quarta-feira, 28 de setembro de 2022
Anciões indígenas contam histórias do “Povo das Estrelas” que vivem dentro da Terra
terça-feira, 24 de maio de 2022
Forças Armadas da Marinha Contam a Verdade Sobre a Missão Secreta em Uma Antiga Estrutura Enterrada na Antártida
Segundo o informante durante uma operação secreta em 2003 ele entrou em um gigantesco edifício octogonal perto da geleira Beardmore que se estendia profundamente no interior congelado da geleira.
Em 19 de julho de 2018 Howe teve sua primeira entrevista com a fonte um aposentado da Marinha dos EUA. Para proteger sua identidade ele adotou o apelido Spartan 1.
filmado por Howe onde seu rosto foi velado e sua voz foi alterada. Howe afirma ter controle total sobre o Spartan 1 o que lhe deu ampla documentação para apoiar sua carreira militar.
Brian um engenheiro de voo da Marinha que realizou vários voos de apoio com o Esquadrão de Desenvolvimento Antártico de 1983 a 1997 foi outro informante militar que testemunhou anteriormente. Ele viu uma série de anormalidades que ele acredita apontarem para instalações ou bases escondidas nas profundezas do gelo na Antártida.
Ele afirma ter observado a descoberta de discos voadores prateados nas Montanhas Transantárticas, não muito longe de onde o Navy Seal havia realizado sua missão, como Howe apontou. De acordo com o Navy Seal o radar de penetração no solo identificou o edifício que era um octógono de oito lados, como disse Howe.
Um esquadrão de operações especiais da Marinha dos EUA viajou para a Antártida em 2003 para estudar um edifício octogonal de oito lados com geometria impecável detectado por um radar penetrante dentro da geleira Beardmore a cerca de 150 quilômetros da base americana de McMurdo.
Outro grupo de engenheiros e cientistas já havia cortado a camada superior de um octógono feito de um material preto puro que havia sido erguido sobre duas outras construções octogonais pretas que afundaram profundamente no gelo de 3 quilômetros de espessura.
O Navy Seal (chamado Spartan 1) explicou o lançamento de sua operação de um porta-aviões perto do Mar de Ross a oeste da Antártida no vídeo. Ele foi levado de helicóptero para a Estação McMurdo, a maior instalação americana na Antártida.
O Spartan 1 relatou descer 50 pés abaixo do gelo para entrar em uma porta. Ele avaliou as paredes da estrutura como tendo 18 a 30 pés de espessura (6-10 metros) e o teto como 22-28 pés de altura (7-9 metros). As paredes o teto e o piso ele afirmou eram todos construídos com uma pedra de basalto preto que parecia mármore preto polido.
O espaço foi aquecido a cerca de 68-72 graus Fahrenheit (20-22 graus Celsius) e iluminado do teto e do chão por uma fonte verde-limão. Ele não encontrou nenhum sistema de aquecimento ou iluminação, aumentando o mistério em torno da instalação subterrânea.
As equipes arqueológicas localizaram apenas uma seção do edifício de acordo com a testemunha com o restante enterrado sob o gelo e se estendendo profundamente abaixo. A instalação era octogonal em design e abrangia 62 acres de acordo com o radar de penetração no solo (cerca de 0,5 quilômetro quadrado).
Paredes e portas cobertas com hieróglifos medindo 20 cm de altura e 5 cm de profundidade de acordo com Spartan 1. Os hieróglifos não eram egípcios nem maias na aparência mas se assemelhavam tanto em termos de representações de animais quanto de outros símbolos bizarros.
Um dos emblemas era muito parecido com a imagem do Sol Negro da SS nazista, estampada no chão de seu quartel-general no Castelo de Wewelsburg. A legislação de propaganda nazista da Alemanha continua a proibir a representação do Sol Negro. Spartan 1 revelou que parte de seu trabalho incluía transportar cientistas que fotografariam e esboçariam o edifício subterrâneo e as marcações hieroglíficas.
Ele disse que sua equipe teve que deixar um dos cientistas porque ele insistiu em mais tempo para inventariar adequadamente o que havia sido descoberto. De acordo com Spartan 1 a instalação foi erguida por um grupo de extraterrestres que estavam envolvidos na modificação genética da humanidade.
