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domingo, 30 de setembro de 2018

ALERTA GLOBAL - NASA-JPL: "A mudança climática está movendo o eixo de rotação da Terra e o movimento das placas tectônicas"

Um estudo científico publicado pela NASA-JPL demonstra como a perda de gelo causada pela mudança climática é uma das três causas da alteração da rotação da Terra e dos movimentos convectivos do manto da Terra. A convecção do manto é responsável pelo movimento das placas tectônicas na superfície da Terra.

Um globo de mesa é projetado para ser uma esfera geométrica perfeita e gira perfeitamente da mesma maneira em um eixo imaginário ou linha que une o pólo norte e o pólo sul.
Na realidade, entrando em detalhes, nosso planeta é uma esfera geométrica menos perfeita e além disso sua rotação oscila um pouco periodicamente devido a alguns efeitos que vêm sendo estudados há décadas. O fenômeno mais analisado neste campo é o chamado movimento polar ou movimento que os pólos experimentam como conseqüência de pequenos desvios no eixo de rotação da Terra. Um estudo realizado por especialistas na Jet Propulsion Laboratory (NASA-JPL) em Pasadena (Estados Unidos) estima que durante o século vinte, as medições mostram que o eixo de rotação ficou a deriva cerca de 4 polegadas (10 cm) por 'ano. Ao longo de um século, ele se torna mais de 11 metros.
Os autores desta pesquisa, que foi publicada na revista Terra e Planetary Science Letters salientar que entre as causas dessa alteração há a perda de massa de gelo nas áreas polares (principalmente na Groenlândia), a recuperação glacial e revestimento de convecção. A parte superior do manto (astenosfera) está parcialmente fundida; não é realmente fluido, mas também não é sólido. As diferenças de temperatura causam movimentos, chamados movimentos convectivos. A parte profunda do manto está em contato com o núcleo (3000 ° C). a parte externa está em contato com a crosta que está fria.
"A explicação tradicional é que um processo, o rebote glacial, é responsável por esse movimento do eixo de rotação da Terra. Mas, recentemente, muitos pesquisadores levantaram a hipótese de que outros processos também poderiam ter grandes efeitos na Terra ", diz Surendra Adhikari, principal autor do estudo. "Montamos modelos para um conjunto de processos que são considerados importantes para guiar o movimento do eixo de rotação. Não identificamos um, mas três conjuntos de processos que são cruciais nessa evolução; e durante o século XX a fusão da criosfera global (em particular a Groenlândia) é uma delas ", acrescenta.
A perda de gelo causada pela mudança climática é uma das três causas da alteração da rotação planetária e dos movimentos convectivos do manto da Terra.

Em geral a redistribuição de massa dentro e dentro da Terra, como mudanças na terra, calotas polares, oceanos e manto, influencia a rotação do planeta. Como as temperaturas subiram durante o século 20, a massa de gelo da Groenlândia diminuiu. De fato, durante esse tempo, um total de 7.500 gigatoneladas (os mais de 20 milhões de edifícios do Empire State) do gelo da Groenlândia derreteram-se no oceano. De acordo com este cálculo do JPL, a perda de gelo da Groenlândia é um dos principais fatores que contribuem para a massa que é transferida para os oceanos, o que provoca um aumento no nível do mar e, consequentemente, um desvio no eixo de rotação da Terra.
Estudos anteriores identificaram a recuperação glacial como o fator chave no movimento polar de longo prazo. E qual é o rebote glacial? Durante a última era glacial, as pesadas geleiras deprimiram a superfície da Terra de uma maneira similar a quando você se senta em um colchão, então isso fica deprimido. Quando o gelo derrete ou é removido, a superfície da Terra retorna lentamente à sua posição original. clima e situação dos pólos mudanças no novo estudo, que foi baseado em grande parte na análise estatística da recuperação, os cientistas descobriram que é provável que a recuperação glacial é responsável por apenas cerca de um terço da deriva polar no século XX.
A convecção do manto é responsável pelo movimento das placas tectônicas na superfície da Terra. Basicamente é a circulação do material no manto causado pelo calor do núcleo da terra. O professor Erik Ivins, um dos autores do estudo, descreve esse processo como uma panela de sopa colocada no fogão. Como o pote ou manto é aquecida, as peças da sopa de começar a fazer cima e para baixo, formando essencialmente um modelo de circulação vertical, como as rochas que se movem através do manto da Terra. Com estes três fatores em grande parte identificada, podemos distinguir alterações nos movimentos de massa e polar causados ​​por processos terrestres de longo prazo, sobre os quais temos controle limitado sobre os causados ​​pelas mudanças climáticas. 
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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Estudo liga "DESACELERAÇÃO DA TERRA" a Aumento de Terremotos e Prevê mais Tremores Devastadores em 2018

Segundo cientistas, trabalho pode ajudar a prever alta nos sismos cinco anos antes, ajudando na preparação de áreas afetadas; eles ressaltam, porém, tratar-se de uma hipótese ainda não comprovada.

