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domingo, 3 de janeiro de 2021

O Desastre APOCALÍPTICO do "MIDNIGHT SKY" nos Faz Pensar: Que Ameaças Cósmicas Existem?

 

No novo filme de ficção científica da Netflix The Midnight Sky George Clooney interpreta Augustine Lofthouse um cientista que permanece em uma base ártica após o resto da tripulação evacuar. 

O motivo? 
A Terra está se tornando totalmente inóspita devido a uma vaga catástrofe global baseada em radiação, cujos detalhes exatos nunca são revelados exceto pelo fato de terem sido causados ​​pelo homem. 


The Midnight Sky dá uma interpretação interessante ao gênero "drama espacial apocalíptico" - ao invés de humanos tentando fugir do planeta após algum desastre nascido no espaço Agostinho deve atravessar o deserto ártico a fim de obter um sinal mais forte para que ele pode avisar uma espaçonave que está voltando para não voltar para casa.

Mesmo que o apocalipse de The Midnight Sky não seja o típico cenário de fim de Mundo que vemos na ficção científica, você não pode deixar de se perguntar ... Existem ameaças cósmicas vindo para nós na vastidão do espaço? Supondo que não nos destruamos como eles fazem em  The Midnight Sky há algo com que nos preocuparmos lá de cima?

COLISÃO CÓSMICA

Dos cenários que discutiremos o impacto de um asteroide é provavelmente o mais familiar o mais provável e também aquele que estamos mais equipados para lidar. Nosso fascínio pela ameaça de um impacto fatal provavelmente tem algo a ver com o conhecimento de que já aconteceu pelo menos uma vez antes.

De todos os planetas habitados que conhecemos (um), temos evidências sólidas de um impacto de asteroide causando uma extinção global massiva. Do ponto de vista empírico, a probabilidade de um impacto catastrófico de um asteroide é de 100 por cento. A questão restante é: qual a probabilidade de ocorrer novamente? E isso é um pouco mais difícil de responder.

Uma rápida olhada ao redor do sistema solar ilustra a frequência relativa dos impactos. Nossa própria Lua está positivamente crivada de crateras, cada uma delas resultado de uma colisão anterior. É claro que a atmosfera nos protege da grande maioria dos impactadores e também ajuda o fato de que a era de impacto mais intenso terminou há bilhões de anos.

Ainda assim, os objetos chegam até nossa vizinhança de vez em quando e vale a pena ficar de olho neles. É precisamente para isso que o Centro de Estudos de Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA está encarregado.

No momento em que este artigo foi escrito havia 21 NEOs sendo rastreados pelo Sentry  um programa de monitoramento de impacto da Terra. Um deles o Apophis, ganhou as manchetes recentemente quando cientistas observaram mudanças em sua órbita, alterando sua probabilidade de impacto.

No momento não há nenhum objeto conhecido com uma chance de impacto estatisticamente significativa. De acordo com o JPL, a chance de um impacto catastrófico em um futuro previsível é essencialmente nula. E se um objeto entrar em rota de colisão com a Terra temos lasers, bombas e gravidade à nossa disposição.

ERUPÇÕES SOLARES

Também conhecidas como ejeções de massa coronal as explosões solares são explosões de energia provenientes de uma estrela. Ocasionalmente as estrelas liberam incríveis explosões de radiação de suas superfícies, e nosso Sol não é diferente. As explosões solares acontecem com bastante frequência, mas na maioria das vezes nossa atmosfera e esfera eletromagnética nos protegem. Na maioria das vezes a maior ameaça são os satélites ou outros objetos não protegidos pela bolha da Terra. O risco está em uma explosão massiva mais poderosa do que nossas defesas naturais podem suportar.

O problema é que não temos uma boa maneira de prever quando ou se essas explosões massivas acontecerão. Uma dessas explosões ocorreu em 1859 criando uma tempestade geomagnética diferente de tudo que já havíamos visto na história registrada.

Uma tempestade como a de 1859 pode interromper grande parte de nossa infraestrutura tecnológica a eletricidade pode ser interrompida por semanas a fio antes de ser reparada. A comunicação via satélite pode ser quase inexistente. Isso pode não ter sido um grande problema nas últimas décadas, mas grande parte da civilização moderna no mundo desenvolvido é construída sobre comunicação por satélite e redes elétricas, ambas as quais podem ficar fora de serviço por tempo suficiente para perturbar seriamente nosso modo de vida.