O testemunho de Spartan 1 é crucial porque fornece uma descrição única em primeira mão do que foi descoberto dentro de uma das estruturas subterrâneas que remonta à antiguidade. Brian uma testemunha ocular da Antártida não conseguiu ver ou explorar um dos itens. Quando Brian viu um buraco gigante perfurar o Polo Sul enquanto ele se elevava acima de sua cabeça através de uma área restrita e regulamentada ele contou a história.
Apenas dois informantes adicionais se apresentaram até agora para oferecer suas histórias de serem levados ou testemunharem relíquias antigas enterradas sob as coberturas de gelo da Antártida. Corey Goode e Pete Peterson são duas pessoas que afirmam ter visto alguns dos objetos enterrados durante suas viagens.
No início de 2016 e início de 2017, Goode afirma ter sido transportado para a Antártida onde testemunhou bases secretas e as ruínas de uma antiga civilização enterrada nas profundezas das camadas de gelo. Ele afirma ter visto os corpos de híbridos humano-alienígenas que foram criados há milhares de anos como parte de experimentos genéticos realizados por uma cultura extraterrestre com aparência humanoide.
Peterson afirma ter sido enviado para a Antártida em missões clandestinas onde foi encarregado de decifrar tecnologia sofisticada descoberta perto de três Naves-Mãe, uma ou mais das quais viu durante suas viagens. O testemunho de Peterson apoia a afirmação de Goode de uma antiga instalação alienígena que serviu como centro de uma civilização global. Isso levanta uma série de questões fascinantes.
O signo do Sol Negro era uma representação de uma antiga civilização global na qual o Polo Sul servia como fulcro com espirais levando a colônias distantes? Mostro provas em meu livro The Hidden History of Antarctida de que os nacionalistas alemães que utilizam o sol negro como símbolo formaram uma colônia na Antártida.
A estrutura vista pelo Spartan 1 remonta a 33 milhões de anos atrás de acordo com o estudo de Howe que é o período típico fornecido pelos geólogos convencionais para quando a Antártida estava livre de gelo. O testemunho independente de Spartan 1 corrobora os principais aspectos do que Goode e Peterson detalharam bem como o que outros pensam que está escondido sob o continente congelado.
À medida que o testemunho de Spartan 1 for tornado público como parte da série de vídeos de Howe poderemos aprender mais sobre o que está sob as calotas polares da Antártida. Fonte
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segunda-feira, 21 de março de 2022
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sábado, 25 de fevereiro de 2017
Humanos contam suas experiências com Alienígenas e UFOs, Você já foi abduzido?
Relatos de pessoas que dizem ter sido seqüestradas por alienígenas costumam cair no campo do irreal e do folclore – para não dizer maluquice. Tudo não passa de alucinação? É história de quem sofre da cabeça? Uma coisa parece certa: é gente demais para tudo se resumir a uma deslavada mentira coletiva. Em 1991, o Instituto Roper fez uma pesquisa e apurou: 3,7 milhões de americanos disseram ter sido abduzidos – ou seja, seqüestrados por ETs. O mesmo instituto repetiu a pesquisa em 2002: dessa vez, “só” 2,9 milhões de americanos apresentavam sintomas que os especialistas associam ao fenômeno da abdução. Alguns deles: despertar com a sensação de uma presença no quarto, ver luzes estranhas sem saber de onde elas vêm, ter a sensação de flutuar no ar, encontrar cicatrizes de origem desconhecida no corpo e não se lembrar de onde esteve ou do que fez durante um certo lapso de tempo.
A mais célebre história de abdução envolveu o casal Barney e Betty Hill. No dia 19 de setembro de 1961, eles voltavam de férias no Canadá para New Hampshire, nos Estados Unidos. Já perto de casa, tiveram uma súbita sensação de formigamento, seguida de forte sonolência. Algum tempo depois, já em casa, Betty notou que estava com as roupas rasgadas e Barney, com os sapatos arranhados. O curioso é que eles não se lembravam do que havia se passado no trecho final da viagem. Era como se as últimas horas tivessem sido apagadas da memória.
Com o tempo, pesadelos começaram a atormentar Barney e Betty. Os dois decidiram procurar ajuda psiquiátrica. Por meio da regressão hipnótica, relembraram os últimos momentos da viagem: o casal teria sido retirado do carro por seres humanóides de cerca de 1,50 metro de altura e submetido a diversos exames invasivos. Barney disse que um aparelho foi introduzido em seu abdômen. Betty teria conseguido comunicar-se com o líder do grupo, que apontou um mapa celeste e revelou de onde vinha. Mais tarde, Betty desenhou o tal mapa com uma incrível riqueza de detalhes. Segundo uma especialista, tratava-se de uma rota ligando as estrelas Zeta 1 e Zeta 2 ao nosso planeta.
