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domingo, 1 de agosto de 2021

Grande "ANOMALIA DE TEMPERATURA" Na Europa: O Clima Está Se Preparando Para Explodir

O verão de 2021 trouxe consigo além de um calor sem precedentes muitas outras anomalias para todos os continentes. Então na África do Sul pela primeira vez na história caiu neve, o Japão quebrou todos os recordes históricos de temperatura de verão, a China está afundando, no Brasil há seca ou frio gelado o que não é característico desta latitude. Em geral há muita aventura para todos. 

Essas aventuras também afetaram a Europa - uma enchente permanente na Bélgica e na Alemanha, um granizo gigantesco na Itália, tornados na Rússia central o que nunca aconteceu antes. No entanto parece que a Natureza prepara outra surpresa para o continente:


A tela foi tirada na noite de 30 de julho de 2021 serviço ventusky.com a distribuição da temperatura é mostrada no mapa. Como você pode ver o Mar Negro, Mar Mediterrâneo, Mar Vermelho e Mar Cáspio, Mar de Aral e Golfo Pérsico têm uma anomalia de temperatura pronunciada em comparação com a costa. A diferença é muito nítida e claramente corre ao longo da fronteira litoral-mar o que é melhor visto no exemplo da Turquia:


Em média, a diferença de temperatura entre a costa e o mar é de 10 graus para os turcos a diferença chega a 20 graus. Não funciona assim!


A tela mostra a distribuição da temperatura na América do Norte, onde tudo está dentro dos limites normais. Portanto, o ar no Golfo do México se aqueceu até 35 graus e a mesma temperatura no México e no Texas. Ou seja, tudo é distribuído uniformemente. Por que existe uma demarcação tão marcante na Europa, Ásia Central e Oriente Médio? 

Algo aproximadamente semelhante acontece no mapa no outono, quando um ciclone frio vem do Norte ou do Atlântico, expele ar quente do continente, mas o mar aquecido emite calor e o ar acima do mar é mais quente. Mas, mesmo neste caso, é quente na costa e o ar quente do mar pode ir centenas de quilômetros para o interior do continente.
 
No entanto, definitivamente não é outono agora e a fronteira entre o quente e o frio é muito difícil. Como isso pode ser explicado? 

A primeira coisa que vem à mente é algum tipo de processo geológico na Europa. Todos os mares que ganharam calor estão localizados nas falhas o manto está mais próximo lá então talvez o manto irradie algo adicional, fazendo com que os mares pareçam ferver um pouco. 

A segunda explicação possível pressupõe algum tipo de jogo dos globalistas com o clima, agora suspeitado por muitos. Assim vários teóricos da conspiração são de opinião que o clima é deliberadamente liberado a fim de agravar o caos que cresce a cada dia devido à pandemia e em cujo pano de fundo será proclamada uma Nova Ordem Mundial da qual as pessoas estão exauridas pelo manicômio será terrivelmente feliz com. 

No entanto o mecanismo de um aquecimento tão nítido dos mares por sistemas do tipo HAARP não é muito claro uma vez que tais instalações operam em grandes áreas e é impossível traçar uma anomalia estritamente sobre um ou outro mar. Por outro lado não conhecemos todas as tecnologias modernas de controle do clima então talvez os globalistas tenham aprendido a esquentar os mares de alguma forma. 
 
No entanto o que pode ser dito com certeza e com qualquer resposta à pergunta acima tal distribuição de temperatura não é um bom presságio. Em breve o tempo vai piorar de alguma forma e nas regiões onde o mar foi afetado pela anomalia de temperatura. Ou seja os residentes das margens do Mar Mediterrâneo e do Mar Cáspio as pessoas do Mar Negro e as que vivem na costa do Golfo precisam se preparar para as surpresas do tempo. Embora, é claro possa haver surpresas geológicas.
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

China Começará 'CONTROLAR' O Clima Em 2025!! "Ficção Para Vida Real: Geostorm - Ameaça Global"

O país está expandindo seu projeto de controle do clima e produzirá neve artificial e chuvas por capricho.

O governo chinês anunciou uma expansão quíntupla do projeto de controle do clima. As autoridades observaram que ela cobrirá 5,4 milhões de quilômetros quadrados, ou 56% da área do país.

A China é um dos mais de 50 países que usam a semeadura de reagentes nas nuvens para alterar seu estado de fase. Esta técnica é mais frequentemente usada para necessidades agrícolas bem como em aeroportos com más condições meteorológicas para suprimir granizo e nevoeiro.

A China lançou seu próprio programa de controle do clima na década de 1960. A indústria hoje emprega cerca de 35.000 pessoas mais do que qualquer outro país do mundo.

De acordo com o Conselho de Estado em 2035 o projeto atingirá um “Nível Avançado”, ajudará a mitigar “desastres como seca e granizo” e contribuirá para a resposta a emergências “de incêndios em florestas ou pastagens”.

Em 2017 o país gastou US $ 168 milhões em equipamentos para apoiar o projeto de semeadura de nuvem.

