domingo, 10 de setembro de 2017
Irma, Katia e José: É normal haver três furacões ativos no Atlântico ao mesmo tempo?
Alguns especialistas culpam mudanças climáticas por aumento em frequência de furacões, mas outros não veem nenhuma associação.
nquanto o Irma segue seu caminho rumo à porção continental da Flórida, meteorologistas acompanham a evolução de outros dois furacões no Atlântico.
Um deles é José que, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês), alcançou na manhã de sexta-feira a categoria 4 (numa escala que vai até 5), tornando-se "extremamente perigoso".
Com ventos de até 240 km/h, José acendeu o alerta nas ilhas que foram fortemente afetadas pelo Irma: Antígua, Barbuda, St Martin, St Barts e Anguilla.
No oeste de Irma, nas águas do Golfo do México, o furacão Katia ganha força e já é classificado como categoria 2.
A proximidade de Katia levou as autoridades do Estado de Veracruz a alertar a população.
O fucarão atingiu o leste do país na noite da última sexta-feira.
Tudo isso acontece menos de duas semanas depois que o furacão Harvey, de categoria 4, tocou os Estados Unidos, causando mortes e prejuízos materiais no Estado do Texas.
A temporada de furacões este ano está sendo muito ativa e danosa, como a de 2005, quando as tempestades Katrina e Wilma deixaram um rastro de destruição por onde passaram, um dos maiores da história.
Especialistas vêm se questionando, contudo, se é normal a frequência com que o furacões vêm ocorrendo neste ano.
Mudanças climáticas
"Não é frequente", diz à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, John Morales, chefe de meteorologia da rede de TV americana NBC em Miami.
Morales assinalou que não se pode descartar que tenha havido uma "coincidência", mas ressalvou que há outros fatores importantes a serem analisados.
"Neste ano, não temos o fenômeno do El Niño, que tende a aumentar os ciclones no Pacífico, mas reduz sua frequência no Atlântico", diz.
Segundo Morales, o El Niño eleva as correntes de ar quente às camadas mais altas da atmosfera que "ofusca os furacões".
Neste sentido, o fenômeno climático impede que os furacões adquiram a mesma força registrada agora pelo Irma.
Alguns especialistas culpam as mudanças climáticas pelo aumento na frequência dos furacões, mas outros não veem nenhuma associação.
Morales ressalva, contudo, que, além do cenário conjuntural, pode haver outros fatores relacionados com o aquecimento global.
"A temperatura do mar é chave; quanto mais quentes são as águas, mais evaporação é produzida em forma de umidade", explica.
Segundo ele, é essa umidade "que alimenta o furacão" e que "grande parte do aquecimento global acontece no mar".
O meteorologista explica que "não há um consenso entre cientistas sobre a incidência do aquecimento do planeta na formação desses fenômenos".
Acredita-se, por outro lado, que "em um mundo cada vez mais quente, haverá menos furacões, mas estes serão cada vez mais potentes".
Furacão colossal
Por outro lado, Juan Cárdenas, especialista do Global Forecast Center da The Weather Company, afirma que "os dados empíricos, a observação dos fenômenos nos mostra que houve um aumento na frequência dos ciclones mais intensos".
Ele cita dados históricos do NHC para defender a visão de que "três furacões ativos simultaneamente não é normal, mas tampouco é atípico, já que acontece uma vez a cada 15 anos".
Além disso, acrescenta Cárdenas, antes de o advento das imagens por satélite, era impossível contabilizar todos os furacões que se formavam no mar.
No caso do Irma, não apenas se trata de um ciclone colossal equiparável, segundo Morales, ao grande furacão de Miami de 1926, como também chegou pouco depois de Harvey e acompanhado por José e Katia.
Soma-se a isso o fato de que José segue a rota deixada pelo Irma, causando novos estragos em localidades já arrasadas.
Já Katia gera alertas do lado oposto, ampliando a zona de perigo afetada por furacões nos últimos dias.
Fonte
Fonte:Mundo inexplicavel
nquanto o Irma segue seu caminho rumo à porção continental da Flórida, meteorologistas acompanham a evolução de outros dois furacões no Atlântico.
