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terça-feira, 25 de abril de 2017

Vladimir Putin: "95% da classe dominante no mundo não são humanos", mas híbridos répteis de "sangue frio"

Putin afirma em reunião extraordinária: ''O mundo é governado por híbridos reptilianos''

Há um rumor sobre uma reunião extraordinária convocada por Vladimir Putin, presidente da Rússia, que, aparentemente, afirmou que "95% da classe dominante no mundo não são humanos", mas híbridos répteis de "sangue frio" e "membros de um antigo culto ".
Ao participar de um fórum de porta fechada com os mais altos níveis de governo e do seu pessoal em St. Petersburg -, Putin respondeu a perguntas sobre o vazamento de papéis chamados Panamá e observou que por trás da conspiração estão: agências de espionagem dos EUA, o bilionário húngaro George Soros e um pessoal do crime organizado.

Fontes próximas a Putin alegaram de que ele bateu na mesa e disse: "George Soros, você é um dragão astuto, esta é uma guerra." Ele até prometeu aumentar as sanções contra Open Society de Soros.

Quando questionado por um assessor, com o que ele quis dizer com "dragão" (incomum na palavra russa), Putin suspirou profundamente e, com o olhar, advertiu que nem tudo é o que parece quando se trata de como funciona o mundo.

Além disso, o presidente russo disse que a evidência estava em toda parte e, pessoalmente, tinha um profundo conhecimento dos seus negócios; Ele explicou que não era um deles, mas tentaram atraí-lo para o seu antigo culto "babilônico".

Vladimir Putin sublinhou que a humanidade tem sido manipulada para ser "inconsciente" através da programação de mídia e política. Um exemplo perfeito foi os recentes documentos de Panamá.
Fonte:semprequestione
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                                            Veja o Vídeo Abaixo:

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Para espionar cidadãos do Reino Unido Cidade Instala Olhos Gigantes - Olho que tudo Vê?

Um dos 'Olhos' gigantes que saúdam os visitantes na entrada John Lewis para a estação New Street
Uma  grande midia em forma de olho esta sendo instalada como parte da estação New Street e requalificação Grand Central, no Reino Unido.
A empresa disse que o projeto foi o primeiro de seu tipo para o mercado de publicidade do Reino Unido.
Utilizam tecnologia de reconhecimento facial para identificar os transeuntes e oferecendo anúncios personalizados segundo sua idade ou gênero.
Além disto, os anúncios em forma de olho, registram todos os movimentos dos pedestres, muitos já começam a reclamar pelo seu direito de privacidade sendo invadido.
Quando o programa de instalação estiver concluído a estação New Street será a primeira no Reino Unido a apresentar os expositores publicitários em cada uma de suas três entradas principais.
Desenvolveu um sistema para criar três curvaturas em forma de olho digitais sem emendas, medindo até 97 pés por 21 pés.
Estamos sendo monitorados constantemente foi o que um dos pedestres entrevistados disse, onde fica a nossa privacidade?

Significado de Olho de Hórus
O que é o Olho de Hórus:

Olho de HorusOlho de Hórus, também conhecido como udyat, é um símbolo que significa poder e proteção. O olho de hórus era um dos amuletos mais importantes no Egito Antigo, e eram usados como representação de força, vigor, segurança e saúde.

Hórus era o Deus egipcío do sol nascente e era representado como falcão. Era a personificação da luz e a tinha como inimigo Seth, o deus da desordem e violência.

No mito de Osíris, Hórus é filho de ísis e Osíris. Hórus ficou conhecido por diferentes nomes: Harakhte (Hórus do Horizonte), Harpócrates (Hórus, o Menino), Haroeris (Hórus, o Velho), entre outros.

Atualmente, o olho de Hórus também é utilizado como símbolo contra a inveja e o mau-olhado, além de proteção, e por isso é bastante usado sua imagem para fazer tatuagens, em diversas partes do corpo. É bastante comum ver o olho de Hórus na forma de pingentes. Além do olho de Hórus, o ankh, hieróglifo que simboliza a vida, também é popularmente usado como amuleto e em tatuagens.

Algumas pessoas acreditam que o olho de Hórus é uma representação da glândula pineal, que se encontra no cérebro e produz melatonina. No âmbito mais místico, alguns autores chamaram esta glândula de "terceiro olho", indicando que era responsável pela ligação entre o corpo e a alma.

