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sexta-feira, 1 de setembro de 2023

O que o Governo do Peru está 'ESCONDENDO' sobre Ataques Alienígenas

O renomado jornalista e investigador de OVNIs Anthony Choy revela a verdade por trás dos recentes avistamentos de OVNIs e supostos encontros extraterrestres na Amazônia peruana! 

O governo está escondendo algo do público? Mergulhe nesta revelação chocante enquanto Choy desvenda os mistérios que cercam esses incidentes. 🔍🛸

Anthony Choy, jornalista mais ativo e investigador de OVNIs do Peru disse que o governo está mentindo para acalmar a população sobre os recentes casos de OVNIs e ataques de seres em muitas aldeias na Amazônia peruana.

Ao que parece não se trata de mineradores querendo amedrontar os moradores da aldeia, como o governo do Peru tenta colocar nos notíciarios.

Como o povo local relata que são seres com mais de 2 metros, portanto todos mineradores teriam esta estatura?

Agora existe mais relatos sobre estes seres que do Céu lançam raios ao solo, moradores continuam vivendo esta situação de horror nas aldeias, enquanto governantes tentam acobertar os verdadeiros fatos.

Estes Relatos são muito semelhantes ao caso colares  “OPERAÇÃO PRATO” algo muito semelhante que ocorreu em 1977.

Reportagem de 'O Estado do Pará'; ovnis causaram pânico na população paraense

O que aconteceu com o ataque dos alienígenas “pelacaras” de Iquitos? Foi como disse o Ministério Público do Peru, manobras de “mineiros ilegais”? Nos últimos anos ocorreram ataques estranhos em diferentes partes da Amazônia, de “raios de luz” vindos do céu e perseguindo e atacando moradores dos vilarejos, sem chance de fuga. 

Entre eles o extraordinário “CASO COLARES” iniciado em meados de 1977 na região de Colares, foz do Rio Amazonas, Brasil e que obrigou à intervenção oficial da Força Aérea Brasileira de um importante destacamento militar denominado “OPERAÇÃO PRATO”, que documentou presença NÃO HUMANA, fotos, vídeos, depoimentos durante 4 meses e quando o CONTATO aparentemente seria feito.

Foi subitamente obrigado a retirar-se por ordem do governo brasileiro da época e foi autorizada a entrada de um destacamento norte-americano, que passou a atuar dentro do mais ESTRITO SEGREDO. o chefe da Operação Prato, UYRANGE DE HOLLANDA LIMA, foi encontrado morto em circunstâncias estranhas.

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sábado, 15 de outubro de 2022

Evidencia Alienígena Real – O Vídeo "ALIENÍGENA" Mais Impressionante de Todos os Tempos!!

Vídeo Confidencial Raro Top Secret! Querem esconder a verdade, esse vídeo não sai na mídia porque não querem que saibamos a verdade.Este Alien foi capturado no Brasil em 1978.Este corpo ALIEN foi capturado depois que os militares derrubaram um dos OVNIs.

Operação Saucer ( Português : Operação Prato) foi uma investigação realizada entre 1977 e 1978 pela Força Aérea Brasileira após supostos avistamentos de OVNIs na cidade de Colares.

Em 1977 vários OVNIs foram relatados na cidade brasileira de Colares, Pará. Os moradores locais alegaram que estavam sendo atacados pelos Discos Voadores.





Diz-se que objetos brilhantes de diferentes formas, tamanhos e cores voavam em baixas altitudes apenas alguns metros acima das copas das árvores e disparavam feixes de luz contra pessoas no solo abaixo. 

Cicatrizes em seus corpos foram causadas pelas luzes no céu e nomearam as luzes “Chupa Chupa”.


Os feixes emitiram intensos feixes de radiação que causaram marcas de perfurações e lesões com alguns relatos para a mídia local na época que parecia um “peso pesado empurrado contra o peito”.

Quando tentavam gritar nenhum som saía, mas seus olhos permaneciam abertos.
“O feixe estava quente, quase tão quente quanto uma queimadura de cigarro.”

