O Telescópio Espacial Hubble da NASA descobriu um planeta parecido com Júpiter, expelindo "Metais Pesados" através de sua atmosfera escaldante, anunciou a NASA.
A bizarra descoberta da NASA foi feita a incríveis 900 anos-luz da Terra no sistema WASP-121.
O planeta, apelidado de WASP-121b é um gigante de gás em forma de bola de futebol sentado incrivelmente perto de sua estrela anfitriã. De forma incomum para um gigante do gás, a Nasa disse que o "mundo estranho" está vazando gases pesados de ferro e magnésio da atmosfera. Os metais pesados são elementos mais pesados que o hidrogênio e o hélio que escapam do planeta em vez de se aglutinarem em nuvens.
A NASA disse: “Observações feitas pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA revelam magnésio e gás de ferro fluindo do estranho mundo fora do nosso sistema solar conhecido como WASP-121b.
“As observações representam a primeira vez que os chamados 'metais pesados' - elementos mais pesados que o hidrogênio e o hélio - foram vistos escapando de um Júpiter quente, um exoplaneta gasoso muito próximo de sua estrela.”
Normalmente, gigantes gasosos como o nosso próprio Júpiter são bastante frios internamente para que esses elementos mais pesados se condensem em nuvens.
O WASP-121b é uma exceção a essa regra, porque está próximo de sua estrela.
Descoberta da NASA: Este planeta incrível está vazando metais pesados no espaço
(Imagem: NASA, ESA e J. Olmsted (STScI))
Notícias da NASA: O gigante de gás Júpiter é o maior planeta do nosso sistema solar
(Imagem: GETTY)
Segundo a NASA, o planeta orbita sua estrela a partir de uma distância "perigosamente próxima".
A proximidade resulta na atmosfera do WASP-121b queimando a uma temperatura de 4.600 graus Fahrenheit (2.538 ° C).
David Sing, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, que liderou o estudo do WASP-121b, disse: “Metais pesados foram vistos em outros Júpiteres quentes antes, mas apenas na atmosfera inferior.
“Então você não sabe se eles estão escapando ou não. Com o WASP-121b, vemos o gás magnésio e o ferro tão longe do planeta que não estão gravitacionalmente ligados ”.
Os raios ultravioleta da estrela WASP-121 são consideravelmente mais quentes e mais brilhantes que a radiação UV do nosso próprio sol.
Como resultado, o planeta aquece até um ponto em que os metais pesados podem escapar da atmosfera do planeta.
Os gases de magnésio e ferro podem ainda contribuir para o aquecimento do planeta.
Dr Sing disse: "Estes metais tornarão a atmosfera mais opaca no ultravioleta, o que poderia estar contribuindo para o aquecimento da atmosfera superior".
Mas as temperaturas sufocantes são a menor das preocupações do planeta.
O WASP-121b está tão perto de sua estrela hospedeira, que o gigante do gás corre o risco de ser despedaçado pelas forças gravitacionais da estrela.
Os resultados na forma incomum de bola futebol do planeta.
O Dr. Sing disse: “Escolhemos este planeta porque é tão extremo. Achamos que tínhamos a chance de ver elementos mais pesados escapando.
“É tão quente e tão favorável observar, é a melhor chance de encontrar a presença de metais pesados.
Notícias da NASA: planeta gigante de gás no espaço
Notícias da NASA: os gigantes a gás normalmente são frios o suficiente para os metais pesados se transformarem em nuvens (Imagem: GETTY)
Notícias da NASA: O Telescópio Espacial Hubble é um observatório orbital
(Imagem: GETTY)
“Nós procurávamos principalmente por magnésio, mas havia indícios de ferro na atmosfera de outros exoplanetas.
“Foi uma surpresa, no entanto, ver isso claramente nos dados e em grandes altitudes tão distantes do planeta.
“Os metais pesados estão escapando em parte porque o planeta é tão grande e inchado que sua gravidade é relativamente fraca.
"Este planeta está sendo ativamente despojado de sua atmosfera."