Existe uma lenda, de que o olho de Hórus é composto por duas partes, o olho esquerdo, e o direito, onde o olho esquerdo simboliza a lua, e o direito, o sol. A lenda volta ao Egito, onde, em uma luta o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hórus, que acabou sendo substituído por um amuleto, que deu origem então ao que hoje é conhecido como o olho de Hórus.

Olho de Hórus Direito e Esquerdo
O olho direito de Hórus representa a informação concreta, que é controlada pelo lado esquerdo do cérebro. Esse lado é responsável pelo entendimento de letras, palavras e números, e é mais voltado ao universo de um modo masculino.

O olho esquerdo representa a informação abstrata, é representado pela lua, e simboliza um lado feminino, com pensamentos e sentimentos, intuição, e a capacidade de enxergar um lado espiritual.

Olho de Hórus na Maçonaria
O olho de Hórus faz parte dos símbolos dos Maçons, que para eles significa que eles estão sempre sendo observados por alguém, por um ser superior, pelo Grande Arquiteto do Universo. Às vezes, a Maçonaria coloca um triângulo no olho, pois eles tem uma preferência com o número três.

No entanto, alguns autores afirmam que o olho revelado como símbolo da maçonaria é o "Olho que Tudo Vê", e não está relacionado com o Olho de Hórus.

Descubra mais sobre o significado de Maçonaria.

Olho de Hórus e Illuminati
Existe a teoria que o olho de Hórus é um dos símbolos usados pelo grupo conhecido como Illuminati. Isto porque se trata de um grupo poderoso, que tem muita influência e controla muitas coisas, e por isso tem o "olho que tudo vê" como um dos seus distintivos.
Mais uma vez estamos sendo monitorados? O que você acha?
Ob: Ative a legenda com tradução no vídeo.
Fonte: Significado de Olho de Hórus
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                                             Veja o Vídeo Abaixo:

                                          Fonte:E Birmingham

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Brasil seria 'Lugar Perfeito' para Snowden, Mas Custo ao País pode ser Alto !!!

