas hospitalizadas e incêndios florestais devastaram devido ao clima quente
Em todo o mundo, as pessoas estão sendo levadas para o hospital devido ao tempo quente, enquanto em outras regiões os incêndios florestais se alastraram, provocados pelas condições quentes e secas, incluindo a Grécia e o Círculo Polar Ártico.

Um mapa global revelou quão altas são as temperaturas em todo o mundo. Cameron Beccario, um programador de computador e engenheiro da Indeed Tokyo no Japão, desenhou o mapa. O mapa é atualizado para mostrar o clima a cada três horas, com dados provenientes do Centro Nacional de Previsão Global de Previsões Ambientais.
                    Crédito:  earth.nullschool.net 

Supercomputadores criaram modelos climáticos
Supercomputadores foram usados ​​para criar modelos climáticos baseados em vento, temperatura, umidade do solo, correntes oceânicas e até mesmo precipitação. As previsões meteorológicas para todo o mundo têm sido esta semana nas cores laranja e vermelho, o que significa temperaturas muito quentes globalmente.

Uma cidade fora do Japão teve temperaturas que atingiram 106 graus Fahrenheit. 86 pessoas morreram no Japão desde maio, enquanto outras 23 mil pessoas foram tratadas no hospital em relação ao calor. No entanto, o Japão está longe de ser o único país a ter enfrentado temperaturas extremas.

Europa vira marrom em um mês


Vários incêndios florestais surgiram em todo o mundo, incluindo na Suécia, onde o calor era o culpado. Houve até incêndios no Círculo Polar Ártico e na Grécia, com mais de 80 pessoas perdendo suas vidas na Grécia, juntamente com muitas outras feridas.

A Argélia registrou a temperatura mais alta já registrada na África, com a temperatura chegando a 124,3 graus Fahrenheit. As temperaturas mais quentes durante a noite foram registradas em Omã, quando foi de 108,7 graus Fahrenheit.

Tem havido condições climáticas extremas em todo o mundo, com a onda de calor global em vigor no momento. O mundo também está sofrendo fortes furacões, juntamente com secas, que muitos estão dizendo são os efeitos da mudança climática induzida pelo homem ou extraterrestres?

Da ficção para vida real? Extraterrestres estariam preparando o planeta? digo adaptando o planeta Terra ao extremo calor como a do seu planeta natal? 
Veja o filme A INVASÃO -(Charlie Sheen) - 1996, Ficção se tornando Realidade?

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