Três fatores motivaram Fábio Celestino, 42 anos, e Elmo Bressani, 64, a criar um sistema de controle focado no céu de Porto Alegre: radioamadorismo, aviação e o pôr do sol do Guaíba. Engenheiros na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a dupla instalou no 16º andar de um apartamento do bairro São Geraldo, na zona norte, câmeras do tipo PTZ – do inglês, a sigla define Pan (movimentos panorâmicos), Tilt (a possibilidade de locomover o equipamento verticalmente) e Zoom (capacidade de aproximação).
Fonte da imagem: Lauro Alves / Agencia RBS
De uma sacada, a primeira lente, de resolução 4K, registra navios que passam pelo vão móvel, os prédios do Centro Histórico, a orla da Capital e a paisagem dos fins de tarde.
— A paixão começou com o pôr do sol. Tive a ideia de botar para transmitir esse espetáculo. Mas aí, depois, colocamos a câmera voltada pro aeroporto. Então surgiram os áudios, e a partir dos áudios, os relatos das luzes. Foi assim — detalha Bressani sobre o começo, seis anos atrás.
Da janela em outro ponto do imóvel, os equipamentos miram a pista do Aeroporto Salgado Filho, com o mesmo horizonte observado pelos pilotos que chegam ao Estado. As conversas entre os comandantes e a torre de controle são interceptadas por uma antena direcional VHF instalada no apartamento de Celestino, distante três quilômetros do terminal de pouso e decolagem.
Fonte da imagem: Lauro Alves / Agencia RBS
— A radioescuta é praticada no Brasil e no mundo, só não podemos interferir — pondera, sobre a legalidade da atividade.
O alcance das antenas tem espectro que cobre a Capital, o litoral do Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina.
Fonte da imagem: Lauro Alves / Agencia RBS
A partir do servidor em sua casa, Celestino envia o áudio, sincronizado com as imagens roteadas pelas câmeras de Bressani. Rádios receptores, monitores, cabos de rede e nobreaks fazem parte da estrutura, 24 horas no ar.
No Youtube, dobrou número de inscritos
O conteúdo tem caráter educativo, com objetivo de entreter o público e instigar os curiosos, segundo Celestino, também programador dos sites:
— É um hobby. Hoje quase não monetiza nada, mas se um dia pagar o custo da luz, de deixar os computadores ligados 24 horas, já está bom.
Fonte da imagem: Lauro Alves / Agencia RBS
As páginas do Youtube são Câmera Pôr do Sol Guaíba e Câmera Porto Alegre Airport. O número de inscritos dobrou nos últimos dias, com 5 mil e 14 mil respectivamente, em especial desde sexta-feira (4), quando um piloto da Azul fez os primeiros alertas de objetos luminosos não identificados (ovnis), uma situação ainda não explicada. Os registros divulgados nos canais dos engenheiros na internet se repetiram por cinco dias consecutivos.
— O momento atual é o mais curioso que já vimos nas imagens. Só nessa noite (de terça para quarta, 8 e 9), tivemos 2 mil pessoas ao vivo na live. É espantoso — classifica Celestino.
Além da íntegra, cortes são feitos nos momentos mais instigantes da gravação. Legendados, os compactos rapidamente ganham as redes sociais — algumas publicações ultrapassaram 20 mil visualizações na última semana.
Privacidade foi questionada no condomínio
De início, eles enfrentaram um desafio: vizinhos no condomínio onde o sistema opera demonstraram temor de ter sua privacidade invadida pelas lentes. Os engenheiros apresentaram um relatório onde especificaram que os equipamentos são direcionados dos prédios para fora, sem filmar o dia a dia dos moradores. Apontaram também que a legislação permite gravações, desde que não invada o espaço alheio.
Fonte da imagem: Lauro Alves / Agencia RBS
— O Fábio limitou o ângulo de ação, para evitar a exposição dos vizinhos. Jamais mira a câmera pra lá — lembra Bressani, apontando para o apartamento ao lado.
Com acesso público e em tempo real, não há histórico de imagens captadas fora do contexto defendido pelos dois.