         Snowden tem Amigos no Brasil, destaca Autor de Livro sobre o Informante

O Brasil seria "o lugar perfeito" para abrigar Edward Snowden, pivô dos escândalos que abalaram a comunidade de espionagem americana, na opinião do autor de um livro sobre a saga do ex-prestador de serviços da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês).
Luke Harding, jornalista do diário britânico The Guardian, traz à tona detalhes intrigantes sobre Snowden, como as suas referências na direita americana, em particular as ideias consideradas ultraliberais do senador republicano Ron Paul.
Para o repórter do jornal onde apareceram as primeiras reportagens sobre o tema, o Brasil é "perfeito" para abrigar o informante mais procurado do mundo, hoje asilado na Rússia. Harding lembra que o Brasil é um país "grande, importante, democrático", onde Snowden tem amigos.
Por outro lado, o próprio Harding reconhece que "para qualquer país ocidental democrático, dar asilo a Snowden implicaria uma grande conta a pagar na relação com os EUA".
"Basicamente, seria uma grande bomba transatlântica explodindo", disse Harding à BBC Brasil. "Nenhum líder, seja Dilma Rousseff do Brasil ou Angela Merkel da Alemanha, está disposto a suportar tamanho prejuízo bilateral. Quase por default, Snowden está preso em Moscou."
O jornalista é autor de Os Arquivos Snowden – Os Bastidores da História do Homem Mais Procurado do Mundo, que chega às livrarias brasileiras distribuído pela editora LeYa.
No livro, ele recapitula a história com detalhes de quem a viu por dentro: Harding fazia parte da equipe londrina do Guardian que analisou os arquivos vazados por Snowden relativos ao serviço secreto de inteligência, GCHQ.
"Vimos que se tratava de um momento histórico importante, e alguém precisava escrever essa história", afirmou o jornalista.
'Patriota'
O resultado é uma janela para a personalidade e as motivações de Snowden, cujas ações, aos olhos de muitos, o transformaram em mártir da liberdade de expressão.
Nesta semana, o informante foi escolhido com folga como líder honorário do grêmio estudantil da Universidade de Glasgow, na Escócia.
Em janeiro, Snowden foi incluído no conselho diretor da Fundação para a Liberdade de Imprensa (Freedom of the Press Foundation). A organização foi fundada por Daniel Ellsberg, que antes da era WikiLeaks e da NSA mantinha a reputação de informante mais proeminente dos Estados Unidos (ele vazou os chamados Documentos do Pentágono nos anos 1970).
Uma parte da celebração em torno de Snowden possivelmente ignore a ideologia do homem que se enxerga antes, na descrição de Harding, como um patriota americano. Admirador do republicano libertário Ron Paul, o analista de inteligência mantinha uma cópia da Constituição americana em sua escrivaninha no Havaí.
"Quando juntamos os pedaços da história, o mais interessante é perceber que ele (Snowden) não vem da esquerda; vem da direita", afirma Harding.
"Fundamentalmente, ele é um patriota e um idealista que fez estas coisas extraordinárias não por vaidade ou porque quisesse acabar com o sistema, mas porque queria reformar o sistema."
Harding sustenta que a finalidade de Snowden não era necessariamente desmantelar a rede de inteligência americana, mas fortalecê-la através de um debate público sobre o seu funcionamento e alcance.
"Ele achava que os programas (de monitoramento) tinham de operar com a concordância do público, e não em segredo, autorizados por um grupo de autoridades não eleitas pelo povo", disse o jornalista.
Segundo o autor, Snowden crê que as operações da NSA "subvertem a lógica da internet" e "desrespeitam a Constituição americana".
‘Prisioneiro’ russo
A decisão de um juiz federal de Washington, que em dezembro passado descreveu os programas de espionagem como ilegais, reforça o argumento de que Snowden alcançou os objetivos que perseguia com os vazamentos.
Mas o informante sabia que ironicamente o escândalo doméstico, assim como o abalo nas relações diplomáticas americanas com o resto do mundo, alimentariam acusações de que ele é "antiamericano".
Com o acesso a países ocidentais ou aliados dos EUA - como o Brasil – impossibilitado pelo intenso lobby diplomático americano para apanhá-lo, o informante se viu diante de poucas escolhas de asilo quando decidiu deixar a ilha de Hong Kong, de onde poderia ser extraditado para os EUA após as primeiras revelações.
O próprio presidente russo, Vladimir Putin, qualificou-o como um "presente indesejado" antes de lhe conceder asilo.
Harding, que viveu quatro anos na Rússia como jornalista, e descreve no livro táticas controversas da espionagem russa para manter um olho em seus alvos, acredita que por força do destino Snowden acabou se convertendo em um "prisioneiro" de um regime altamente interessado em seus segredos.
Os envolvidos na história creem que Snowden, um especialista de primeira linha em temas de segurança virtual, tratou de inviabilizar os dados para que não caíssem nas mãos do inimigo.
"Hong Kong foi missão cumprida para ele. O plano dele era distribuir esse material com jornalistas, que por sua vez usariam o seu julgamento editorial para publicar o que achassem relevante. 
Não havia mais razão lógica para levar esse material com ele para a Rússia", diz Harding.
Abalo diplomático
Sem sinal visível de clemência por parte da Casa Branca, que ameaça enquadrá-lo na Lei de Espionagem se prendê-lo, a novela pessoal de Snowden permanece incerta – indício de que o livro de Harding é o primeiro, mas provavelmente não o último sobre o assunto.
Até lá, o governo americano tentará reconquistar a confiança de seus cidadãos e de líderes estrangeiros, abalada pelos escândalos de espionagem. Entre os chefes de Estado, Dilma e Merkel foram as que mais fortemente expressaram seu ultraje com a arapongagem.
Porém, publicamente, o governo de Merkel respondeu intensificando a relação com os EUA, enquanto Dilma postergou, sem nova data, uma visita de Estado a Washington que deveria ter ocorrido no ano passado.
Outro alvo, o presidente francês François Hollande, foi recebido em Washington nesta semana com pompas.
Harding se esquiva de emitir uma opinião sobre o melhor momento para uma reaproximação Brasil-EUA, avaliando que "é uma questão interna para o Brasil".
Meses de escândalos sucessivos revelaram "poderosos sistemas de espionagem" que não serão modificados da noite para o dia, ele sublinha. "Essa capacidade (de coletar informações em massa) é nova e precisamos discuti-la", reflete o jornalista.
Por outro lado, em um viés positivo, ele acredita que os cidadãos estão mais "capacitados" para lidar com o problema da espionagem após as revelações de Snowden . "Hoje, já sabemos que o iPhone é um aparelho de espionagem poderoso. Antes, era só um aparelho bacana para se mostrar."

       Petição a Favor de que o Brasil dê Asilo a Snowden
                     já Tem Quase 900 mil Assinaturas


Dirigida à presidente e ao ministro da Justiça do Brasil, petição considera que o país “é o lar perfeito para um homem que sacrificou sua vida para divulgar a invasiva e ilegal espionagem dos EUA”.
Uma petição dirigida à presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo a pedir a concessão de asilo a Edward Snowden, que vive atualmente na Rússia, já foi assinada por mais de 880 mil pessoas e está perto de atingir o objetivo de um milhão de assinaturas.


