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segunda-feira, 2 de maio de 2022

Alguns Pássaros Ou Insetos Podem Ser Espiões Alienígenas Enviados Para Nos Observar, Afirma Especialista Em OVNIs

Nick Pope é uma das personalidades mais conhecidas no assunto de pesquisa de OVNIs. De 1991 a 1994 ele trabalhou para o Ministério da Defesa britânico onde foi encarregado de pesquisar relatórios de objetos voadores não identificados para ver se eles representavam uma ameaça à segurança nacional.

Pope disse recentemente ao The Mirror que se uma civilização alienígena inteligente quisesse observar as ações humanas na Terra sem levantar suspeitas, tudo o que eles precisavam fazer era disfarçar seus equipamentos de vigilância como tipos comuns de animais que ninguém notaria.

Nick Pope

Ele exortou as pessoas a desconfiarem de alguns pássaros ou insetos.

Nick disse: “Se os alienígenas quiserem invadir e controlar um organismo vivo, ou construir um drone que seja uma imitação perfeita seria melhor escolher algo comum e onipresente, como uma gaivota ou uma mosca doméstica.

“Algo que você normalmente não prestaria muita atenção, talvez.


“Mas o tempo todo estaria nos espionando, gravando tudo e enviando informações sobre nós de volta ao planeta natal alienígena.”

Ele acrescentou: “Se os alienígenas estiverem monitorando secretamente a Terra eles farão isso de perto e pessoalmente – não com telescópios distantes, mas de uma maneira que lhes permita obter imagens e gravações cristalinas, bem debaixo de nossos narizes.

“Qualquer civilização capaz de chegar aqui de outros sistemas estelares sem dúvida possui tecnologia que parece mágica para nós e uma possibilidade é que eles possam implantar uma criatura viva com pequenas câmeras e dispositivos de gravação e em seguida, controlar seus pensamentos para posicionar em qualquer lugar de interesse.
 
“Uma alternativa relacionada seria construir drones indistinguíveis de um animal, um pássaro ou um inseto. Se isso soa como ficção científica, não é.

Insetóides

“As pessoas provavelmente viram na internet algumas imagens de drones semelhantes a insetos que agências de espionagem supostamente usam.”

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                                        Veja o Vídeo Abaixo:

sábado, 16 de novembro de 2013

Cometa Ison já é Visto a Olho Nu, Observações Podem ser Feitas até Dezembro



Imagem 14.nov.2013 - Brian Emfinger, de Ozark, Arkansas, nos EUA, publicou no Twitter esta foto do cometa Ison visto à olho nu no dia 14 de novembro. "Muito mais brilhante e grande crescimento de sua cauda comparado a poucos dias atrás", disse Reprodução Twitter

O cometa Ison, chamado de cometa do século, vêm aumentando seu brilho conforme se aproxima do Sol. Na manhã do dia 14, ele estava seis vezes mais brilhante do que na manhã anterior. A tendência é que o brilho aumente até a máxima aproximação com o Sol no dia 28. A partir daí, ele se afasta da estrela até desaparecer no horizonte em 20 de dezembro. Assim, é possível observá-lo com binóculo e até a olho nu, como na foto acima, tirada nos EUA. 

Enquanto o cometa se aproxima do Sol, sua melhor visualização é antes do nascer do astro.  Se o cometa sobreviver à aproximação, poderá ser visto no hemisfério norte.  No dia 28, o cometa estará a 1.094.353,92 km da nossa estrela, uma distância muito próxima para termos astronômicos (três vezes a distância entre a Terra e a Lua). Já a maior aproximação com a Terra será (se ele sobreviver) em 20 de dezembro, quando ficará a 62.764.416 km.

                                TRAJETÓRIA DO COMETA NO SISTEMA SOLAR


Para observar
Se você quer tentar observar o cometa Ison, a primeira dica é acordar cedo - ou dormir bem tarde.  Até o dia 18 de novembro, o cometa estará cada vez mais próximo (visualmente) da estrela Spica na constelação de Virgem. Ele estará mais ou menos numa linha imaginária entre o planeta Marte e Spica. 

SAIBA COMO ACHAR O COMETA

Click na Imagem para Ampliar




quarta-feira, 13 de março de 2013

Telescópio no gelo quer desvendar os mistérios do Universo


                     O laboratório do IceCube é iluminado pela luz da lua, na Antártica.

Megatelescópio na Antártica quer desvendar mistério dos neutrinos

BATIZADO DE ICECUBE, EQUIPAMENTO ESTÁ A 2,4KM ABAIXO DO GELO ANTÁRTICO.  NEUTRINOS SÃO PARTÍCULAS PROVENIENTES DE EXPLOSÕES ESTELARES.

Cientistas estão usando o maior telescópio do mundo, enterrado no gelo do Polo Sul, para tentar desvendar os mistérios das minúsculas partículas chamadas neutrinos, que podem esclarecer como o universo se formou.
O aparelho, chamado IceCube (cubo de gelo em inglês), levou dez anos para ser construído, a 2.400 metros abaixo da superfície do gelo antártico. Ele mede um quilômetro cúbico e é maior que os edifícios Empire State (Nova York), Willis Tower (ex-Sears Tower, Chicago) e World Financial Center (Xangai) somados.
O módulo digital óptico do telescópio IceCube, instalado na Antártica para observar neutrinos, uma das partículas misteriosas e que ajudaram na formação do universo.

O telescópio serve para observar neutrinos, que são emitidos por explosões estelares e se deslocam quase à velocidade da luz. Ele passou a atrair mais atenções depois do anúncio, na semana passada, de uma partícula subatômica que parece ser o bóson de Higgs - o "tijolo" básico do universo.

"Você levanta o dedo e 100 bilhões de neutrinos passam por ele a cada segundo vindos do Sol", disse a física Jenni Adams, da Universidade de Canterbury (Nova Zelândia), que trabalha com o IceCube.

O telescópio é basicamente uma série de detectores de luz enterrados no gelo. Quando os neutrinos, que estão em todo lugar, interagem com o gelo, eles produzem partículas carregadas que são então capazes de gerar luz, a qual pode ser detectada.

O gelo funciona como uma rede que isola os neutrinos, facilitando sua observação. Ele também protege o telescópio contra radiações potencialmente nocivas.

"Se uma supernova explodir na nossa galáxia agora, podemos detectar centenas de neutrinos com o IceCube", disse Adams a jornalistas na Conferência Internacional de Física de Alta Energia, em Melbourne. "Não seremos capazes de vê-los individualmente, mas o detector inteiro irá se acender como uma grande queima de fogos de artifício."

Os cientistas estão tentando monitorar as partículas para descobrir sua origem, na esperança de que isso dê pistas sobre o que acontece no espaço, especialmente em partes invisíveis do universo, conhecidas como matéria escura.

Antes da conclusão do IceCube, em 2010, os cientistas haviam observado apenas 14 neutrinos. Com o novo telescópio, que atua em conjunto com um aparelho no Mediterrâneo, centenas de neutrinos já foram detectados.

Até agora, todos eles foram criados pela atmosfera terrestre, mas os cientistas do IceCube esperam um dia detectar alguns vindos do espaço. "Os neutrinos... vão apontar para de onde vieram", afirmou Adams.

Fonte:  G1

                                            Veja o Vídeo Abaixo:


                                               Fonte:elpantojilla