Em janeiro de 2019, a mídia estatal informou que as táticas de semeadura de nuvem na região oeste de Xinjiang impediram 70% dos danos de granizo.(Fonte)

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domingo, 8 de março de 2020

Uma chuva "NEGRA" caiu sobre a cidade japonesa de Saitama provocando medo entre os cidadãos

😱😱😱😱

Uma chuva estranha caiu sobre a cidade japonesa de Saitama, provocando medo entre os cidadãos porque deixava visíveis manchas negras cobrindo tudo à sua volta com uma bizarra água escura.

Por vezes a Mãe Natureza pode ser assustadora. Porém, as pessoas parecem conseguir arranjar sempre explicações sobre o que poderia causar vários fenômenos naturais como luzes estranhas no céu ou tempestades devastadoras. No entanto há coisas que ficam por explicar.

Na segunda-feira, surgiram relatos de uma chuva misteriosa na cidade de Hasuda e em várias outras zonas. As autoridades locais estão investigando as causas do fenômeno incomum após terem recebido várias queixas de residentes locais de acordo com o jornal britânico Daily Mail.



As teorias evocadas para explicar a precipitação incomum vão desde a alegada incineração de corpos infetados pelo novo coronavírus até à poluição do ar.

Algumas pessoas temiam que a chuva escura estivesse associada a materiais de origem nuclear presentes na atmosfera. Outros sugeriram que a chuva poderia ser fruto de lançamentos secretos de mísseis provenientes da Coreia do Norte.

Vários meios de comunicação locais relataram que a chuva negra poderia ter sido causada por um incêndio que tinha eclodido num dos prédios comerciais da cidade.

O presidente da câmara da cidade falou sobre o fenômeno e disse que a análise da radioatividade do líquido acinzentado não teve resultados incomuns.

As autoridades estão a trocar informações com o Escritório de Gestão Ambiental da câmara e estão a trabalhar “para entender a situação”.
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domingo, 7 de abril de 2019

Clima, guerra, asteroides, 300 milhões de sociopatas e outras ameaças à Humanidade

Estarão os humanos destinados a ter o mesmo futuro que os dinossauros e os extintos dodós?

A Humanidade enfrenta atualmente inúmeros perigos potencialmente fatais, entre os quais as alterações climáticas, o risco de guerra nuclear, uma pandemia e mesmo a possibilidade de a Terra ser atingida por um asteroide gigante.

O filósofo e apresentador de rádio David Edmonds discute estes riscos com especialistas que dedicaram suas vidas profissionais a investigar como podemos mitigá-los, para tentar responder à grande questão: os seres humanos vão sobreviver até ao fim do século?

Até meados do século XX, pensávamos que vivíamos num lugar relativamente seguro, mas esse já não é agora o caso. Os riscos existenciais que ameaçam trazer destruição à humanidade são muitos, e variados.

“Um risco existencial é um tipo de ameaça à humanidade ou aos nossos descendentes que simplesmente nos aniquilaria”, explica Anders Sandberg, investigador do Instituto do Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford.

Asteroides gigantes
Até 1980, não sabíamos que a Terra estava sujeita a catástrofes a uma escala global resultantes da colisão de corpos rochosos vindos do espaço sideral.

Mas nessa ano, uma dupla de cientistas, Luis e Walter Alvarez, pai e filho, mudou tudo o que julgávamos saber sobre a ameaça de corpos celestes ao publicar a sua teoria de que os dinossauros tinham sido mortos por um asteróide que colidiu com a Terra (e não só).

A hipótese de Alvarez foi posteriormente secundada por um painel internacional de cientistas, após a descoberta da cratera de um asteroide gigante na península do Iucatão, no México – que, disse à BBC o biólogo Ben Garrod, não podia ter caído em pior sítio.
No entanto, os cientistas que estudam riscos existenciais consideram que a probabilidade de o mundo acabar com uma colisão com um asteróide é muito remota comparada com outros riscos – nomeadamente os que nós próprios estamos a criar.

Sobrepovoamento, esgotamento de recursos e clima
A investigadora Karin Kuhlemann, da University College London, estuda a relação entre a questão populacional e os riscos representados pelas mudanças climáticas – um assunto que raramente tem espaço nas manchetes dos jornais.

Tal como o esgotamento dos recursos naturais, o impacto do crescimento exponencial da população do planeta é um tema que nos faz sentir mal, pelo que preferimos não pensar muito nele, considera a cientista.

Apesar disso, os dois assuntos estão interligados, diz Karin, e a culpa é nossa. “As alterações climáticas são consequência do sobrepovoamento, tal como o esgotamento dos recursos naturais, e as duas coisas retroalimentam-se”, sustenta a cientista.

“Os recursos naturais do planeta estão a esgotar-se, usamos mais petróleo para compensar essa escassez, o que agrava as alterações climáticas“, diz a investigadora britânica. “Se a população não parar de crescer, será praticamente impossível impedir o avanço das mudanças climáticas”.

