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segunda-feira, 23 de julho de 2018

As pessoas querem beber o líquido vermelho do sarcófago recém-aberto de 4.000 anos, se você também quer beber assine a PETIÇÃO aqui!!

Quando um sarcófago de granito negro antigo foi desenterrado por arqueólogos no Egito há três semanas, circulou o medo de que ele pudesse conter uma terrível maldição. Muitos disseram que deveríamos deixá-lo onde o encontramos, intocado e nunca libertar o tormento aterrorizante. Mas nós escutamos? Não. Os esqueletos das múmias familiares são vistos no local do recém-descoberto sarcófago negro gigante.
O alerta caiu em ouvidos surdos e especialistas valorizaram a caixa de dois mil anos para revelar seu horror total. Dentro havia três esqueletos e uma água de esgoto vermelho-marrom, que, aparentemente, emitia um fedor insuportável.

Mas não contente em deixá-lo naquele estado agora realmente querem beber o suco de esqueleto. Innes McKendrick, um produtor de videogames de Guildford, Surrey, lançou uma petição para nos deixar comer os conteúdos decompostos.
Se você também quer beber assine a PETIÇÃO, link abaixo:

Innes McKendrick quer beber o suco de esqueleto do 'Rei dos Esqueletos, Egito' (que estamos adivinhando serem nossos novos senhores) ele escreveu: 'Precisamos beber o líquido vermelho do sarcófago escuro amaldiçoado na forma de algum tipo de bebida energética carbonatada para que possamos assumir seus poderes e finalmente morrer.

Ele não está sozinho em seu pensamento, com 20.266 pessoas que já assinaram se inscrevendo desde que foi lançado há 3 dias atrás.
                            O sarcófago foi descoberto há três semanas (Foto: Reuters)

Innes postou a petição para seus 21.000 seguidores no Twitter hoje e até agora recebeu mais de 2.000 re-tweets e 6.000 curtidas. Um usuário fez a pergunta que estava em todos os nossos lábios, por quê? Sim, Innes. Por quê? Sua resposta: "Não quero que seja desperdiçado". Falando ao  Metro,  ele explicou: “A descoberta do sarcófago negro em Alexandria despertou interesse em todo o mundo, e entre amigos foi imediatamente captado como um símbolo de esperança. As pessoas tiveram uma oportunidade que muitas vezes lhes é negada - imaginar um futuro mais brilhante e otimista, no qual a terra é arruinada, dilacerada e consumida pedaço a pedaço pelas mãos de deuses egípcios furiosos e imortais. O potencial para desencadear essa maldição sobre nós mesmos, abrindo o sarcófago, ofereceu um grau de controle sobre nossas vidas que, no atual clima político e financeiro, somos tantas vezes negados. “Muitos se sentiram decepados quando o sarcófago escuro e extremamente amaldiçoado foi aberto para revelar apenas esqueletos encharcados de esgoto bruto, o que é estranho porque os esqueletos são inerentemente bastante impressionantes. No entanto, eu estou fiel à esperança que nos foi prometida, e acredito profundamente que, consumindo o suco de esqueleto na forma de uma bebida energética com alto teor de cafeína, ainda podemos ter a oportunidade de entrar em uma era de interminável escuridão e desespero. Estou muito feliz em ver outros apoiando a petição e compartilhando minha missão de rapidamente trazer o fim de todas as coisas.
Fonte
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                                                     Veja o Vídeo Abaixo:

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Brasil seria 'Lugar Perfeito' para Snowden, Mas Custo ao País pode ser Alto !!!