Um deles é José que, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês), alcançou na manhã de sexta-feira a categoria 4 (numa escala que vai até 5), tornando-se "extremamente perigoso".
Com ventos de até 240 km/h, José acendeu o alerta nas ilhas que foram fortemente afetadas pelo Irma: Antígua, Barbuda, St Martin, St Barts e Anguilla.
No oeste de Irma, nas águas do Golfo do México, o furacão Katia ganha força e já é classificado como categoria 2.
A proximidade de Katia levou as autoridades do Estado de Veracruz a alertar a população.
O fucarão atingiu o leste do país na noite da última sexta-feira.
Tudo isso acontece menos de duas semanas depois que o furacão Harvey, de categoria 4, tocou os Estados Unidos, causando mortes e prejuízos materiais no Estado do Texas.
A temporada de furacões este ano está sendo muito ativa e danosa, como a de 2005, quando as tempestades Katrina e Wilma deixaram um rastro de destruição por onde passaram, um dos maiores da história.
Especialistas vêm se questionando, contudo, se é normal a frequência com que o furacões vêm ocorrendo neste ano.
Mudanças climáticas
"Não é frequente", diz à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, John Morales, chefe de meteorologia da rede de TV americana NBC em Miami.
Morales assinalou que não se pode descartar que tenha havido uma "coincidência", mas ressalvou que há outros fatores importantes a serem analisados.
"Neste ano, não temos o fenômeno do El Niño, que tende a aumentar os ciclones no Pacífico, mas reduz sua frequência no Atlântico", diz.
Segundo Morales, o El Niño eleva as correntes de ar quente às camadas mais altas da atmosfera que "ofusca os furacões".
Neste sentido, o fenômeno climático impede que os furacões adquiram a mesma força registrada agora pelo Irma.
Alguns especialistas culpam as mudanças climáticas pelo aumento na frequência dos furacões, mas outros não veem nenhuma associação.
Morales ressalva, contudo, que, além do cenário conjuntural, pode haver outros fatores relacionados com o aquecimento global.
"A temperatura do mar é chave; quanto mais quentes são as águas, mais evaporação é produzida em forma de umidade", explica.
Segundo ele, é essa umidade "que alimenta o furacão" e que "grande parte do aquecimento global acontece no mar".
O meteorologista explica que "não há um consenso entre cientistas sobre a incidência do aquecimento do planeta na formação desses fenômenos".
Acredita-se, por outro lado, que "em um mundo cada vez mais quente, haverá menos furacões, mas estes serão cada vez mais potentes".
Furacão colossal
Por outro lado, Juan Cárdenas, especialista do Global Forecast Center da The Weather Company, afirma que "os dados empíricos, a observação dos fenômenos nos mostra que houve um aumento na frequência dos ciclones mais intensos".
Ele cita dados históricos do NHC para defender a visão de que "três furacões ativos simultaneamente não é normal, mas tampouco é atípico, já que acontece uma vez a cada 15 anos".
Além disso, acrescenta Cárdenas, antes de o advento das imagens por satélite, era impossível contabilizar todos os furacões que se formavam no mar.
No caso do Irma, não apenas se trata de um ciclone colossal equiparável, segundo Morales, ao grande furacão de Miami de 1926, como também chegou pouco depois de Harvey e acompanhado por José e Katia.
Soma-se a isso o fato de que José segue a rota deixada pelo Irma, causando novos estragos em localidades já arrasadas.
Já Katia gera alertas do lado oposto, ampliando a zona de perigo afetada por furacões nos últimos dias.
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
O Mundo em 2016: O Vídeo que eles Não querem que Você Veja (Assista agora!)
Illuminati Nova Ordem Mundial sinais do fim dos tempos em Dezembro? Vídeo chocante 2015-2016 Horários de término do grande evento, a profecia já começou algumas coisas já estão em andamento.Mudanças drásticas em todo planeta Terra, mais um ano de verdadeiras turbulências. Mudanças climáticas.Nova era? Fim dos tempos?A marca da besta, onde já começou a marcação.Veja este incrível vídeo e tire suas conclusões.