Descrevendo as lesões a doutora Wellaide Cecim Carvalho – que trabalhou em uma unidade de saúde da região na década de 1970 – escreveu: “Todas apresentavam lesões na face ou na região torácica”.


“As lesões, parecendo lesões de radiação, começaram com intensa vermelhidão da pele na área afetada.

“Mais tarde o cabelo cairia e a pele ficaria preta. Não havia dor, apenas um leve calor.

“Também notamos pequenas marcas de punção na pele. As vítimas eram homens e mulheres de idades variadas, sem qualquer padrão”.

Acreditando que isso afastaria as luzes os moradores de Colares organizaram vigílias noturnas, acenderam fogueiras e acenderam fogos de artifício. O prefeito José Ildone Favacho Soeiro solicitou ajuda da Aeronáutica.

A operação foi comandada pelo capitão Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima. Durante o final de 1977 várias fotos de luzes foram gravadas.


De acordo com o ufólogo Jacques Vallée vários indivíduos foram mortos como resultado das “luzes” disparadas sobre eles pelos OVNIs e os ferimentos eram consistentes com os efeitos da radiação das microondas. Outros ufólogos afirmaram que as luzes dos OVNIs sugaram o sangue de 400 pessoas.

Em 1997, duas décadas após a operação, o Capitão Uyrangê do Exército Brasileiro da BA, concedeu uma entrevista aos ufólogos Ademar José Gevaerd e Marco Antônio Petit onde contou suas experiências ao lado de seus homens. Três meses após a entrevista ele foi encontrado morto em sua casa “depois de aparentemente se enforcar usando o cinto de seu roupão de banho”.
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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Operação Prato: Defesa vai Liberar Documentos sobre OVNIS!!

A ação de 1977 é tratada como um dos maiores esforços militares em busca de objetos voadores não identificados no Brasil.
O Ministério da Defesa promete revelar, em junho, documentos secretos de uma das maiores operações militares envolvendo objetos voadores não identificados no Brasil. A Operação Prato, de 1977, que levou a Força Aérea Brasileira (FAB) para verificar ocorrências extraordinárias no Pará, produziu um grande volume de material, em relatos, fotografias e vídeos, grande parte secreta até hoje. A decisão foi tomada após reunião com membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e representantes das Forças Armadas, no dia 18 de abril. 

Documentos
O Brasil é um dos pioneiros na investigação de objetos voadores não identificados. Oficialmente, de 1969 a 1972, a Força Aérea Brasileira teve até um órgão dedicado a esse propósito. Desde a regulamentação da Lei de Acesso à Informação (LAI), alguns documentos da Força Aérea, que relatam eventos de 1950 até 2010, foram liberados. Mas os ufólogos afirmam que grande parte do material produzido nessa busca por óvnis ainda não veio a público. Por isso, eles principiaram, em 2004, uma campanha chamada “UFOs: Liberdade de Informação Já”, com o objetivo de pedir ao governo a liberação desses arquivos.

Os ufólogos acreditam que haja milhares e milhares de documentos sobre o assunto em posse da Marinha e do Exército. “Da Marinha, existe o caso da Corveta Mearim, de UFOs que perseguiram embarcações brasileiras da Marinha e deixaram seus equipamentos inutilizáveis, alguns por um determinado período. E o caso Ilha da Trindade, de 1958, sobre um óvni que teria sido visto pela tripulação de uma embarcação da Marinha”, explica Ademar Gevaerd, jornalista e editor da revista UFO.

Já do Exército, os ufólogos esperam documentos oficiais sobre o Caso Varginha, de 1996, que teve repercussão nacional. Segundo Gevaerd, esse caso teve uma investigação secreta e contou com envolvimento dos militares. “Esses documentos o exército nunca entregou, e eles existem. Nós entrevistamos militares que descrevem detalhes da captura dos dois seres e de restos da nave espacial. Temos o áudio dessas entrevistas, inclusive. Não vamos revelar nomes, mas nós temos esse registro”, afirma.