Curiosamente, a diminuição drástica de uma população também pode ter um impacto imprevisível nas alterações climáticas. Segundo um estudo do University College London, a colonização do continente americano pelos portugueses e espanhóis no fim do Século XV, provocou tantas mortes que fez descer a temperatura da Terra.

A destruição da biodiversidade
A Humanidade tem estado a viver como se a eliminação da vida selvagem fosse apenas “um infortúnio”. Mas segundo sustentam alguns investigadores, até ao fim da primeira metade deste século não haverá peixes no mar em quantidade suficiente para sustentar a pesca comercial. Isso quer dizer que não haverá peixe à venda no mercado.

Outra grande preocupação da comunidade científica é com os insetos, que estão também a desaparecer, lentamente mas de forma inexorável, assim como algumas espécies de aves – nomeadamente, as que se alimentam de insetos.

Os cientistas não param também de alertar que as abelhas vão desaparecer em breve, e esse desaparecimento massivo, causado pelas alterações climáticas, poderia ser catastrófico também para os humanos, podendo levar à fome a nível mundial.

“Não sabemos exatamente qual é o impacto da erradicação da biodiversidade no nosso mundo”, diz Karin Kuhlemann, “mas uma coisa é certa: ela não nos beneficia.

Pandemias
A investigadora Lalitha Sundaram do Centro de Risco Existencial, em Inglaterra, tem uma missão: avaliar riscos biológicos que possam colocar em risco a população mundial. Sundaram recorda a Gripe Espanhola, de 1918, explicando que se estima que a doença tenha provocado a morte de 50 milhões a 100 milhões de pessoas.

A pandemia aconteceu após a grande onda migratória que se seguiu à Primeira Guerra (1914-1918). Enviadas de volta a casa após o conflito, milhões de pessoas forçadas a viver em espaços confinados criaram as condições propícias à propagação da mortífera doença.

Um caso paradigmático foi o do Brasil, invadido pela gripe espanhola transportada a bordo pelo Demerara, navio procedente da Europa. Em setembro de 1918, sem saber que trazia a terrível mutação do vírus, o transatlântico desembarcou passageiros infectados no Recife, em Salvador e no Rio.

No mês seguinte, o país todo estava submerso na que é até hoje é a mais devastadora epidemia da sua história, provocando a morte a 30 mil pessoas, entre as quais o então presidente do Brasil, Rodrigues Alves, eleito em março de 1918 para um segundo mandato, que caiu à cama com a doença e nem chega a tomar posse.
Há 100 anos, a gripe espanhola devastou o Brasil e matou o presidente do país, Rodrigues Alves

“É por isso que, apesar de termos atualmente melhores vacinas e cuidados médicos mais avançados, a globalização traz alguns perigos“, considera Sundaram. Na altura da Gripe Espanhola, as pessoas viajavam de comboio ou barco, mas na era das viagens aéreas, as doenças podem espalhar-se mais depressa, com consequências graves.

Também o multimilionário Bill Gates está preocupado com o perigo de uma pandemia. O fundador da Microsoft diz que uma epidemia de gripe mortal é uma das maiores ameaças à Humanidade.

“Se alguma coisa pode matar dezenas de milhões de pessoas em pouco tempo é uma epidemia global. E a doença seria muito provavelmente uma forma de gripe, porque o vírus da gripe espalha-se facilmente pelo ar”, diz Gates. “Atualmente, uma gripe tão contagiosa e letal como a de 1918, mataria 33 milhões de pessoas em seis meses.”

Ameaças de indivíduos. São 300 milhões
A maior parte dos riscos existenciais criados pelos seres humanos não é intencional. Mas à medida que a ciência e a tecnologia avançam, é cada vez mais preocupante a possibilidade de ataques catastróficos propositados, como, por exemplo, a criação de um vírus de laboratório usando biotecnologia.

Se houvesse um botão do fim do mundo que pudesse destruir-nos a todos, há um número preocupante de pessoas que escolheria usá-lo, revela Phil Torres, investigador do Future of Life Institute.

Esses “apertadores de botões” podem ser extremistas religiosos que acreditam que foram enviados por Deus para destruir o mundo, normalmente como forma de o salvar, como é o caso da seita japonesa Aum Shinrikyo.

Também corremos riscos com o que Torres descreve como “atores idiossincráticos” – pessoas cuja motivação para provocar a extinção humana (em pequenos grupos ou em massa, consoante o seu potencial criativo) são meramente “motivos pessoais”.

Mas quantos “apertadores de botões” há afinal por aí à solta?  Os especialistas estimam que haja atualmente cerca de 300 milhões de sociopatas no mundo, muitos dos quais poderiam representar uma ameaça – e não apenas para o vizinho do lado.

Guerra nuclear
Uma guerra nuclear provavelmente não nos mataria a todos, mas os seus efeitos posteriores, talvez. A extinção humana que se sucederia a uma guerra nuclear seria uma combinação da devastação inicial, do caos econômico e do impacto ambiental global.