Ative a legenda com tradução.
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sábado, 6 de junho de 2015
CIENTISTAS: Ficam Perplexos, Misteriosa Energia Provoca Alterações no Sistema Solar
Nos últimos anos, houve algumas anomalias, não só o nosso planeta, mas também no nosso Sistema Solar.
Ultimamente, o sol está se comportando de forma bastante anormal. A rotação solar está a aumentar, de acordo com as observações de Solar Estação de Kislovodsk, em ' Observatório de Pulkovo, em São Petersburgo, Rússia. Muitos planetas estão passando por mudanças climáticas muito mais do que aqueles que acontecem em nosso.
Em Marte, as calotas polares derreteram em um único ano. A atmosfera marciana é cada vez mais densa. Os planetas Vênus, Urano e Netuno tornaram-se mais brilhante. Você pode ver que Vênus brilha nas trevas e que ele nunca tinha feito.
A carga de energia de Júpiter e Saturno aumentou em parte perdido seus anéis. Mas qual é a origem destas anomalias?
Em 1998, o astrofísico Alexey Dmitriev confirmou que o sistema solar está entrando em uma nuvem interestelar de energia d "origem desconhecida, e que esta nova força que está interagindo com a matéria, é muito provável que afetam a Terra e até mesmo sobre as coisas que vivem neste planeta. Ele continua que esta nuvem de energia pode durar entre 2000 e 3000 anos.
Os cientistas debatem se isso é uma anomalia ou uma ameaça; Não sei o que está acontecendo.
Esta nuvem de energia que está mudando o Sol e o Sistema Solar, também estão impactando sobre a atmosfera da Terra.
O clima está a mudar, no entanto, não só alterou o clima, também estamos com ' atividade sísmica no nosso planeta que tem aumentado de forma alarmante nos últimos anos.
A pesquisa realizada pelos astronautas da Estação Espacial Internacional têm mostrado que é debilitante o campo magnético ao redor do planeta e também o ponto está se movendo em direção ao norte da Sibéria.
Os cientistas da NASA dizem que pode haver uma inversão dos pólos. Estas anomalias produzidas por esta energia misteriosa, não só vai atingir a Terra e o nosso sistema solar também estão a afetar o ser humano e da sociedade em que vivemos.
Em nossa sociedade, o sistema econômico está em colapso, tudo indica que haverá um monte de mudança importantes.
Ele está vindo para a manipulação de superfície a que submetemos as sociedades secretas, a corrupção de todos os governos do mundo, abusos e enganos que foram mantidos escondidos antes.
Estamos começando a conhecer a verdade que temos escondido por séculos. Estas mudanças estão ocorrendo não apenas em nosso mundo macro, que percebemos em nosso micro universo, isto é, em nosso interior.
Os seres humanos estão mudando.
Há alguns anos, na Cidade do México, houve uma convenção de geneticistas de todo o mundo e o tópico principal foi as mudanças no DNA.
O Sol, os planetas, a Terra, sendo unidos, nós estamos envolvidos por esta energia galáctica. Sem dúvida, todos nós temos esse sentimento de que algo está acontecendo, que algo mudou em nós e no mundo em torno de nós.
Ele pode ser que essa mudança é natural e é cíclica, como indica o calendário maia; e que estamos realmente entrando nesta primavera galáctica cobiçado, a era de ouro que nos leva ao conhecimento de si e do universo.
"Se você quer descobrir os segredos do Universo, pensar em termos de energia, frequência e vibração", disse Nikola Tesla.
Pode ser que a "mudança climática" da Terra e também a mudança na humanidade, são o resultado de uma mudança na energia Galactica que os cientistas não têm entendido ou que não pode falar?
