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quarta-feira, 19 de junho de 2024

O campo magnético do Sol está prestes a se inverter: Quais são as Consequências Disso?

A mudança na polaridade indica o ponto médio do máximo solar (pico de atividade), e o início da mudança em direção ao mínimo solar, algo que pode ser benéfico para o nosso planeta.  

Para compreender a reversão do campo magnético, é essencial conhecer o ciclo solar. Este ciclo, com duração aproximada de 11 anos, é impulsionado pelo campo magnético do Sol e se manifesta na frequência e intensidade das manchas solares visíveis em sua superfície. Espera-se que o próximo máximo solar ocorra entre o final de 2024 e o início de 2026. 

Há outro ciclo importante, embora menos conhecido, chamado ciclo de Hale, que abrange dois ciclos solares de 11 anos e dura aproximadamente 22 anos. Durante este tempo, o campo magnético do Sol se inverte e depois retorna ao seu estado original. 

No mínimo solar o campo magnético do Sol se assemelha a um dipolo, com um pólo norte e um pólo sul, semelhante ao campo magnético da Terra. Mas à medida que nos aproximamos do máximo solar, o campo magnético do Sol torna-se mais complexo, sem uma separação clara entre os pólos norte e sul. Ao passar o máximo solar e atingir o mínimo a estrela retorna a um dipolo, embora com polaridade invertida. 

A próxima mudança de polaridade será de norte para sul no hemisfério norte e vice-versa no hemisfério sul. Isto alinhará a orientação magnética do Sol com a da Terra, que também tem um campo magnético voltado para o sul no Hemisfério Norte. 

O que causa essa mudança de polaridade? 

A reversão é impulsionada por manchas solares, regiões magneticamente complexas na superfície do Sol que podem desencadear eventos solares significativos, como erupções solares e ejeções de massa coronal (CMEs), que são grandes explosões de plasma e campo magnético. 

À medida que as manchas solares emergem perto do equador, elas têm uma orientação que corresponde ao antigo campo magnético, enquanto as manchas próximas aos pólos se alinham com a nova orientação magnética de acordo com a lei de Hale

Durante o máximo solar, um grande número de manchas pode ser observado em latitudes médias, enquanto durante o mínimo solar um número muito pequeno – às vezes zero – de manchas é visto no equador. Crédito: Futuro. 

“A inversão gradual do campo magnético não ocorre num instante, mas desenvolve-se ao longo do ciclo solar de 11 anos”, explica o astrofísico solar Ryan French. «Não é como na Terra, onde o investimento é medido pela migração dos pólos norte/sul. “Pode levar um ou dois anos para ser concluído, embora a duração possa variar significativamente”. 

A mudança de polaridade não é sinal de um apocalipse iminente. No entanto sentiremos alguns efeitos colaterais. 

Consequências:

A atividade solar recente tem sido notavelmente intensa, com numerosas erupções solares e CMEs, que desencadearam fortes tempestades geomagnéticas na Terra e produziram auroras impressionantes. 

Um efeito colateral positivo da mudança de polaridade é que ela ajuda a proteger a Terra dos raios cósmicos galácticos, partículas subatômicas de alta energia que podem danificar naves espaciais e colocar os astronautas em risco. À medida que o campo magnético do Sol muda, a corrente heliosférica difusa torna-se mais ondulada, proporcionando uma melhor barreira contra estes raios cósmicos. 

A corrente heliosférica difusa é a superfície dentro do sistema solar onde a polaridade do campo magnético do Sol muda de norte para sul. Este campo se estende através do plano equatorial solar na heliosfera e torna-se mais ondulado durante a reversão do campo magnético. Crédito: NASA. 

Os cientistas estarão observando a inversão do campo magnético da nossa estrela hospedeira para ver quanto tempo leva para retornar à configuração dipolo. Se ocorrer nos próximos anos, o próximo ciclo solar de 11 anos será relativamente ativo. Se o processo for lento o ciclo será mais fraco, como o 24º ciclo solar acima.  Fonte 

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domingo, 9 de agosto de 2015

Crop Circle - Símbolo do "Sol Negro" impresso em um campo de trigo em Drove, Wiltshire

Um Crop Circle espetacular com um diâmetro de cerca de 100 -120 metros, fez sua aparição em um campo de trigo em Drove, perto Bowerchalke em Wiltshire (Reino Unido). Projeto gravado no campo é o famoso símbolo da Black Sun ou Schwarze Sonne (em alemão). Black Sun, em português (Sol Preto)  é um símbolo solar, às vezes também referido como Sonnenrad ("a roda do sol" ou "roda do sol").

O mesmo símbolo do Sol Negro, é também um eclipse solar, o que significa que nós encontramos no antigo xamanismo Druídica esotérico, O eclipse do Sol vestido grande importância, de modo a ter feito o símbolo esotérico conhecido precisamente como " Black Sun ", representado por um disco completamente preto que se sobrepõe com um halo de luz que emerge ao longo de sua borda.
Black Sun simboliza a experiência central da experiência mística de Kemo desenvolveu-VAD. O Kemo-VAD é uma forma de meditação dinâmica usada há milhares de anos pelo antigo druidismo Europeu. Este símbolo é mostrado a relação interna entre o praticante desta antiga disciplina e o mistério que permeia a existência e que dá sentido ao universo e do indivíduo.
No símbolo do Sol Negro, o eclipse, é a alegoria da natureza que, sem exceção é imposta aos assuntos humanos com toda a grandeza de seu fenômeno astronômico, lembrando-se da relatividade de expectativas humanas subjacentes a lógica essencial do Shan, o plano real da vida que é vivida durante a vida terrena e vai além dela.

Mesmo os índios Navajo, preservaram suas crenças tradicionais sobre eclipses. Para eles, a ordem cósmica do universo é baseado em manter o equilíbrio. "Eclipses cair na natural: quando acontecer você parar para reconhecer que estes são eventos especiais e para refletir sobre a ordem do cosmos."