O coronel Alexandre Emilio Spengler, coordenador do Serviço de Informações ao Cidadão do Ministério da Defesa, alegou que, com exceção da Operação Prato, o restante dos documentos solicitados se encaixa em uma destas categorias: 1) encontra-se à disposição nos arquivos da Marinha e do Exército e no arquivo Nacional; 2) não foi encontrado; 3) foi destruído;  4) nunca existiu.

Conforme Spengler, a Operação Prato, do Comando da Aeronáutica, é a pasta secreta que faltava revelar. “O último documento sigiloso, e ainda não entregue aos ufólogos, é o da Operação Prato, que poderá ser aberto já em 1º de junho de 2013. Os demais documentos solicitados pelos ufólogos ou não foram encontrados, ou não existiram, ou foram destruídos, como é previsto em lei”, afirma. Ele se refere ao ao decreto nº 79.099/77, que regulamentava a salvaguarda de documentos sigilosos e permitia sua destruição, assim como dos eventuais termos de destruição, pela autoridade que os elaborou ou por quem detivesse sua custódia.

Operação Prato
Em 1977, a Força Aérea Brasileira deslocou mais de 20 militares para uma operação especial: registrar e verificar ocorrências de luzes hostis e manifestações misteriosas na cidade de de Colares, no Pará. Armados com câmeras fotográficas e filmadoras, os agentes não presenciaram nada extraordinário nos dois primeiros meses. Depois, no entanto, de acordo com os relatos, o cenário se alterou completamente: objetos luminosos se movimentando erraticamente, naves maiores do que prédios de 30 andares e depoimentos chocantes da população ribeirinha.

A Operação Prato, como ficou conhecida, resultou em 2 mil páginas de documentos, 500 fotos e 16 horas de filme. Porém quase tudo permanece arquivado, segundo Gevaerd. “Ainda falta 80% do material, centenas de fotos, vídeos que foram registrados, relatórios dos pilotos, que fizeram a perseguição - nada disso foi liberado”, esclarece.

Da liberação
Segundo o art. 45 do Decreto 7.724, de 16 de maio de 2012, que regulamenta a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, as informações desclassificadas nos últimos 12 meses devem ser publicadas, anualmente, até 1º de junho de cada ano. A Comissão Permanente de Avaliação de Documentos Sigilosos (CPADS) do Ministério da Defesa é quem avalia os documentos sigilosos do Ministério da Defesa. “Na reunião do dia 18 de abril de 2013, o representante do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) informou que os documentos referentes à Operação Prato (Pará) estão sendo reavaliados por essa Comissão e que poderão perder o sigilo (secreto) já em 1º de junho de 2013”, declara Spengler.

Interesse
A reunião, realizada no dia 18 de abril, foi um marco no diálogo entre ufólogos e militares. “É a primeira vez na história, não só do Brasil, mas do mundo, que o Ministério da Defesa chamou os ufólogos para conversar e expressar os seus pontos de vista. Saímos da reunião sem nenhum documento adicional, mas com a promessa de que eles vão ser liberados”, destaca Gevaerd. 

Essa medida atende a um interesse da população, já que a ufologia açula a curiosidade dos terráqueos. Ao todo, houve 107 solicitações de informações sobre óvnis (cinco da administração central do Ministério da Defesa, nove do Comando da Marinha, 26 do Comando do Exército, 65 do Comando da Aeronáutica e dois da Escola Superior de Guerra). “Foi a maior demanda sobre um único assunto recebida pelo Ministério da Defesa”, ressalta Spengler.

Para Gevaerd, revelar todos os documentos demonstraria transparência e responderia muitas questões. “Ainda existe uma dúvida se os óvnis existem ou não. As pessoas torcem o nariz e perguntam: ‘Será?’”, comenta. “Com a liberação dos documentos, deixa de haver um mistério, passa a haver transparência, e é isso que as pessoas querem”, insiste. Pelo menos em relação à Operação Prato, as dúvidas serão respondidas em junho.

                                               Veja o Vídeo Abaixo:


                                               Fonte:Vitorio Peret