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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Chineses fazem teletransporte quântico entre a Terra e Espaço

Cientistas chineses quebraram o recorde no registro da distância de emaranhamento quântico. Usando o satélite Micius, lançado em agosto, pela primeira vez as informações lançadas foram efetivamente teletransportadas até 1.200 km. Até então, a transmissão via emaranhados de fótons só havia alcançado cerca de cem quilômetros.

O emaranhamento quântico é um fenômeno tão surreal que até mesmo Einstein argumentou contra sua existência, notoriamente se referindo a ele como uma “ação fantasmagórica à distância”. Pares de partículas podem estar inextrincavelmente atados, de modo que eles se interferem não importa quão longe estejam um do outro. Essencialmente, esse processo pode ser usado para “teletransportar” informações de forma instantânea entre distâncias infinitas – ao menos teoricamente. Esse era o problema de Eisntein com a ideia: seu fundamento violou a Teoria da Relatividade Geral, segundo a qual nada pode viajar mais rápido do que a luz.

Isso pode ser útil algum dia, mas os efeitos quânticos são muito sensíveis às interferências do ambiente. Experimentos anteriores envolveram fótons uma fibra óptica para protegê-los enquanto a mensagem se transmitia de partícula para partícula. Esse método foi adotado para marcar o registro anterior, de 100 km, mas esse modelo traz o problema de que, quanto maior a distância, maior a chance de a mensagem se perder ou ser distorcida.

Lançado pelo programa Quantum Experiments at Space Scale (QUESS), o satélite Micius constitui o primeiro passo para construir uma rede global de comunicação quântica. Em vez de fibras físicas, o sistema envia fótons emaranhados através de raios laser. Embora esse formato possa ajudar a minimizar interferências, alinhar a fonte e o receptor é o grande desafio, especialmente ao se considerar a rapidez do satélite.

“Será como lançar uma moeda a partir de um avião a cem mil metros acima do nível do mar exatamente na abertura de um cofre de porquinho rotatório”, compara o coordenador do projeto do instituto QUESS, Wang Jianyu, em comunicado emitido em agosto de 2016, quando o satélite foi lançado pela primeira vez.

Agora, porém, a equipe conseguiu superar essa façanha aparentemente impossível, aplicando o sistema para transmitir fótons emaranhados com energia quântica a uma distância de 1.200 km. Para alcançá-la, o raio laser atravessa um divisor do feixe, que cria dois estados polarizados e diferentes: um que recebe os fótons e outro que os dispara. Com essa estratégia, o Micius se comunica com três satélites receptores distintos a uma distância 12 vezes maior do que o registro anterior, num resultado muito mais eficiente do que as fibras ópticas são capazes de atingir.

“Para a rede quântica, neste trabalho, já conseguimos uma distribuição um trilhão de vezes mais eficiente do que se utilizássemos as melhores fibras de comunicação”, informa Jian-Wei Pan, coordenador da pesquisa.

Uma rede de comunicação quântica não só poderia tornar as telecomunicações muito mais rápidas, mas também mais seguras: a sensibilidade à interferência dos fótons emaranhados atua de maneira vantajosa. Se um terceiro elemento, não autorizado, tentar acessar um sinal, eles o interromperão, tornando-o ilegível e alertando os usuários oficiais para a presença do hacker.

Os resultados foram publicados na revista Science. [NewAtlas]
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                                             Fonte:Curioso News

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Viajar no tempo torna-se uma realidade?

Pesquisadores da Austrália relatam que os fótons podem se mover através do tempo. Físicos simulam o envio de partículas de luz quântica ao passado, pela primeira vez na história.
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, simulando como dois fótons que viajam em interagem o tempo, o que sugere que pode ser possível para saltar através do tempo, pelo menos no nível quântico, os relatórios  "DailyMail" . O estudo, liderado pelo estudante de doutorado Martin Ringbauer, usado fótons, partículas individuais de luz, para simular partículas quânticas viajam através do tempo. Na simulação, a equipe de pesquisa analisou dois possíveis resultados de um experimento com um fóton viajando através do tempo. 's' fóton-se poderia viajar através de um buraco de minhoca (também conhecido como ponte de  Einstein -Rosen) para o passado e interagir com sua versão anterior. O "dois fótons 'percorre normal, espaço-tempo, mas interage com um fóton que está preso em um túnel do tempo de um  buraco negro, conhecido como um tempo fechadas curva. simulação do comportamento de 'fóton dois 'permissão para investigar o comportamento do' one-photon "e os resultados revelaram que a viagem no tempo pode ser possível em um nível quântico. no entanto, não se sabe se essa mesma simulação poderia provar a possibilidade de partículas de viagem no tempo mais ou grandes grupos de partículas como os átomos, indicando a revista científica The Speaker 
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                                              Fonte:NewAgeSuperPower