Isso pode parecer ruim o suficiente mas poderia ser muito pior. Embora a NASA preveja que as piores erupções solares de nossa própria estrela não seriam uma ameaça para o planeta (ou para a humanidade), os cientistas observaram estrelas semelhantes ao Sol em outras partes da galáxia e viram evidências de erupções incrivelmente energéticas, mais poderosas do que qualquer coisa que venha do sol.

Se o nosso Sol fosse se submeter a uma dessas erupções poderia desencadear milhões de energia de vezes mais poderosa do que o que nós experimentamos regularmente. Tal erupção corroeria a camada de ozônio, nos expondo à radiação mortal causando aumento de incidentes de câncer junto com a degradação dos ecossistemas, incluindo o plâncton, que fornece a maior parte do oxigênio da Terra .

A boa notícia é que esses tipos de atividades solares são incrivelmente improváveis. Podemos ter que ficar sem internet ou telefones celulares por um tempo, mas o risco de nossas vidas com relação a explosões solares é mínimo. Provavelmente podemos continuar contando com o Sol para alimentar a vida em vez de levá-la. Ao contrário do que poderia acontecer se formos vítimas de ...

EXPLOSÕES DE RAIO DE GAMA

Este fenômeno é uma descoberta relativamente nova. Acredita-se que explosões de raios gama ocorram durante a morte de estrelas massivas à medida que explodem com uma energia incrível. Em dez segundos, as explosões de raios gama produzem energia equivalente à do nosso próprio sol ao longo de dez bilhões de anos .

Essas explosões exigem morte violenta, seja pelo colapso de uma estrela massiva ou pela fusão de estrelas de nêutrons. Apesar disso, eles acontecem com bastante regularidade. Quase todos os dias somos inundados em energia de explosões de raios gama enviadas através do cosmos. Se você fosse capaz de ver nos espectros de luz certos veria rajadas de raios gama piscando como flashes de câmera regularmente.

Felizmente essas explosões ocorrem longe o suficiente para que suas energias ofereçam poucos danos à Terra e seus habitantes. Embora as explosões de raios gama sejam relativamente comuns em uma escala universal o universo é grande. Para que um pudesse representar uma ameaça, ele deveria estar próximo e posicionado corretamente. Mas, se uma explosão nas proximidades, eram para acontecer, e em apenas o caminho certo seria catastrófico.

Essa explosão infelizmente cronometrad infelizmente mirada iria destruir a camada de ozônio em questão de segundos e muito provavelmente exterminar uma parte significativa da vida na Terra. Alguns cientistas acreditam que a extinção do Ordoviciano, que resultou na perda de quase 70 por cento de toda a vida no planeta foi o resultado de tal explosão há  450 milhões de anos. Além disso a vida na Terra naquela época era principalmente no oceano, o que teria oferecido alguma proteção contra os resultados de uma explosão de raios gama. Se acontecesse agora, os resultados seriam muito mais devastadores.
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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Rússia e Nasa se preparam para defender a Terra do iminente "ARMAGEDOM" em 9 de Setembro de 2019

                                Asteroide de 40 metros pode atingir a Terra em setembro

Um asteroide de 40 metros pode colidir com a Terra a 44 mil quilômetros por hora, no dia 9 de setembro, às 8 horas e 3 minutos de Portugal continental.

O 2006 QV89 ocupa o sétimo lugar na lista de 816 asteroides potencialmente mais perigosos para a Terra nos próximos cem anos, e no dia 9 de setembro, cerca das 8 horas, pode atingir a Terra a 44 mil quilômetros por hora, segundo a Agência Espacial Italiana (ASI).
A trajetória do asteroide só se conhecerá com precisão em julho. Até lá, sabe-se que a colisão com o planeta é capaz de arrasar uma superfície com 2 mil quilômetros quadrados, semelhante à destruição causada pelo asteroide que, em 1908, caiu em Tunguska, na Sibéria.

Porém, a probabilidade do asteroide colidir com a Terra é estimada em 1 em 11428. "Com os dados que temos agora, a probabilidade de impacto é equivalente a sermos atropelados por um comboio se atravessarmos uma linha às cegas, sem poder ver nem ouvir, mas sabendo que passa um comboio a cada 15 horas", explicou Ettore Perozzi, da ASI.

Mais do que saber se há colisão ou não, os especialistas consideram importante conhecer a data e a região de impacto, para que exista tempo suficiente para definir medidas de prevenção e resposta.