Segundo explica Seth Baum, investigador do Global Catastrophic Risk Institute, os incêndios e a devastação resultantes de uma explosão nuclear poderia lançar poeira por cima das nuvens, para a estratosfera. Essa poeira poderia permanecer na estratosfera durante décadas, bloqueando a luz do sol, terminando lentamente a tarefa de extinção da Humanidade onde a deflagração das bombas não tivesse conseguido chegar.

Embora o risco de deflagração de um conflito nuclear global pareça uma história longínqua dos tempos da Guerra Fria, a verdade é que esse risco não é nulo – e na realidade, uma mera falha de sistema (ou simples erro humano) pode provocar a III Guerra Nuclear.

Mais do que isso, “o perigo de catástrofe nuclear está no seu nível mais elevado desde os tempos da Guerra Fria”, sustenta William Perry, antigo secretário da Defesa dos Estados Unidos. E o especialista em geo-estratégia Robert Farley, professor do Colégio Militar dos EUA, aponta mesmo os 5 locais em que, em 2019, pode começar a III Guerra Mundial.

Inteligência artificial
Apesar da ameaça de um conflito nuclear ser preocupante, há quem considere que os riscos associados à Inteligência Artificial são maiores. É o caso de Elon Musk, fundador da Tesla e SpaceX, para quem a IA é mais perigosa que ogivas nucleares. “Estou muito próximo da IA e devo dizer que me assusta muito”, diz Musk.

O empresário teme que o desenvolvimento da Inteligência Artificial dê origem ao poder ditatorial de um robô, ao qual ninguém pode escapar.

“Na era da inteligência artificial podemos vir a criar um ‘ditador imortal ao qual nunca escaparíamos’”, explica Elon Musk no documentário “Confias no teu computador?“, produzido pelo cineasta Chris Paine.
Musk diz ainda que a III Guerra Mundial será causada (e ganha) pela Inteligência Artificial, mas os riscos associados à inteligência artificial não surgem apenas em cenários dantescos semelhantes aos retratados pela saga de filmes “Terminator”, na qual as máquinas ganham consciência e lançam um ataque devastador para exterminar a Humanidade.

Muito antes de as máquinas poderem estar em condições de nos conquistar pelas armas, podem simplesmente causar o caos no planeta. Por exemplo, num mundo cada vez mais automatizado, um qualquer algoritmo autônomo distraído pode por acidente causar um colapso do mercado global de ações e provocar a implosão da economia.

Como reduzir os riscos existenciais?
Afinal, quão precária é a nossa civilização? Depende essencialmente do risco em causa. O mais importante é que o futuro não está determinado. A altura para agir é agora, e a comunidade científica em todo o mundo procura respostas.

Sandberg, por exemplo, estuda forma de manter as máquinas sob controlo humano. Inúmeros outros cientistas estudam formas de responder a catástrofes como uma pandemia, como impedir as alterações climáticas adicionando poeira à estratosfera, ou como sobreviver a um “inverno nuclear” com uma dieta de cogumelos.

Para Karin Kuhlemann, a batalha mais importante é reverter o crescimento populacional. “Precisamos de mudar as normas sociais sobre o tamanho das famílias, deixando de lado a postura de que todos podemos ter vários filhos e consumir quanto quisermos”, diz. Nesse sentido, todos podemos ajudar a prevenir uma catástrofe global.
Fonte
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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Filme Geostorm se torna realidade! China vai manipular o clima usando os satélites do Plano Mundial de Controle Climático

Tudo parece indicar que a China lançou uma proposta bastante inovadora, mas estranha, sobre o controle do clima na Terra. Seu projeto consiste em poder mover as nuvens por milhares de quilômetros para levar a água da chuva a áreas onde não chove.
Um total de seis satélites será responsável por isso (sistemas de satélite Tianhe) e funcionará detectando nuvens cheias de água e criando um corredor atmosférico que se deslocará para regiões mais secas.

A China quer mudar a área seca do norte e trazer as chuvas que impregnam o sul desse setor. O desenvolvimento desta tecnologia foi desenvolvido pela Space Flight Technology Academy em Xangai. Este ambicioso projeto estaria pronto para ser lançado em 2020.
Neste momento, cientistas e pesquisadores estão trabalhando duro para aplicar técnicas de modificação do clima para conduzir as nuvens para o norte, a ideia final seria controlar o clima à distância.

Mas os cientistas não quiseram revelar o segredo de como criarão corredores aéreos para empurrar as nuvens. No entanto, esta não foi a primeira vez que a China tenta manipular o clima, lembre-se que em 2008 os chineses criaram nuvens com iodeto de prata para se certificar de que choveu longe dos Jogos Olímpicos de Pequim.
A preocupação de alguns em relação a essa manipulação do clima por satélite é que ela poderia ser usada como arma contra outras nações. Poderia ser o começo de uma arma semelhante à do filme Geostorm?
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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Mapa do Mundo Mostra a Extensão Chocante da Onda de Calor Global!! Extraterrestres estariam manipulando o Clima? Veja o filme "A INVASÃO"

O mundo está atingindo o ponto de ebulição, já que muitas regiões geralmente apenas ligeiramente quentes no verão estão experimentando ondas de calor nunca antes vistas com temperaturas recordes. Agora, um mapa global revela a onda de calor em todo o mundo em detalhes chocantes.
                           Uma imagem de satélite da Grã-Bretanha e do nordeste da Europa

Pessoas hospitalizadas e incêndios florestais devastaram devido ao clima quente
Em todo o mundo, as pessoas estão sendo levadas para o hospital devido ao tempo quente, enquanto em outras regiões os incêndios florestais se alastraram, provocados pelas condições quentes e secas, incluindo a Grécia e o Círculo Polar Ártico.