         Snowden tem Amigos no Brasil, destaca Autor de Livro sobre o Informante

O Brasil seria "o lugar perfeito" para abrigar Edward Snowden, pivô dos escândalos que abalaram a comunidade de espionagem americana, na opinião do autor de um livro sobre a saga do ex-prestador de serviços da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês).
Luke Harding, jornalista do diário britânico The Guardian, traz à tona detalhes intrigantes sobre Snowden, como as suas referências na direita americana, em particular as ideias consideradas ultraliberais do senador republicano Ron Paul.
Para o repórter do jornal onde apareceram as primeiras reportagens sobre o tema, o Brasil é "perfeito" para abrigar o informante mais procurado do mundo, hoje asilado na Rússia. Harding lembra que o Brasil é um país "grande, importante, democrático", onde Snowden tem amigos.
Por outro lado, o próprio Harding reconhece que "para qualquer país ocidental democrático, dar asilo a Snowden implicaria uma grande conta a pagar na relação com os EUA".
"Basicamente, seria uma grande bomba transatlântica explodindo", disse Harding à BBC Brasil. "Nenhum líder, seja Dilma Rousseff do Brasil ou Angela Merkel da Alemanha, está disposto a suportar tamanho prejuízo bilateral. Quase por default, Snowden está preso em Moscou."
O jornalista é autor de Os Arquivos Snowden – Os Bastidores da História do Homem Mais Procurado do Mundo, que chega às livrarias brasileiras distribuído pela editora LeYa.
No livro, ele recapitula a história com detalhes de quem a viu por dentro: Harding fazia parte da equipe londrina do Guardian que analisou os arquivos vazados por Snowden relativos ao serviço secreto de inteligência, GCHQ.
"Vimos que se tratava de um momento histórico importante, e alguém precisava escrever essa história", afirmou o jornalista.
'Patriota'
O resultado é uma janela para a personalidade e as motivações de Snowden, cujas ações, aos olhos de muitos, o transformaram em mártir da liberdade de expressão.
Nesta semana, o informante foi escolhido com folga como líder honorário do grêmio estudantil da Universidade de Glasgow, na Escócia.
Em janeiro, Snowden foi incluído no conselho diretor da Fundação para a Liberdade de Imprensa (Freedom of the Press Foundation). A organização foi fundada por Daniel Ellsberg, que antes da era WikiLeaks e da NSA mantinha a reputação de informante mais proeminente dos Estados Unidos (ele vazou os chamados Documentos do Pentágono nos anos 1970).
Uma parte da celebração em torno de Snowden possivelmente ignore a ideologia do homem que se enxerga antes, na descrição de Harding, como um patriota americano. Admirador do republicano libertário Ron Paul, o analista de inteligência mantinha uma cópia da Constituição americana em sua escrivaninha no Havaí.
"Quando juntamos os pedaços da história, o mais interessante é perceber que ele (Snowden) não vem da esquerda; vem da direita", afirma Harding.
"Fundamentalmente, ele é um patriota e um idealista que fez estas coisas extraordinárias não por vaidade ou porque quisesse acabar com o sistema, mas porque queria reformar o sistema."
Harding sustenta que a finalidade de Snowden não era necessariamente desmantelar a rede de inteligência americana, mas fortalecê-la através de um debate público sobre o seu funcionamento e alcance.
"Ele achava que os programas (de monitoramento) tinham de operar com a concordância do público, e não em segredo, autorizados por um grupo de autoridades não eleitas pelo povo", disse o jornalista.
Segundo o autor, Snowden crê que as operações da NSA "subvertem a lógica da internet" e "desrespeitam a Constituição americana".
‘Prisioneiro’ russo
A decisão de um juiz federal de Washington, que em dezembro passado descreveu os programas de espionagem como ilegais, reforça o argumento de que Snowden alcançou os objetivos que perseguia com os vazamentos.
Mas o informante sabia que ironicamente o escândalo doméstico, assim como o abalo nas relações diplomáticas americanas com o resto do mundo, alimentariam acusações de que ele é "antiamericano".
Com o acesso a países ocidentais ou aliados dos EUA - como o Brasil – impossibilitado pelo intenso lobby diplomático americano para apanhá-lo, o informante se viu diante de poucas escolhas de asilo quando decidiu deixar a ilha de Hong Kong, de onde poderia ser extraditado para os EUA após as primeiras revelações.
O próprio presidente russo, Vladimir Putin, qualificou-o como um "presente indesejado" antes de lhe conceder asilo.
Harding, que viveu quatro anos na Rússia como jornalista, e descreve no livro táticas controversas da espionagem russa para manter um olho em seus alvos, acredita que por força do destino Snowden acabou se convertendo em um "prisioneiro" de um regime altamente interessado em seus segredos.
Os envolvidos na história creem que Snowden, um especialista de primeira linha em temas de segurança virtual, tratou de inviabilizar os dados para que não caíssem nas mãos do inimigo.
"Hong Kong foi missão cumprida para ele. O plano dele era distribuir esse material com jornalistas, que por sua vez usariam o seu julgamento editorial para publicar o que achassem relevante. 
Não havia mais razão lógica para levar esse material com ele para a Rússia", diz Harding.
Abalo diplomático
Sem sinal visível de clemência por parte da Casa Branca, que ameaça enquadrá-lo na Lei de Espionagem se prendê-lo, a novela pessoal de Snowden permanece incerta – indício de que o livro de Harding é o primeiro, mas provavelmente não o último sobre o assunto.
Até lá, o governo americano tentará reconquistar a confiança de seus cidadãos e de líderes estrangeiros, abalada pelos escândalos de espionagem. Entre os chefes de Estado, Dilma e Merkel foram as que mais fortemente expressaram seu ultraje com a arapongagem.
Porém, publicamente, o governo de Merkel respondeu intensificando a relação com os EUA, enquanto Dilma postergou, sem nova data, uma visita de Estado a Washington que deveria ter ocorrido no ano passado.
Outro alvo, o presidente francês François Hollande, foi recebido em Washington nesta semana com pompas.
Harding se esquiva de emitir uma opinião sobre o melhor momento para uma reaproximação Brasil-EUA, avaliando que "é uma questão interna para o Brasil".
Meses de escândalos sucessivos revelaram "poderosos sistemas de espionagem" que não serão modificados da noite para o dia, ele sublinha. "Essa capacidade (de coletar informações em massa) é nova e precisamos discuti-la", reflete o jornalista.
Por outro lado, em um viés positivo, ele acredita que os cidadãos estão mais "capacitados" para lidar com o problema da espionagem após as revelações de Snowden . "Hoje, já sabemos que o iPhone é um aparelho de espionagem poderoso. Antes, era só um aparelho bacana para se mostrar."

