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terça-feira, 26 de outubro de 2021

Falha no Campo Magnético Sobre Santa Catarina, Brasil Pode Ter Impactos Mundiais

Anomalia do campo magnético é demonstrada por marca escura acima do Sul do Brasil – Foto: Agência Espacial Europeia/Reprodução/ND

Anomalia Magnética do Atlântico Sul chamou atenção por posicionar-se exatamente acima do Estado; professor de astrofísica detalha como o fenômeno pode implicar no cotidiano

A imagem de uma anomalia magnética no Sul e Sudeste do Brasil, especialmente acima de Santa Catarina chamou atenção e gerou um certo mistério nas últimas semanas.

De acordo com o professor de astrofísica e físico da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Alexandre Zabot, o fenômeno, chamado de Amas (Anomalia Magnética do Atlântico Sul) é conhecido pelos pesquisadores e base de estudo há décadas.

“Primeiro, é importante explicar que o campo magnético é importante para a proteção do planeta Terra, especialmente de partículas carregadas que vem do sol”, ressalta o professor.

O campo magnético é gerado devido o movimento e alta temperatura do magma. Como resultado ocorre a liberação de elétrons e gera o campo magnético.

“A Terra tem esse campo magnético que vai pelo espaço e acaba aprisionando partículas  carregadas de radiação e geradas pelo sol. Carregadas pelo vento solar essas elas [partículas] ficam presas no campo magnético, gerando cinturões de partículas, chamado de Cinturão de Van Allen”, complementa.
Partículas são geradas pelo sol e presas pelo campo magnético da terra e cinturão de Va Allen – Foto: Caminho de Cano/Reprodução/ND

Apesar da “falha” localizar-se acima de Santa Catarina, Alexandre Zabot confirma que a radiação não acarreta problemas para o cotidiano do catarinense.

“Embora nos deixe expostos, é uma intensidade muito baixa e a atmosfera absorve essas partículas. A maior preocupação fica na questão espacial”, destaca.

Problemas em Satélites
O campo magnético auxilia na sustentação dos satélites, um dos grandes responsáveis pelo funcionamento de internet e telefonia, que orbitam pela Terra. No entanto, ao passarem pela região da Amas, elas podem apresentar problemas.

“Os satélites como por exemplo o telescópio espacial Hubble pode ser desligado ao passar perto por conta da exposição. Assim como a passagem pela área provoca insegurança e é necessário uma série de cuidados para uma estação espacial”, ressalta o professor.

Ainda de acordo com o professor Alexandre Zabot, a anomalia do Atlântico Sul sofre mudanças com o tempo por conta de mudanças na terra, ou seja, por conta do magma, a atuação do Cinturão de Van Allen e mudanças no sol.

Telescópio Hubble orbitando pela Terra – Foto: Nasa/Reprodução/ND

“Sempre estará acima Santa Catarina, mas com variações ao longo do tempo e de séculos”, finaliza o engenheiro.
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

BRASIL - Por que Ninguém viu a 'Bola de Fogo' Próxima à Costa Brasileira?

Na terça-feira (23), a Agência Espacial Americana, a Nasa, anunciou ter detectado a maior "bola de fogo" registrado na Terra desde 2013, com localização a pouco mais de mil quilômetros da costa do Brasil. O termo é usado para descrever meteoros de brilho incomum e, consequentemente, mas fáceis de serem visto.

Pouco se sabe sobre o evento, que até agora parece ter sido detectado apenas pela Nasa, como parte de um programa de mapeamento de asteroides - conhecido como NEO e que inclui uma rede de satélites militares previamente usado para monitorar testes nucleares.

Até porque a agência estima que o objeto tenha explodido a 31km de altura, em 6 de fevereiro. Pelos cálculos da agência, a explosão liberou o equivalente a 13 mil toneladas de dinamite.

O meteoro se desintegrou, mas algumas perguntas ficaram.

Quão perigoso foi o evento?
Segundo a Nasa, objetos espaciais com menos de 100m de extensão e feitos primariamente de rochas tendem a se romper em grandes altitudes ao entrar na atmosfera da Terra. Dados fornecidos pelos satélites americanos revelam que a maioria deles se desintegra sem sequer atingir o solo, o que explicaria por que muitas vezes não os vemos.