Um mapa global revelou quão altas são as temperaturas em todo o mundo. Cameron Beccario, um programador de computador e engenheiro da Indeed Tokyo no Japão, desenhou o mapa. O mapa é atualizado para mostrar o clima a cada três horas, com dados provenientes do Centro Nacional de Previsão Global de Previsões Ambientais.
                    Crédito:  earth.nullschool.net 

Supercomputadores criaram modelos climáticos
Supercomputadores foram usados ​​para criar modelos climáticos baseados em vento, temperatura, umidade do solo, correntes oceânicas e até mesmo precipitação. As previsões meteorológicas para todo o mundo têm sido esta semana nas cores laranja e vermelho, o que significa temperaturas muito quentes globalmente.

Uma cidade fora do Japão teve temperaturas que atingiram 106 graus Fahrenheit. 86 pessoas morreram no Japão desde maio, enquanto outras 23 mil pessoas foram tratadas no hospital em relação ao calor. No entanto, o Japão está longe de ser o único país a ter enfrentado temperaturas extremas.

Europa vira marrom em um mês


Vários incêndios florestais surgiram em todo o mundo, incluindo na Suécia, onde o calor era o culpado. Houve até incêndios no Círculo Polar Ártico e na Grécia, com mais de 80 pessoas perdendo suas vidas na Grécia, juntamente com muitas outras feridas.

A Argélia registrou a temperatura mais alta já registrada na África, com a temperatura chegando a 124,3 graus Fahrenheit. As temperaturas mais quentes durante a noite foram registradas em Omã, quando foi de 108,7 graus Fahrenheit.

Tem havido condições climáticas extremas em todo o mundo, com a onda de calor global em vigor no momento. O mundo também está sofrendo fortes furacões, juntamente com secas, que muitos estão dizendo são os efeitos da mudança climática induzida pelo homem ou extraterrestres?

Da ficção para vida real? Extraterrestres estariam preparando o planeta? digo adaptando o planeta Terra ao extremo calor como a do seu planeta natal? 
Veja o filme A INVASÃO -(Charlie Sheen) - 1996, Ficção se tornando Realidade?

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

MISTÉRIO - Grandes partes do Canadá estão perdendo a "GRAVIDADE"

Imagem Meramente Ilustrativa

Durante mais de 40 anos, os cientistas tentaram imaginar o que estaria fazendo com que grandes regiões do Canadá, particularmente a região da Baía de Hudson, estivessem “perdendo” a gravidade. Em outras palavras, a gravidade na área da Baía de Hudson e nas regiões vizinhas é menor do que em outras partes do mundo, um fenômeno identificado, pela primeira vez, na década de 60, quando os campos de gravidade global da Terra estavam sendo mapeados.

Foram propostas duas teorias para explicar essa anormalidade. Mas antes de continuarmos, é importante primeiro considerar o que produz a gravidade. Basicamente, a gravidade é proporcional à massa. Quando a massa de uma área é de alguma maneira menor, a gravidade é menor. A gravidade pode variar em diferentes partes da Terra. Embora geralmente pensamos na Terra como sendo uma bola, ela, na verdade, fica saliente no Equador e mais plana nos pólos, devido a sua rotação. A massa da Terra não se espalha proporcionalmente e pode mudar de posição ao longo do tempo. Então, os cientistas propuseram duas teorias para explicar como a massa da região da Baía de Hudson tinha diminuído e contribuído para a redução da gravidade nas áreas.

Uma teoria concentra-se em um processo conhecido como convecção, que ocorre no manto da Terra. O manto é uma camada de rocha fundida, chamada magma, e fica entre 100 e 200 km abaixo da superfície da Terra. O magma é muito quente, deslocando-se constantemente, subindo e descendo, para criar as correntes de convecção. A convecção diminui as placas continentais da Terra, o que reduz a massa e a gravidade nessa área.

Uma nova teoria para explicar a perda de gravidade nas áreas da Baía de Hudson diz respeito à Placa de Gelo de Laurentide, que cobriu boa parte do atual Canadá e do norte dos Estados Unidos. Essa placa de gelo tinha quase 3,2 km de espessura na maioria das partes e, em duas áreas da Baía de Hudson, chegava a 3,7 km de espessura. Além disso, era muito pesada e curvava-se sobre a Terra. A Placa de Gelo de Laurentide derreteu durante um período de 10 mil anos, desaparecendo, finalmente, há 10 mil anos. Ela deixou uma profunda reentrância na Terra.