A dupla também mantém um perfil no Instagram e um site onde são publicadas fotos e imagens ao vivo. A programação permite que, a cada 15 minutos, seja modificado o cenário em quadro. Nos horários de rush, os usuários preferem focar no trânsito, garantem os engenheiros.
Questionados sobre o mistério que envolve as aparições, ambos sorriem. Não entram em consenso neste tema.
— Um farolete desse tamanho, não pode ser um drone — pondera Bressani, lembrando de uma das imagens.
— É diferente de tudo que já vi, não seguem mesmo aspecto de luzes de aviação. Mas eu não chuto, com certeza, em nada — ressalva o colega. Fonte
O filme de ficção científica “Prometheus” explora as teorias sobre as origens da humanidade e sua relação com visitantes extra-terrestres. Enquanto a maioria pode achar essa premissa muito “fictícia”, em muitos aspectos do filme, na verdade, refletem simbolicamente algumas crenças e filosofias da Elite oculta.
Não há escassez de filmes envolvendo alienígenas furiosos nestes dias e nós definitivamente podemos adicionar à esta lista o filme ‘Prometheus’. No entanto, embora a maioria destes filmes de alienígenas estejam centrados em torno de guerras contra a Terra, Prometheus tem uma história por trás que lida com questões atemporais intrigantes sobre a humanidade do tipo “de onde viemos?” e “Por que estamos aqui?”
Dirigido por Ridley Scott, o filme foi originalmente destinado a ser um antecessor para o filme ‘Alien’, o clássico de 1979, mas o produto final tem pouca relação com ele. O filme conta a história de cientistas que descobrem artefatos antigos retratando visitantes de outro planeta. Para investigar esta descoberta, os cientistas obtém o apoio de uma empresa gigante e embarcam em uma missão espacial para encontrar o planeta de onde os alienígenas vieram e para fazer-lhes perguntas importantes. A premissa é baseada na teoria dos astronautas antigos, que estipula que a milhares de anos atrás, os primeiros seres humanos estavam em contato com uma raça alienígena superior.
Como o nome do filme sugere ‘Prometheus’ também está repleto de referências mitológicas e simbolismo que dão ao filme um sentido esotérico subjacente . Enquanto o filme parece ser, em primeiro plano sobre seres humanos que vão para o espaço para encontrar seus criadores aliens ‘Prometheus’ também pode ser visto como uma metáfora para a iluminação espiritual, como esta illuminação é retratada por sociedades secretas ocultistas. Vamos olhar para os conceitos explorados no filme.
Os Engenheiros?
No início do filme, um humanoide alienígena está na Terra e bebe um líquido estranho.
Um Alien é deixado na Terra por uma nave espacial enorme
Depois de beber o líquido, o Alien se desintegra completamente e cai na água.
O Alien que se desintegrou em seu âmago, ao nível do DNA interage com a água da Terra para originar uma nova forma de vida
Na água, ocorre uma reação biogenética do DNA e, a um nível microscópico, vemos células individuais que começam a multiplicar-se. Esta é a teoria do filme sobre como a vida humana surgiu na Terra.
Na tela do título do filme, nos é mostrado uma única célula multiplicando-se, criando a vida na Terra
O filme então avança rapidamente até o ano de 2089 onde dois arqueólogos Elizabeth Shaw e Charlie Holloway estão à procura de uma caverna na Irlanda. Lá eles descobrem uma pintura desenhada por um homem das cavernas, que retrata os seres humanos em direção a uma formação de estrelas no céu. Os pesquisadores descobrem que esta formação de estrelas em particular pode se encontrada na arte de várias culturas antigas.
A formação de estrelas nesta pintura da caverna é semelhante às formações de estrelas encontrados nas artes egípcias, sumérias e dos antigos maias
Os arqueólogos acreditam que os aliens (a quem chamam de “Engenheiros”) vieram dessa particular formação de estrelas e dissemina a vida humana na Terra. Isso faz com que eles embarquem em uma missão espacial para encontrar o planeta e procurar respostas desses Engenheiros.