O problema são os asteroides compostos por metal, que podem resistir à entrada na atmosfera.

Mas a última vez em que um objeto causou danos significativos foi em 1908, quando um asteroide ou cometa medindo de 60m a 190m explodiu a cerca de 10km de altura sobre a região da Sibéria, na Rússia, liberando energia mil vezes maior que a da bola de fogo deste mês.

Felizmente, a explosão ocorreu sobre uma região pouquíssimo habitada na época. Não há relato de vítimas. Mas cientistas estimam que uma área de 2.000km quadrados (e 80 milhões de árvores) foi devastada pela energia liberada, e que as ondas de choque derrubaram pessoas a 60km do epicentro. O potencial, segundo astrônomos, seria suficiente para arrasar Londres e seus subúrbios, causando milhões de mortes.

A destruição poderia ser bem pior caso houvesse choque com a superfície: uma hipótese científica alega que o impacto de um meteoro possa ter sido responsável pela extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos. Mas acredita-se que o objeto medisse pelo menos 10km de diâmetro.

Quais são as chances de impacto?
Astrônomos se fiam em estatísticas para estimar que asteroides de pelo menos 50m de diâmetro podem atingir a terra uma vez a cada século. Corpos com mais de 1km têm probabilidade de colidir com planeta uma vez a cada 100 mil anos. Ao mesmo tempo, segundo a Nasa, a Terra é constantemente atingida por asteroides - pelo menos 100 toneladas de objetos.

Mas a maioria deles é pequena demais para passar pela atmosfera terrestre. As "bolas de fogo" ocorrem pelo menos uma vez por ano.

E ainda não existe registro oficial de mortes por asteroides.

Os meteoros são mais comuns do que imaginamos

Podemos rastrear asteroides?
Existem diversas redes ao redor do mundo rastreando e catalogando possíveis ameaças espaciais. O programa NEO, da Nasa, por exemplo, iniciou em 1998 um inventário de rochas espaciais com diâmetro maior que 1km cuja órbita possa aproximá-los da Terra, mas desde 2005 o trabalho passou a englobar também asteroides a partir de 140m. O programa tem como objetivo encontrar 90% deles até 2020.

Mas a missão é árdua: em 2012, o asteroide BX34 passou a 61 mil km da Terra, uma distância considerada próxima em termos astronômicos. O objeto espacial tinha sido descoberto apenas DOIS dias antes.

A "bola de fogo" que explodiu sobre os céus da Rússia em 2013 e deixou 100 pessoas feridas não tinha sido detectada.

O que fazer se descobrirmos um objeto "endereçado" à Terra?
Uma estratégia já é conhecida por quem viu o filme Armagedon, com Bruce Willis: um asteroide pode ser desviado de seu curso com a explosão de uma bomba nuclear carregada por uma nave espacial.

O problema aqui é que a explosão poderia mandar pedaços múltiplos em direção ao planeta se algo desse errado. A Agência Espacial Europeia (ESA) tem um projeto conhecido como Dom Quixote, com o qual planeja colidir uma espaçonave com um asteroide e estudar os efeitos. Mas ainda não há cronograma para nenhuma missão.
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                                        Veja o Vídeo Abaixo:


                                       Fonte:Quase Tudo

terça-feira, 30 de junho de 2015

O Segundo Extra que Haverá em 30 de Junho de 2015 e seus Impactos


Antonio Marcos Moreiras* 

O que é o leap second?

Leap second é um segundo extra, que será, em 2015, acrescentado na virada do dia 30 de Junho, para o dia 01 de Julho (considerando-se o horário padrão mundial UTC).

Na verdade, a maior parte do Brasil usa o fuso horário UTC-3, então, no país isso não acontecerá à meia noite, mas sim às 20h59. Os relógios deverão contar:

20h59m59s 30/06/2015
20h59m60s 30/06/2015 <------ leap second = segundo extra
21h00m00s 30/06/2015

Por que precisamos desses 'leap seconds'?

Historicamente, o tempo era medido pelos eventos astronômicos. Por exemplo, pela posição do Sol em relação à Terra. Antigamente a escala de tempo GMT (Greenwich Mean Time) era utilizada. De forma simplificada, pode-se dizer que a posição aparente do Sol, medida pelo Observatório Real, em Greenwich, Londres, era a referência para a medida do tempo.

