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domingo, 3 de março de 2024

Revelando Nosso Legado Cósmico: A Hipótese da Panspermia "O Porquê Nós Somos os Alienígenas"

 Na grande tapeçaria do cosmos as origens da vida na Terra têm sido objeto de fascínio e investigação sem fim. Entre as inúmeras teorias propostas por cientistas e pensadores uma destaca-se pela sua ousada afirmação de que nós os habitantes da Terra podemos não ser apenas deste Mundo. Esta teoria conhecida como panspermia, sugere que as sementes da vida não foram semeadas do zero nos solos férteis da Terra, mas sim entregues nas vastas extensões do espaço.

A jornada das estrelas

A Panspermia postula que formas de vida microscópicas capazes de sobreviver às duras condições do espaço viajaram através do vazio interestelar pegando carona em cometas, asteróides ou meteoritos, para encontrar um novo lar na Terra. Esta viagem que abrange possivelmente milhões de anos poderia explicar como a vida começou no nosso planeta. A teoria desafia a noção tradicional de abiogênese que argumenta que a vida surgiu de forma independente na Terra através de processos naturais.

Astronautas Microbianos: Evidências e Implicações

As evidências que apoiam a panspermia vêm do estudo de extremófilos – organismos que prosperam em condições anteriormente consideradas inabitáveis. Esses seres resilientes sobrevivem a temperaturas extremas, radiação e vácuo, sugerindo uma possível origem extraterrestre. Além disso as descobertas de moléculas orgânicas em cometas e meteoritos acrescentam credibilidade à ideia de que os blocos de construção da vida poderiam de fato viajar através do cosmos.

A hipótese da panspermia também ganha apoio a partir da análise de rochas antigas na Terra que contêm assinaturas isotópicas e carbono biogénico, sugerindo que a vida pode ter surgido na Terra muito antes do que se pensava anteriormente, possivelmente durante os éons Hadeano ou Arqueano. Estas descobertas desafiam a linha temporal do surgimento da vida e abrem a porta à possibilidade de que as primeiras formas de vida da Terra tenham sido passageiros clandestinos alienígenas.

Panspermia dirigida: uma jardinagem galáctica?

Levando o conceito um passo adiante, alguns propõem a teoria da panspermia dirigida que sugere que a vida na Terra não foi um mero acidente, mas um ato deliberado de uma civilização extraterrestre avançada. Esta ideia controversa implica que estes jardineiros cósmicos semearam vida na Terra por razões desconhecidas talvez como parte de uma experiência galáctica ou como forma de garantir a propagação da vida por todo o universo.

Desvendando nossas origens

As implicações da panspermia são profundas desafiando a nossa compreensão das origens da vida e do nosso lugar no universo. Se a vida na Terra realmente tiver raízes extraterrestres isso sugeriria que o universo está repleto de vida, grande parte dela possivelmente compartilhando um ancestral comum conosco. Levanta questões filosóficas sobre a natureza da própria vida e a interligação de todos os seres vivos através da expansão cósmica.

A busca continua

Embora a panspermia continue a ser uma hipótese a busca por evidências continua. Missões espaciais como o estudo de asteróides, cometas e da superfície marciana visam descobrir mais pistas sobre os compostos orgânicos presentes no nosso sistema solar. À medida que as nossas capacidades tecnológicas crescem, também aumenta a nossa capacidade de investigar mais profundamente os mistérios das origens da vida. Fonte 

VÍDEO ABAIXO: Os arquivos do porquê – Nós somos os alienígenas | A jornada interestelar da vida até a Terra: Panspermia

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terça-feira, 7 de julho de 2015

Há alguma Explicação para que os Aliens se Pareçam com os Humanos?

Em filmes de ficção científica e programas de TV, alienígenas inteligentes possuem geralmente a mesma forma básica que seres humanos: dois braços, duas pernas e uma cabeça.
Isso ocorre por razões básicas: orçamento e empatia. Na vida real, no entanto, a maioria dos especialistas acredita firmemente que os aliens, se existirem, não se parecem em nada conosco.
Por exemplo, o paleontólogo e biólogo evolucionista Stephen Jay Gould crê que uma vida que evoluiu em outro lugar seria totalmente diferente de nós. Inclusive, se “rebobinássemos” a fita até o início da vida na Terra, talvez não acabaríamos com seres humanos neste planeta. O surgimento de humanoides na Terra é um evento totalmente aleatório que foi um acaso, opina Gould.
Mas vamos assumir que encontramos aliens, e eles são de fato bípedes e possuem uma forma mais ou menos semelhante à humana. Como explicaríamos isso?