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Novo recorde de teletransporte quântico



Com informações da ESA - 10/09/2012
O experimento, realizado entre dois observatórios astronômicos, dependeu de estritas condições ambientais para que pudesse ser realizado sem interferências. [Imagem: IQOQI-Vienna]

Teletransporte de propriedades:

Foi batido um novo recorde de distância no teletransporte quântico, reproduzindo as características de uma partícula de luz a 143 quilômetros de distância de onde se encontrava a partícula original.
A equipe da Áustria, Canadá, Alemanha e Noruega foi financiada pela ESA (agência espacial europeia).
O experimento conseguiu transferir as propriedades físicas de uma partícula de luz, um fóton, a outro fóton, por teletransporte quântico.
A transferência cobriu os 143 Km que separam o telescópio Jacobus Kapteyn, na ilha de La Palma, nas Canárias, e a Estação Óptica de Terra, em Tenerife.
O recorde anterior, pertencente a uma equipe chinesa, era de 97 km.
Teletransporte quântico bate recorde de distância

Entrelaçamento entre fótons:

Para que o teletransporte quântico seja possível, as duas partículas devem "entrelaçar-se" - compartilhar as propriedades físicas por meio de um fenômeno conhecido como entrelaçamento quântico.

Com o entrelaçamento, a medição de uma determinada propriedade física, como a polarização ou o spin, irá gerar o mesmo resultado nas duas partículas, independentemente da distância que se encontram uma da outra, e sem que se transfira fisicamente qualquer outro sinal entre elas.
Ou seja, ao contrário do teletransporte da ficção científica, a partícula não é "desmaterializada" em um ponto e novamente materializada noutro: ainda que a original desapareça, apenas as propriedades da partícula são transferidas, não há transferência de matéria.
Albert Einstein referiu-se ao fenômeno do entrelaçamento quântico como uma "ação fantasmagórica à distância", mas hoje este fenômeno físico está bem documentado e é fundamental para as futuras gerações de computadores quânticos, baseados no teletransporte de bits quânticos ou 'qubits'.
O fenômeno também é a base da criptografia quântica, que muitos ainda defendem como sendo inviolável.

Criando fótons entrelaçados:

Além de detectores de fótons muito sensíveis, os relógios nas estações de origem e de destino tiveram que ser sincronizados com uma precisão de 3 bilionésimos de segundo.
Com isto, os cientistas asseguraram-se de que os fótons corretos estavam sendo detectados.
Os dois telescópios estão localizados em terreno vulcânico, a 2.400 metros de altura, e devem fazer frente a condições meteorológicas desafiadoras para este tipo de medição - as equipes tiveram que esperar quase um ano, depois da falha de uma primeira tentativa, devida ao mau tempo.
O experimento foi realizado em maio, mas só agora o artigo científico descrevendo a quebra do recorde de distância do teletransporte quântico foi publicado.

Teletransporte espacial:

"O passo seguinte será conseguir o teletransporte com um satélite em órbita, para demonstrar que a comunicação quântica é possível em escala global", disse Rupert Ursin, da Academia Austríaca de Ciências.
O interesse da ESA é demonstrar que é possível usar o teletransporte quântico para futuras missões espaciais.
"Este efeito encurta o caminho até às comunicações quânticas a longa distância," explicou Eric Wille, supervisor do projeto.
O teletransporte quântico pode aumentar a segurança da informação, mas não sua velocidade.
Apesar da informação de uma partícula afetar a outra instantaneamente, por meio do entrelaçamento quântico, a informação só pode ser totalmente reconstruída no ponto B usando dados adicionais transmitidos por métodos convencionais a partir do ponto A - ou seja, a informação não viaja mais rápido do que a luz.

Bibliografia:

Quantum teleportation over 143 kilometres using active feed-forward
Xiao-Song Ma, Thomas Herbst, Thomas Scheidl, Daqing Wang, Sebastian Kropatschek, William Naylor, Bernhard Wittmann, Alexandra Mech, Johannes Kofler, Elena Anisimova, Vadim Makarov, Thomas Jennewein, Rupert Ursin, Anton Zeilinger
Nature
Vol.: Advance Online Publication
DOI: 10.1038/nature11472