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sábado, 29 de outubro de 2022

NASA Esconde Evidências de Vida Extraterrestre em Marte, diz Cientista

Barry  DiGregorio professor científico do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham afirmou que a NASA está escondendo vestígios fósseis de atividade extraterrestre em Marte.

DiGregorio planeja divulgar um “relatório bomba” que revelará de uma vez por todas como a NASA  está ciente dessa descoberta e como a Agência Espacial dos EUA optou por manter a verdade escondida do público.

Fósseis escondidos pela NASA
Segundo o  pesquisador que já foi apelidado de “cientista polêmico” por vários novos meios de comunicação, a NASA pode estar ignorando a descoberta devido aos seus planos de uma  missão tripulada a Marte  na década de 2030.

Barry  DiGregorio 

Além disso a agência espacial afirma que os supostos fósseis que DiGregorio afirma serem  evidências extraterrestres são na verdade cristais de rocha que ainda estão sendo investigados.

DiGregorio é especialista em  estudos da vida microscópica  encontrada na Terra. O especialista argumenta como algumas das imagens transmitidas pelo  rover Curiosity  mostram evidências claras de padrões semelhantes aos fósseis  ordovicianos  encontrados na Terra.

“Esses fósseis aparecem como coisas vivas que  seguem suas vidas deixando pegadas em vez dos restos das próprias criaturas.”

Assim, DiGregorio acredita que os fósseis em Marte representam evidências de criaturas de corpo mole que existiram em algum ponto da superfície marciana.

Durante uma entrevista com o Daily Express, ele afirmou:

“Se não houver vestígios de fósseis que outras explicações geológicas a NASA apresentará?

A NASA deu as costas para tentar obter os dados sobre isso. A ordem veio do quartel-general para que eles movessem o rover para o próximo ponto.

Eles não acharam que era importante o suficiente para olhar, eu achei muito estranho apesar do fato de que a Cratera Gale provavelmente abrigava uma série de lagos ao longo de bilhões de anos. Estamos falando de algo que poderia ter sido equivalente ao período Ordoviciano na Terra.”

Mapa topográfico de Gale

Explicações Vagas
Por outro lado a agência espacial afirma que o que o professor encontrou são provavelmente cristais.

No entanto DiGregorio se defende afirmando que tal explicação não faz sentido; os cristais  não se ramificam nem se torcem. Ele garante que pode ser algo semelhante ao  período Ordoviciano  da Terra que ocorreu há 485 ou 444 milhões de anos.

Por que a NASA ordenou que o  rover Curiosity continuasse seu caminho sem estudar os fósseis? Ninguém sabe. No entanto apesar das críticas recebidas DiGregorio não é o único que acredita que existiu vida em Marte.

O cientista  John Brandenburg é outro especialista que afirmou que Marte era o lar de vida extraterrestre. No entanto Brandenburg acreditava que a vida extraterrestre em Marte era um organismo complexo e não simples.

Não é a primeira vez que a NASA é acusada de omitir ou esconder informações das massas. No entanto o fato de ele ser um professor reconhecido de uma das melhores universidades do mundo torna tudo mais preocupante.
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terça-feira, 6 de setembro de 2022

NASA esconde evidências de vida "EXTRATERRESTRE" em Marte, diz cientista

Barry DiGregorio, professor do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham planeja publicar um relatório que o pesquisador acredita que mostrará que a agência espacial dos EUA está escondendo a verdade do público, relata o dailymail.co.uk .

Segundo o pesquisador, que já foi apelidado de “cientista controverso” por vários meios de comunicação online a NASA pode querer ignorar a descoberta devido aos seus planos para uma missão tripulada a Marte na década de 2030.

Além disso a agência espacial diz que os supostos fósseis que DiGregorio afirma serem evidências de vida alienígena, são na verdade cristais de rocha que ainda estão sendo explorados.