Os asteroides que mais preocupam os astrônomos não são os que têm algumas dezenas de metros, nem aqueles com mais de 1 quilômetro, porque 90% são identificados e não comportam risco de colisão com a Terra nos próximos séculos. Aqueles que realmente preocupam os especialistas são os que medem entre 100 metros e 1 quilômetro, dos quais apenas 30% são conhecidos.

"A questão não é se um asteroide atingirá a Terra, mas quando isso acontecerá", afirmou Rolf Densing, diretor do Centro Europeu de Operações Espaciais, com sede em Darmstadt.
Esta seria a preocupação da NASA em ADVERTIR a população para um possível impacto?
Fonte
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domingo, 2 de agosto de 2015

O que aconteceria se a Terra parasse de girar?

Dia e noite, inverno e verão. As diferenças entre as estações e períodos do dia são possíveis graças a dois movimentos dos quais ouvimos falar lá nos tempos de escola: rotação e translação. Você pode não se lembrar com muitos detalhes, mas eles são essenciais para que a vida na Terra seja garantida.
(Fonte da imagem: Reprodução/NASA)

Mas será que eles são tão importantes assim? O Tecmundo traz a resposta neste artigo, criado para mostrar tudo o que aconteceria com o planeta caso algum dia os movimentos fossem simplesmente interrompidos. Você está preparado para saber das catástrofes? Então pegue seus casacos, suas roupas de banho e seus capacetes. Não entendeu? Isso já vai mudar.

Desaceleração do planeta

Caso a Terra parasse de girar, provavelmente o processo seria realizado de maneira gradativa. Por essa razão, demoraria um pouco até que percebêssemos a desaceleração. Os primeiros sintomas a serem percebidos seriam os prolongamentos de dias e noites. De pouco em pouco, os períodos de luz e escuridão começariam a ser cada vez maiores, até que o planeta parasse totalmente.

Quando isso acontecesse, os dias e noites não seriam mais controlados pelo movimento de rotação da Terra (o que faz o planeta girar sobre seu próprio eixo), mas sim pelo da translação (movimentação orbital, em torno do Sol). Isso significaria que dias e noites teriam cerca de 6 meses cada, de forma parecida com o que atualmente ocorre nos polos.

Em caso de uma freada brusca

Havendo uma paralisação mais brusca, em que a Terra realmente parasse de uma hora para outra, os danos causados ao planeta não seriam apenas percebidos em longo prazo. Como a velocidade de rotação é de cerca de 900 km/h, uma “freada” faria com que o planeta inteiro fosse jogado para frente.

Imagine um carro percorrendo uma linha reta a 60 km/h e parando de repente. Os passageiros seriam jogados para frente, não é mesmo? O mesmo aconteceria com a Terra, mas em vez de apenas as pessoas serem lançadas, prédios e outras construções seriam derrubados, causando destruição por todos os lugares.
(Fonte da imagem: Reprodução/Gabriel - Flickr)

Da mesma maneira que acontece com os terremotos, a destruição gerada por esse tipo de desastre iria muito além dos desabamentos. Ondas gigantes, incêndios e seus respectivos efeitos colaterais poderiam ser vistos em escala global.

Dias e noites polares

Como já dissemos, os dias e noites seriam controlados pelas voltas da Terra em torno do Sol, fazendo com que só anoitecesse uma vez por ano. O mesmo aconteceria com as manhãs, que demorariam 12 meses para se repetirem. Com cada período durando seis meses, você já deve imaginar o que aconteceria com vegetações e animais.

Luz ou escuridão: escolha a sua morte

Os ecossistemas existentes nos continentes são muito diferentes dos presentes nos polos. Por essa razão, não seria possível garantir a sobrevivência das espécies que, hoje, habitam por aqui. Com seis meses de luz e seis meses de escuridão, o planeta Terra veria o fim de todas as espécies animais e vegetais (com raras exceções das fossas abissais), por excesso de calor ou de frio.

Você pode estar se perguntando: “Mas como existem animais nas regiões polares?”. A resposta é simples: angulação. Os raios solares incidem nos polos com muito menos potência do que os que atingem zonas tropicais, por exemplo. Imagine como seria passar 180 dias com o sol do meio-dia na cabeça. Muito pior do que o sol das seis da tarde, não?
(Fonte da imagem: Reprodução/Sibley Hunter - Flickr)

Queimadas constantes fariam com que as florestas fossem destruídas, assim como plantações e outros tipos de cultura vegetal. Com isso, a alimentação dos seres humanos e também a produção de rações seriam afetadas completamente. Nós não poderíamos comer vegetais (pela inexistência num primeiro momento) e nem animais (que também acabariam sucumbindo à fome).