A premissa do filme é fortemente inspirada pela teoria dos “astronautas antigos”, originalmente proposta por autores como Eric Von Daniken e Robert Temple. De acordo com essas teorias, a humanidade foi criada ou “ajudada” pelos visitantes de outros planetas, que deixaram vestígios duradouros na história humana.
O diretor de ‘Prometheus’, Ridley Scott, parece acreditar nesta teoria. Em uma entrevista ao Hollywood Report, ele afirmou:
“A NASA e o Vaticano concordam que é quase matematicamente impossível que possamos estar onde estamos hoje sem que houvesse um pouco de ajuda ao longo do caminho… Isso é o que nós estamos olhando (no filme), em algumas das idéias de Eric Von Daniken, de como é que nós, seres humanos surgimos”. - Hollywood Reporter, “Ridley Scott’s New Alien Movie Influenced by Ancient Astronaut Theory
Vamos dar uma olhada na teoria antigos astronautas.
Antigos Astronautas
Os defensores da teoria dos antigos astronautas acreditam que grande parte do conhecimento humano, cultura e religião são remanescentes de uma “cultura-mãe” alienígena. Monumentos antigos considerados demasiados avançados para a tecnologia da época, tais como Stonehenge, Ilha de Páscoa e a Grande Pirâmide de Gizé, que pôs esta teoria são considerados provas de contato alienígena. Eric Von Daniken também afirma que a arte antiga e iconografia em todo o mundo contêm descrições de veículos espaciais, criaturas não humanas inteligentes e tecnologia avançada. Ele afirma que as culturas que não tiveram contato um com o outro tinha temas semelhantes em sua arte, provando que havia uma fonte comum para o seu conhecimento.
Uma pintura de caverna encontrada na Itália, os defensores da teoria dizem que está representando os Antigos Astronautas visitando a Terra. Esta imagem foi provavelmente a inspiração para a pintura rupestre encontrada em Prometheus.
Hieróglifo egípcio, dizem que descrevem máquinas voadoras
Em ‘Prometheus’ semelhanças entre os artefatos da civilização egípcia, maia, suméria e outros, levam a equipe de pesquisa a viajar para o espaço e buscar os “engenheiros” da humanidade
Os defensores da teoria dos astronautas antigos afirmam que muitos textos religiosos antigos contêm referências a visitantes do espaço exterior. Dois dos principais trabalhos citados são o Livro de Gênesis e o Livro de Enoque, que menciona a existência na Terra de seres enigmáticos gigantes chamados Nefilins (Nephilins).
Os Vigilantes e os Nefilins
O livro de Gênesis menciona a presença na Terra de seres chamados ‘Nefilins’ em uma de suas versões de tradução (a versão King James usa Gigantes). Esses seres são descritos como híbridos que são o resultado da procriação entre mulheres humanas e os “filhos de Deus”.
Quando os homens começaram a multiplicar-se na terra e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram bonitas e escolheram para si aquelas que lhes agradaram.
Então disse o Senhor: "Por causa da perversidade do homem meu Espírito não contenderá com ele para sempre; e ele só viverá cento e vinte anos".
Naqueles dias havia nefilins na terra, e também posteriormente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos. - Gênesis 6:1-4
No livro de Números, os Nefilins são mencionados mais uma vez, sendo descritos como seres destrutivos de tamanho gigante, que pareciam bastante diferentes dos seres humanos normais.
Diante dos filhos de Israel infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra, por meio da qual passamos para a espiar, é terra que devora os seus habitantes; todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.
Ali vimos os nefilins (os filhos de Anaque são dos nefilins); éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos. - Números 13:32-33
O livro apócrifo de Enoque expande mais o assunto sobre os Nefilins e seus criadores, os Vigilantes. De acordo com o texto que data de 300 a.C., os Vigilantes eram um grupo formado por 200 “filhos de Deus”, que desobedeceram a Deus e desceram à Terra para procriarem com seres humanos. Eles disseram ter ensinado humanos habilidades avançadas, como a metalurgia, cosméticos, feitiçaria, astrologia, astronomia e meteorologia. Por causa dos Vigilantes desobedecerem a Deus, eles também eram chamados de anjos caídos.
