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quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Cientistas Finalmente Descobriram Uma Nova Maneira De Viajar Mais Rápido Que A Luz

Quando você quer viajar uma longa distância, digamos de um continente para outro, você reserva um voo de avião, esperando passar algumas horas no ar. No entanto quando se trata de viagens espaciais você precisa viajar mais rápido porque todos os pontos de interesse estão tão longe! 

Os exploradores do espaço sempre procuraram uma maneira de viajar mais rápido que a luz, o que lhes permitirá chegar ao espaço profundo mais rapidamente!

Basicamente todos os métodos descobertos têm desvantagens significativas, mas os cientistas descobriram uma nova maneira! Como funciona? Quais são os requisitos? Em quanto tempo você poderá viajar com ele?  Trazemos uma nova maneira de viajar mais rápido que a luz!

A Velocidade da Luz

A velocidade da luz, comumente denotada pela letra c, vale cerca de 299.792.458 m/s, ou seja, a cada segundo, a luz viaja aproximadamente 300.000 km ao se propagar no vácuo. A escolha da letra c deve-se à palavra em latim celeritas, que significa rapidez.

Viagem na Velocidade da Luz

A velocidade da luz é utilizada para definir o metro, unidade de comprimento usada pelo Sistema Internacional de Unidades (SI) como a medida do espaço percorrido pela luz no vácuo em um tempo 1/299.792.458 segundo.

Quem mediu a velocidade da luz pela primeira vez?

A velocidade de propagação da luz era uma dúvida dos cientistas desde as civilizações mais antigas. Empédocles defendia que a luz tinha velocidade infinita. Ptolomeu e Euclides acreditavam que ela era emitida pelos olhos, e outros grandes filósofos e matemáticos gregos, como Aristóteles e Heron de Alexandria, acreditavam que a luz propagava-se por corpos, através do espaço, com velocidade finita. Essas visões influenciaram a forma de pensar de grandes cientistas, como Johannes Kepler (1571-1630) e René Descartes.

Em 1638, Galileu Galilei (1564-1642) chegou a realizar um experimento com intuito de calcular a velocidade da luz. Para isso, ele mediu o tempo que ela levava para deixar uma lanterna no alto de uma montanha e chegar em outra a 2 quilômetros de distância. Suas conclusões apontaram que o tempo para a luz percorrer essa distância era menor que 10-5 s (0,00001 s), um intervalo muito pequeno para ser medido com os recursos tecnológicos disponíveis naquela época.

Galileu Galilei

Pouco tempo depois, em 1676, o astrônomo dinamarquês Ole Romer observou que a duração dos eclipses das luas de Júpiter variava de acordo com a época do ano. Romer desconfiou que a variação era decorrente de a luz ter velocidade finita, considerando que a distância da Terra até as luas de Júpiter muda de acordo com suas órbitas.


Foi só em 1819 que um experimento conseguiu fornecer medidas precisas da velocidade da luz. Por meio de um espelho semirrefletor e de uma roda dentada giratória, o físico francês Armand Hyppolyte Fizeau conseguiu definir a velocidade da luz, com erro pouco menor que 10% em relação à medida atual.


O experimento de Fizeau funcionava da seguinte forma:

1. A luz era emitida por uma fonte de luz L. Essa luz era convergida por meio de uma lente convexa e direcionada para um espelho semirrefletor P, com um ângulo de 45º em relação aos raios de luz. Parte desses raios de luz passava através do espelho e parte deles era refletida;

2. A parte dos raios que era refletida passava por uma roda dentada em rotação. Essa luz era refletida para um espelho S, cerca de 8 km adiante, e voltava. Fizeau regulava a velocidade de rotação de sua roda, já que a luz refletida levava um pequeno tempo para voltar até o espelho semirrefletor P, até não ser mais possível ver a imagem refletida pelo espelho S. Via-se apenas a imagem que passava originalmente pelo primeiro espelho.


Do que depende a velocidade da luz?
A velocidade da luz depende de uma propriedade dos meios ópticos chamada refringência. Quanto mais refringente for um meio, menor será a velocidade de propagação da luz em seu interior. A luz sofre refração ao propagar-se por algum meio que não o vácuo, e a medida de sua refração é chamada de índice de refração.

O índice de refração é a medida de quanto a velocidade da luz em um determinado meio foi reduzida em relação à sua velocidade no vácuo. É definido, portanto, como a razão entre a velocidade da luz no meio (v) pela velocidade da luz no vácuo (c).