Panspermia

“Eu sou da opinião forte que, se existem alienígenas humanoides, eles devem ter algum patrimônio genético em comum com os seres humanos”, diz Mark A. Bullock, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste no Texas, EUA.
Panspermia é a explicação mais comum para criaturas que se parecem mais ou menos conosco em outros lugares do universo. Tem sido demonstrado que é um mecanismo bastante viável, de modo que o intercâmbio de material genético entre os mundos não está fora de questão.
Ou seja, aliens humanoides podem ter espalhado seu DNA através da galáxia para dar origem a criaturas à sua semelhança, ou o DNA se espalhou através da galáxia por conta própria, em asteroides e outros objetos.

A maioria acredita que precisamos de alguma intervenção externa para termos aliens humanoides. A explosão cambriana, 600 milhões de anos atrás, é um exemplo de grande experimentação evolucionária com planos corporais, alguns dos quais poderiam ser um vislumbre das formas de vida que deve existir em outros planetas. 
Ou seja, sem um “dedo amigo”, talvez nosso formato corporal não surgiria em outros lugares.
Isso é verdade especialmente porque a panspermia só é realmente provável no nível microbiano, segundo Joan L. Slonczewski, professora de biologia na Kenyon College, em Ohio, nos EUA.

Evolução convergente

Ou talvez humanoides evoluíram em outros planetas, separadamente de nós, porque chegaram ao mesmo destino através de outros caminhos – o que poderia ser um caso de evolução convergente.
Há certas características humanas que nos ajudaram a nos destacar de outras espécies, explica James Kasting, professor de geociências da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos EUA. Os nossos polegares opositores nos ajudaram a agarrar galhos de árvores e também a manejar ferramentas, por exemplo. A andar ereto foi útil, também. Por último, o sangue quente nos ajudou a alimentar nossos grandes cérebros.
“Eu acho que há uma boa chance de que a vida alienígena inteligente evoluiu mais ou menos da mesma maneira e que, portanto, têm alguma semelhança com os seres humanos”, diz Kasting. “Não necessariamente uma estreita semelhança, no entanto”.
Bípedes de dois braços “parecem ter evoluído de forma independente em vários contextos improváveis, de suricatos a velociraptors”, observa Slonczewski. “Talvez faça sentido ter dois pés para se mover, duas mãos para manipular algo, e uma ‘cabeça’ sensorial com a mais ampla visão possível”.
Temos visto exemplos suficientes de evolução convergente na Terra para acreditar que isso poderia acontecer em outros planetas. Por exemplo, o olho foi reinventado muitas vezes de forma independente, assim como as asas em insetos, aves e morcegos.
Resumindo o argumento da evolução convergente, muitos ainda acreditam que um número limitado de soluções de engenharia é possível quando se trata de formas de vida bem-sucedidas.

Fatores ambientais

Mas há um grande obstáculo que pode garantir que a vida em outros planetas seja pelo menos um pouco diferente: os fatores ambientais, como a gravidade.
Assim como há uma grande diversidade de vida na Terra, incluindo os diferentes requisitos dos organismos terrestres e aquáticos, de modo mais geral, fatores como a gravidade impõem limitações como o tamanho da vida em um planeta.
A vida em um planeta de baixa gravidade pode ser livre para voar, tanto no reino vegetal quanto animal, enquanto a vida em um planeta de alta gravidade seria correspondentemente “reprimida”.

