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sábado, 19 de maio de 2018

Robô quadrúpede que se inspira em um cachorro vai começar ser vendido em 2019 "Elon Musk já temia o futuro com robôs super-rápidos"

Robô SpotMini da Boston Dynamics começa a ser vendido em 2019

Não parece, mas a Boston Dynamics já está há 26 anos desenvolvendo seus robôs impressionantes (e levemente assustadores. Em todo esse tempo, no entanto, a empresa, que pertencia ao Google até o ano passado, finalmente vai começar a vender suas máquinas comercialmente. O robô SpotMini deve chegar ao mercado a partir de 2019, então interessados poderão ter em suas casas ou empresas.

A revelação foi feita por Marc Raibert, fundador da Boston Dynamics, durante uma apresentação na conferência TC Sessions: Robotics, organizada pelo site americano TechCrunch, realizada na Califórnia.

O SpotMini é um robô quadrúpede que se inspira em um cachorro. A Boston Dynamics divulgou um vídeo ainda nesta semana mostrando como a máquina já se tornou capaz de andar de forma autônoma, reconhecendo o ambiente como um escritório, sem depender de um operador de controle remoto.

 A empresa conta que o SpotMini é o robô mais silencioso que já produziu, e isso é importante, porque ele foi pensado para ser usado em lugares fechados, como uma casa ou uma empresa. Inicialmente, no entanto, a Boston Dynamics mira o mercado corporativo, mas prevê que ele também pode chegar a ser usado domesticamente.

A Boston Dynamics diz que planeja acertar a produção de 100 unidades do SpotMini para fins comerciais ainda neste ano, e a produção em maior escala deve começar apenas em 2019. Não há uma expectativa de preço, por enquanto, mas é certeza que não será barato. A empresa apenas mencionou que tem conseguido reduzir os custos de produção, de modo que a versão mais recente do robô já custa 10 vezes menos do que o modelo interior.

O SpotMini é uma versão mais acessível e visualmente amigável do robô Spot, pesando apenas 30 quilos e capaz de funcionar por até 90 minutos com uma carga completa da bateria, conseguindo carregar até 14 quilos. A máquina evoluiu muito desde a primeira vez que foi demonstrada no vídeo abaixo, quando exibia um braço articulado saindo da região onde um cachorro comum teria sua cabeça. Na ocasião, o SpotMini se mostrou capaz de pegar objetos delicados como um copo para coloca-lo na lava-louças e jogar uma lata de refrigerante no lixo, além de entregar uma lata de cerveja para um rapaz, embora com um pouco de dificuldade.



Elon Musk já temia futuro com robôs super-rápidos

Veja a matéria abaixo a preocupação de Elon Musk em novembro de 2017.
CEO da Tesla mostra novas preocupações sobre a evolução da tecnologia moderna.
O CEO da Tesla, Elon Musk, já é conhecido por avisar a humanidade sobre os perigos da evolução constante com a inteligência artificial.O executivo foi ao Twitter para comentar um pouco sobre o progresso da movimentação com o robô Atlas, da Boston Dynamics.


Elon Musk pede por regulamentação de inteligência artificial antes que seja “tarde demais”
"Isso é nada", explica o representante em resposta a outro usuário. "Em alguns anos, este robô vai se mover tão rápido que vocês precisarão de uma luz estroboscópica para ver ele. Tenham bons sonhos...", finaliza.

O próprio Elon Musk já alertou que existem baixas probabilidades de desenvolvermos inteligência artifical segura com todos esses experimentos. Ele já pediu que esse tipo de tecnologia seja regulamentada em uma recente reunião nos Estados Unidos.
Fontes:
https://olhardigital.com.br 
https://www.theenemy.com.br 
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                                                  Veja o Vídeo Abaixo:

terça-feira, 14 de julho de 2015

Tecnologias de Ponta: Prepare-se para Morar em um Edifício Voador

Tecnologias de ponta inspiraram uma proposta arquitetônica revolucionária, que prevê a construção de edifícios capazes de ficarem suspensos eletromagneticamente diante de ameaças sísmicas e inundações.
Recentemente, Greg Henderson, fundador da empresa Arx Pax, trabalhou com um grupo de inventores para desenvolver o que ele chama de “Magnetic Field Architecture” (MFA, ou “Arquitetura de Campo Magnético”, em português), um tipo de tecnologia eletromagnética que faz com que os objetos levitem.
A ideia já foi testada com a criação de skates voadores, como o hoverboard, o famoso aerodeslizador de “De Volta para o Futuro” veja a matéria abaixo:

Famoso skate voador de "De Volta para o Futuro II" já é uma realidade
O caso do famoso skate voador de Marty McFly, em “De Volta para o Futuro II” é, certamente, umas das tecnologias da ficção científica que mais geraram obcecados no mundo desde a década de 80. No filme, a realidade do ano de 2015 tornou possível a existência de um skate que funciona por levitação, e a tecnologia de Hollywood permitiu que fossem feitas cenas memoráveis de ação.
Hoje – na verdade, um ano antes do mítico 2015 do filme –, o skate que levita é praticamente um fato. A empresa Arx Pax desenvolveu uma tecnologia inovadora de levitação por campos magnéticos, com o objetivo de torná-la acessível ao público em geral. Naturalmente, um de seus primeiros projetos é nada menos que um skate voador, que, embora tenha algumas limitações, já pode ser suspenso sobre o solo através de um campo magnético. A prancha alcança aproximadamente três centímetros de elevação, e, mesmo que seja possível deslizar sobre ela, a verdade é que seu domínio ainda é um pouco complicado, além do fato de só poder ser usada sobre superfícies condutoras, como o cobre.
Trata-se de um projeto autofinanciado, em que qualquer pessoa pode investir até 10 mil dólares para se tornar dona de um dos primeiros skates construídos, que será entregue em outubro de 2015.
Não deixe de assistir ao skate de 'De Volta para o Futuro' em ação:


Um sistema muito parecido ao princípio aplicado nos trens de alta velocidade Maglev, veja o vídeo abaixo:

Em uma entrevista para a revista Forbes, Henderson afirmou que “a ideia surgiu da tentativa de conseguir levitar os edifícios durante terremotos. Todos os padrões que eu estava procurando correspondiam a objetos em movimento. Por isso me perguntei: por quê? Se posso fazer com que um trem levite, por que não uma casa?” De acordo dom ele, a técnica é muito similar ao princípio das mesas do hóquei de ar, embora com um funcionamento inverso, que se dá através do eletromagnetismo e da lei de Lenz.
A empresa prevê a construção de edifícios sobre uma enorme prancha de cobre, ou alumínio, com ímãs. Diante da ameaça de um terremoto, os eletroímãs se ativariam para descolar ligeiramente o edifício do solo, evitando assim as consequências de um tremor.
Fontes: 
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