Black Sun de Giordano Bruno

O famoso herético Giordano Bruno, terminou na fogueira 17 de fevereiro de 1600, além de sua visão filosófica do mundo, ele deixou as anotações que se referem ao futuro da humanidade. De fato, em seus escritos e estudos que inclui alguns pensamentos interessantes que alguém tenha renomeado como descrédito 'profecias', mas a previsão do cientista que conseguiu até mesmo sugerir o fim do mundo, com uma linguagem medieval e profética, mas também cientificamente aceitável hoje.

"O homem vai viajar no cosmos e o universo, aprender o dia do seu fim ..

[...] Só quando o homem que você acredita mestre

o cosmos muitos cidade rica fará com que o final de Sodoma e Gomorra

 [...] O Sol negro no espaço engolira o sol, a lua e todos os planetas que giram em torno do sol "

 (Bibliografia: "De infinito universo et Mundos")

Significativa são estas duas últimas linhas que, além de atestar quando Bruno tinha abraçado a visão de Copérnico do mundo, confirmar o aparecimento de um segundo Black Sun por que não brilhante, não brilhante como um planeta por comparação de uma estrela. Talvez Giordano Bruno se referia a  uma estrela escura ou a Dark Star onde os planetas que orbitam um gigante-como Planeta X Nibiru?

O " Black Sun vai engolir todos os planetas por causa de seu campo gravitacional forte, devido a uma massa tão grande que, mesmo fortemente afetar o campo gravitacional do sol. A humanidade aprende a partir da observação do céu, "o dia do seu fim", quando "vai viajar no cosmos . "
Massimo F.
Fonte:http://www.segnidalcielo.it
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                                                  Fonte:Shaun Matthews

domingo, 12 de julho de 2015

Ruínas de Baalbek indicam Construção de um Porto Espacial com Tecnologia Alienígena?

Por Javier Garrido B., original em Paraciencias al Día

Ao norte de Damasco se estende o terraço de Baalbek: uma plataforma construída com enormes pedras, algumas das quais medem 20 metros de lado e pesam quase 2000 toneladas. Por que e como se construiu o terraço de Baalbek? Quem foram seus construtores? Até agora a arqueologia não pôde oferecer nenhuma explicação convincente. Contudo, o professor russo Agrest acredita ser possível que o terraço represente os restos de uma gigantesca pista de aterrissagem.
Erich von Däniken – Lembranças do Futuro
O famoso terraço de Baalbek no vale de Beqa’a, Líbano, é uma das cartas fortes dos divulgadores da hipótese de “antigos astronautas”, segundo a qual em um passado longínquo, habitantes de outros mundos visitaram a Terra. Esses navegantes dos espaços interestelares teriam deixado como prova de sua passagem mitos dispersos e construções inexplicáveis.

A Lenda
Supostamente, o Grande Terraço de Baalbek é uma dessas construções que a arqueologia moderna, com todos os recursos de que dispõe, é incapaz de explicar. Ninguém sabe quem o edificou, nem quando, nem como. Um conjunto de templos da época romana foi construído entre os séculos I e III d.C. sobre ruínas gregas previas, e os edifícios gregos sobre outras ainda anteriores. O Grande Terraço é uma plataforma construída com as maiores pedras talhadas conhecidas, blocos megalíticos que foram cortados com grande precisão e colocados para formar fundamentos de 460.000 metros quadrados de superfície. Nesta plataforma se encontram os três colossais blocos conhecidos como o Trilithon, cada um dos quais mede quase 20 metros de comprimento, com uma altura de aproximadamente 4 metros e uma largura de 3. O peso de cada um desses monolitos monstruosos foi estimado entre mil e duas mil toneladas; são de granito vermelho, e foram extraídos da pedreira a mais de um quilômetro de distância, vale abaixo em relação à construção. Não existe nenhum mecanismo na atualidade nem nenhuma tecnologia moderna capaz de mover seu grande peso e colocá-o precisamente nesse lugar. É ainda mais extraordinário o fato de que na pedreira exista um bloco ainda maior, conhecido pelos árabes como Hajar el Gouble, ou Pedra do Sul.
Naturalmente, com respeito a tudo isto, a ciência oficial permanece em um silêncio embaraçoso.
Vista da “Pedra do Sul” ou “Hajar o Gouble”. Este monstruoso megalito de mais de mil toneladas de peso não chegou a sair da pedreira em que foi talhado.

Em 1851, o estudioso francês Louis Felicien de Saulce, que mais tarde realizaria uma das primeiras escavações sistemáticas de Jerusalém, permaneceu em Baalbek dois dias, de 16 a 18 de maio, e se convenceu de que a fundação do Grande Terraço eram os restos de um templo pré-romano; e registrou esta opinião em seu livro “Voyage autour de la Mer Morte” (“Viagem ao redor do Mar Morto”) que data de 1864.

Contudo, a hipótese de origem extraterrestre do terraço de Baalbek não tardaria em chegar. O primeiro a expô-la foi o físico bielorrusso Matest M. Agrest, em 1959. Agrest é considerado como o primeiro cientista a avançar a hipótese de que a Terra foi visitada em tempos pré-históricos por inteligências vindas do espaço exterior; seu famoso artigo “Astronautas da Antigüidade” (Kosmonaute Drevnoste) foi publicado em 1961. Em sua hipótese, Agrest dá uma grande importância à história bíblica de Enoque, e à obscura referência do Gênesis que fala dos Nefilin. Ele propôs que as pedras são prova dessas visitas extraterrestres e que o que realmente ocorreu em Sodoma e Gomorra foi uma explosão nuclear. Para Agrest, o Grande Terraço teria sido uma pista de aterrissagem para os cosmonautas da antiguidade. Curiosamente, a única fonte de informação de Agrest com respeito a Baalbek parece ter sido um indefinido livro publicado em Paris em 1898.

Matest M. Agrest

A hipótese de Agrest em relação a Baalbek em particular, e aos “Antigos Astronautas” em geral, fez escola. Já vimos no início uma citação tomada de um dos livros de Erich von Daniken; Zacharia Sitchin também segue esta mesma linha. As inumeráveis toneladas dos blocos de Baalbek parecem ser tão fascinantes que existem autores que não resistem mencioná-as, mesmo que não tenham nada a ver com o tema de que estão tratando; por exemplo, Charles Berlitz, que no meio de um catálogo de maravilhas que aparece em sua magna obra “O Triângulo das Bermudas” menciona “as enormes pedras das fundações do templo de Júpiter, em Baalbek, Síria, colocadas ali muito antes da construção do templo e uma das quais pesa 2000 toneladas”. Nós sabemos que na verdade Baalbek não se situa na Síria, mas no Líbano, mas deixemos de lado este pequeno lapso.

