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quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Uma Estrutura Maciça Semelhante A Uma Antiga Tumba Japonesa Descoberta Em Marte


“Arqueólogos virtuais” acreditam que existe um “templo enorme” em Marte que se parece com uma antiga tumba japonesa. Segundo eles, isso é confirmado por imagens de satélite do Planeta Vermelho.

Os pesquisadores estão confiantes de que há uma conexão definitiva entre a misteriosa estrutura na superfície de Marte e o templo japonês na Terra. A estrutura vista em imagens de satélite de Marte mostra semelhanças impressionantes com a antiga tumba japonesa de Kofun.

Uma estrutura massiva é visível no serviço Google Mars basta inserir as seguintes coordenadas: 6 ° 3'57,07 “N 92 ° 4'13,22” E

Um grande número de imagens da estrutura misteriosa sugere que este não é um efeito pareidólico. Esta estrutura tem uma semelhança impressionante com o complexo funerário do Japão. Isso leva alguns pesquisadores a especular que talvez há milhões de anos uma antiga civilização realmente habitava Marte.

Existem várias teorias intrigantes sugerindo que, em um passado distante um evento catastrófico desconhecido para nós destruiu a civilização marciana, forçando seus representantes sobreviventes a ir para a Terra e restaurar a civilização nela.

Em relação à declaração de arqueólogos virtuais a NASA explicou que as bordas retas da estrutura são o resultado de rachaduras ou de uma colina natural formando um solo duro que foi erodido ao longo de bilhões de anos.

Muitos pesquisadores discordam dos cientistas da NASA e acreditam que a estrutura identificada em Marte embora tenha sobrevivido a milhões de anos de erosão mas seus contornos claros indicam que uma raça antiga provavelmente habitou Marte.

De acordo com o cientista John Brandenburg, que tem doutorado em física teórica de plasma pela Universidade da Califórnia, a antiga civilização marciana existiu no Planeta Vermelho e foi destruída em um passado distante.
 
“As semelhanças não podem passar despercebidas e estamos olhando para os restos de uma civilização marciana outrora poderosa que provavelmente desapareceu há milhões de anos após um evento catastrófico”, disse Brandenburg.
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domingo, 8 de março de 2020

Uma chuva "NEGRA" caiu sobre a cidade japonesa de Saitama provocando medo entre os cidadãos

😱😱😱😱

Uma chuva estranha caiu sobre a cidade japonesa de Saitama, provocando medo entre os cidadãos porque deixava visíveis manchas negras cobrindo tudo à sua volta com uma bizarra água escura.

Por vezes a Mãe Natureza pode ser assustadora. Porém, as pessoas parecem conseguir arranjar sempre explicações sobre o que poderia causar vários fenômenos naturais como luzes estranhas no céu ou tempestades devastadoras. No entanto há coisas que ficam por explicar.

Na segunda-feira, surgiram relatos de uma chuva misteriosa na cidade de Hasuda e em várias outras zonas. As autoridades locais estão investigando as causas do fenômeno incomum após terem recebido várias queixas de residentes locais de acordo com o jornal britânico Daily Mail.



As teorias evocadas para explicar a precipitação incomum vão desde a alegada incineração de corpos infetados pelo novo coronavírus até à poluição do ar.

Algumas pessoas temiam que a chuva escura estivesse associada a materiais de origem nuclear presentes na atmosfera. Outros sugeriram que a chuva poderia ser fruto de lançamentos secretos de mísseis provenientes da Coreia do Norte.

Vários meios de comunicação locais relataram que a chuva negra poderia ter sido causada por um incêndio que tinha eclodido num dos prédios comerciais da cidade.

O presidente da câmara da cidade falou sobre o fenômeno e disse que a análise da radioatividade do líquido acinzentado não teve resultados incomuns.