A NASA, por meio do telescópio espacial Hubble, encontrou bolas de fogo imensas, que viajam a 850 mil quilômetros por hora.
As monstruosas bolas de plasma fundido estão a 1.200 anos-luz da Terra. Dada a velocidade em que viajam, poderiam chegar da Terra à Lua em apenas meia hora.
Os pesquisadores que observaram estrelas em extinção com o telescópio desde 1990 encontraram essas bolas gigantes, que são duas vezes maiores que Marte e possuem uma temperatura muito superior à do Sol. Teoricamente, elas teriam se alimentado da estrela V Hydrae, a qual os cientistas estudaram por oito anos.
Apesar da grande descoberta, os especialistas não conseguiram descobrir a origem dessas esferas. No entanto, criaram uma hipótese na qual elas teriam sido expulsas por estrelas que giram na órbita de uma enorme estrela vermelha e seriam parte de uma chuva estelar que ocorre a cada oito anos e meio.
A organização de astrônomos das universidades americanas convocou os colegas a se unirem para que a Nasa comece a planejar o lançamento de uma versão gigante do Telescópio Espacial Hubble nos anos 2030 com o objetivo de buscar vida extraterrestre.
Esse Telescópio Espacial de Alta Definição seria cinco vezes maior e 100 vezes mais sensível que o Hubble, com um espelho de 12 metros de diâmetro, sendo capaz de orbitar o sol a 1,6 milhão de quilômetros da Terra.
Segundo os astrônomos, esse telescópio seria grande o bastante para encontrar e estudar as dezenas de planetas similares à Terra em nossa vizinhança. Ele seria capaz de identificar objetos de apenas 300 anos-luz de diâmetro – ou seja, o núcleo de uma pequena galáxia ou as nuvens de gás que estão se convertendo em estrelas e planetas, afirmou – em qualquer parte do universo observável.
Os argumentos em favor do telescópio são apresentados em um relatório sobre o futuro da astronomia intitulado "From Cosmic Birth to Living Earths" (Do nascimento cósmico a Terras habitáveis, em tradução literal), que foi encomendado pela Associação Universitária da Pesquisa Astronômica (ou Aura, na sigla em inglês), responsável pela operação do Hubble e de muitos outros observatórios da Nasa e da Fundação Nacional de Ciências. Ele foi escrito por um comitê liderado por Sara Seager, do MIT, e por Julianne Dalcanton, da Universidade de Washington.
"Esperamos descobrir se estamos ou não sozinhos no universo", afirmou Matt Mountain, presidente da Aura e antigo diretor do Hubble, em uma conferência de imprensa realizada no Museu Americano de História Natural.
Mountain afirmou que só existe uma chance de dar um passo adiante e entender como o universo e nosso planeta foram formados, além de determinar se existe vida extraterrestre e "podemos ser a geração que fez isso".
Mas apenas se começarmos agora.
Ao publicar o relatório, o grupo Aura dá início a um processo longo, elaborado e extremamente político por meio do qual grandes projetos científicos são escolhidos e financiados. A cada 10 anos, um comitê da Academia Nacional de Ciências entrevista a comunidade astronômica e produz uma lista de desejos para a próxima década. Essa pesquisa, que voltará a acontecer em 2020, serve como base para o congresso e para a Nasa.
A Aura já fez isso antes. Em 1995, a organização publicou um relatório escrito sob a liderança de Alan Dressler dos Observatórios Carnegie em que pedia por um telescópio espacial que sucedesse o Hubble. Esse veio a ser o Telescópio Espacial James Webb, projetado para observar as primeiras estrelas e galáxias do universo e que deve ser lançado em 2018, 23 anos mais tarde. "Nos dias de hoje, só cientistas espaciais conseguem ser tão pacientes", afirmou Mountain.