“Como cidadãos de todo o mundo profundamente preocupados com a violação em massa de nossa privacidade, pedimos a V. Exas que concedam asilo a Edward Snowden, que denunciou a espionagem norte-americana. 
Como líder de um movimento global pela liberdade na Internet e pela privacidade, o Brasil é o lar perfeito para um homem que sacrificou sua vida para divulgar a invasiva e ilegal espionagem dos EUA”, diz a petição “Um Lar para Snowden”.

         Maior Mensagem de Apoio Cidadã na História

“Se 1 milhão de nós nos mobilizarmos agora, poderemos enviar à presidente Dilma a maior mensagem de apoio cidadã na história”, diz-se no site, que apela à assinatura para garantir a segurança de Snowden e defender a democracia em todo o mundo.


Fontes:
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                                           Veja o Vídeo Abaixo:


                                     Fonte:senador requiao

domingo, 2 de fevereiro de 2014

EDWARD SNOWNDEN ROUBOU OS DOCUMENTOS SECRETOS DA NSA, MAS AGIU SÓ?


John Bolton da NSA : Eu não tenho certeza de que Edward Snowden  está agindo sozinho.
Um juiz federal decidiu segunda-feira coletar documentos da Agência Nacional de Segurança dos registros telefônicos dos americanos que quase certamente violam a Quarta Emenda .
01 de julho de 2013 - Fox Eric Bolling foi o primeiro a falar exclusivamente para Lonnie Snowden depois que seu filho , NSA leaker Edward Snowden , fugiu do país para Hong Kon .
EUA-Rússia reunião cancelada como a Rússia que concedeu asilo para SNOWDEN presidente dos EUA, Barack Obama cancelou uma reunião com o presidente Vladimir Putin.
Leaker inteligência dos EUA Edward Snowden pode ter colaborado com a Rússia.
No início de junho , 29 anos de idade, Edward Snowden vazamento de informações classificadas da administração pública quanto à vigilância em larga escala de chamadas telefonicas e dados de Internet. 
Vários documentos onde claramente existe envolvimento extraterrestre no Governo Americano, onde controlam o Governo dos EUA desde 1945.
Edição: UFOS ONLINE

                                          Veja os Vídeos Abaixo:

                                                                            Fonte:Last News 2014


                                       Fonte:TheLifebeyondearth


                                            Fonte:nemesis maturity

sábado, 18 de janeiro de 2014

Espionagem: N.S.A. invadiu 100 mil computadores…


Dispositivo de Rádio abre caminho para espionagem da agência N.S.A. em computadores em todo o mundo.

A NSA-Agência de Segurança Nacional dos EUA implantou software em cerca de 100.000 computadores em todo o mundo, o que permite aos Estados Unidos realizar a vigilância nessas máquinas e também poder criar uma auto-estrada digital para o lançamento de ataques cibernéticos a países e alvos específicos, mesmo em computadores NÃO conectados à Internet…

Espionagem dos EUA: Dispositivo de Rádio abre caminho para espionagem da agência N.S.A.  em computadores em todo o mundo.

Por DAVID E. SANGER e THOM SHANKER - 15 de Janeiro de 2014


WASHINGTON - … Enquanto a maioria do software é inserido por meio de acesso a redes de computadores, a NSA tem cada vez mais feito uso de uma tecnologia secreta que lhe permite inserir e alterar dados em computadores, mesmo que eles não estejam conectados à Internet, de acordo com documentos da NSA, de especialistas em computação e autoridades norte-americanas.

A tecnologia, que a agência já vem usando pelo menos desde 2008, baseia-se em um canal secreto de ondas de rádio que pode ser transmitido a partir de pequenas placas de circuitos implantados sub-repticiamente  em placas USB nos computadores alvo. Em alguns casos, os dados pirateados são enviados via rádio para uma estação de retransmissão do tamanho de uma maleta que as agências de inteligência dos EUA (NSA, CIA, FBI, DIA) podem configurar mesmo estando a quilômetros de distância do computador alvo.