Contudo, nem a rotação da Terra, nem sua translação em torno do Sol são tão precisas. E com o avanço da ciência e da precisão dos instrumentos, era necessária uma forma melhor para medir o tempo. Atualmente o tempo é medido por relógios atômicos: a definição do segundo se baseia nas variações no estado dos átomos do Césio. Isso garante precisão e acurácia muito superiores às das medições baseadas em observações astronômicas.

A escala que é definida diretamente com base nos relógios de Césio chama-se TAI (Tempo Atômico Internacional). Contudo, já que a rotação da Terra não é tão precisa assim, com o tempo, haveria diferenças entre o tempo medido pelo Sol (equivalente ao antigo GMT) e essa nova escala. Ou seja, ao meio dia, depois de alguns anos, o Sol já não estaria mais a pino.

Na verdade, é interessante notar que a Terra está desacelerando sua rotação lentamente, por causa principalmente do "atrito" causado por nosso satélite natural, a Lua: os dias estão ficando ligeiramente mais longos com o passar dos séculos.

Para uso civil, no dia a dia, é muito mais cômodo que o Sol continue a ser a referência. Foi criada então uma escala de tempo apropriada, o UTC (Tempo Universal Coordenado). UTC e TAI são basicamente equivalentes, no sentido de que o segundo é medido da mesma forma, tem a mesma duração. Mas no UTC, os segundos são acrescentados ou 'pulados' quando é necessário, para manter a sincronia com o Sol. Esse segundo a mais, ou a menos, é o leap second. Não há uma periodicidade definida para isso acontecer, já que a rotação da Terra não é regular. A inserção de um leap second é decidida com base em medições precisas, e normalmente anunciada com poucos meses de antecedência.

O que pode acontecer?

Em junho de 2012, na última vez em que houve um leap second, vários sites importantes na Internet tiveram problemas sérios. Praticamente todos que usavam aplicações Java, e alguns dos que usavam o sistema operacional Linux sofreram problemas, como travamentos ou lentidão. Em dezembro de 2008, na penúltima ocorrência do leap second, muitos sistemas Linux apresentaram também travamentos.

Os bugs específicos que causaram esses problemas foram corrigidos. Mas pode haver outros. No entanto não se espera nenhum desastre. Aviões não vão colidir. Navios não irão se perder. Drones não identificarão alvos errados. A Internet não sofrerá um colapso. Não haverá caos, nem o fim da civilização conhecida.

O sistema GPS poderia ser motivo de preocupação, mas não usa UTC. Não considera leap seconds. Obviamente os receptores GPS domésticos fazem a devida correção antes de mostrar o horário, e até podem eventualmente falhar (isso aconteceu em 2003 com alguns modelos). Mas o sistema GPS em si está a salvo desse tipo de problema.

É razoável esperar, e se precaver para tentar evitar, problemas como travamento de sistemas, lentidão, incongruência na análise de logs, falhas em transações dos mais variados tipos.

Por que o leap second pode causar problemas?

Os computadores são muito sensíveis ao tempo. Este tem algumas propriedades que por vezes são consideradas verdadeiras, mas nem sempre realmente são em um ambiente computacional, dada a imprecisão dos relógios: 

O tempo sempre avança: ou seja, sempre anda pra frente. No dia a dia isso é verdadeiro, mas um ajuste manual ou um problema podem fazer com que o relógio do computador pare ou marque uma data no passado. Isso pode levar a medições nulas ou negativas de tempo pelos programas, uma situação que talvez não tenha sido prevista no software.


A medida de tempo é uma só: ou seja, há um padrão, os relógios dos computadores estão sincronizados entre si. Na prática não é assim, contudo, os softwares normalmente consideram que sim. Guardam registros baseados nesses horários, que necessitam depois ser comparados entre si. Fazem cálculos baseados nesses horários. Alguns algoritmos de criptografia, citando um exemplo, deixam de funcionar se os relógios dos computadores que participam da comunicação não estiverem sincronizados entre si.

Normalmente o NTP, uma tecnologia que permite aos computadores manterem os relógios sincronizados, é parte da solução para esse 'problema'. O NTP resolve a necessidade dos computadores trabalharem sincronizados entre si, com o tempo sempre avançando, e sincronizados com o padrão mundial de tempo UTC.