DiGregorio é especialista no estudo da vida microscópica na Terra. O especialista afirma que algumas das imagens transmitidas pelo rover Curiosity mostram evidências claras de padrões semelhantes aos fósseis do período Ordoviciano encontrados na Terra.

“Esses fósseis surgem quando os seres vivos continuam suas vidas deixando pegadas, não os restos das próprias criaturas.”

Assim, DiGregorio acredita que os fósseis em Marte são evidências de criaturas de corpo mole que existiram na superfície de Marte.

Durante uma entrevista com o Daily Express , ele afirmou:

“Se não forem vestígios de fósseis, que outras explicações geológicas a Nasa apresentará? A Nasa deu as costas para tentar obter os dados sobre isso. A ordem veio do QG para que eles movessem o rover para o próximo ponto.

“Eles não acharam que era importante o suficiente para olhar eu achei muito estranho apesar do fato de Gale Crater ter sido provavelmente o lar de uma série de lagos por bilhões e bilhões de anos. Estamos falando de algo que pode ter sido equivalente ao período Ordoviciano na Terra.”

Por outro lado a agência espacial afirma que o que o professor encontrou provavelmente são cristais.

Em sua defesa, DiGregorio argumentou que tal explicação não tem sentido, já que os cristais não se ramificam nem se torcem. Ele argumenta que podemos falar de algo semelhante ao período Ordoviciano da Terra que ocorreu há 485 ou 444 milhões de anos.

Por que a NASA instruiu o rover Curiosity a continuar sua jornada sem estudar os fósseis? Ninguém sabe. Aliás, DiGregorio não é o único que tem certeza de que havia vida em Marte.

O cientista John Brandenburg é outro especialista que afirmou que havia vida em Marte. No entanto Brandenburg acreditava que a vida extraterrestre em Marte era mais complexa e não se limitava à presença de organismos simples. Fonte 

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terça-feira, 23 de julho de 2019

Cientista James Lovelock: Ciborgues irão dominar a Terra até ao final do século XXI

A ideia de que as máquinas com inteligência artificial irão coexistir, dominar ou até mesmo destruir a humanidade tem ganho destaque na ficção científica.

Esta ideia está presente e tem ganho grande popularidade como, por exemplo, em filmes de ficção científica tais como o Exterminador Implacável, Blade Runner, entre outros. No entanto, o criador da hipótese de Gaia, James Lovelock, destaca uma coisa que em muitas destas obras foi mal interpretada.

As máquinas do futuro, com inteligência artificial, não irão necessariamente tornar-se rebeldes e destruir a humanidade, opina James Lovelock, um dos cientistas e futuristas mais respeitados do Reino Unido.

Lovelock é coautor da famosa hipótese de Gaia, de acordo com a qual os organismos vivos e os criados artificialmente irão interagir uns com outros, criando uma espécie de sistema autorregulado e integrado que ajudará a perpetuar vida na Terra.


O cientista está convencido de que, até ao século XXI, os organismos cibernéticos irão governar o planeta graças ao seu enorme potencial de inteligência. “Eles [os organismos artificiais] serão capazes de transmitir a informação entre si muito mais rápido, e a evolução deles irá ser também muito mais rápida”, acrescentou Lovelock, citado pelo jornal britânico Daily Mail.

De acordo com o especialista, em vez de se revoltar contra os humanos, os robôs com inteligência artificial vão coexistir connosco, mas vão tratar-nos de uma forma semelhante àquela que tratamos as plantas.

“Os ciborgues serão muito mais que nossos filhos, porque são totalmente diferentes de nós, têm as suas próprias origens. Mas a ideia de que eles nos vão substituir é uma parvoíce. Nós vamos coexistir com eles da mesma maneira que coexistimos com as plantas. Eles vão ver-nos da mesma forma que nós vemos as plantas — como seres mais lentos. Entretanto eles podem muito bem achar certos aspetos de nós interessantes, da mesma forma que nós podemos ir ao jardim botânico real de Kew Gardens”, disse.