Acima: a sede da NSA-Agência de Segurança Nacional em Fort Meade, Maryland. “Nós não usamos recursos de inteligência para roubar segredos comerciais de empresas estrangeiras”, disse um funcionário da NSA. Jim Lo Scalzo / Agência Europeia Pressphoto

A tecnologia de rádio freqüência ajudou a resolver um dos maiores problemas enfrentados pelas agências de inteligência norte-americana durante anos: como entrar em computadores de inimigos e alvos específicos, de alguns parceiros norte americanos que se tornaram impermeáveis à espionagem ou a um ataque cibernético? Na maioria dos casos, o hardware de radiofrequência deve ser fisicamente inserido por um espião, pelo fabricante do computador ou por um usuário inconsciente.

A NSA chama seus esforços de espionagem como mais um ato de “defesa ativa” contra ciberataques estrangeiros do que uma ferramenta para passar à ofensiva em espionagem. Mas quando os atacantes chineses colocaram um software similar nos sistemas informáticos das empresas norte americanas ou em agências governamentais, as autoridades norte americanas protestaram, muitas vezes no nível presidencial.


Entre os alvos mais freqüentes da NSA e o seu parceiro, o Pentágono, o USA Cyber Command têm atacado unidades do exército chinês, que os Estados Unidos acusam de lançar sondas digitais regulares e ataques contra alvos industriais e militares norte-americanos, geralmente para roubar segredos ou propriedade intelectual. 

Mas o programa, codinome Quantum, também tem tido sucesso na inserção de software em redes e sistemas militares russos, em programas utilizados pela polícia mexicana e pelos cartéis de drogas, em instituições comerciais dentro da União Europeia, e em algum momento em países parceiros na luta contra o terrorismo como a Arábia Saudita, Índia e Paquistão, de acordo com funcionários e um mapa da própria NSA que indica os locais em que a agência chama de estar fazendo “exploração de rede de computadores”

“O que é novo aqui é a escala e a sofisticação da capacidade da agência de inteligência norte americana para entrar em computadores e redes em que ninguém jamais teve acesso antes”, disse James Andrew Lewis, o especialista em cibersegurança do Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais em Washington . 

“Alguns desses recursos já existem há algum tempo, mas a combinação de aprender a penetrar sistemas para inserir software e aprender a fazer isso usando freqüências de rádio tem dado aos EUA uma janela que o país nunca teve antes.“


A agência de espionagem dos EUA, a NSA e o Cyber Command do Pentágono implantaram cerca de 100.000 “dispositivos” de rede de computadores ao redor do mundo, mas o problema mais difícil é ele ficar dentro de máquinas isoladas de comunicação com o exterior, sem acesso por rádio frequência.

    Atividade da NSA no uso doméstico dentro dos EUA

Não há nenhuma evidência de que a NSA já tenha implantado seu software ou usado sua tecnologia de rádio freqüência dentro dos Estados Unidos. Embora recusando-se a comentar sobre o alcance do programa Quantum, a NSA disse que suas ações (de espionagem e violação de dados) não eram comparáveis com as da China.

“As atividades da NSA estão focadas e, especificamente, implantadas contra – e apenas contra – alvos de inteligência estrangeiros válidos em resposta a necessidades de inteligência“, um porta-voz da agência, Vanee Vines disse em um comunicado. ”Nós não usamos recursos de inteligência estrangeiras para roubar segredos comerciais de empresas estrangeiras em nome de – ou dar inteligência que coletamos para – empresas norte americanas para aumentar sua competitividade internacional ou aumentar as suas fontes“

Ao longo dos últimos dois meses, as partes do programa foram divulgadas em documentos vazados por Edward J. Snowden, o ex-empregado da NSA. Um jornal holandês publicou o mapa das áreas onde os Estados Unidos já têm inserido o software espião, por vezes em colaboração com as autoridades locais, muitas vezes de forma encoberta. A Der Spiegel, a maior revista alemã, publicou o catálogo da NSA de produtos de hardware que podem secretamente transmitir e receber sinais digitais a partir de computadores, um programa chamado ANT. O jornal The New York Times reteu alguns desses detalhes, a pedido de funcionários da inteligência norte-americanos, quando foi noticiado, no verão de 2012, ciberataques norte americanos no Irã.

O Presidente Obama deve anunciar nesta sexta-feira (dia 17 de janeiro) que ele está acatando recomendações de um painel consultivo sobre mudança das práticas de espionagem da NSA. O painel concordou com executivos de empresas do Vale do Silício que algumas das técnicas desenvolvidas pela agência para encontrar falhas em sistemas de computador minaram a confiança global em uma série de produtos de informação de fabricação norte americana, como computadores portáteis e serviços em nuvem.

