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domingo, 27 de abril de 2014

NASA - Missão a Marte é Necessária Para a Sobrevivência da Raça Humana ?


Uma missão tripulada a Marte é necessária para nossa espécie a sobreviver ", diz o chefe da Nasa, Charles Bolden como traça um plano de três etapas para a terra seres humanos no planeta vermelho em 2030. 
Para alcançar esta ambição estelar, o Sr. Bolden, chefe do programa espacial dos EUA e um piloto de ônibus espacial veterano, delineou uma série de "trampolins" para Marte, que incluem 'laçar' um asteróide e trazê-lo para a órbita da Lua em 2015, crescendo plantas no espaço e o uso de impressoras 3D para reparações a bordo. 
Estas etapas de antecedência de uma viagem de retorno de três anos para o planeta vermelho não só traria cientistas novas amostras a partir do espaço exterior, mas daria um campo de teste valioso para as principais tecnologias necessárias para missões tripuladas. 
Falando nos seres humanos a Marte cúpula, o Sr. Bolden disse ao The Times: "Se esta espécie é sobreviver indefinidamente precisamos nos tornar uma espécie de multi-planeta. Precisamos ir a Marte, e Marte é um trampolim para outros sistemas solares.

Uma imagem da superfície de Marte, feita pela Viking 1 (Foto: Nasa)

Sr. Bolden revelou também mais projetos em desenvolvimento. Estes incluíram Solar Electric Sistema de Propulsão da Nasa - um propulsor Ion que usa feixes de átomos eletricamente carregados para navegar no espaço profundo - e a Orion Multi-Purpose tripulação do veículo, que é anunciado como a próxima geração de naves espaciais que serão usados ​​para futuras viagens para a Lua e Marte. 

Um veículo que lembra os módulos do Projeto Apollo. Assim é o sucessor dos ônibus espaciais (Foto NASA)

Na opinião de alguns especialistas uma medida importante foi rebatizar o antigo Orion com o nome de Veículo para Tripulação com Múltiplos Propósitos (“Multi-Purpose Crew Vehicle”). Esse novo nome não apenas oferecerá uma alternativa ao uso da nave Soyuz para tripulação e entrega de carga à ISS, como poderá também ser usada como plataforma para lançamentos mais distantes da Terra.
Como consta dos planos do Programa Constelação da NASA (Constellation Program), o governo Obama quer dominar o transporte de carga e de tripulantes ao espaço por empresas privadas, como SpaceX, enquanto a NASA deverá dedicar-se a missões mais ambiciosas e mais distantes no espaço cósmico, inclusive uma viagem ao planeta Marte, por volta de 2030.
A versão inicial do MPCV não poderá ser utilizada para levar astronautas a Marte, embora uma versão modificada dele poderá acompanhar a nave até a Lua. Com modificações futuras, o novo veículo poderá ser usado para viagens muito mais longas no espaço, como, por exemplo, para levar e entregar pequenas cargas a tripulações, de forma mais segura no veículo tanto na ida como na volta de Marte, nos próximos 20 anos.
O MPCV não tem o charme do ônibus espacial, mas numa época em que as empresas privadas passam a competir de forma crescente nas altitudes mais baixas, esse novo veículo poderá ser, também, um meio prático de assegurar aos astronautas um caminho seguro no espaço.
O administrador da NASA, Charles Bolden, explica os objetivos do novo projeto: “Estamos comprometidos com a exploração do espaço a altitudes superiores à dos satélites de órbita baixa (LEOs, de Low-Earth Satellites) e buscamos desenvolver a próxima geração de sistemas que nos possamos levar até lá” – disse Bolden.
A legislação permite uma nova estratégia mostra um caminho muito claro pela frente para que a Nasa possa abrir mão do transporte rumo à Estação Espacial Internacional, transferindo-o a seus parceiros do setor privado, de modo que a possa dedicar-se à exploração do espaço mais distante.
Charles Bolden explica ainda o que virá no futuro: “À medida que continuamos a trabalhar agressivamente na criação de um veículo de lançamento pesado, vamos em frente com o contrato existente para manter o desenvolvimento de nosso novo veículo de transporte de astronautas.”
Crítica a estes planos ousados​​, o chefe da agência espacial destacou, ainda, a necessidade de aumentar o financiamento da Casa Branca. 
Sr. Bolden, que voou do ônibus espacial, que implantou o telescópio Hubble em 1990, acrescentou: "Com alguns aumentos no orçamento da Nasa, nós vamos ser capazes de chegar a Marte em 2030.
Fontes:
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                                            Veja o Vídeo Abaixo:


                                              Fonte:CBS This Morning

2 comentários:

  1. Só tem uma pergunta, os seres extraterrestres, vão permitir a ida de vocês da Nasa a Marte?, ou seja invadir o espaço aéreo deles, sabendo que vocês trabalham para o reptéis e também os greys. Tudo isso é história para boi dormir, eles já estão em contato com Marte. Os reptéis estão lá.

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  2. Ufologia e Alienígenas: Um delírio muito atual
    [montfort]
    Autor: André Roncolato


    Mesa “levita” durante sessão espírita na casa do astrônomo-esotérico Camille Flammarion

    André Roncolato Siano

    Quando se pensa em seitas que baseiam suas doutrinas em ficção interplanetária, logo remetemos nossas considerações ao ridículo de tais doutrinas. Porque de fato o são. Contudo, não se pode cometer o exagero de achar que são apenas uns lunáticos — no sentido alegórico do termo — que se reúnem somente para pensar e realizar seções extravagantes ou práticas exóticas. Como pano de fundo de tais seitas, existe um sistema de ideias bastante similar ao espiritismo, ou melhor, apoiadas nas ideias da teosofia e do espiritismo que encontram campo fecundo em uma época dominada pelos filmes de ficção científica como a nossa.
    Para agravar a situação, hoje tem-se uma ideia completamente distorcida do que seja Ciência e mesmo nos meios acadêmicos a questão epistemológica é negligenciada em larga escala. Neste sentido poderíamos até ironizar que a inteligência de parte de nossa sociedade moderna foi abduzida por esses ETs charlatões.
    Para entender bem esse sistema de fundo é preciso analisar historicamente como as ideias sobre alienígenas e homenzinhos verdes foram penetrando na sociedade até se tornarem universalizadas em nossos dias.
    Já no século XIX se sabia bem quais as consequências que se podiam obter ao se explorar o ambiente de acentuada crise do pensamento.
    Praticamente como um guru, um esotérico do século XIX metido a cientista, Camille Flamarion, fez lá sua previsão:
    “O passado está morto; a filosofia do futuro não nasceu: está ainda envolta nos difíceis trabalhos do parto. A alma do mundo moderno está dividida e em contradição perpétua consigo mesma. Reflexão grave, a ciência, esta divindade poderosa de nossos dias, que tem nas mãos as rédeas do progresso, a ciência nunca foi tão pouco filosófica, tão isolada quanto hoje. (…)
    “Segundo este duplo ponto de vista, a habitabilidade dos mundos e a exigüidade da Terra, surgirão conclusões que elevarão à certeza filosófica a ideia da Pluralidade dos Mundos, vista até hoje como simples possibilidade. Erguendo-se de vaga possibilidade a probabilidade racional, e depois a certeza, a opinião da vida universal tornar-se-á doutrina e transformará radicalmente para nós a concepção do Universo.” (FLAMARION, C. La Pluralité des Mondes Habités, 1862, p. 12-13;51 – destaque nosso)

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