Do outro lado do planeta, na escuridão, os problemas também seriam relacionados à alimentação. Sem luz, vegetais não poderiam se desenvolver e as consequências seriam as mesmas: animais desnutridos e humanos sem comida de nenhum tipo.

O fim da raça humana?

Alguém sobreviveria se a Terra parasse de girar? Segundo a NASA, as pessoas que vivem nos polos do planeta seriam “poupadas pelo apocalipse”, pois para elas os dias continuariam sendo iguais. Apenas seriam afetadas pela já explicada “freada brusca”, que poderia fazer com que as geleiras se desprendessem, por exemplo.
Para muitos, seria o Apocalipse. (O Apocalipse; Pintado por Matthias Gerung)

Com exceção das populações polares e seus respectivos animais, vegetais e algas, pouca vida sobraria no planeta. Aos poucos, a inanição seria responsável pelo aniquilamento da raça humana. E se muitas pessoas tentassem fugir para os polos, os ecossistemas seriam desequilibrados, o que causaria ainda mais problemas para o planeta.

Isso já está acontecendo

Há diversas teorias que apontam para a influência das marés na desaceleração da rotação da Terra. Segundo muitos físicos (como mostra o site do Instituto Newton de Ciências, dos EUA), a cada 100 anos a Terra perde velocidade suficiente para que os dias fiquem meio segundo mais longos.

Isso significa que, até os dias ficarem uma hora mais longos, será necessário que a Terra passe por mais 120 mil anos. Como você pode perceber, o processo está acontecendo de uma maneira muito lenta.
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Lembre-se: todas as informações mostradas neste texto são baseadas em artigos científicos. Mesmo sabendo de todas as possíveis consequências, pesquisadores especializados afirmam também que uma parada repentina do planeta é praticamente impossível. 
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                                                Veja o Vídeo Abaixo:


                                               Fonte:I.T. - Legendas

terça-feira, 30 de junho de 2015

Elite do Poder e Super-Ricos em Preparativos de Proteção! Colapso Global Iminente?

Conforme relatado por alguns jornais internacionais, como Inglês "Mirror",  cada vez mais "pessoas relevantes ultra-ricos estão se preparando para fuga. O tempo é curto e o risco de um colapso global parece ser mais e mais 'iminente, e por isso estão comprando fazendas e terras em países remotos e construindo bunkers subterrâneo inacessíveis.
O que preocupa a maioria e que os gestores de grandes fundos de investimento, estão desviando seu capital para a compra de pistas de pouso e fazendas na Nova Zelândia. O que eles sabem esses senhores elite, uma vez que eles estão se preparando para um evento de grandes proporções? Este é o fim do mundo? Talvez a chegada do Planeta X está acelerando os planos para escapar ao mundo Elite, ou todos os super-ricos que dominam os bancos e da situação econômica?
Mesmo o aumento da desigualdade social e instabilidade são certamente uma ameaça ao seu status quo, uma nova consciência está permeando a população do mundo, e como um tsunami incontrolável que assusta aqueles poucos que governam o mundo.

A Elite sabe as datas exatas do acontecimento "grande"  que vai acontecer e ninguém vai dar aviso à população. Eles querem que as pessoas sejam ignorantes, o irá desviar para não criar problemas. Todas as crises mundiais sobre a economia são apenas uma desculpa, porque eles querem pegar as pessoas dormindo ... fazendo tudo, desde que você não sabe que um evento de grandes proporções está prestes a desencadear. Os níveis dos oceanos (e isso é um fato científico confirmado) vai subir e muitos países ficarão submersos. 
Agitação ao redor do mundo

Enquanto isso, tropas militares atiram sem misericórdia para quem não cumprir as recomendações. Isso explicaria o atual movimento de equipamento militares nos EUA, e na Europa, com a criação de grupos especiais de elite militar. Tudo isso na expectativa de agitação civil. A presença de tropas estrangeiras como os russos e chineses sobre o solo dos Estados Unidos é porque a elite do poder (Illuminati) iria escolher os Estados Unidos como um dos lugares onde o novo mundo surgirá, na Austrália e Nova Zelândia são relatados movimentos de tropas americanas e estão sendo construídos de bunkers atômicos. O que está acontecendo?
Fonte:segnidalcielo.it
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                                             Veja os Vídeos Abaixo:


                                               Fonte:nemesis maturity


                                                    Fonte:Pete WDHCo