Para ter uma idéia melhor do que ocorreu, pense no que acontece quando você pressiona levemente o dedo na superfície de um bolo ou de um pedaço de pão bem macio. Parte dele vai para os lados, formando uma reentrância. Mas quando você tira o dedo, ele volta ao normal. A teoria propõe que coisa semelhante ocorreu com a Placa de Gelo de Laurentide – exceto pelo fato de que a Terra não é tão “elástica”, ricocheteando lentamente (pouco mais de um centímetro por ano). Enquanto isso, a área ao redor da Baía de Hudson possui menos massa, pois parte da Terra foi empurrada para os lados pela placa de gelo. Menos massa significa menos gravidade.

Então, que teoria está correta? Na verdade, as duas estão. A convecção e o efeito de ressalto das placas de gelo estão provocando parte da diminuição da gravidade ao redor da Baía de Hudson. Primeiro, consideraremos a teoria da placa de gelo.

Para calcular o impacto da Placa de Gelo de Laurentide, os cientistas da Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics usaram os dados coletados pelos satélites GRACE (Gravity Recovery and Climate Experiment), entre abril de 2002 e abril de 2006. Os satélites GRACE são equipamentos altamente sofisticados, que orbitam cerca de 500 km acima da Terra e 220 km de distância. Os satélites podem medir distâncias abaixo de um mícron, de modo que podem detectar as menores variações gravitacionais. Quando o satélite-guia sobrevoa a região da Baía de Hudson, a diminuição da gravidade faz com que o satélite se distancie levemente da Terra e de seu satélite associado. Esse afastamento é detectado pelos satélites e usado para calcular a mudança da gravidade. Qualquer afastamento detectado também pode ser usado para criar mapas dos campos gravitacionais.

Os dados do GRACE permitiram que os cientistas criassem mapas topográficos que se aproximassem do aspecto da Baía de Hudson durante o último período glacial, quando ela foi coberta pela Placa de Gelo de Laurentide. Esses mapas revelaram algumas características interessantes sobre a região, incluindo duas áreas salientes nos lados ocidental e oriental da Baía de Hudson, onde o gelo era muito mais espesso do que no resto da placa. A gravidade agora é menor nesse lugar do que em outras partes da baía com pouca gravidade.

Outra descoberta importante originou-se dos dados do GRACE: o que acontece é que a teoria da placa de gelo responde somente por 25 a 45% da variação gravitacional ao redor da Baía de Hudson e nas regiões vizinhas. Ao tirar o “efeito de ressalto” do sinal gravitacional da área, os cientistas determinaram que os 55 a 75% remanescentes da variação gravitacional provavelmente devem-se à convecção.

A região da Baía de Hudson terá menos gravidade durante um longo período. Estima-se que a Terra deve ricochetear mais de 198 metros até voltar a sua posição original, o que deveria levar cerca de 5.000 anos. Mas o efeito ressalto ainda é visível. Embora os níveis do mar estejam aumentando ao redor do mundo, o nível ao longo da costa da Baía de Hudson está diminuindo, já que a terra continua se recuperando do peso da Placa de Gelo de Laurentide.

Embora o mistério que cerca as anormalidades gravitacionais do Canadá tenha sido deixado de lado, o estudo possui implicações mais amplas. Os cientistas envolvidos no estudo de Harvard-Smithsonian Center ficaram maravilhados porque conseguiram ver como a Terra era há 20 mil anos. Ao isolar a influência do efeito de ressalto da placa de gelo, os pesquisadores passaram a entender melhor como a convecção afeta a gravidade e como os continentes mudam com o tempo. Finalmente, os satélites GRACE forneceram aos cientistas dados sobre muitas placas de gelo e geleiras. Ao examinar a mudança climática que ocorreu há milhares de anos, os cientistas podem compreender melhor a forma como o aquecimento global e o aumento dos níveis do mar estão afetando nosso planeta, atualmente, e que impacto eles terão no nosso futuro.
Autor: Jacob Silverman
Traduzido por HowStuffWorks Brasil
Fontes:
sairdobrasil
messagetoeagle
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domingo, 1 de outubro de 2017

ALERTA: Tempestades DESTRUTIVAS atingirão muitos Estados do Brasil - "GEOSTORM" da Ficção para Vida Real?

De acordo com o CPTEC/INPE, há risco moderado para ocorrência de fenômeno meteorológico adverso dentro das próximas 72 horas. O órgão alerta para a ocorrência de granizo, vendavais, chuvas intensas e muitos raios em diversas cidades em diferentes Estados.