É possível notar que as especulações que atribuem o Terraço de Baalbek à ação dos “Antigos Astronautas” partem de dois pressupostos básicos: que a plataforma foi construída em um passado muito remoto, muito antes dos templos que o coroam, e que o peso dos grandes blocos supera a capacidade de transporte da tecnologia humana da época em que se levantou a plataforma (e mesmo dos dias de hoje!). Mas até que ponto estas suposições são corretas? Se seguirmos ao pé da letra a lenda, tal e como se repete tantas vezes, só podemos concluir que as ruínas de Baalbek são simplesmente impossíveis e inexplicáveis, um mistério sem solução humana. No entanto existem alguns fatos que não estão incluídos na lenda; e é nestas curiosas omissões que reside a chave do “mistério”. Vejamos quais são esses fatos.

O local
Baalbek (ou Balbek) se encontra no leste do Líbano, no famoso vale de Beqa’a, entre os rios Litani e Asi (o antigo Orontes), sobre a vertente ocidental do Antilíbano. Localiza-se no cruzamento de duas rotas comerciais de importância histórica, uma entre o Mediterrâneo e a Síria Interior, e a outra entre o norte da Síria e o Norte da palestina. Está aproximadamente a 86 quilômetros de Beirute, e 56 de Damasco. Todavia hoje é um importante centro administrativo e econômico do vale de Beqa’a. Encontra-se conectado por via férrea com Beirute, Damasco e Alepo.

As origens de Baalbek são obscuras. Foram realizadas tentativas tanto conjeturais como inconclusivas de identificá-la com Baal Gad (Josué 11–17; 13–5) ou Biqueat–Aven (Amos, 1–5). Por sua parte, Velikovski tentou identificá-la com a Dan bíblica. Foi sugerido também que em sua origem foi uma cidade fenícia, centro do culto ao deus babilônico Baal–Hadad, e seu nome significaria “Cidade de Baal”; posteriormente, os gregos assimilariam esta deidade a Helios, daí que passara a chamar-se Heliópolis. Contudo, não existe nenhuma evidência arqueológica desse suposto assentamento fenício inicial, e dada a ausência de referências nas fontes históricas de um assentamento semelhante, o mais provável é que este tenha sido um de muita pouca importância ou, muito mais provavelmente, inexistente. O nome “Baalbek”, contra o que poderia parecer, não denota uma incomensurável antiguidade. Nem foi usado durante a época romana, nem existe evidencia de que tenha sido utilizado alguma vez anteriormente a ela. Não parece muito provável que o local tenha começado a ser chamado “Baalbek” em honra a um Baal qualquer em tempos posteriores, pois então a região já havia sido cristianizada, para ser mais tarde submetida ao Islamismo
. É quase certo que Baal não teve nada a ver com o nome da cidade; posteriormente à época romana o nome do lugar foi “Bal Bekaa”, que significa simplesmente “vale de Bekaa” (ou vale de Beqa’a), nome que conservou até o século XIX.

A região caiu em poder dos gregos com as conquistas de Alexandre, no ano 332 A.C. Depois da morte dele, em 323, ficou sob controle dos Lágidas do Egito, e se supõe que é nesta época que a cidade passaria a chamar-se Heliópolis, possivelmente em honra a sua homônima egípcia. No entanto, é curioso que desta Heliópolis helenística no vale de Beqa’a tampouco existem restos seguros. Mais tarde, no ano 200 A.C., o lugar foi conquistado pelos Seleucidas, em cujas mãos permaneceu até a queda da dinastia em 64 A.C., quando passou ao controle romano.

As primeiras referências certas acerca da cidade datam precisamente do período posterior à conquista romana. Se converteu em colônia sob o reinado de Augusto, e teve especial importância na época dos Antoninos (século II D.C.). Baalbek caiu em poder dos árabes no ano 637 D.C. A cidade foi saqueada em diversas oportunidades, e em 1759 devastada por um terremoto. Depois da I Guerra Mundial as autoridades francesas a incluíram em seu mandato do Líbano. O interesse europeu pelas ruínas de Baalbek remonta ao século XVI, mas não foi antes de 1898 – 1905 que as expedições alemãs escavaram os monumentais templos romanos.

Os partidários da hipótese dos “antigos astronautas” insinuam que as ruínas romanas de Baalbek são insignificantes em comparação com a massiva plataforma que as suporta. Não é verdade. A acrópoles de Baalbek é o maior e melhor conservado exemplo de arquitetura romana que chegou até nós, e seu Templo de Júpiter o maior de todos os conhecidos. Em outras palavras, uma obra autenticamente monumental. Este era um edifício de estilo Corintio, com 10 colunas em cada frente e 19 em cada lado, cada uma de 18,9 metros de altura e 2,3 de diâmetro (destas estão de pé atualmente apenas seis). As 84 colunas do pórtico estavam talhadas em granito rosa procedente nada menos que de Assuan (no Alto Egito). Ao que parece, este templo era dedicado a três deidades: o deus do trono sírio Hadad, assimilado como Júpiter, a deusa síria da natureza Atagartis, assimilada como Vênus, e um jovem deus, Aliean, provavelmente um espírito da vegetação, igualado pelos romanos a Mercúrio.

Acredita-se que o Templo de Júpiter foi concluído no ano 60 D.C. Dentro do mesmo complexo se encontram também o Templo de Baco, construído no ano 150 D.C. e que se acha muito bem preservado, com 8 colunas em cada frente e 15 em cada flanco, o Templo circular de Vênus, e os restos de um Templo dedicado a Hermes. De qualquer ponto de vista, foi um projeto grandioso, no qual que se trabalhou durante vários séculos, e que ao final não foi concluído.