O leap second também é tratado pelo NTP e pelos sistemas operacionais dos computadores. Contudo, os problemas que aconteceram em 2008 e 2012 nos provaram que talvez essa situação não esteja tão bem equacionada como deveria estar.

O código, a parte do software, que trata os leap seconds só é executada uma vez a cada alguns anos, o que traz a possibilidade de nem todos os erros terem sido ainda identificados, ou de novos erros terem sido inseridos sem terem sido ainda percebidos.

Mesmo que o NTP e o sistema operacional estejam tratando corretamente a situação, outros softwares talvez não estejam. Por exemplo, pode ser que a solução para isso em um determinado sistema operacional seja apresentar o segundo extra como uma repetição do último segundo do ano: 23h59m59s duas vezes... Isso equivale a fazer o relógio andar para traz um segundo e pode levar a medições de tempo nulas ou negativas, gerando erros talvez não previstos e tratados adequadamente.

Como os profissionais e as empresas podem se precaver? 
Quais os cuidados a serem tomados?

Estudar a situação, entendendo o leap second e como ele é tratado nos sistemas que sua organização utilizada, com a finalidade de entender se e como eles podem ser afetados.

Zelar para os seus sistemas estejam corretamente atualizados e configurados, usando NTP 
(e o www.ntp.br).

Realizar testes em ambiente apropriado, com antecedência, simulando o leap second que acontecerá em 30 de Junho.

Programar um plantão para o dia e horário do evento, executando testes apropriados em seus sistemas logo após o leap second.

* Antonio M. Moreiras é engenheiro e gerente da área de projetos do NIC.br, onde é responsável por iniciativas como o IPv6.br, o NTP.br, e o INOC-DBA. 
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                                                Veja o Vídeo Abaixo:



                                      Fonte:The Cosmos News

sábado, 21 de dezembro de 2013

NASA AVISA: CHUVA DE METEOROS EM JANEIRO 2014, " IMPACTO DE ASTEROIDES " USA - FEMA REGIÃO TRÊS


Este evento vai mudar a vida neste planeta tal como o conhecemos, esta é a razão para todas as preparações da F.E.M.A na Região Três, todos os suprimentos e tropas estrangeiras e da Guarda Nacional estão no local para uma resposta rápida  ao desastre, Lei Marcial e  Confiscos e armas começará logo após os Impactos pararem, este será um Incidente Global, centros de realocação F.E.M.A e campos de trabalho foram ativados para os refugiados deste evento,  Isto é o que o mundo tem vindo a se preparar.

Veja o Vídeo Abaixo:


                                             Fonte:Tom Lupshu

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Fragmentos do Cometa ISON podem Atingir a Terra


Em breve, o cometa Ison, destruído após sua passagem perto do Sol, permitirá aos habitantes da Terra observar a passagem de meteoros brilhantes e até mesmo uma chuva de meteoros, informou o porta-voz do Observatório Pulkovo, Serguei Smirnov.

Observatório Pulkovo

 De acordo com ele, a passagem da Terra através da nuvem formada pelos restos do cometa e o aumento da atividade meteórica irão coincidir com um desfile de planetas muito raro, quando Mercúrio, Vênus, Terra, Júpiter e Plutão estarão alinhados.


O cometa Ison foi descoberto há um ano por dois astrônomos, o russo Artem Novichonok e seu colega da Bielorrússia Vitali Nevsky. O corpo celeste deverá ser o mais brilhante deste século.
Ninguém acredita que Comet Ison pode ou vai atingir a Terra.
O que estamos dizendo é que tanto as muitas pedras enormes em parações cauda ou outro asteroide irmã que está viajando com o cometa que pode atingir a terra. Terra está passando por uma parte da galáxia que tem um grande número dessas peças e detritos. 
A Bíblia fala de uma estrela que cai do céu e uma montanha que cai no mar, este parece ser o início das desgraças do mundo. Quando perguntado ao administrador da NASA Charles Bolden O que faríamos se detectarmos um pequeno asteroide, como o que atingiu a Rússia e dirigiu-se para Nova York em três semanas? A resposta foi: se ele está vindo em três semanas, orar.
Fontes:

                                       Veja o Vídeo Abaixo:


                                              Fonte:David Vose