“A partir de hoje, Domingo 01 de outubro de 2017, um novo cavado em níveis médio deverá se deslocar de oeste sobre a Argentina, e a advecção de vorticidade ciclônica na vanguarda deste sistema, deverá favorecer a queda de pressão em superfície, dando origem a uma nova onda frontal. A frente fria associada a este sistema deverá provocar forte instabilidade sobre o Rio Grande do Sul e oeste dos estados de Santa Catarina e Paraná, além do sul de Mato Grosso do Sul. 
Na segunda-feira dia 02/10, a frente fria deverá continuar avançando sobre o o Brasil e a tendência é que esse deslocamento gere forte instabilidade entre o Mato Grosso do Sul, centro-sul do Mato Grosso e de Rondônia, sul de Goiás, norte e centro-leste do Paraná, centro-leste de Santa Catarina, grande parte de São Paulo, triângulo e sul/sudeste de Minas Gerais.  íntegra De Olho no Tempo”  O Instituto Nacional de Meteorologia também emitiu alertas de perigo para o Sul.

De manhã

Nessa Tarde:

Na área em destaque, ocorrerão pancadas de chuva, que localmente devem ser de forte intensidade, acompanhadas de descarga elétricas, rajadas de vento ocasional queda de granizo e, pontuais acumulados expressivos de precipitação.
Para os próximos dois dias os alertas são mantidos, porém, eles podem ser atualizados:

Além do Brasil, Uruguai, Argentina, Bolívia e Paraguai também devem ser atingidos. O alerta de tormentas destrutivas é mantido para Sul, Sudeste e Centro-Oeste devido a intensidade das mesmas, que poderão causar danos severos e prejuízos humanos.
Veja a imagem do satélite abaixo em tempo Real.
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quinta-feira, 20 de julho de 2017

CIA: Nações se utilizam da modificação do tempo como uma guerra clandestina "H.A.A.R.P"

Muitas nações possuem a capacidade de usar a modificação do tempo ou a geoengenharia como uma arma. A ideia assusta, mas é verdade; a partir de métodos relativamente simples, como aviões colocando produtos químicos que produzem chuva no ar, tecnologias mais sofisticadas, como H.A.A.R.P. desenvolvido em áreas como instalações no Alaska, a manipulação do tempo não é apenas possível, mas já foi usado como arma de guerra secreta.
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                                             Fonte:Jaconor 73

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Chovendo Animais? Sim é Real e Permanecem sem Explicação ...

Chovendo animais é um fenômeno meteorológico muito taxa em que os animais, literalmente, caem do céu e até hoje, não houve nenhuma evidência conclusiva de como ou por que isso acontece.
Isso vem ocorrendo ao longo da história. Na verdade, naturalista romano Plínio o Velho tempestades de sapos e peixes no primeiro século dC documentado!
Embora os pássaros têm sido documentados como chover do céu, por isso têm de peixes, rãs, aranhas e até mesmo entre uma variedade de outras criaturas.
Algumas teorias propõem que este é o resultado de tornados e outros fenômenos naturais, como demonstrado neste vídeo abaixo:

Esta hipótese parece ser suportado pelo tipo de animais encontrados nessas chuvas ,, que são pequenos e leves, e geralmente aquático, mas não explica como todos os animais envolvidos nesses incidentes seriam de apenas uma espécie, como tem sido o caso ao longo da história, e não um grupo de animais de tamanho similar a partir de uma única área, o que seria de bom senso.

Então, o que poderia explicar isso de forma conclusiva, porque a explicação proposta de cientistas que os furacões são responsáveis ​​é claramente imperfeita uma vez que cada vez os mesmos tipos de espécies estão sendo encontrados que sugere o tornado discriminar em suas vítimas, que em si é bastante absurdo acreditar. Quero dizer, pense sobre isso; apenas aranhas choveu do céu no Brasil, em 3 de fevereiro de 2013. Somente rãs no Japão, em Junho de 2009. Só Medusa, na Inglaterra, em 1894, e há muitos outros casos apenas como estes, com peixes e aves e outros animais.
Abaixo, você pode assistir a um vídeo sobre oito das coisas mais estranhas que já choveu do céu;

Faz você pensar sobre a frase esta chovendo  cães e gatos, um pouco diferente, não é?
Fonte:http://www.ewao.com 
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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Alterações Climáticas nos Alpes suíços - Superaquecimento abre grande buraco na geleira

Conforme relatado por vários jornais, um abismo gigante é fotografado em uma geleira alpina, não no território nacional italiano, mas em uma área dos Alpes suíços. A geleira envolvida seria a de Vale do Herens, os Alpes da Suíça a algumas dezenas de quilômetros na fronteira do Valle d'Aosta.
As imagens aéreas são "sem piedade": na base da geleira houve um enorme estrondo e criou um abismo enorme centenas de metros de profundidade, embora estudos e pesquisas em profundidade será realizado em detalhes nos próximos dias.
A geleira onde houve o maxi-buraco seria Ferpecle e a foto do buraco foi feita hoje pelo geólogo Gerard Stampfli, todos, em seguida, publicado no site Le Nouvelliste. É um abismo que se formou quase certamente devido ao clima quente e as temperaturas elevadas que prejudicaram todos os glaciares neste verão, considerando que apenas há uma semana na área foram alcançados 30 graus.
Caos climático: O climatologista alerta para a presença de um Godzilla El Nino que afetam o Clima Global.
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                                                Veja o Vídeo Abaixo:


                                        Fonte:SignsofThyComing

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Não será fechado: A nova Vida do Projeto HAARP

O HAARP controverso e enigmático, gerando muitas teorias da conspiração, o programa não será encerrado mesmo que foi oficialmente desmantelado pela Força Aérea dos EUA em junho do ano passado, dizem cientistas americanos.
Atualmente, o Programa de Pesquisa Aurora High Frequency Ativo  (HAARP, por sua sigla em Inglês) está aberto, mas seus transmissores estão desligados desde a Primavera de 2014, disse Bill Bristow, um pesquisador do Instituto de Geofísica do HAARP em entrevista para Alaska Despacho Notícias. 