Inexplicáveis?
Nos anos 1904 – 1905 uma expedição alemã realizou a primeira escavação sistemática nas ruínas de Baalbek. Esta investigação é meio século posterior a Louis Felicien de Saulce, e posterior também à fonte original de Matest Agrest, mas muito anterior à aparição da hipótese dos “Antigos Astronautas”. E, contudo, os proponentes desta a ignoram. Os resultados foram publicados em três volumes entre 1921 e 1925, com Theodor Wiegand como editor (Wiegand, Th. (ed.) Baalbek. Ergebnisse der Ausgrabungen und Untersuchungen in den Jahren 1898 bis 1905 vols I-III, Berlin and Leipzig: Walter de Grueter, 1921-1925).

Os arqueólogos alemães escavaram através da plataforma e realizaram descobertas muito interessantes. O aparentemente sólido terraço está construído de sólidos megalitos apenas em seus muros externos. No interior, sob o fórum, encontraram um labirinto de câmaras cheias de escombros compactados, com paredes de tijolo na típica forma romana de panal; debaixo de tudo isto, um leito de rocha sólida. Em resumo, só alvenaria e restos romanos. Os alicerces dos templos estão fundamentados no leito de rochas para poder suportar seu peso, já que a plataforma simplesmente afundaria se se apoiassem sobre ela. As paredes megalíticas são em realidade um muro de contenção em declive.
Do suposto assentamento fenício prévio não se encontraram resquícios, tampouco de nenhum outro de uma incomensurável Antigüidade. Muito menos restos de equipamentos laser, reatores de fusão nuclear ou motores de plasma.

Um dos recursos mais efetivos e impressionantes de que se serviram os engenheiros e arquitetos romanos foi a criação de massivas plataformas em terraços para suportar grandes edifícios ou grupos deles. Esta idéia veio da Grécia, mas foram os romanos que chegaram a desenvolver todas as vantagens estruturais de construir massivas subestruturas para explorar o potencial funcional de lugares geograficamente acidentados. Exemplos destes terraços são encontrados em Tiddis (África do Norte), Terracina (Itália), Praeneste (Palestina), e muitos outros lugares.

A conclusão, por estranho que pareça, é que, de acordo a os dados disponíveis, o local é de origem romana. Nem fenícia, nem extraterrestre. E em qualquer caso, como pista de aterrissagem teria resultado francamente deficiente, pois qualquer nave espacial de peso regular teria afundado o pavimento.

E os blocos do famoso Trilithon? Como é possível que tenham sido movidos desde a pedreira até sua posição final na plataforma, pelos romanos ou por quem quer que fosse?

Aqui são necessárias algumas correções. A primeira: os blocos não são tão pesados como afirmam os divulgadores da hipótese dos “Antigos Astronautas”. Já vimos que von Daeniken lhes atribui “quase 2000 toneladas” e “20 metros de lado”; este último faz pensar de imediato em um monstruoso cubo, mas em realidade se trata de “aproximadamente 20 metros de comprimento”, já que cada megalito tem a forma de paralelogramo. Berlitz segue von Daeniken no disparate, e fala também de “2000 toneladas”. Dispostos a fantasiar, não falta quem lhes atribua “milhões de toneladas” (!!!!!!!). Tudo isto faz suspeitar que existe muita gente que fala do tema sem se preocupar em fazer algumas comprovações elementares, para as quais não é necessário viajar a Baalbek nem escavar na plataforma. Tudo o que se requere é conhecer a densidade do granito, as dimensões dos blocos e uma modesta calculadora de mão.
A densidade do granito, dependendo de seu tipo, varia entre 2.63 e 2.75 g/cm3. Com respeito às dimensões dos blocos, não há duas fontes que dêem as mesmas medidas; contudo todas coincidem em que nenhuma chega aos 20 metros de comprimento. Ao que parece, o maior dos megalitos do Trilithon mede 19,80 por 4 por 3,6 metros. Isto daria um volume de 285,12 m3. Assumindo que a densidade da pedra é de 2,75 g/cm3, o peso do bloco seria de 784,08 toneladas. Menos de 800 toneladas e muito longe das 2000 que Daeniken e Berlitz citam tão alegremente. Por suposto, neste cálculo caseiro podem ter se filtrado vários erros: as pedras podem ter dimensões reais um pouco maiores (ou menores!) que as mencionadas; a densidade do granito pode ser menor que 2,75 g/cm3 (usei intencionalmente o maior valor que encontrei e não o menor); na conversão de pés a metros sempre se perdem alguns decimais. De fato, existem estimativas ainda mais moderadas e provavelmente mais precisas, em torno de 600 toneladas, e em todo caso, sempre abaixo de 800.

E quanto à pedra mais pesada, a chamada “Pedra do Sul” (outras fontes lhe dão o nome de “Pedra da Mulher Grávida”), esta sim pesa mais de 1000 toneladas. Mede nada menos que 21,31 metros de comprimento, por 4,08 por 4,72, para um volume de pouco mais de 410 m3. Diversas estimativas lhe atribuem um peso entre 1050 e 1200 toneladas (meu cá
lculo caseiro dá aproximadamente 1127 toneladas). Embora estejamos ainda estejamos muito longe das “2000 toneladas”, de todas formas resulta impressionante. Salvo por um detalhe, que sempre se menciona de passagem e sem lhe dar maior importância: esta fenomenal pedra não chegou a sair da pedreira, e portanto de nenhum modo se pode fazer um mistério de seu transporte, já que simplesmente não foi transportada a nenhum lugar. Por que os engenheiros romanos deixaram este monstro na pedreira? A este respeito, e à falta de documentos, só se pode especular: quem sabe cometerem um erro de cálculo e se encontraram com a situação de haver talhado um bloco demasiado grande e que logo lhes foi impossível de mover, ou talvez modificaram o projeto da obra, ou… Em todo caso, a mesma pergunta teria que ser feita aos que atribuem o bloco à tecnologia alienígena.

Sigamos com as correções. A pedreira de onde se extraíram os famosos blocos não se encontra “vale abaixo” em relação à construção; se encontra entre 10 e 15 metros acima dela. A pedreira está a 1160 metros de altura e o templo a 1145. Sem dúvida, sempre resultará mais fácil transportar uma grande massa ladeira abaixo que acima. Por outro lado, a pedreira se encontra a apenas 600 metros da plataforma, embora seja preciso desviar de uma valeta, a distância a percorrer aumenta até em torno de 1100 metros.

