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domingo, 2 de setembro de 2018

Mínimo Solar: Uma mini era do gelo em breve?

Aparentemente o sol está se aproximando de um "mínimo solar" novamente, o que significaria vários anos de resfriamento para a Terra. O resultado seria uma mini era glacial com duração de várias décadas.

Já uma vez, entre 1645 e 1715 a Terra experimentou uma chamada mini idade do gelo devido a um mínimo solar, que também é chamado de "Mínimo Maunder". Nestes 70 anos, as temperaturas globais caíram em uma média de 1,3 graus Celsius. O resultado: safras ruins, fome e revoltas.
Agora, segundo os cientistas esse novo mínimo solar está por vir como mostram as atividades das manchas solares. Os cientistas relatam que o sol estava livre de manchas solares por 133 dias este ano. Isso significa que o sol está vazio durante a maior parte do ano. Especialistas alertam ainda que este é um sinal de que o mínimo solar está a caminho.

"O sol está impecável novamente. O rosto do sol está vazio para o dia 133 deste ano", escreveu o site do Clima Espacial.

"O mínimo do sol voltou, trazendo radiação cósmica adicional, buracos de longa duração na atmosfera do sol e estranhas luzes do norte", continuou o site.

O sol segue um ciclo de cerca de 11 anos, onde atinge um máximo solar e depois um mínimo solar. Durante um máximo solar, o sol emite mais calor e partículas solares e está coberto de manchas solares. Menos calor em um mínimo solar é devido a uma diminuição nas ondas magnéticas do sol. Não se espera que o nosso Sol mude para um mínimo solar por volta de 2020, mas parece estar se movendo nessa direção um pouco mais cedo, o que pode se tornar uma má notícia para os amantes do clima quente.
Sabe-se que a baixa atividade solar tem efeitos sobre o clima e o clima da Terra e também está correlacionada com um aumento na radiação cósmica que atinge a parte superior da atmosfera. O sol vazio é um sinal de que o próximo mínimo solar está se aproximando e que haverá dias cada vez mais imaculados nos próximos anos ", escreveu um site meteorológico chamado Vencore Weather.
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                                                Veja o Vídeo Abaixo:

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Marinha do Brasil ALERTA para o "Intenso Ciclone Extratropical" na costa Brasileira!!

Imagem de satélite de ciclone extratropical (MODIS/Nasa/Divulgação)

Fenômeno virá associado a uma frente fria e poderá provocar ondas de 8 metros de altura em alto-mar no litoral do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina
A Marinha do Brasil emitiu nesta sexta-feira, 18, um alerta para a formação de um “intenso ciclone extratropical”, com ondas de até 8 metros de altura em alto-mar, nos litorais dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná entre sábado, 19, e domingo, 20

O ciclone extratropical (que tem esse nome porque se forma fora das regiões tropicais, geralmente no oceano, próximo à Argentina e ao Uruguai) pode causar chuvas fortes, rajadas de vento de até 100 km/h e aumento da agitação marítima, com elevação do nível das águas.

“É esperada a formação de um intenso ciclone extratropical, associado a uma frente fria”, afirma comunicado do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), que acrescenta: “A persistência do centro de baixa pressão, com ventos entre 30 e 40 nós (55 a 74 km/h) junto à costa, poderá provocar o aumento da altura das ondas em alto-mar, podendo atingir até 8 metros ao largo do estado do Rio Grande do Sul e 5 metros ao largo dos estados de Santa Catarina até o Rio de Janeiro”.

A Marinha informa, ainda, que “há condições favoráveis à ocorrência de ressaca com ondas de sul a leste de 2,5 a 3,5 metros de altura entre Chuí (RS) e Laguna (SC) a partir da manhã de sábado e ondas de sudoeste a sudeste entre 2,5 e 3,0 metros de altura entre Laguna (SC) e Arraial do Cabo (RJ) a partir da madrugada de domingo”. De acordo com o órgão, “essas condições poderão persistir até a manhã do dia 22 de maio”.
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

HAARP - Bastante Estranho e Intenso Saindo de Salt Lake City, Utah.


( N.Morgan ) 16/11/2013- 17:34 Hora do Leste:  eu capturei um anel HAARP bastante estranho e intenso saindo de Salt Lake City, Utah.
Este apresenta uma "aurora" em torno dele, de algum tipo.
Após uma observação mais atenta, este acabou por ser um nível muito alto de freqüência.
Veja foto 2.

Fonte                                                       Foto 2

                                          Veja o Vídeo Abaixo:


                                              Fonte:N Morgan

quarta-feira, 3 de abril de 2013

O Grande Cometa do Natal de 2013!!

PETER MOON (TEXTO) E RODRIGO FORTES, ALEXANDRE LUCAS E MARCO VERGOTTI (GRÁFICO)
O cometa ISON passará perto da Terra em 26 de dezembro. Se realmente ele vier a ser o mais brilhante da história – como se acredita –, o espetáculo será inesquecível.
No Natal de 2013, a Lua, coitada, perderá parte de sua majestade. Sua imagem poderá ser ofuscada pelo brilho de um novo rival, talvez o cometa mais brilhante já avistado pela civilização. Foi descoberto em 2012 por astrônomos russos do observatório ISON, no Cáucaso. E acabou batizado com o mesmo nome. O ISON ainda está longe, além da órbita de Júpiter, mas a partir de outubro poderá ser visto a olho nu. Em 26 de dezembro, atingirá sua maior aproximação da Terra, 63 milhões de quilômetros, um terço da distância daqui ao Sol. Será um evento único. Quem perdê-lo terá de aguardar 10 mil anos até a próxima visita. “Este cometa pode vir a ser tão brilhante quanto a lua cheia”, diz o astrofísico Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos. Na escala astronômica de brilho, quanto menor é a magnitude, maior é o brilho. A lua cheia tem magnitude -12,7. O ISON poderá atingir magnitude -13 ou inferior. O cometa mais brilhante do século XX foi o Ikeya-Seki, de 1965, de magnitude -10. Cometas são compostos do material que sobrou da formação do Sistema Solar, há 4,6 bilhões de anos. Quando eles se aproximam do Sol, o gelo derrete para formar longas cabeleiras – a cauda. O brilho atual do ISON decorre de seu gelo, que é livre de impurezas e, portanto, reflete bem a luz solar. Mas brilho presente não é garantia de brilho futuro. Se o gelo da superfície, ao derreter perto do Sol, revelar camadas inferiores de gelo mais escuro, o brilho será menor. “É comum os astrônomos esperarem brilho intenso, e isso não acontecer”, diz Rojas. As projeções mais otimistas mostram que o ISON poderá adquirir uma cabeleira que se espalhe por metade do firmamento. 


Fonte: http://revistaepoca.globo.com 

                                             Veja o Vídeo Abaixo:


                                                Fonte:NTDSpanish