Abraçando a crítica da NSA de empresas do Vale do Silício, o painel recomendou que se proíba, exceto em casos extremos, a prática da NSA de explorar falhas em software comum para ajudar na vigilância e ciberataques norte americanos. Ele também pediu o fim para os esforços do governo em enfraquecer os sistemas de criptografia disponíveis publicamente, e disse que o governo nunca deve desenvolver maneiras secretas inseridas em sistemas de computador para explorá-los, o que, por vezes, incluem implantes de software em computadores alvo.

Richard A. Clarke, um funcionário nas administrações Clinton e Bush, que serviu como um dos cinco membros do painel consultivo, explicou o raciocínio do grupo em um e-mail na semana passada, dizendo que “é mais importante que nós nos defendamos do que nós ataquemos os outros”.  “Buracos em software de criptografia seria mais um risco para nós do que um benefício”, disse ele, acrescentando: “Se nós pudermos encontrar uma vulnerabilidade, então os outros também podem. É mais importante proteger a nossa rede de energia do que entrarmos (em computadores) na China. “

Desde os primeiros dias da Internet, a NSA teve pouca dificuldade em monitorar o tráfego, porque a grande maioria das mensagens e pesquisas foram movidas por servidores em solo americano. À medida que a Internet se expandiu, assim também aconteceu com os esforços da NSA para entender sua abrangência geográfica. Um programa chamado Treasure Map buscou identificar quase todos os nós e os cantos da web, de modo que qualquer computador ou dispositivo móvel que fosse acionado pudesse ser localizado.

Um mapa de 2008, parte do tesouro de informações de Snowden, aponta 20 programas para obter acesso a grandes cabos de fibra óptica  - ele os chama de “grandes acessos secretos, clandestinos ou cooperativas” – não só nos Estados Unidos, mas também em lugares como Hong Kong, Indonésia e no Oriente Médio. O mesmo mapa indica que os Estados Unidos já haviam realizado “mais de 50.000 implantes em todo o mundo”, e um documento de orçamento mais recente, disse que até o final do ano passado, esse número subiria para cerca de 85.000. Um alto funcionário, que falou sob a condição de anonimato, disse que o número real era provavelmente mais perto de 100.000 computadores infectados.


Operações cibernéticos são cada vez mais importantes para a NSA. A espionagem de computador são relativamente baratas e fornecem a NSA, com a oportunidades para obter informações que de outra forma não teria acesso. A apresentação acima mostra suas operações clandestinas em países como Venezuela e Brasil. O malware instalado nesses países pode permanecer ativo por anos sem ser detectado..

Esse mapa sugere como os Estados Unidos foi capaz de disparar  na frente dos demais países com a implantação de software malicioso nos computadores ao redor do mundo que ele procura e precisa controlar – ou desativar antes que pudessem ser usados para lançar um ataque cibernético contra os EUA.

Um Foco em Defesa

Em entrevistas, funcionários e especialistas disseram que uma grande maioria de tais implantes são destinados apenas para vigilância e serviriam como um sistema de alerta precoce para ciberataques dirigidos aos Estados Unidos. “Como você pode assegurar que as pessoas do Cyber Command” são capazes de perceber e identificar aqueles que estão nos atacando?” Foi perguntado a um alto funcionário de segurança, que comparou a situação com a de uma guerra submarina,  em uma entrevista há alguns meses.

“Isso é o que os submarinos fazem o tempo todo”, disse o funcionário, que falou sob a condição de anonimato para descrever a política. ”Eles acompanham os submarinos do adversário.” No ciberespaço, segundo ele, os Estados Unidos tenta” rastrear silenciosamente os adversários enquanto eles estão tentando rastrear silenciosamente você.”  Se o rastreamento de submarinos foi um jogo de gato-e-rato durante a Guerra Fria com os soviéticos, o  rastreamento de malwares é uma busca por rastreamento jogada mais agressivamente com os chineses.

Os Estados Unidos tem como alvo na China a chamada Unidade 61398, uma unidade do Exército chinês com sede em Xangai que se acredita ser responsável por muitos dos maiores ciberataques contra os Estados Unidos, em um esforço para ver os ataques que estão sendo preparados contra os EUA. Com a ajuda da Austrália, um documento da N.S.A. sugere, os Estados Unidos também se concentraram em outra unidade específica do Exército chinês.