Equipes de resgates buscam por pessoas soterradas pelo terremoto que atingiu região entre o Irã e o Iraque (Foto: Ako Rasheed/Reuters)

Um estudo de dois pesquisadores americanos está propondo uma nova abordagem sobre os terremotos e sugerindo que pode haver mais tremores de grande intensidade em 2018.
Segundo a pesquisa, existe uma correlação entre o aumento periódico no número de grandes terremotos e a diminuição da velocidade de rotação da Terra – o movimento do planeta para dar uma volta em seu próprio eixo.

Quando a Terra gira mais lentamente, leva um pouco mais de tempo para completar uma volta completa, fazendo com que o dia fique ligeiramente maior que 24 horas – podendo ganhar alguns microssegundos. Até aí, não há novidade. A questão é que os pesquisadores estão dizendo que essa pequena mudança também pode aumentar a quantidade de fortes terremotos.
Mas esse efeito não seria imediato. Demoraria cerca de cinco anos para ser sentido. Como a rotação da Terra começou a desacelerar em 2012/2013, o próximo aumento no número de terremotos poderia ocorrer em 2018, aponta a pesquisa.

"Nós estamos sugerindo que o aumento no número de terremos deve começar logo", afirmou para a BBC Brasil a pesquisadora Rebecca Bendick, da Universidade de Montana, responsável pelo estudo em conjunto com Roger Bilham, da Universidade do Colorado.
Eles apresentaram os resultados no encontro anual da "Geological Society of America", nos Estados Unidos, no final de outubro.

"Nós não podemos prever a desaceleração ou aceleração na rotação da Terra, mas podemos detectá-la através de observações astronômicas e relógios atômicos. E, se nossa hipótese estiver correta, isso pode ser capaz de nos alertar sobre o aumento no número de terremotos cinco anos antes", continua Bendick.

Bendick cita uma palavra importante: hipótese. Ainda não há prova científica de os dois fenômenos estejam relacionados.
Como a pesquisa foi feita
Primeiro, os cientistas verificaram os registros históricos de grandes terremotos, desde 1900. Ali, identificaram picos de atividade sísmica de grande intensidade a cada 30 anos, aproximadamente - em 1910, 1943, 1970 e 1998. O próximo ciclo seria justamente em torno de 2018.
Enquanto em um ano comum poderiam ocorrer cerca de 15 grandes terremotos em todo o mundo, nos anos de pico esse número poderia subir para 20.
Em seguida, os pesquisadores começaram a procurar outros fenômenos da Terra que tivessem uma periodicidade semelhante. Foi aí que testaram a desaceleração no movimento de rotação. "Quando nós comparamos as duas séries temporais, elas eram muito correlacionadas", afirma Bendick.
É como se, durante esse pico, os terremotos funcionassem como "células nervosas ou baterias, que requerem alguma carga antes que possam descarregar", compara a pesquisadora. E a rotação mais lenta da Terra poderia gerar essa "carga". Os pesquisadores ainda não tem uma hipótese sobre por que isso ocorreria.
O que poderia ser feito para mitigar os danos?
Os pesquisadores esperam que essa prevista janela de cinco anos de antecipação ajude as pessoas a minimizarem o impacto dos terremotos.

"O efeito é mais pronunciado em áreas onde já há muitos terremotos. Então, faz sentido que as pessoas fiquem preparadas, especialmente antes desses intervalos em que o risco de tremores mais danosos aumenta", continua Bendick.
Entre as medidas individuais que podem ser tomadas, ela cita ter um kit de emergência e fazer um plano de evacuação entre a família e os amigos.
"Esse tipo de alerta antecipado nos dá uma chance de nos prepararmos, em vez de apenas nos preocuparmos."

O estudo faz uma ressalva: não seria possível saber onde os terremotos "extras" ocorreriam. O fato é que a maior parte dos tremores mais fortes acontece perto da linha do equador, cita a pesquisa. Uma explicação para isso é que essa área sofre os maiores impactos da mudança de velocidade de rotação da Terra, porque sua forma se altera mais.

"Um exemplo impressionante é que, desde 1900, mais de 80% dos tremores mais fortes nas bordas leste da placa tectônica do Caribe ocorreram nos cinco anos seguintes à máxima desaceleração da Terra", diz o estudo apresentado no encontro de Geologia.

Nada disso, contudo, diz respeito ao Brasil. "O Brasil não é muito ativo sismicamente. É uma boa notícia", brinca Bendick.
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