Mesmo assim, poderia parecer que embora um tanto minimizado, o mistério ainda persiste. Teriam os romanos a capacidade técnica para movimentar blocos de semelhante peso, mesmo que em uma distancia relativamente curta?

Os engenheiros romanos foram peritos na movimentação de blocos pétreos de grande tamanho, inclusive em condições muito mais difíceis que as que poderiam haver em Baalbek, onde a pedreira se encontrava relativamente próxima. Durante a época imperial, muitos obeliscos egípcios foram transportados desde seus locais de origem até a península itálica; pelo menos uma dúzia deles foram reerigidos na própria Roma. Entre eles está o que atualmente se encontra na praça de São João de Letrán, erigido inicialmente por Tutmosis III em Karnak, no século XV A.C. Sua altura é de 32 metros, os lados da base medem 2,70 e os da cúspide 1,88.

Durante o reinado de Teodosio I (379–395), outro obelisco procedente de Karnak foi colocado na “spina” do hipódromo de Constantinopla. Os detalhes a respeito se conhecem através da obra do historiador bizantino Marcelino Comes (século VI D.C.) e pelas inscrições na base de mármore de seis metros de altura sobre a qual foi erigido. Este obelisco mede 19,59 metros de altura. Os relevos da face norte da base mostram cenas da elevação do monumento, sob a vigilância atenta do Imperador. Estes relevos são um valioso registro das técnicas da época.

A base contém duas inscrições, uma grega e outra latina. Esta é a tradução aproximada da inscrição grega “Foi o destino que apenas o Imperador Teodósio tivera o valor de erigir esta pedra de quatro lados cujo peso a havia mantido na terra por muitos anos. Para realizar esta tarefa ele buscou a ajuda de Proclo e a pedra tardou 32 dias para levantar-se ao lugar”.

No texto latino palavras são colocadas na boca do mesmo obelisco: “A principio me opus. Mas me ordenaram submeter-me a meu amo supremo e levar a grinalda da vitória que ele havia ganhado sobre os tiranos. Todos obedecem a Teodósio e sua descendência, que perdurará no futuro. Desta maneira ele triunfou sobre mim também, e sob a direção de Proclo me obrigaram a levantar-me em três vezes dez dias.”

À margem das adulações a Teodosio, existem outros dados curiosos. O obelisco teve que ser trasladado uma distancia de ao redor de três quilômetros em subida desde o nível do mar até seu local final no hipódromo, enquanto que em Baalbek a distancia foi bastante menor e vale abaixo. Para realizar o trabalho, os romanos não dependiam da pura força bruta de um exército de escravos puxando em uníssono a uma ordem do capataz, e sim empregavam máquinas projetadas. Uma das novidades tecnológicas introduzidas pelos engenheiros romanos foi o amplo uso do movimento rotatório; por exemplo, o uso de gruas potenciadas por norias. Para o traslado de blocos de grande peso, utilizavam malacates, nos quais o movimento rotatório se transformava em tração.

O transporte do obelisco de Teodosio se completou ao que parece com doze malacates, manejados cada um por vinte e quatro homens.

Os malacates eram colocados em postes enterrados no solo aos lados da via de transporte, em duas fileiras paralelas, a ambos lados do bloco a movimentar; cada malacate se situava a cinco metros do seguinte. Cada um dos pares de malacates de cada lado tinham um ângulo diferente para halar o peso. Quando o ângulo de dois dos malacates era impraticável, os malacates eram desmontados e se colocavam mais adiante. Por suposto, o transporte era lento (foi estimado em uns 30 metros diários), pela necessidade de desmontar e voltar a montar as máquinas a cada poucos metros para aproveitar melhor a força. Entretanto, em vista de que em Baalbek se moveram vários blocos, é possível que os malacates se tenham armado em forma de becos sem chegar a desmontá-los, para utilizá-los com os blocos sucessivos. O traslado de cada bloco teria sido assim um pouco mais rápido.

Conclusão
Sem a menor dúvida, a construção de Baalbek foi uma verdadeira façanha. Mas uma façanha humana, não o produto de alguma privilegiada mente extraterrestre. Embora ainda não tenha alcançado, e quem sabe nunca alcance, a fama da Grande Pirâmide, Baalbek continua sendo uma referência na hora de especular sobre viajantes procedentes do espaço exterior. A rigor, seu mistério sequer deveria ter nascido, já que em 1905 não era mais um mistério. E contudo, a mesma historia prossegue repetida uma e outra vez…
***
A informação básica utilizada na redação deste texto foi tomada do artigo de Frank Doernenburg “BAALBEK: The Romans really did build it!”, que pode ser consultado em http://www.ramtops.demon.co.uk/baalbek.html. 
A história do assentamento fenício original que teria dado origem a Baalbek e seu nome se repete quase invariavelmente em todas as fontes que consultei. No entanto, da mesma maneira admitem a ausência de evidência desse suposto assentamento.
Para a informação general, em especial a descrição dos templos, utilizei principalmente o artigo “Baalbek” da Enceclopædia Britannica Online. (http://www.eb.co.uk:195/bol/topic?eu=11716&sctn=1)
Também extraí alguns dados de “The Catholic Enceclopedia”. A entrada específica sobre Baalbek pode ser encontrada em http://www.newadvent.org/cathen/02177a.htm 
Sobre o obelisco de Teodosio, pode ser consultado: http://www.turkishair.com/skelife/0798/s4.htm
Fonte:http://www.ceticismoaberto.com 
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                                                Fonte:Mike Moore

domingo, 21 de junho de 2015

ITÁLIA - Crop Circle Aparece Perto de Cervia, Ravenna

Um belo Crop Circle  fez sua aparição em um campo de trigo perto de Cervia, Ravenna. 
O pictograma foi impresso em um campo não muito longe do Waterski Club, que fica a cerca de 800 metros da Milano Marittima e 1 km de Cervia. Para saber sobre a formação foram alguns motoristas que passavam na rodovia Adriático (SS16), na tarde de 20 de junho de 2015.
Enquanto se aguarda mais atualizações, observando as únicas fotografias tiradas de um avião, podemos ver que a formação é composta por um grande círculo dentro do qual podemos distinguir dois outros círculos concêntricos.
             Podemos constatar que os galhos não foram quebrados, apenas entortados