Documentos obtidos pelo Sr. Snowden indicam que os Estados Unidos criou dois centros de dados na China – talvez através de empresas de fachada – a partir do qual pode inserir malware em computadores chineses. Quando o software de vigilância localizado na China em sistemas de computadores norte-americanos –  e foi tentado em sistemas como os do Pentágono e no The Times – é identificado os Estados Unidos geralmente considera-o como um ato potencialmente hostil, um possível prelúdio para um ataque. Obama estabeleceu queixas americanas sobre as práticas do presidente Xi Jinping da China, em uma longa sessão em uma reunião de cúpula de governo na Califórnia em junho passado.

Nessa sessão, Obama tentou diferenciar entre a realização de vigilância para a segurança nacional – que os Estados Unidos argumenta ser legítimo – e a utilização para roubar propriedade intelectual. “O argumento não está funcionando”, disse Peter W. Singer, do Brookings Institution, um co-autor de um novo livro chamado “Segurança Cibernética e ciberguerra.” “Para os chineses, ganhar vantagem econômica é parte da sua segurança nacional. E as revelações de Snowden tem tirado um monte de pressão “dos chineses. Ainda assim, os Estados Unidos proibiu a venda de servidores de computador de um grande fabricante chinês, Huawei, em seu território, por medo de que eles poderiam conter tecnologia para penetrar redes americanas.


Uma tecnologia antiga

Os esforços da NSA para alcançar os computadores sem conexão com a internet têm contado com uma tecnologia centenária atualizada para os tempos modernos: as transmissões de rádio. Em um catálogo produzido pela agência que fazia parte dos documentos Snowden lançados na Europa, há páginas e páginas de dispositivos que utilizam a tecnologia que poria um sorriso na Q, a fornecedora de tecnologia de James Bond.

Um deles, chamado Cottonmouth I, parece um plugue USB normal, mas tem um pequeno transceptor encerrado nele. De acordo com o catálogo, ele transmite a informação roubada do computador infectado “por meio de um canal encoberto”, que permite a “extração e infiltração de dados”. Uma outra variante da tecnologia envolve pequenas placas de circuitos que podem ser inseridos num computador portátil – seja em campo ou quando eles são enviados pelos fabricantes – de modo que o computador está transmitindo dados para a NSA, mesmo quando o usuário do computador goza a falsa confiança de que está protegido de infecção de vírus pela Internet, o constituiria uma proteção real, mas que nesse caso não existe.

A estação de retransmissão da NSA, chamada de Nightstand, cabe em uma mala de tamanho grande, e o sistema pode atacar um computador “de lugares tão distantes como oito milhas de distância (12,8 quilômetros) em condições ambientais ideais.” Ela também pode inserir pacotes de dados em milissegundos, o que significa que um falsa mensagem ou um pedaço de programação pode ser enviada para um computador de destino. Estações semelhantes criam uma ligação entre os computadores de destino e a NSA, mesmo que as máquinas estejam isoladas de trafegar na Internet.

Os computadores não são os únicos alvos. Dropoutjeep ataca iPhones.Outro hardware e software são projetados para infectar grandes servidores de rede, incluindo aqueles feitos pelos chineses. A maioria dos nomes de código e produtos agora já estão com pelo menos cinco anos de idade, que foram atualizados, alguns especialistas dizem que, para tornar os Estados Unidos menos dependente fisicamente ficando hardware em sistemas de computadores dos adversários. A NSA recusou-se a falar sobre os documentos que continham essas descrições, mesmo depois que eles foram publicados na Europa.

“Publicação contínua e seletiva de técnicas e ferramentas específicas utilizadas pela Agência para perseguir objetivos de inteligência estrangeiros legítimos que são prejudiciais para a segurança dos Estados Unidos e de nossos aliados”, Ms. Vines, o porta-voz da NSA, disse em uma declaração.

Mas os iranianos e outros descobriram algumas dessas técnicas anos atrás. O hardware no catálogo da NSA foi crucial para os ciberataques contra instalações nucleares do Irã, de codinome Jogos Olímpicos, que começou por volta de 2008 e continuou até o verão de 2010, quando um erro técnico revelou o ataque do software, mais tarde chamado de Stuxnet. Esse foi o primeiro grande teste da tecnologia no planeta.

Uma característica do ataque Stuxnet foi que a tecnologia nos Estados Unidos caiu em usina de enriquecimento nuclear do Irã em Natanz e foi capaz de mapear como ele operava, em seguida, “transmitiu” os detalhes. Mais tarde, o equipamento foi usado para inserir malware que explodiu cerca de 1.000 centrífugas de enriquecimento de urânio, e temporariamente fez retroceder em anos o programa nuclear iraniano.