Entretanto, o custo do telescópio Webb pulou do orçamento calculado em 1,6 bilhão de dólares em 1996 para quase 9 bilhões de dólares, causando um dano gigantesco no restante do orçamento da Nasa. Para que isso não volte a acontecer, os astrônomos da Aura afirmaram que a Nasa deve começar a investir agora nas tecnologias fundamentais para que os telescópios do futuro funcionem.
Portanto, o telescópio de alta definição não é o próximo item na lista da Nasa, nem está no segundo lugar. Após a conclusão do Webb, o próximo projeto se chama WFIRST-AFTA (o nome é péssimo), criado para investigar a energia escura, a substância misteriosa que acelera a expansão do cosmos. Essa missão foi a prioridade número um durante a pesquisa de 2010 e pode ser lançada em 2024, se tudo caminhar conforme o planejado.
O Telescópio Espacial de Alta Definição é a última parada de uma lista empolgante de pesquisa exoplanetária. Graças à espaçonave Kepler, os astrônomos acreditam que por volta de 10 por cento das estrelas de nossa galáxia tenham planetas do tamanho da Terra na distância ideal para que a água seja líquida e a vida possa se desenvolver na superfície do planeta. Mas os planetas que a Kepler descobriu são muito distantes – centenas de anos-luz – para serem estudados corretamente.
Já existe um foguete, o Delta IV Heavy, capaz de lançar esse telescópio, e o Sistema de Lançamento Espacial que a Nasa está desenvolvendo para enviar astronautas ao espaço profundo seria ainda melhor. Se fosse colocado dentro de um foguete, o telescópio teria de se abrir no espaço como uma borboleta, uma técnica que a Nasa espera aperfeiçoar com o Webb.
Além disso, mesmo a 1,6 milhão de quilômetros da Terra, o telescópio poderia ser reparado por robôs ou mesmo astronautas. "Seria loucura não fazer isso", afirmou Neil deGrasse Tyson, diretor do Planetário Hayden, que moderou a discussão sobre o relatório no Museu de História Natural. Ele destacou que 1,6 milhão de quilômetros seria a maior distância já percorrida por um ser humano fora do planeta, estraçalhando o recorde estabelecido pelos astronautas da Apollo 13, que deram a volta em torno da lua e estiveram a 400.000 quilômetros da Terra em 1970.
No fundo da sala estava Michael Massimino, ex-astronauta que reparou o telescópio Hubble duas vezes em órbita e agora é professor da Universidade de Columbia e assessor no Intrepid Sea, Air & Space Museum. Ele afirmou que ficaria feliz em se candidatar para o serviço. Quando eu o questionei ao fim da reunião, ele concordou que até 2030 os seres humanos infelizmente ainda não terão batido esse recorde.
O maior desafio técnico no momento é se livrar do brilho das estrelas para encontrar os planetas em sua órbita. O sol, por exemplo, é 10 bilhões de vezes mais brilhante que a Terra. O telescópio espacial do futuro teria de ser equipado com um coronógrafo interno, um disco capaz de bloquear a luz da estrela central, tornando os planetas mais visíveis, e possivelmente até mesmo a sombra brilhante de uma estrela que flutuaria quilômetros à frente também atrapalhando as imagens. Investir nessa tecnologia de supressão de luz poderia evitar os gastos excessivos que quase levaram ao cancelamento do telescópio Webb há alguns anos.
O que leva à questão delicada de quanto tudo isso iria custar.
Sem os projetos detalhados a partir dos quais uma estimativa poderia ser feita com precisão, Mountain e seus colegas afirmam apenas que esse seria uma das "missões propaganda" da Nasa, como o Hubble. Isso representa um gasto projetado em 10 bilhões de dólares, o mesmo do Grande Colisor de Hádrons do CERN, onde o bóson de Higgs foi descoberto há três anos.