Projeto gravado parece descrever um planeta muito grande, talvez Júpiter, ou quem sabe talvez o Planeta X, em trânsito ou conjunto com a colagem do Sol. imagens estáticas melhor, para tentar dar uma explicação tão plausível quanto possível, na descrição do Crop Circle que apareceu na noite entre 19 e 20 de Junho de 2015.
Fonte:segnidalcielo.it
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                                             Fonte:Circles Channel

quarta-feira, 9 de julho de 2014

FANTÁSTICO - Extraterrestres Criando Crop circles em um Campo na Espanha

Imagens chocantes de extraterrestres criando Crop Circles em um campo na Espanha atingiu a internet.
Todas as notícias Web relatório que a filmagem estava sendo estudada por especialistas de UFOs para determinar sua autenticidade. O filme é menos de um minuto de duração e foi supostamente feito por moradores em uma fazenda na província espanhola de Valência.
Os alienígenas parecem estar queimando um símbolo no campo e estranhas criaturas que procuram silhuetas são vistas através da fumaça espessa.
O operador de câmara aterrorizado parece correr de medo.
Todas as notícias Web paranormal Michael Cohen especialista está convencido pela metragem.
"Quando fraudadores perceber que as imagens que termina com uma câmera apontando inutilmente para o chão enquanto, proprietário sai correndo e para respiração não fazem as coisas parecem mais realista".
Fonte
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                                         Veja o Vídeo Abaixo:


                                             Fonte:The Morningstarr*

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Crop Circle Espetacular: Aparece nas áreas de Sixpenny Handley, Dorset (Reino Unido)

Um Crop circle espetacular fez a sua aparição nos campos de trigo de Ackling Dyke, perto da aldeia de Sixpenny Handley, Dorset (Reino Unido) a formação foi descoberta 29 de junho de 2014.
Foram imediatamente levado alguns "drones" para observar melhor o círculo espetacular colheita formado por uma estrela de cinco pontas no exterior e cinco círculos que representam a estrela eo crescente, símbolo conhecido do Islã. 
O gráfico em seguida, representando a crescente é muito mais antiga do que o nascimento do Islã. Recordamos a este respeito que o Islã nasceu com Muhammad, exatamente, é rastreada até 622 dC, ano da Hégira, ou a transferência para o Medina e a expansão maciça da doutrina. O sinal do crescente que, em muitas ocasiões, ele foi acompanhado por uma estrela símbolo remonta nos primeiros testemunhos do reino dos moabitas, as pessoas que viviam nas margens do Mar Morto, desde o 14 ao século 5 aC O símbolo foi ainda traçada entre o povos daquela área até ingressar na mitologia babilônica. O significado desses símbolos, naquelas culturas é muito incerto. Os estudos mais confiáveis ​​sugerem uma proposição da imagem de Deus na prosperidade e como sempre representado em moedas ou real, ou ao lado dos símbolos de natureza religiosa.
Imagem Copyright 2014 O Conector Crop Circle

Como mencionado acima, existem dentro do símbolo pictograma do pentagrama ou cinco pontas da estrela; se houver mesmo o círculo externo, é chamado Pentagrama. Do ponto de vista gráfico, ele também pode ser visto como a união de cinco letras "A" para as suas bases: por esta razão, este símbolo é também muitas vezes referida como Pentalfa, a saber: "Alpha Five" (onde Alfa é a primeira letra do grego e jogo, mesmo graficamente, o nosso capital "A").
Desde os tempos antigos, tem sido associado com o planeta Vênus. Este planeta, na verdade, é o único do nosso sistema, que pode ser identificada com um gráfico simples e sem dúvida, derivado da astronômico rastrear seus movimentos através do zodíaco. Na verdade, se você marcar as posições dos planetas Vênus ao longo do 360 º do círculo do zodíaco, a figura que se forma um pentagrama é simplesmente perfeito. Neste caminho, o planeta passa por momentos de invisibilidade em momentos de brilho extremo; em seguida, quando a estrela está localizado na vizinhança do Sol ocorre de acordo com uma natureza dupla, e é conhecido como a Estrela da Manhã, Fósforo, ou Lúcifer ("portador da luz"), e como a estrela da noite, Hespheros ou Afrodite (deusa da beleza, sexualidade e paz).
Os povos antigos, muitas vezes associada a suas divindades mais femininas, os chamados Grandes Mães: os sumérios a Inanna, a Deusa do Céu, os babilônios a Astarthe, o Akkadians Ishtar, Afrodite para os gregos, os romanos, Vênus e assim por diante. Para os egípcios o símbolo representando Hórus, filho de Ísis e Osíris, o sol representava a matéria-prima da alquimia, a fonte inesgotável de vida, o fogo sagrado, semente universal de todos os seres. Nos místicos judeus medievais, este símbolo era conhecido como o Selo de Salomão ou Shield, um termo que, em seguida, em séculos posteriores, foi ao estado, incorretamente, a estrela de seis pontas, ou hexagrama.
Lembrá-lo que é proibido de visitar o treinamento, como o proprietário do campo proibiu todos os entusiastas e pesquisadores do Crop circle, para entrar no campo de trigo. Então, por agora podemos desfrutar os vídeos feitos pelos drones que documentaram a formação surpreendente de perto com um diâmetro de cerca de 50-60 metros. Claro que na área não foram vistos no encaracolado amor ou cangurus que comem folhas de ópio.
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                                        Veja os Vídeos Abaixo:


                                                  Fonte:MrGyro FPV


                                                Fonte:Adam Pr

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Planeta X: O "Sol Negro", de Giordano Bruno !!!


O famoso herege Giordano Bruno terminou  na fogueira em 17 fev 1600, além de sua visão filosófica do mundo, deixou-nos  registros que se referem ao futuro da humanidade. 
De fato, em seus escritos e estudos inclui alguns pensamentos interessantes que alguém tenha renomeado como 'profecias', no entanto, desacreditando a previsão do cientista que conseguiu até mesmo sugerir o  fim do mundo,  com uma linguagem medieval e profética, mas também cientificamente aceitável hoje em dia.