Simetria bilateral

Sendo os alienígenas parecidos conosco ou não, uma coisa ainda é bastante possível: a simetria bilateral.
A simetria bilateral pode ser uma constante entre as formas de vida inteligentes. Ela refere-se ao fato de ambos os lados de um corpo serem mais ou menos iguais, com um olho, uma orelha, um braço e uma perna de cada lado do ser humano.
“A simetria bilateral apareceu independentemente várias vezes na evolução de organismos maiores na Terra”, diz Bullock. “Então pode ser uma característica comum da vida inteligente, independentemente do plano específico do corpo”.
Com a simetria bilateral, os corpos caminham na direção de um plano corporal vagamente humanoide, argumenta Bjørn Ostman da Universidade Estadual do Michigan (EUA). A simetria significa que você terá um número par de membros, que é mais provável de ser quatro (visto que, mesmo na Terra, há muitos animais com quatro membros, nem mais, nem menos, o que sugere que esse número é altamente vantajoso), e, uma vez que você tem um monte de quadrúpedes, um deles vai começar a usar suas patas dianteiras para manipular ferramentas.
“Se você pode liberar dois membros para manipular ferramentas, então torna-se muito vantajoso desenvolver alta inteligência”, observa Ostman.
Assim, supondo que um alienígena inteligente é simétrico e tem membros dedicados ao uso de ferramentas, em seguida, ele pode acabar sendo aproximadamente bípede. Seus órgãos sensoriais, como os olhos, terão que ficar próximos dos membros de uso de ferramentas, o que pode significar algo parecido com uma cabeça.
“Se tivéssemos que, eventualmente, encontrar outras formas de vida inteligente no universo, elas seriam humanoides, eu acho”, Ostman conclui. Ele admite, no entanto, estar em minoria – um maior número de cientistas concorda com Gould que a vida humanoide é pouco provável de evoluir em outros lugares. [io9]
Fonte traduzida: http://hypescience.com 
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sábado, 30 de maio de 2015

Teoria da Panspermia Indica que a Vida na Terra Surgiu de Outro local no Espaço

A teoria da panspermia indica que a vida na Terra surgiu de outro local no espaço

A panspermia, proposta no fim do século XIX, é uma teoria que busca explicar a origem da vida. Segundo ela, nosso planeta foi povoado por seres vivos ou elementos precursores da vida oriundos de outros planetas; que se propagaram por meteoritos e poeira cósmica até a Terra.

Essa teoria ganhou mais força com a descoberta da presença de substâncias orgânicas oriundas de outros locais do espaço, como o formaldeído, álcool etílico e alguns aminoácidos. A descoberta de um meteorito na Antártica, na década de 80, contendo um possível fóssil de bactéria também reforça a panspermia.

Para muitos, aceitá-la apenas responderia sobre o surgimento da vida na Terra tornando, ainda, obscura a resposta acerca de como ela se formou, realmente. Além disso, muitos cientistas argumentam sobre a possibilidade quase negativa de seres extraterrestres atravessarem os raios cósmicos e ultravioletas sem serem lesados.

A seguir, duas linhas dessa teoria que são discutidas atualmente:


NOVA PANSPERMIA

Para essa versão, formulada por Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe, a matéria está constantemente sendo formada. Assim, há vida em todo o universo, nas nuvens interestelares, chegando à Terra a partir do núcleo de cometas.

A nova panspermia aponta, também, que os vírus podem ter vindo diretamente do espaço e que a evolução pode se dar pela incorporação de material genético oriundo de outros planetas.

Em suas pesquisas, estes cientistas constataram, na poeira interestelar, a presença de polímeros orgânicos complexos semelhantes à celulose – o que poderia ser uma evidência.


PANSPERMIA DIRIGIDA

Francis Crick e Lesei Orle, autores desta abordagem, defendem que seres inteligentes de outras galáxias colonizaram vários planetas, inclusive o nosso, deixando como prova de sua presença o molibdênio - elemento essencial para o funcionamento de determinadas enzimas, mas bastante raro em nosso planeta.

Francis Crick (aquele da descoberta da dupla hélice do DNA) e Leslie Orgel propuseram, também, que esporos transportados por uma nave espacial chegaram à Terra por vontade de seres extraterrestres inteligentes.


Conclusão:

Por mais confusa ou absurda que possa parecer, a panspermia ainda não foi refutada e causa fascínio, principalmente naqueles que gostam de ficção científica.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Fonte:http://www.mundoeducacao.com 
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                                               Fonte:Estudos Proféticos


                                             Fonte:Hyperborea2012