Eu acostumava achar que 10 bilhões de dólares era muito dinheiro antes do pacote de ajuda financeira que salvou os bancos em 2008 com uma injeção de 700 bilhões de dólares – e aparentemente trouxe os sorrisos de volta a Wall Street. Comparado com isso, o orçamento das ciências é dinheiro de pinga em um lugar como o Goldman Sachs. Mas se você não acha que isso é uma pechincha, você nem precisa pensar muito. Empresas como o Google e a Apple se basearam em investimentos modestos nas ciências da computação feitos nos anos 1960 e os transformaram em uma atividade econômica de trilhões de dólares. Nem mesmo Arthur C. Clarke, o grande autor e profeta da era espacial, imaginou que isso aconteceria.
Isso quer dizer que todo esse dinheiro da Nasa – seja ele investido em sondas espaciais ou viagens para a Estação Espacial – é gasto na Terra, em coisas que costumamos querer cada vez mais: alta tecnologia, educação, mão de obra mais especializada, empregos, orgulho na inovação norte-americana e humana em geral, sem falar em uma consciência cósmica mais apurada e uma dose de perspectiva em relação a nossa situação entre as estrelas do universo.
Mesmo que nunca encontremos um micróbio sequer em qualquer outro lugar, o dinheiro gasto na busca pela vida vai melhorar a situação de quem está preso aqui na Terra.
Não há qualquer tipo de ganho com atrasos. Conforme afirmou Seager, do MIT, todo mundo vai continuar querendo saber se estamos sozinhos. "E obter a resposta sempre vai ter um custo".
Ao conversar com os jovens da plateia, Tyson afirmou: "Se você tem 12 anos agora, você terá nossa idade quando isso acontecer e vai ser o responsável por carregar essa chama".
Telescópio espacial Hubble (em inglês Hubble Space Telescope - HST) é um satélite astronômico artificial não tripulado que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha. Foi lançado pela agência espacial estadunidense - NASA - em 24 de abril de 1990, a bordo do vaivém espacial (No Brasil: ônibus espacial) Discovery (missão STS-31). Este telescópio já recebeu várias visitas espaciais da NASA para a manutenção e para a substituição de equipamentos obsoletos ou inoperantes.
O telescópio é a primeira missão da NASA pertencente aos Grandes Observatórios Espaciais - (Great Observatories Program), consistindo numa família de quatro observatórios orbitais, cada um observando o Universo em um comprimento diferente de onda, como a luz visível, raios gama, raios-X e o infravermelho. Pela primeira vez se tornou possível ver mais longe do que as estrelas da nossa própria galáxia e estudar estruturas do Universo até então desconhecidas ou pouco observadas. O Hubble, de uma forma geral, deu à civilização humana uma nova visão do universo e proporcionou um salto equivalente ao dado pela luneta de Galileu Galilei no século XVII.
Desde a concepção original, em 1946, a iniciativa de construir um telescópio espacial sofreu inúmeros atrasos e problemas orçamentais. Logo após o lançamento para o espaço, o Hubble apresentou uma aberração esférica no espelho principal que parecia comprometer todas as potencialidades do telescópio. Porém, a situação foi corrigida numa missão especialmente concebida para a reparação do equipamento, em 1993, voltando o telescópio à operacionalidade, tornando-se numa ferramenta vital para a astronomia. Imaginado nos anos 40, projetado e construído nos anos 70 e 80 e em funcionamento desde 1990, o Telescópio Espacial Hubble foi batizado em homenagem a Edwin Powell Hubble, que revolucionou a Astronomia ao constatar que o Universo estava se expandindo.
A descoberta de água em estado líquido leva para novas direções a pesquisa sobre a existência de vida extraterrestre no Sistema Solar.
Ganimedes, a maior lua de Júpiter, tem um oceano subterrâneo de água salgada sob uma camada de gelo que é maior que todos os oceanos da Terra juntos, segundo observações divulgadas nesta quinta-feira graças ao telescópio espacial Hubble.
A descoberta de água em estado líquido leva para novas direções a pesquisa sobre a existência de vida extraterrestre no Sistema Solar, avaliou a agência espacial norte-americana NASA, responsável pela missão. "Acreditamos que, num passado distante, este oceano pode ter estado em contato com a superfície da lua", explicou o diretor da divisão de ciência planetária da NASA, Jim Green, em coletiva de imprensa.