"O homem viajará no cosmos e o cosmos, aprender no dia do seu fim
[...] Só quando o homem que você acredita mestre
muitas cidades ricas do cosmos irão fazer o fim de Sodoma e Gomorra
[...] Um sol negro no espaço engolira o sol e a lua e todos os planetas que giram em torno do sol "
(Bibliografia: "De l infinito universo et Mundos")


Significativas são essas últimas duas linhas, que, além de certificar quando Bruno tinha abraçado a visão de Copérnico do mundo, confirmam o aparecimento de um segundo Sol negro  por que não brilhante, não brilhante, bem como uma comparação com o planeta de uma estrela.


O "Sol Negro"vai  engolir todos os planetas, devido ao seu campo gravitacional forte, devido a uma massa tão grande que até mesmo influenciar fortemente campo gravitacional do sol.
 A humanidade vai aprender a partir da observação do céu, "o dia do seu fim," quando "vai viajar no cosmos."
Só no século XX, o homem começou a fazer viagens espaciais, então é certo que Bruno espera-se que os eventos mencionados irá ocorrer em uma data não especificada a partir do século XX, e não antes.

                                          Veja o Vídeo Abaixo:


                               Fonte:Assinoê Discípula de INRI CRISTO

domingo, 15 de dezembro de 2013

Possível Inversão dos Campos Magnéticos da Terra Preocupa Cientistas, Retorno a Idade da Pedra ?


Uma possível inversão dos campos magnéticos da Terra está deixado os pesquisadores em estado de alerta. Para investigar quais as probabilidade de ocorrência de fato deste fenômeno e suas consequências, os pesquisadores da Agência Espacial Europeia (ESA) lançaram a missão Swarm, formada por três satélites que irão monitorar durante quatro anos o campo magnético da Terra, desde o seu interior até as suas camadas superiores na atmosfera. 
No vídeo divulgado sobre a missão, a ESA explica o problema: há várias décadas vem sendo observado um enfraquecimento do campo magnético da Terra, que tem como função desviar as partículas de radiação provenientes do Sol. Este tipo de comportamento poder ser uma indicação de que nosso planeta está começando o processo de inversão dos seus campos.
Um fenômeno semelhante teria ocorrido há 780 mil anos.
Para que esta inversão ocorra por completo são necessários milhares de anos.
Se uma suposta nova inversão dos campos magnéticos estiver mesmo começando isso poderá representar um caos para o nosso tipo de sociedade, já que haveria o risco de alterações no funcionamento dos satélites de comunicação e no fornecimento de energia elétrica.
De acordo com o vídeo da ESA, o fenômeno é possível e levaria o mundo atual de volta à "idade da pedra". Por isso, uma análise da situação pela missão Swarm é extremamente importante para que possamos prever e lidar com esta condição. Os satélites deverão ser lançados em meados do ano que vem. 

                                         Veja o Vídeo Abaixo:

domingo, 17 de novembro de 2013

Sol vai "Virar de Cabeça para Baixo" dentro de Algumas Semanas, diz Nasa


O campo magnético do sol vai inverter a polaridade em algum momento nas próximas semanas, enviando ondas até a borda do espaço interestelar.
O Sol está definido para " virar de cabeça para baixo " dentro de semanas quando o seu campo magnético inverte a polaridade de um evento que irá enviar efeito cascata em todo o sistema solar.
Embora possa soar como uma ocorrência catastrófica , não há necessidade de correr para se esconder .
O sol muda sua polaridade , lançando seu norte magnético e do sul, uma vez a cada 11 anos , através de um mecanismo interno sobre o qual pouco se sabe .
A troca poderia, contudo, causar frentes meteorológicas intergalácticas , como tempestades geomagnéticas , que podem interferir com os satélites e causar apagões de rádio.
NASA disse em Agosto de que a alteração iria acontecer em 3-4 meses, mas é impossível dar uma data mais específica. Cientista não vai saber por cerca de mais três semanas se a tampa está completa.
O impacto da transferência será difundido como exerce campo magnético do sol influencia muito além de Plutão , sonda Voyager da Nasa passado posicionados perto da borda do espaço interestelar.
O evento será acompanhado de perto por pesquisadores do Observatório Solar Wilcox , da Universidade de Stanford , que monitora o campo magnético do sol em uma base diária .

Observatório Solar Wilcox

Todd Hoeksema , diretor do Observatório Solar Wilcox , disse que a mudança de polaridade é construída ao longo do ciclo de 11 anos através de áreas de intensa atividade magnética conhecida como manchas que se movem gradualmente em direção aos pólos , eclodindo a polaridade oposta existente.
Finalmente , o campo magnético diminui para zero, antes de se recuperar com a polaridade oposta . "É como uma espécie de maré entrando ou saindo ", disse Hoeksema . " Cada pequena onda traz um pouco mais de água e, finalmente, chegar à inversão total. "
Um dos efeitos mais visíveis da Terra será um aumento na ocorrência , alcance e visibilidade das auroras - as luzes do norte . "Não é um evento catastrófico , é um evento de grande escala que tem algumas implicações reais , mas não é algo que precisa se preocupar ", acrescentou Hoeksema .
Fonte

                                       Veja o Vídeo Abaixo:



                                                Fonte:SignsofThyComing


                               Fonte:ADRENALINEJUNKY -JASON HENDRICKS

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Reversão do Campo Magnético do Sol 'Vai Afetar Energia, Telecomunicações na Terra'


Esteja preparado para algumas das principais falha de energia, a degradação de oleodutos e de telecomunicações interrompidas nos próximos três a quatro meses, devido à inversão da polaridade do campo magnético do Sol, disse o Dr. BN Dwivedi, professor do Instituto Indiano de Tecnologia (IIT), Benares Hindu University (UBS). Dr Dwivedi também é um cientista associado do Solar Ultravioleta Medidas de radiação emitida (SUMER). Ele é o único cientista de países não-europeus no Observatory (SOHO) Solar e Heliosférico (um grande projeto de cooperação internacional ESA / NASA). 