As autoridades estão a trocar informações com o Escritório de Gestão Ambiental da câmara e estão a trabalhar “para entender a situação”.
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sexta-feira, 5 de abril de 2019

Sonda japonesa "HAYABUSA 2" atinge asteroide com explosivo e completa Missão

“Este é o primeiro experimento de colisão do mundo com um asteroide!", escreveram os pesquisadores japoneses no Twitter

Durante a madrugada desta sexta-feira, 5, a sonda Hayabusa2 liberou um pequeno pêndulo explosivo em direção ao asteroide Ryugu. Após meses de preparação, a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão, JAXA, conduziu esse procedimento de maneira remota, na sala de operações localizada na Terra. Transmitida em tempo real, a missão demorou horas e foi repleta de tensão: ao final, os responsáveis pelo projeto comemoraram muito.
                                REPRESENTAÇÃO DA SONDA HAYABUSA 2 NO ASTEROIDE RYUGU 
                                                             (FOTO: AKIHIRO IKESHITA (C), JAXA)

Toda a operação recebeu o nome de "Operação do Pequeno Impactor de Carga" e tinha como principal objetivo entender melhor o interior de um asteroide, assim como a origem do Sistema Solar e da vida na Terra. Para isso, a JAXA decidiu criar uma cratera no Ryugu e coletar algumas amostras.

Durante toda a madrugada, milhares de pessoas acompanharam, com apreensão, a confirmação da agência espacial japonesa de que a missão havia sido concluída com sucesso. No Twitter, às 03:38 da manhã (horário de Brasília), a JAXA escreveu que a câmera DCAM3 havia fotografado com sucesso o momento que o explosivo colidiu com o asteroide.
“Este é o primeiro experimento de colisão do mundo com um asteróide! No futuro, examinaremos a cratera formada e como o ejetor se dispersou”, escreveram.

Após ter lançado o explosivo, a Hayabusa2 recuou para trás do asteroide por segurança. Com as imagens, os pesquisadores esperam entender melhor do que exatamente o asteroide Ryugu é feito.


Aos poucos, a sonda japonesa retornará à sua posição inicial, a cerca de 20 quilômetros do asteroide. Ainda não se tem informações sobre o tamanho da cratera artificial criada no asteroide. Antes da missão, os pesquisadores previam uma cratera entre três e 10 metros de diâmetro, a depender do material da superfície de Ryugu — que está a 300 milhões de quilômetros da Terra.

Esta não é a primeira vez que uma missão espacial é conduzida na tentativa de explodir um asteroide. Em 2005, o projeto Deep Impact, da NASA, criou uma cratera artificial em um cometa, porém, na época, foi pensada apenas para fins de observação, sem coletar amostras.
Fonte
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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Chuva de Meteoros 'Delivery': você Poderá Encomendar sua Própria Estrela Cadente!

Você já pensou em criar a sua própria chuva de meteoros?

Se você passa horas olhando para o céu a fim de conseguir avistar um meteoro, saiba que em breve você poderá encomendar uma "estrela cadente" por telefone! Por até parecer que isso foi tirado do roteiro de algum filme de ficção científica, mas não: estamos falando de um projeto sério, e completamente provável.

Um grupo de cientistas japoneses disseram ter uma fórmula secreta para criar meteoros, popularmente conhecidos como "estrelas cadentes". Eles não revelaram qual é a química usada, mas disseram que ela seria ejetada a partir de um satélite, criando uma incrível "chuva de meteoros on demand".
A empresa start-up japonesa chamada ALE fez uma parceria com pesquisadores de várias universidades para criar as chuvas de meteoros artificiais, que vão custar a bagatela de $8.100 dólares por meteoro! Ou seja, se você quiser uma verdadeira chuva de meteoros como a Geminídeas, por exemplo, com taxa de cerca de 80 meteoros por hora, você vai ter que desembolsar uma quantia astronômica! Com o tempo, essa tecnologia tende a ficar mais acessível, mas por enquanto, será um privilégio de estudos científicos altamente financiados e claro, dos mais "afortunados".

Os pesquisadores disseram ainda que os meteoros manufaturados deverão ser brilhantes o suficiente para ser visíveis mesmo em áreas com poluição luminosa extrema, como Tóquio, São Paulo e Nova York.
Foto da chuva de meteoros Liridas 2015, vista de Tucson, no Arizona, EUA.
Créditos: Sean Parker

As chuvas de meteoros naturais ocorrem quando poeira e detritos do espaço são aquecidos por fricção à medida que passam através da atmosfera da Terra. Meteoro é o nome dado ao efeito luminoso, conhecido popularmente como "estrela cadente". Na maioria das vezes, eles queimam por completo antes de atingir a superfície da Terra, mas quando acontece uma exceção, e eles atingem o solo, o detrito espacial ganha o nome de meteorito.
Os detritos artificiais seriam lançados a partir de um microssatélite de 50 centímetros de largura, e assim como os detritos espaciais, queimaria na atmosfera da Terra, e atingiria cerca de 8 km/s de acordo com a repórter da AFP, Miwa Suzuki.