Segundo os cientistas, o oceano tem uma profundidade de cem quilômetros, dez vezes mais que os da Terra, e está enterrado debaixo de uma camada de 150 km formada principalmente por gelo. Desde os anos 1970, os planetólogos tem suspeitado que Ganimedes -- descoberta em 1610 por Galileu -- poderia ter um oceano.
A sonda Galileu, da Nasa, que estuda Júpiter e suas luas há oito anos, fez um sobrevoo de aproximação a Ganimedes e detectou um campo magnético em 2002, que foi um indício que confirmava a hipótese da existência de um oceano.
As novas observações feitas com o telescópio Hubble a partir de raios ultravioletas permitiram detectar e estudar as auroras boreais das regiões polares de Ganimedes que, assim como as da Terra, são provocadas pelos campos magnéticos.
Ganimedes também está sob a influência do campo magnético de Júpiter, de quem está muito próxima. Cada vez que o campo magnético do planeta muda, as auroras boreais de Ganimedes também mudam.
Foi graças à observação deste movimento das auroras boreais que os cientistas puderam determinar a existência de um grande oceano de água salgada debaixo da camada de gelo, o que afeta o campo magnético da lua.
Devido à capacidade para conduzir eletricidade da água salgada, o movimento do oceano exerce influência sobre o campo magnético.
Os céus estão devolvendo um sorriso à humanidade através de uma constelação de estrelas descoberta pelo telescópio espacial Hubble.
O telescópio registrou a imagem de um aglomerado de galáxias que parece exatamente uma cara risonha a que todos nos habituamos durante a era da Internet.
O smiley galáctico pode ser visto na foto do aglomerado de galáxias SDSS J1038+4849. A imagem foi recentemente divulgada pela NASA depois de o aglomerado ter sido avistado pela astrônoma amadora Judy Schmidt.
Seus dois olhos brilhantes são de fato duas galáxias distintas, enquanto a face e o sorriso em si são diferentes devido ao efeito celestial conhecido como “lente gravitacional forte”.
“Os aglomerados de galáxias são as maiores estruturas do Universo e exercem uma atração gravitacional tão forte que deformam o espaço-tempo à sua volta e atuam como lentes cósmicas que podem aumentar, distorcer e dobrar a luz por trás deles”, explica o site do Hubble, citando a teoria da relatividade geral de Einstein.
O Anel de Einstein é formado pela dobra da luz e é o resultado de um alinhamento perfeito e simétrico da origem, lente e observador.
A foto do smiley é apenas uma entre milhares que a base de dados do Hubble acaba de publicar. Esta imagem em particular foi descoberta por Judy Smith através do concurso de processamento de imagens Tesouros Escondidos do Hubble.
Desde 1990, o Hubble fez mais de um milhão de observações. Algumas foram carregadas em spacetelescope.org para o público poder apreciá-las, incluindo uma lista das Top 100 das fotos espaciais mais deslumbrantes.
Fotografia no jornal de notícias francesa, supostamente feita pelo Cassini perto Saturno .....
É em francês, por isso o que diz, basicamente, é que esses objetos são UFOs maciços (UFOs) fotografado por Cassini perto de Saturno, e colocao sob sigilo pela NASA, um dos objetos dimensionados em mais de 50.000 km de comprimento (quatro vezes o diâmetro da Terra!)
Como é que este papel de notícias francesa obteve estas informações em suas mãos sobre esta fotografia? Infelizmente, não temos mais informações sobre a sua autenticidade. Podem os especialistas aqui e tentar interpretar as fotos?
Tendo em mente a semelhança com a imagem infravermelha do HST mostrado acima, pode ser uma fotografia real tomada pela Cassini, se verdadeira, as implicações são incompreensível! Estamos em seguida, vendo provas incontestáveis de uma presença alienígena em nosso Sistema Solar?