Instalações HAARP consisti de uma cadeia de transmissores e antenas que são utilizados para aquecer a parte superior da atmosfera, a ionosfera. Os transmissores são capazes de criar uma aurora artificial e permitem converter a ionosfera num laboratório para estudar o comportamento das partículas e ainda mais investigação.
Segundo a versão oficial dos EUA, o HAARP foi usado para estudar e melhorar as tecnologias de comunicação com experimentos em que fortes sinais para a atmosfera para medir seu efeito sobre as ondas de rádio disparou. No entanto, muitos especialistas e políticos acusaram o programa de causar desastres  naturais, como furacões, tornados, inundações e terremotos. 

A partir de 2003-2014 HAARP realizou o equilíbrio entre as tarefas puramente científicos e estudos encomendados pela agência de projetos militares do Pentágono (Darpa). O último experimento patrocinado pelo Exército foi realizado no verão de 2014.

"Os militares tinham seus objetivos específicos, agora podemos nos dedicar a fazer ciência básica", diz Bill Bristow. No entanto, após o encerramento das experiências militares, o HAARP perdeu seu financiamento. Atualmente Bristow e seu colega Bob McCoy, diretor do Instituto de Geofísica da Universidade de Alaska Fairbanks, estão buscando "clientes": os cientistas que estão dispostos a pagar por experiências em instalações HAARP, para que possamos manter o projeto aberto.
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                                            Veja o Vídeo Abaixo:


                                      Fonte:Fatos Desconhecidos

domingo, 21 de junho de 2015

Especialistas Alertam: Alterações Terra "Começou a Sexta Extinção em Massa na Terra"

Especialistas alertam que as taxas de extinção atingiram níveis não vistos desde o desaparecimento dos dinossauros e que a existência humana é ameaçada !!
Isto não é ficção científica, mas o resultado de um estudo realizado por três universidades americanas de renome, o Stanfort, Princeton e Berkeley, segundo a qual o homem poderia estar envolvido nesta nova era de extinção, assim como aconteceu com os dinossauros há 65 há milhões de anos. Tal como verificado pelos três vertebrados universidades, que também pertence à família homem, estão a desaparecer com grande velocidade, a uma velocidade 114 vezes maior do que seria esperado.

Um processo de extinção em massa que está parado, caso contrário, ele explicou à BBC Gerardo Ceballos, se não fizermos nada para pará-lo ", ele vai levar milhões de anos para se recuperar, e nossa espécie provavelmente vai estar entre os primeiros a desaparecer."
O resultado veio na análise da taxa de desaparecimento de espécies de vertebrados e examinando os fósseis de quem já perdeu. O estudo mostrou que mais de 400 vertebrados desapareceram desde 1900, com um ritmo de crescimento constante relacionada principalmente à mudança climática, poluição e desmatamento. De acordo com investigadores em apenas três gerações de homens vamos perder os benefícios incalculáveis ​​para a agricultura e o meio ambiente em geral polinização das abelhas, a um risco muito elevado de extinção.

A causa do sexta extinção em  massa chamada Homus stupidus

De todas as extinções em massa que ocorreram na Terra, esta é a primeira causados ​​pelos seus próprios habitantes. A outra tinha todas as fontes externas, tais como meteoritos, a explosão de uma supernova no espaço ou alterações na temperatura ambiente. A Terra, que tem 4,5 bilhões anos, não importa muito: toda vez que ele pacientemente reconstruído suas vidas de maneiras diferentes do que antes, mas também cada vez mais avançada. Deve importar o Homo sapiens no entanto muito, que viveu por apenas 200 mil anos, e que em apenas dois ou três séculos - mais do que sapiens stupidus - vai destruir o ambiente necessário para a sua sobrevivência.
Como afirmado pelo Papa Francis em Encliclica recente "Louvado sejas" - "precisa de um novo modelo de desenvolvimento e de solidariedade, o respeito por todos os seres vivos que compõem o ecossistema e o fim da depredação dos recursos da terra em nome do lucro."
Em um mundo impulsionado por governos que não conseguem concordar em nada, parece impossível. Como em um filme de Kubrick, deixar em algum lugar um monolito que disse: 
" Nós aqui, você não gosta de nós . "
Fonte:segnidalcielo.it
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                                               Veja os Vídeos Abaixo:


                                                Fonte:Antareszeta


                                          Fonte:It's Okay To Be Smart