Sergio Tracchi
hackthematrix.it
Fonte:segnidalcielo.it
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quarta-feira, 11 de março de 2015
Estranhamente Surreal: Os Dias de fevereiro de 2015 " A caminho para uma Mini era do Gelo "
Esqueça o embuste do aquecimento global, agora os cientistas e meteorologistas dizem "Sua mudança climática está ficando mais fria." Os vídeos a seguir compilam cenas de 'sinais dos tempos' de todo o mundo em fevereiro de 2015 - "mudanças na Terra", condições meteorológicas extremas, bolas de fogo de meteoros, e convulsão planetária. O padrão de dilúvios mundial continuou no mês passado como inundando novamente bateu os Balcãs, Grécia, Bolívia, Argentina, Arábia Saudita, no noroeste dos Estados Unidos, Austrália e África Oriental. Fevereiro viu neve 'laranja', 'blue' neve e "chuva suja", como partículas de vulcões em erupção cada vez mais e meteoros continuam a acumular-se na atmosfera. Não é só condições acima do solo que estão a mudar:. Números alarmantes de baleias, leões-marinhos e outras criaturas do mar continuar a aparecer mortos ou morrendo nas praias ao redor do mundo fevereiro viu bolas de fogo de meteoros que variam de flashes que momentaneamente transformaram a noite em dia sobre a Nova Zelândia , Florida e Coréia ... para um bólido de longa duração do cometa / grande asteroide que se quebrou durante a metade ocidental da América do Norte. Houve várias grandes descarrilamento de trem em fevereiro, particularmente em os EUA, onde as empresas de petróleo estão ignorando redes de gasodutos para transportar petróleo Fracked. Nós suspeitamos que muitas linhas ferroviárias estão deformando devido ao aumento da atividade sísmica. Mais barulhos altos foram ouvidos e sentidos em todo os EUA em fevereiro. Embora atribuída a 'terremotos geada ", onde a água penetra no solo, em seguida, congela e cracks o alicerce, estes barulhos localizados também aconteceu em regiões livres de gelo, o que sugere que algum outro mecanismo está causando. Além de fortes terremotos fora do Japão e ao longo da Dorsal Meso-Atlântica, uma invulgarmente forte terremoto no centro de Espanha enviou pessoas correndo para as ruas. Japão viu mais registros de neve quebrando, selvagem tempo continuou a golpear o Mediterrâneo Oriental, e no Oriente Médio foi novamente entupida. O grande evento tempo em fevereiro 2015 foi o recorde de neve e frio no nordeste dos Estados Unidos. As regiões Sul e Centro-Oeste também foram duramente atingidas, mas o Nordeste parece ter tido tanto o seu mês mais frio já, pelo menos uma vez desde a manutenção de registos começaram em meados do século 19. Meteorologistas atribuíram isso à sinuosos fluxo Polar Jet entregar um 'Siberian Express' de inverno tempestades a partir do norte do Pacífico para baixo e em todo o continente norte-americano, mas um outro fator poderia ser ar super-frio descendo da troposfera. Até mesmo o Tribo Inuit, os povos indígenas que vivem no Ártico canadense, Groenlândia, Sibéria e Alasca sabe que algo está errado e que o céu mudou. Seus anciãos escreveram ao Espaço e Aeronáutica Administração Nacional (NASA) para dizer-lhes que o eixo da Terra mudou. Os mais velhos acreditam que as emissões de carbono a partir de seres humanos estão fazendo com que as atuais mudanças climáticas. Leia mais É um mini era do gelo no caminho?
Fonte:ufosightingshotspot
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
ESTAMOS A CAMINHO DA 6° EXTINÇÃO EM MASSA, AFIRMAM CIENTISTAS!!!
O pior evento de extinção em massa aconteceu 250 milhões de anos atrás e acabou com 96 por cento das espécies marinhas e 70 por cento das pessoas na terra
Os cientistas acreditam que a mudança climática, a destruição dos habitats naturais e da circulação de animais está levando muitas espécies à extinção
Autora Elizabeth Kolbert disse em seu livro que a química mudança dos oceanos é o maior fator na ladeira escorregadia para a extinção em massa.
Os cientistas advertiram que o fim pode estar próximo para muitas espécies, como eles acreditam que o nosso planeta está no caminho certo para a sexta extinção em massa.