Roteiro comum
Após a divulgação do caso Hill, várias histórias de abdução começaram a aparecer por toda parte. Analisando os casos, os ufólogos conseguiram determinar um padrão. Segundo eles, os ETs costumam escolher suas vítimas a dedo. Eles observam o futuro abduzido atentamente, estudam sua rotina. Em geral, a abdução ocorre quando a vítima se encontra sozinha ou em lugar ermo. A pessoa recebe um estímulo, como um lampejo ou um zunido, que serve para controlar sua mente. A captura mais comum ocorre por meio de um cone de luz que desce da nave alienígena. Levada para dentro da espaçonave, a vítima é submetida a uma bateria de exames, como coleta de amostras de sangue, fezes, pedaços de pele, mechas de cabelo, esperma e óvulos. Depois desse check-up médico completo, a vítima é devolvida ao local onde fora capturada. Geralmente, tudo é apagado de sua memória, e o abduzido acorda com a sensação de despertar de um sonho.
Há quem atribua tais sintomas a um distúrbio do sono chamado narcolepsia, que pode ser desencadeado por situações de estresse e afeta a parte do cérebro responsável pelo controle do sono e da vigília. Quem sofre desse problema pode ter alucinações auditivas ou visuais. E mais: o americano Robert Todd Carroll, que mantém o site Dicionário do Cético (www. skepdic.com), chama a atenção para a incrível semelhança nos relatos de abdução. Para ele, o motivo é simples: “A explicação mais razoável para os relatos serem tão similares é que eles são baseados nos mesmos filmes, nas mesmas histórias, nos mesmos programas de televisão e nas mesmas histórias em quadrinhos”.
Influenciados ou não pela indústria cultural, os brasileiros não ficaram de fora dessa onda. Há vários relatos de abdução. Um dos mais recentes foi o da cantora Elba Ramalho, que, em 2001, revelou que tinha sido abduzida “diversas vezes”. Numa das ocasiões, os ETs teriam implantado nela um microchip – posteriormente removido por “seres celestiais”.
Nem sempre a história acaba de forma tão prosaica. Em 1988, um homem foi encontrado morto às margens da represa de Guarapiranga, na cidade de São Paulo. O corpo estava totalmente mutilado: não tinha os olhos, as orelhas, os lábios, o saco escrotal e as vísceras. Os órgãos pareciam ter sido removidos com precisão cirúrgica. Examinando as fotos e o laudo de necropsia, a ufóloga Encarnación Zapata Garcia concluiu que se tratava de um caso trágico de abdução. Mais do que isso: seria o primeiro caso conhecido no mundo de mutilação de um ser humano por extraterrestres. Essa hipótese, no entanto, é contestada no próprio meio ufológico. Segundo apuração feita pelo casal Claudeir e Paola Covo, do Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (Infa), a vítima, um homem chamado Joaquim Sebastião Gonçalves, de 53 anos, era epiléptico e provavelmente teve um mal súbito enquanto pescava sozinho na represa. Sem ninguém para socorrê-lo, ele teria agonizado lentamente e sido devorado por urubus e ratos.
Capacete salvador
Qualquer que seja a verdade, para eliminar totalmente o risco de abdução, o professor americano Michael Menkin, 61 anos, colaborador da Nasa, acredita ter a solução. Há cinco anos, ele criou uma engenhoca que batizou de Screen Helmet, um capacete que, segundo ele, é capaz de repelir qualquer alienígena mal-intencionado. O capacete, que é feito com uma espuma especial, utilizada em transporte e proteção de componentes eletrônicos, impediria que os ETs se comuniquem telepaticamente com os humanos e controlem sua mente – impossibilitando assim a abdução. “Estudo os fenômenos extraterrestres há mais de 40 anos. Pelas pesquisas que fiz, a única coisa que pode parar os ETs e impedir as abduções é o Screen Helmet”, disse Menkin, de sua casa, em Seattle. “Acredito que o planeta será invadido em, no máximo, 15 anos. Quando isso acontecer, nenhum lugar será seguro.”
Fonte:http://super.abril.com.br
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Fonte:Consciência Ecológica
