E outra coisa. Pequenas luas / asteroides até mesmo um par de centenas de quilômetros de comprimento foram mapeados e nomeados. Esses objetos são do tamanho da Terra e um pouco mais de 50.000 Km de extensão. Então por que esses objetos não foram nomeados? Afinal de contas, eles mostraram-se nos oficiais fotografias tiradas pelo HST. Mas, em seguida, isso é provavelmente top secret! Você não pode sair por aí nomeando enormes objetos estranhos, não é? Cheiros de um cover-up, o que?
Seja como for, a verdade está lá fora, nos anéis de Saturno!
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(Nota - Estes objetos cilíndricos enormes foram demonstradas pela primeira vez pelo Dr. Norman Bergrun em seu livro Você pode ouvi-lo discutir esses objetos em nosso 05 fevereiro de 2001 programa de arquivo-ed 'Os Ringmakers de Saturno.')
Esta é uma série de 1996 de fotos infravermelhas tomado dos anéis de Saturno. Estas foram tiradas com o telescópio Hubble. Os cientistas afirmaram que a partir dessas fotos em seqüência que descobriram novas luas de Saturno. O que não foi explicado é o objeto do que eu marquei A, B e C em órbita anel externo de Saturno. Estes enormes objetos em forma de charuto são claramente mostrado seguir um caminho definido em uma órbita ao longa da borda do anel. Seriam naves espaciais gigantescas ou naves mãe? Pode-se especular que estes podem ser nave de mineração dos extraterrestres, colhendo algum tipo de mineral do anel externo de Saturno. Quem sabe? Acho que podemos descartar uma falha no fotografia desde que eles aparecem em seis das dez fotos, e mostram claramente que eles estão se movendo.
Seria Saturno um Portal interdimensional, onde Naves Gigantescas estariam Usando?
Agora presenciamos o Mesmo objeto sendo fotografado em Marte pela Rover Curiosity.
Data de avistamento: 30 de Abril de 2014
Curiosity rover estava no meio do caminho em sua jornada até o Monte Afiado, quando ele pegou a anomalia incomum, objeto ficou no céu na frente do rover por 10 minutos, além disso, observe que a maioria das estrelas não se movem, mas clarear e escurecer durante este tempo, forma do UFO é apenas como nós o vemos, longo em forma de charuto, muito semelhante ao de Saturno.
Em 18 de dezembro de 2013, o Telescópio Espacial Hubble tentou observar o cometa ISON última vez. Como muitos esperavam, não há nenhuma evidência de que o ISON cometa sobreviveu à passagem sobre a corona solar, mas o gás, poeira e fragmentos de um mesmo ISON está viajando no espaço e são, de algum modo a inundar a parte exterior do nosso sistema planetário.
De acordo com o astrônomo Hal Weaver, que está trabalhando com o telescópio Hubble, havia duas prováveis posições do cometa, as previsões foram baseadas em coordenadas medidas anteriores, quando o cometa ainda era visível. Dr. Weaver e também estimou que os objetos mais tênues visto pelo Hubble, você pode ver nestas imagens, e seria de cerca de 25 magnitude. Isto significa que o Hubble pode ter visto fragmentos de cometa maior do que cerca de 500 pés (160 metros) de diâmetro.
Não podemos excluir completamente a possibilidade de que alguma coisa está à esquerda do cometa.
Este material ainda existe, mas é provavelmente gás muito comum, poeira e pequenos pedaços do cometa que se espalham por uma área extremamente grande. Alguns desses fragmentos estão caindo sobre a Terra, mas sem causar perigo..
Ultimamente tem sido visto a cair do céu sobre Churchdown (Inglaterra) um meteoro (ou bola de fogo). Dezenas de pessoas na área de Gloucestershire, relataram ter visto o objeto cair. A última aparição foi às 8 da manhã de 20 de dezembro de 2013, mas tem havido relatos de outros avistamentos na queda de meteoros, desde o início do mês. Acredita-se também que 2014 será um ano marcante para os ataques de meteoros na Terra .