Segundo a Sputnik News, esta nova forma de vida será não só consciente, mas até “mais consciente do que nós”, graças à sua enorme vantagem em velocidade de computação, comparativamente com o cérebro humano.

De acordo com James Lovelock, a humanidade deverá ficar contente e não aterrorizada, porque, graças ao seu enorme potencial de inteligência e capacidade de processamento de informação, poderão ajudar-nos a evitar catástrofes e extinções em massa, como aquela que matou todos os dinossauros.
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domingo, 23 de outubro de 2016

Planeta 9 pode ser Culpado pela Inclinação do Sol (e de todo sistema solar) diz Cientista do Instituto de Tecnologia da Califórnia

Planeta 9 pode ser culpado pela inclinação do sol (e de todo sistema solar): estudo
O Planeta 9 é um planeta teorizado, mas ainda não descoberto, que estaria na borda do nosso sistema solar.
Ele foi previsto pela pesquisa de Konstantin Batygin e Mike Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, em janeiro deste ano.

Planeta 9, um novo membro do sistema solar?
Agora, um novo estudo liderado por Elizabeth Bailey, também do Instituto de Tecnologia da Califórnia, afirma que o planeta parece ser responsável pela inclinação incomum do sol.
Alinhamento

Segundo a pesquisa, o planeta grande e distante pode adicionar uma oscilação ao sistema solar, dando a aparência de que o sol está ligeiramente inclinado.
“Como o Planeta 9 é tão grande e tem uma órbita inclinada em comparação aos outros planetas, o sistema solar não tem escolha a não ser torcer lentamente para fora do alinhamento”, disse Bailey ao portal Science Daily.
Faz sentido

Todos os planetas do nosso sistema orbitam numa superfície plana em relação ao sol, mais ou menos dentro de alguns graus um do outro.
Esse plano, no entanto, gira a uma inclinação de seis graus em relação ao sol, dando a impressão de que o próprio sol está inclinado.
Até agora, ninguém tinha encontrado uma explicação convincente para tal efeito. A descoberta de Brown e Batygin das evidências de um nono planeta, cerca de 10 vezes maior que a Terra e com uma órbita cerca de 20 vezes mais distante do sol do que a de Netuno, muda tudo.
O Planeta 9 parece estar cerca de 30 graus fora do plano orbital dos outros planetas, influenciando a órbita de uma grande população de objetos no Cinturão de Kuiper, que é como Brown e Batygin começaram a suspeitar que um planeta existia lá em primeiro lugar.
“Ele continua a surpreender-nos. Cada vez que olhamos com cuidado, achamos que o Planeta 9 explica algo sobre o sistema solar que tinha sido por muito tempo um mistério”, Batygin afirmou ao Science Daily.

Momento angular

O momento angular do Planeta 9 tem um impacto desproporcional sobre o sistema solar com base em sua localização e tamanho. O momento angular de um planeta é igual à massa de um objeto multiplicada pela sua distância do sol, e corresponde a força que o planeta exerce sobre o giro do sistema global.
Como os outros planetas do sistema solar todos existem ao longo de uma superfície plana, o seu momento angular trabalha para manter tudo girando suavemente.
A órbita incomum do Planeta 9, no entanto, acrescenta uma oscilação a esse sistema. Matematicamente, dado o tamanho e distância hipotéticos do planeta, uma inclinação de seis graus se encaixa perfeitamente.
A próxima pergunta seria, então, como o Planeta 9 ganhou essa órbita incomum. Batygin sugere que o planeta pode ter sido ejetado das redondezas dos gigantes de gás por Júpiter, ou talvez tenha sido influenciado pela força gravitacional de outros corpos estelares no passado do sistema solar.

Por enquanto, Brown e Batygin continuam a vasculhar o céu a procura de sinais do Planeta 9 ao longo do caminho que eles previram em janeiro. Essa busca pode levar três anos ou mais. [ScienceDaily]
Fonte:http://hypescience.com 
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                                          Fonte:NASA.gov Video