O pequeno satélite responsável por criar meteoros artificias está sendo desenvolvido pela ALE em parceria com pesquisadores. O satélite iria orbitar a Terra de norte a sul, a uma altitude de cerca de 400 a 500 km por alguns meses, antes de cair de volta para a Terra.

A composição química é um segredo da empresa ALE, mas ela revelou que está considerando diferentes misturas para criar faixas de cores diferentes.
"Fazer do céu uma tela é a maior atração deste projeto como entretenimento", disse Lena Okajima, fundadora e CEO da empresa. "É uma exposição no espaço".

Em caso de mau tempo, as estrelas cadentes poderão ser canceladas até 100 minutos antes do espetáculo planejado.

As chuvas de meteoros artificiais não seriam apenas espetáculos e entretenimento, mas podem ainda ser muito valiosas para os cientistas. Um engenheiro aeroespacial da Universidade Metropolitana de Tokyo, Hironori Sahara, disse que analisar a luz de um meteoro significa entender sua temperatura, densidade, e movimentação da atmosfera naquela elevação. As chuvas de meteoros naturais também ajudam nessas pesquisas, mas como são imprevisíveis, os cientistas não sabem pra onde olhar e pra onde apontar seus instrumentos. Nesse caso, as chuvas de meteoros artificias poderão ser muito úteis.
É uma oportunidade valiosa, porque a região do céu que estes meteoros passam é mais alta do que os balões meteorológicos, e mais baixa do que as naves espaciais. A empresa ALE continua suas pesquisas a fim de aprimorar sua tecnologia, e já está se reunindo com investidores para tornar seus projetos em realidade, assim, os cientistas e os amantes do céu noturno poderão ter suas chuvas de meteoros a pronta entrega. Mas tem uma coisa que nenhuma empresa conseguirá criar: a emoção e a honra de avistar um meteoro natural, um verdadeiro espetáculo da natureza, que qualquer um pode ver... gratuitamente...
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terça-feira, 30 de abril de 2013

Empresa Japonesa vai Construir Elevador Espacial!!

O elevador é um dispositivo de transporte bastante útil nos tempos que correm, contudo, este conceito já é bastante antigo. O primeiro elevador foi criando em Roma, no século I a.C., por um engenheiro chamado Vitrúvio.
Amplamente utilizado em prédios, para facilitar o deslocamento (vertical) entre andares, este dispositivo de transporte poderá começar a ser utilizado para efetuar viagens até ao espaço.
De acordo com o The Daily Yomiuri a Obayashi Corporation, empresa de construção chinesa sediada em Tóquio, espera desenvolver um elevador espacial até 2050.
Este elevador espacial irá transportar passageiros e carga, ao longo de uma fita de nanotubos de carbono, partindo de um terminal terrestre em direção a um terminal espacial, a 36,000 km de altura.
No total, esta fita de nanotubos de carbono irá ter 96,000 Km de comprimento, com um contrapeso no final, para manter a corda bem esticada. O terminal espacial, a 36,000 km de altura, estará equipado com instalações residenciais para os passageiros.
Se faz intenções de tirar bilhete para este futuro (mas muito longínquo) transporte espacial, prepare-se para uma bela, mas aborrecida viagem ascendente, visto que apesar de o elevador viajar a 200 km/h, este demorará cerca de uma semana a chegar ao terminal espacial.
A Obayashi Corporation tem como principal objetivo, desenvolver um meio de transporte espacial com capacidade para 30 passageiros, de cada vez. Equipado (provavelmente) com motores lineares magnéticos, o elevador será impulsionado para o espaço ao longo da extensa fita de nano tubos de carbono.
A empresa ainda não revelou os potências custos do projeto, nem o local onde este será construído. Contudo, o facto de este dispositivo utilizar a força centrífuga para manter a fita bem esticada, indica que o terminal terrestre terá de ser construído perto da linha do equador.
Pontianak, na Indonésia, é um dos potenciais locais de construção para o elevador.
É pena não dar para adaptar esta tecnologia aos arranha-céus das cidades. Seria interessante entra num destes elevadores e ver os botões: 1º Andar, 2º Andar … 99º Andar, Terminal Espacial.
fonte:
Via: Discovery
Créditos de imagem: NASA e Obayashi Corp
http://www.tecnologiasdeultimogrito.com 

                                             Veja o Vídeo Abaixo:


                                                Fonte:elporvenirmty