       Petição a Favor de que o Brasil dê Asilo a Snowden
                     já Tem Quase 900 mil Assinaturas


Dirigida à presidente e ao ministro da Justiça do Brasil, petição considera que o país “é o lar perfeito para um homem que sacrificou sua vida para divulgar a invasiva e ilegal espionagem dos EUA”.
Uma petição dirigida à presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo a pedir a concessão de asilo a Edward Snowden, que vive atualmente na Rússia, já foi assinada por mais de 880 mil pessoas e está perto de atingir o objetivo de um milhão de assinaturas.


“Como cidadãos de todo o mundo profundamente preocupados com a violação em massa de nossa privacidade, pedimos a V. Exas que concedam asilo a Edward Snowden, que denunciou a espionagem norte-americana. 
Como líder de um movimento global pela liberdade na Internet e pela privacidade, o Brasil é o lar perfeito para um homem que sacrificou sua vida para divulgar a invasiva e ilegal espionagem dos EUA”, diz a petição “Um Lar para Snowden”.

         Maior Mensagem de Apoio Cidadã na História

“Se 1 milhão de nós nos mobilizarmos agora, poderemos enviar à presidente Dilma a maior mensagem de apoio cidadã na história”, diz-se no site, que apela à assinatura para garantir a segurança de Snowden e defender a democracia em todo o mundo.


Fontes:
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                                           Veja o Vídeo Abaixo:


                                     Fonte:senador requiao