De acordo com Dwivedi, quando a polaridade do sol vai mudar, o que tem sido previsto para ocorrer nos próximos três a quatro meses, todo o sistema solar irá experimentar o seu efeito. No entanto, a magnitude dessas mudanças pode não ser muito elevada como a força desta mudança é muito fraco. Pode-se notar aqui que as mudanças do campo magnético do Sol sua polaridade após cada 11 anos após o qual o norte do campo magnético do Sol se torna sul e o sul se torna o norte. O Sol completa seu ciclo magnético em 22 anos. Um membro da equipe científica da "melhorada visível Coronagraph linha de emissão (VELC)" e "Ultraviolet Imaging Telescope Solar (SUIT) 'para ADITYA-L1 missão da ISRO, programado para ser lançado pela ISRO em 2018, o Dr. Dwivedi disse: "Hoje, a tecnologia depende de clima espacial. atividade solar, como a ejeção de massa coronal durante o máximo solar irá criar clima espacial mais ativo em torno da Terra e de outros planetas. 


Essa mudança no campo magnético também pode causar danos ao as redes de energia e telecomunicações perturbar em grande medida. Há chances de que os telefones celulares, acesso à Internet e outras comunicações por satélite, que não são envolto pela espessa atmosfera da Terra, pode ficar prejudicada durante este período. " Ele ainda acrescentou: "É É importante saber que a Sun vem mudando sua polaridade desde a concepção do sistema solar, no entanto, não afetou a vida em geral na Terra, como até agora, a vida e as atividades humanas foram confinados dentro dos limites da Terra. Agora temos ido além da Terra e fez-nos vulneráveis ​​para os efeitos da reversão do campo magnético do sol. Nosso dia-a-dia da comunicação baseia-se nos satélites no espaço que serão afetadas por essa inversão. 


comunicação O espaço, astronautas, eletrônica satélite também será afetado além de projetos espaciais para outros planetas do sistema solar. " De acordo com Dwivedi, o domínio de influência magnética do Sol se estende por bilhões de quilômetros no sistema solar. "Cada corpo presente no universo tem um campo magnético. A campo magnético do Sol domina a heliosfera, a bolha de gás ionizado (plasma) formada pelo vento solar. Ele envolve todo o sistema solar para mais de 100 vezes a distância Sol-Terra. A mudança de pólo pode também ionizar a atmosfera superior da Terra , permitindo que menos raios cósmicos para atingir a Terra ", disse ele 

                                              Veja o Vídeo Abaixo:


                                              Fonte:SignsofThyComing

domingo, 11 de novembro de 2012

Os Eclipses de Novembro 2012



Infográfico NASA
Os antigos astrólogos consideravam os Eclipses como um fenômeno de mau presságio, uma vez que o escurecimento do Sol ou da Lua traz uma visão da vitória das trevas sobre a luz. Para que aconteça um Eclipse é necessário que 3 corpos celestes estejam alinhados entre si: o Sol, a Lua e a Terra. 


Neste mês teremos dois Eclipses. Um que ocorrerá no dia 13 e será Total do Sol no 21º de Escorpião e no dia 28 um Lunar Anular no 6º de Gêmeos. Até o final do ano não teremos mais.

Como já dissemos em nossas colunas anteriores, os Eclipses têm efeitos sobre o campo eletromagnético da Terra e, dependendo da região em que ocorrem, alguns países são mais afetados, desencadeando problemas não só na parte geográfica como no próprio governo e na economia. O do dia 13 não será visto no Brasil, mas na Austrália e no sul do Oceano Pacífico.

 Um fato interessante é que, a cada 19 anos, o Eclipse repete a mesma posição em grau no céu, o que chamamos a isso de Ciclo de Saros, que significa repetição. Os antigos caldeus tinham conhecimento desse fenômeno e o chamaram de ciclo Metônico, do grego Meton (V a.C).

Em Astrologia, os Eclipses são estudados em mapas astrológicos individuais, de empresas e de países, pois provocam crises e enfatizam assuntos que já estão em andamento, bons ou não. Pelo próprio fato de não termos a luz do Sol refletida, eles mostram a necessidade de um processo de revisão e critério para as pessoas, e também para as nações. É um tempo importante para se avaliar a nossa possibilidade de expandir os espaços que ocupamos na vida nos níveis físico, emocional, mental e espiritual. Portanto é importante serem avaliados na região da carta astrológica que irão atuar, pois será ali que eles terão sua ação mais enfatizada. Caso seja uma área financeira, é importante saber se é um setor fértil nessa carta ou é comprometido com astros de conflito, pois o Eclipse irá acentuar essas características. Numa avaliação geral e não específica, os signos que recaem os Eclipses serão os mais afetados, nesse caso primeiramente os de Escorpião e de Touro.

A colunista Márcia Bernardo ressalta que “um fator importante e pouco comentado é o caso de pessoas que nasceram num Eclipse ou em dias próximos a ocorrência de um. Para os antigos, isso seria um indicador do nascimento de um rei ou pessoa importante, mas também indicador de nascidos com algum possível problema”. Ao observar diversos mapas de clientes, a astróloga constatou que eles realmente marcam algo de importante naquele nascimento. Infelizmente são raríssimos os autores que tratam desse assunto e quase nada é encontrado em livros.

Lua Fora de Curso
As coisas iniciadas nesse intervalo tendem a ser incertas. Evite todas as ações ou investimentos importantes, pois provocam erros e frustrações. É aconselhável dar prosseguimento às coisas cotidianas.
Evitar esse intervalo da Lua Fora de Curso
12/11 das 03h14 às 09h11 em Escorpião
14/11 das 08h40 às 08h53 em Sagitário
16/11 das 07h45 às 08h36 em Capricórnio
18/11 das 03h55 às 10h11 em Aquário

Fases da Lua
Nova – 13/11 às 20h09 - 21º 57´ Escorpião (Eclipse Total do Sol)
Crescente – 22/11 às 12h33 - 28º 41´ em Aquário
Cheia – 28/11 às 12h47 - 6º 47´ Gêmeos (Eclipse Lunar Anular)
Minguante – 06/12 às 13h33 – 14º 55’ Virgem