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quarta-feira, 24 de junho de 2015

FANTASMAS: São Seres Sobrenaturais, Imaginários ou Hologramas? ( Veja o Vídeo )

Desde o surgimento da humanidade houve histórias dos espíritos dos mortos voltar a assombrar os vivos. Apesar dos anos de esforços de caçadores de fantasmas na TV e na vida real, nós ainda não temos uma boa prova de que os fantasmas são reais. Mas o que são fantasmas e eles realmente existem ou não? Mitologia nos diria que os fantasmas são espíritos remanescentes dos mortos. Fantasmas existem no sobrenatural, em um reino onde a ciência não pode pisar. Diz-se que um fantasma é um ser humano que tenha passado para fora do corpo físico, geralmente em um estado traumático e não tem conhecimento geralmente de sua verdadeira condição, mas o que se um fantasma não é a personalidade desencarnada dos mortos, mas um espírito de vida? E se um fantasma não é um espírito de vida em tudo, mas apenas uma impressão sobre o tecido subatômica do universo, criado através de uma forte emoção de um observador consciente . Mas e se os fantasmas não são nem sobrenatural, nem imaginário, mas hologramas. A realidade virtual. Isso não é algo que não é deste mundo que tem a tecnologia para criar uma realidade virtual ea capacidade de projetar hologramas de passado, presente e talvez hologramas de eventos futuros. O próximo vídeo mostra um fantasma capturado em rua de Nova Orleães Cam .
Fonte:ufosightingshotspot
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                                             Fonte:Mister Enigma

domingo, 19 de outubro de 2014

MARTE - Petroglyph antigo gravado em rocha, Fotografado pela Mars Rover Curiosity

Mars Rover Curiosity capturou novamente um artefato interessante em Marte, a imagem mais recente mostra o que parece ser petroglpyphs antigos gravados em uma pedra. petroglifos (também chamados de gravuras rupestres) são pictogramas e logograma imagens criadas pela remoção de parte de uma superfície rochosa por incisão, picking, escultura e abrasão. Petroglifos são por vezes facilmente definida com base na cultura, crenças religiosas, mitologias e lendas de uma antiga civilização colocados formações rochosas para seus descendentes. Muitos petróglifos antigos são pensados para representar algum tipo de linguagem ritual muitas vezes retratando com os mesmos símbolos arquetípicos. A petroglifos gravados na rocha em Marte parece com figuras como humanos, e é interessante que os mesmos símbolos são encontrados em diferentes partes do planeta terra criado em datas em que as pessoas não poderiam ter interagido um com o outro.
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                                       Veja o Vídeo Abaixo:


                                            Fonte:UFOvni2012

domingo, 25 de novembro de 2012

Cientistas desvendam profecia maia do fim do mundo em 2012

Alberto Nájar
Da BBC Mundo no México

Arqueólogos de diversos países se reuniram no Estado de Chiapas, uma área repleta de ruínas maias no sul do México, para discutir a teoria apocalíptica de que essa antiga civilização previra o fim do mundo em 2012.
A teoria, amplamente conhecida no país e contada aos visitantes tanto no México como na Guatemala, Belize e outras áreas onde os maias também se estabeleceram, teve sua origem no monumento nº 6 do sítio arqueológico de Tortuguero e em um ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos centros cerimoniais em Tabasco, no sudeste do país.
O primeiro faz alusão a um evento místico que ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012, durante o solstício do inverno, quando Bahlam Ajaw, um antigo governante do lugar, se encontra com Bolon Yokte´, um dos deuses que, na mitologia maia, participaram do início da era atual.
Até então, as mensagens gravadas em "estelas" – monumentos líticos, feitos em um único bloco de pedra, contendo inscrições sobre a história e a mitologia maias – eram interpretadas como uma profecia maia sobre o fim do mundo.
Entretanto, segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah), uma revisão das estelas pré-hispânicas indica que, na verdade, nessa data de dezembro do ano que vem os maias esperavam simplesmente o regresso de Bolon Yokte´.
"(Os maias) nunca disseram que haveria uma grande tragédia ou o fim do mundo em 2012", disse à BBC o pesquisador Rodrigo Liendo, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da Universidade Autônoma do México (Unam).
"Essa visão apocalíptica é algo que nos caracteriza, ocidentais. Não é uma filosofia dos maias."
Novas interpretações
Durante o encontro realizado em Palenque, que abriga uma das mais impressionantes ruínas maias de toda a região, o pesquisador Sven Gronemeyer, da Universidade australiana de Trobe, e sua colega Bárbara Macleod fizeram uma nova interpretação do 6º monumento de Tortuguero.
Para eles, os hieróglifos inscritos na estela se referem à culminação dos 13 baktunes, os ciclos com que os maias mediam o tempo. Cada um deles era composto por 400 anos.
"A medição do tempo dos maias era muito completa", explica Gronemeyer. "Eles faziam referência a eventos no futuro e no passado, e há datas que são projetadas para centenas, milhares de anos no futuro", afirma.
Para a jornalista Laura Castellanos, autora do livro 2012, Las Profecias del Fin del Mundo, o sucesso da teoria apocalíptica junto à cultura ocidental se deve a uma "onda milenarista" que, segundo ela, "antecipa catástrofes ou outros acontecimentos cada vez que se completam dez séculos".
Para Castellanos, esse tipo de efeméride é reforçada por uma "crise ideológica, religiosa e social".
Ela observa que as profecias sobre 2012 não têm somente uma "vertente catastrófica", mas também uma linha que "prognostica o despertar da consciência e o renascimento de uma nova humanidade, mais equitativa".
Crença no final
A asséptica explicação científica e histórica vai de encontro à crença popular no México, um país onde há quem procure adquirir os conhecimentos necessários para sobreviver com seu próprio cultivo de alimentos em caso de uma catástrofe mundial.
Muitos dos que vivem fora procuram regressar ao país porque sentem que precisam estar em casa em 2012, e há empresas que oferecem espaço em bunkeres subterrâneos, com todas as comodidades.
Afinal, o possível fim do mundo também é negócio. O próprio governo mexicano lançou uma campanha para promover o turismo no sudeste do país, onde estão localizados os sítios arqueológicos maias.
Muitos governos dos Estados onde existem ruínas da antiga civilização maia já estão registrando aumento na chegada de turistas.