Podemos tomar como exemplo o diamante: seu índice de refração é de 2,4, o que significa que a velocidade da luz no vácuo é 2,4 vezes mais rápida do que sua propagação no interior do diamante.

Por meio da união das equações de Eletricidade com as de Magnetismo, James Clerk Maxwell conseguiu desenvolver as equações do Eletromagnetismo que descrevem a luz como uma onda eletromagnética transversal. Por meio de seus cálculos, Maxwell conseguiu determinar a velocidade da luz baseando-se em constantes físicas ainda mais fundamentais: as constantes elétrica e magnética do vácuo, chamadas de permissividade (ε0) e permeabilidade (μ0) do vácuo. Dessa forma, a velocidade da luz pode ser obtida, por meio dessas duas constantes, pela expressão:

Fonte 
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sábado, 27 de abril de 2019

Professor de Oxford: "Aliens estão se cruzando com humanos para criar uma nova espécie híbrida"

O professor de Oxford Young-hae Chi, um instrutor coreano no Instituto Oriental de Oxford, afirma que os alienígenas estão se cruzando na tentativa de estabelecer um tipo de espécie híbrida. Esta espécie híbrida, de acordo com Chi, tem como objetivo principal salvar a Terra dos efeitos da mudança climática.

Chi afirma que este cruzamento já está ocorrendo e as espécies híbridas estão atualmente andando entre os humanos aqui na Terra. Chi escreveu um livro inteiro sobre o assunto. O tópico trata em grande parte de uma correlação entre abduções por alienígenas e mudanças climáticas.

Professor afirma que extraterrestres estão fazendo cruzamentos com humanos para solucionar a mudança climática
Chi tentou debater essa afirmação na União de Oxford há um ano. No entanto, essa tentativa foi rejeitada.

Na palestra de Chi intitulada Alien Abduction e the Environmental Crisis, Chi revelou sua teoria envolvendo a presença de alienígenas em nosso planeta.

Chi faz afirmações de que as espécies não humanas têm preocupações além dos humanos em relação à sobrevivência da espécie humana. Chi alega que as tentativas de misturar extraterrestres e humanos em uma nova espécie é uma resposta ao futuro desaparecimento dos seres humanos devido à mudança climática.

Chi afirma que reverter a mudança climática é de particular interesse para espécies exóticas. Isso ocorre porque não apenas salvaria a Terra e os humanos que a habitam, mas também provaria aos alienígenas que suas baixas previsões da capacidade moral humana estavam incorretas.

Em seu novo livro, Chi afirma que existem quatro tipos de alienígenas. Eles são os seguintes; pequena, alta e ousada, escamosa com olhos de cobra e insetos. Chi também afirma que os seres humanos são incapazes de ver esses alienígenas por causa de imperfeições em nossos órgãos que limitam nossas percepções.

Chi está atualmente tentando encontrar mais evidências para apoiar sua teoria e pontos de vista. Apesar da falta de evidências suficientes, Chi ainda sustenta que a espécie híbrida é de uma inteligência muito alta e poderia, portanto, ser nossa resposta ao problema da mudança climática.

Aqui está o vídeo do Professor Young-hae Chi falando sobre abduções alienígenas.
Fonte
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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Uma Nova AMEAÇA do Espaço se Aproxima, Batizado de 2013 TX68 em 5 de Março de 2016!!

Em 5 de março de 2016 o asteroide Batizado de 2013 TX68 de 30 metros de diâmetro poderia se aproximar a uma distância de 14 milhões de quilômetros, ou seja, 35 vezes a distância entre a Lua e o nosso planeta. Ou  poderia passar a apenas 17 mil km, onde passaria abaixo de nossos satélites, realmente muito perto. NASA estaria omitindo tais fatos?
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                                             Fonte:tercermilenio

domingo, 29 de novembro de 2015

Nibiru Prova: Tudo o que Você Sabe está errado, Uma nova Dimensão se Revelando!!

Nibiru é real? Nibiru Leva  3.600 anos para completar uma viagem orbital? Como você pode imaginar os efeitos gravitacionais de um planeta de tamanho considerável se movendo perto do sistema solar interno significaria um grande problema para o planeta Terra. Terra vem ultimamente com um aumento de terremotos, vulcões, aquecimento global (oops..I significava "mudança climática"), mistura de estações, e muito mais. Abra sua mente um pouco e pare de acreditar tudo o que nossos chamados cientistas e pessoal da NASA têm a dizer. Toda semana NASA parece ter aprendido algo novo que era impensável.No vídeo abaixo ative a legenda com tradução.
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                                             Fonte:The World Mysteries