Mas o ataque com o vírus Stuxnet não parece ser a última vez que a tecnologia foi usada no Irã. Em 2012, uma unidade da Guarda Revolucionária Islâmica moveu uma rocha perto  da usina subterrânea de Fordo de enriquecimento de urânio no interior do país. A rocha explodiu e expeliu placas de circuitos quebrados que a mídia iraniana descreveu como “os restos de um dispositivo capaz de interceptar dados de computadores na fábrica.” As origens desse dispositivo nunca foi determinada.

No domingo, de acordo com a agência de notícias oficial Fars, o Ministério do Petróleo do Irã emitiu outro alerta sobre possíveis ataques cibernéticos, descrevendo uma série de defesas que foram instaladas – e não fazendo nenhuma menção de que o Irã é o maior suspeito de ser o responsável por ataques cibernéticos a maior produtora de petróleo da Arábia Saudita.

                                            Veja os Vídeos Abaixo:


                                   Fonte:TheAlexJonesChannel


                                          Fonte:NerdAlert

sábado, 7 de dezembro de 2013

EUA : LANÇA NOVO SATÉLITE ESPIÃO COM LOGOTIPO DIABÓLICO, UM POLVO ESTRANGULANDO O PLANETA TERRA !!!

 EUA lançou um novo satélite espião NROL-39, cujo lema é polêmico 
                         "Nada está fora do nosso alcance."
O logotipo do novo satélite, um polvo em torno da Terra, com seus tentáculos, provocou reação irada em redes sociais.
O Escritório de reconhecimento nacional EUA (NRO, por sua sigla em Inglês), a equipe responsável pelo fornecimento de espaço para a  Segurança Nacional, Agência  EUA (NSA) informações de inteligência de todo o mundo, lançou o novo satélite  espião  NROL -39 quinta-feira, 5 de dezembro. O lançamento em si não é atraído muita atenção, ao contrário do logotipo e do slogan escolhido para o novo satélite espião NRO.


No entanto, o porta-voz da agência, Karen Furgerson citado pela revista ' Forbes ', expressou a opinião de que o novo logotipo é adequado. "O polvo é uma criatura versátil, adaptável e muito inteligente. Emblemática, os inimigos de os EUA pode ser alcançado, não importa onde você escolha se esconder", disse ele, afirmando que a missão do satélite é para apoiar os soldados americanos servindo no Exército mundial proteger a nação.

No entanto, entre os usuários de redes sociais opinião contrária prevalece. Depois do enorme escândalo de espionagem que teria acontecido nos últimos meses, e com a revelação de que americanos  de espionagem líderes mundiais como milhões de cidadãos comuns, o slogan (Nada está além de nosso alcance ') e o logotipo já não parece tão inofensivo. "Arrogância é surpreendente", ele escreveu em sua conta de usuário do Twitter Anthony Bellia (@ abellia11214). "Cthulhu no espaço", escreveu o usuário @ john_weeks John Weeks. "Nada está fora nosso alcance "(NROL-39). Até os meus pensamentos? ", Disse ele em seu twitter Simon Hania (@ simonhania). Apresentado Logos NRO A NRO desenvolve um logotipo especial para cada lançamento de satélites. Abaixo estão alguns deles, não menos controverso do que o polvo NROL- 39.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

CIA confirma Área 51, mas sem extraterrestres ou UFO


A agência de espionagem norte-americana confirmou a existência da Area 51, no deserto do Nevada, onde eram testados aviões espiões, mas não fez qualquer referência a UFO nem a extraterrestres.
A CIA explicou, num documento oficial, que a base, situada a cerca de 130 quilómetros a noroeste de Las Vegas, foi desenvolvida nos anos 1950, durante a Guerra Fria, para testar os aviões espiões U-2.
Jeffrey Richelson, especialista em questões secretas e que analisou o relatório da agência, considera que “é claro que os Estados Unidos não queriam que a União Soviética tivesse conhecimento sobre a base , por isso criaram este espaço onde podiam fazer testes longe de tudo.”
As explicações foram dadas pela CIA depois de vários académicos da George Washington University terem feito um pedido de consulta a registos públicos.
Mas não devem satisfazer os autores de algumas teorias, segundo as quais a base serviria para realizar testes em UFO e autópsias em extraterrestres.
Sobre este tema, a agência norte-americana lembra que nos anos 50 os aviões espiões U-2 eram secretos  e voavam a uma altitude muito grande e por isso podiam classificados como objetos voadores não identificados.

                                             Veja o Vídeo Abaixo:


                                            Fonte:euronewspt