A Terra já havia sofrido cinco eventos de extinção em massa, o pior dos quais era 250 milhões de anos atrás, quando 96 por cento das espécies marinhas e 70 por cento das espécies terrestres foram aniquilados.
Agora, eles acreditam que a combinação de mudanças climáticas, a destruição de habitats naturais e da circulação de animais para novos lugares está levando muitas espécies à extinção.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) disse em 2007 que 20 a 30 por cento das espécies vegetais e animais enfrentam um maior risco de extinção se a Terra continua a ficar mais quente e agora um escritor de ciência explorou o que aconteceria se a taxa de extinção é acelerado.
Em seu livro The Sixth Extinction, Elizabeth Kolbert discute as taxas de extinção de moderno-dia e disse ao Washington Post que não é natural para os seres humanos para ver nada se extinguir no curso de sua vida.
O escritor New Yorker disse que a taxa normal de fundo de extinção é incrivelmente lento, mas hoje em dia os naturalistas estão vendo os animais extinguir-se - ou oscilar à beira da extinção - o tempo todo.
Ela disse que, se a situação atual é uma extinção em massa, ou "apenas" uma taxa de extinção elevada, está em debate.
Ms Kolbert disse que a química mudança dos oceanos é, possivelmente, o maior fator na ladeira escorregadia para a extinção em massa.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, disse em 2007 que 20 a 30 por cento das espécies vegetais e animais enfrentam um maior risco de extinção se a Terra continua a ficar mais quente. Um crânio de urso polar é retratado, os animais são segmentados de extinção de sua dieta consiste de vedação, que eles só podem caçar a partir do gelo.
Um terço do dióxido de carbono no ar bombeado pelo homem é preso nos oceanos e quando se dissolve acontece ácida, desestabilizando enormes corpos de água e perturbar os animais que vivem nos oceanos.
'Quando as pessoas tentam reconstruir a história do oceano, a melhor estimativa é que o que estamos fazendo para os oceanos ou têm o potencial de fazer é uma magnitude de mudança que não foi visto em 300 milhões de anos ", ela disse .
E mudanças de química do oceano estão associados com algumas das piores crises de extinção da história. '
Ao olhar para o que as criaturas sobreviveram eventos de extinção em massa, os cientistas estão tentando descobrir quais as espécies são susceptíveis de sobreviver a uma sexta extinção em massa, com base em suas características.
Ms Kolbert disse que os peritos encontraram espécies distribuídas amplamente tendem a sobreviver, ou grupos que são constituídos por uma grande quantidade de espécies.
Ela acredita que a mudança climática está tendo um enorme efeito sobre espécies diferentes, mas baseadas em pesquisas na floresta da nuvem peruana, as coisas se movem em velocidades diferentes e algumas espécies podem subir uma montanha ou para latitudes mais altas para ficar dentro de sua zona de conforto da temperatura, mais fácil do que outros.
Um gênero de árvore peruano chamado Schefflera pode manter com a rápida taxa de mudança de temperatura, movendo rapidamente acima de uma montanha, mas outras plantas não podem se mover tão rápido, ou de todo, disse ela.
Escritora Ciência Elizabeth Kolbert disse que a química mudança dos oceanos é, possivelmente, o maior fator na ladeira escorregadia para a extinção em massa. Os recifes de coral exibir mais facilmente acidificação dos oceanos (foto). Eles se tornam branqueada e morrem como resultado de aumento dos níveis de dióxido de carbono.
Melhor palpite dos cientistas é que entre 20 e 30 por cento da área de espécies em risco de extinção se a temperatura média do planeta aumenta em 2 º C, mas outros acreditam que os modelos climáticos são imprecisos.
Segundo o livro, os cientistas também consideram que o intercâmbio de espécies - como quando Colombo chegou ao Novo Mundo - leva à extinção de espécies como a cadeia alimentar é alterada.
Na era do global de viagens baratas e abundantes, o efeito foi amplificado, um enorme navio de containers é retratado.
Edição:UFOS ONLINE
Diga não ao PLAGIO!!!
Veja o Vídeo Abaixo:
Fonte:George Bellucci
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