Podemos aguardar os próximos dias, mas as previsões não são boas como falamos no post anterior sobre a região três nos Estados Unidos, F.E.M.A esta em alerta, reveja o post neste link:
Um enorme planeta alienígena - 11 vezes mais massivo do que Júpiter - foi descoberto na órbita mais distante já encontrada ao redor de uma única estrela-mãe.
O planeta recém-descoberto, chamado de HD 106906 b, suplanta qualquer corpo planetário no sistema solar e orbita a sua estrela a uma distância que é 650 vezes a distância média entre a Terra e o sol.
A existência de um planeta enorme e distante a orbitar uma estrela levanta novas questões sobre como esses mundos bizarros são formados, disseram os pesquisadores.
"Este sistema é especialmente fascinante, porque não existe um modelo de qualquer planeta ou formação estelar que explica totalmente o que vemos", afirmou a pesquisadora Vanessa Bailey, da Universidade do Arizona.
Nas teorias mais comummente aceites sobre a formação do planeta, acredita-se que os planetas que orbitam perto da sua estrela-mãe, como a Terra, começam como pequenos corpos do tipo asteróide que se aglutinam no disco primordial de gás e poeira em torno da estrela em expansão.
No entanto, este processo funciona muito lentamente para explicar como planetas gigantes se formam longe da sua estrela, disse a pesquisadora. Hipóteses alternativas sugerem que planetas gigantes podem formar-se de maneira semelhante ao dos mini sistemas binários de estrelas.
"Um sistema estelar binário pode ser formado quando dois aglomerados adjacentes de gás mais ou menos independentes formam estrelas, e essas estrelas estão perto o suficiente para exercerem uma atração gravitacional mútua, unindo-as numa órbita", explicou Bailey.
No sistema HD 106906, a estrela e o planeta podem ter entrado em colapso de forma independente, mas os materiais aglutinados para formar o planeta eram insuficientes para crescer o suficiente para inflamar e formar uma nova estrela.
Mas, mesmo assim, ainda existem problemas com esse cenário. Por um lado, a diferença entre as massas das duas estrelas de um sistema binário é, geralmente, não mais do que uma proporção de 10 para 1.
"No nosso caso, a relação de massa é mais do que 100 para 1", disse Bailey. "Esta relação de massa extrema não está prevista nas teorias de formação de estrelas binárias - assim como a teoria de formação planetária prevê que não podemos formar planetas tão distante da estrela-mãe".
Os pesquisadores também estão interessados em estudar o novo planeta, porque o material de sobra quando o planeta e estrela se formaram ainda pode ser detectado. "Sistemas como este, onde temos informações adicionais sobre o ambiente em que o planeta reside, têm o potencial de nos ajudar a separar os vários modelos de formação", disse Bailey.
"Observações futuras do movimento orbital do planeta e do disco de detritos da estrela primária podem ajudar a responder a essa pergunta", acrescentou.
O planeta HD 106906 b tem apenas 13 milhões de anos, e ainda está a brilhar com o calor residual de sua formação.
Em comparação, a Terra formou-se há 4,5 mil milhões de anos, o que a torna mais ou menos 350 vezes mais velha do que o exoplaneta recém-descoberto. O planeta foi encontrado usando uma câmera infravermelha térmica montada no telescópio Magellan no deserto de Atacama, no Chile.
Os pesquisadores usaram dados do Telescópio Espacial Hubble para confirmar a sua descoberta.
O estudo, que foi aceito para publicação numa edição futura do Astrophysical Journal Letters, pode levar a uma melhor compreensão dos exoplanetas em órbitas distantes.
"Cada novo planeta diretamente detectado empurra a nossa compreensão de como e onde os planetas podem formar-se", disse Tiffany Meshkat, co-investigadora no estudo. "Descobertas como HD 106906 b fornecem uma compreensão mais profunda da diversidade de outros sistemas planetários". (Livescience)
Não sei exatamente oque é isto? Mas não me parece fotografia da terra, como como consta no relatório da NASA, objeto capturado pela tripulação da STS 103, para mim se trata de um enorme UFO!!!