A prole dos Vigilantes foram os Nefilins, descrito como gigantes que viveram entre os humanos. Eles finalmente se tornaram uma presença destrutiva na Terra e foi dito que eles consumiram “todas as produções dos homens”. A fim de se livrar desses seres da Terra (juntamente com os humanos que misturaram com eles) Deus criou o Grande Dilúvio. A fim garantir a sobrevivência da humanidade, no entanto, Noé foi avisado por Deus para construir a arca.
Outro antigo texto judaico, O Livro dos Jubileus, afirma que 10 por cento dos espíritos desencarnados dos Nefilins foram autorizados a permanecer na Terra depois do dilúvio, assumidos como demônios para tentarem levar o ser humano à perdição até o dia do Juízo Final. Será por isso que a Elite ocultista é tão empenhada em corromper as massas com materialismo e perversão?
Então quem eram os Vigilantes e os Nefilins? Muitos diferentes pesquisadores têm proposto várias interpretações diferentes incluindo uma classe de seres humanos ricos demônios ou uma antiga super-raça. Os defensores da teoria dos ‘Astronautas Antigos’ acreditam que eles eram na verdade alienígenas que foram enviados à Terra para supervisionar a evolução da humanidade – daí o seu nome “Os Vigilantes” (Guardiões ou Sentinelas).
A premissa de ‘Prometheus’ é muito influenciada por esta teoria, pois os alienígenas do filme são seres gigantes que vieram à Terra para criar e ensinar a humanidade.
A equipe finalmente encontra um de seus “engenheiros”, um alienígena gigante. Infelizmente, os estrangeiros não sentem vontade de fazer uma discussão sobre as origens da humanidade e arrancam a cabeça do androide (o cara do lado esquerdo)
Descobrir que os estrangeiros eram parte da evolução humana não é importante do ponto de vista científico por si só, mas também do espiritual, como ele poderia potencialmente tornar muitas religiões completamente obsoletas. Todos os sistemas de crenças seriam completamente questionadas, ou pelo menos revistas para incluir o ponto de vista do “ângulo alienígena”.
Dilema Espiritual
As implicações espirituais da missão espacial são sutilmente refletidas no filme, através de várias cenas questionando a relevância do cristianismo neste contexto da engenharia alienígena.
No início da viagem, o capitão do navio monta uma árvore de Natal. Ele é questionado por seu superior com: “Que diabos é isso?” o que o capitão responde: “É Natal!”. O fato de que essa história de alteração da missão espacial ocorre durante a época do Natal (o feriado que celebra o nascimento de Jesus Cristo) dá ao filme um significado religioso.
Elizabeth, a heroína do filme, usa uma cruz cristã com orgulho e destaque ao redor do pescoço. Isto torna-se simbólico sobre o dilema espiritual que resulta das conclusões da missão
Quando a nave chega ao seu destino, a tripulação descobre um edifício abandonado construído por uma civilização alienígena contendo… Aliens mortos. Depois de executar testes em um dos corpos, a tripulação percebe que os extraterrestres são de fato os criadores da vida humana na Terra. Em outras palavras, a teoria dos antigos astronautas está correta e que seres de outros planetas eram de fato os “engenheiros” criadores da humanidade. Uma vez que Elizabeth confirma esta descoberta com seu namorado Charlie, ele imediatamente a questiona sobre a validade de seu pingente de cruz:
“- OK, acho que você pode tirar cruz de seu pai fora agora.
– Por que eu iria querer fazer isso?
– Porque ”eles” nos fizeram”.
Elizabeth então dá uma resposta digna:
“- E quem os fez?”
Ela portanto não vê uma contradição entre acreditar no cristianismo e ao mesmo tempo acreditar na teoria antigos astronautas. Ela ainda acredita que Deus é o primeiro criador de tudo… mas agora ela tem que adicionar os aliens na equação.
Após essa discussão profunda, Elizabeth e Charlie ficam com tesão e fazem sexo na nave espacial. O que o casal não sabe é que Charlie teve injetado em si por David (o androide) o DNA alienígena.
Antes de Charlie visitar Elizabeth em seus aposentos, David, um robô com uma mente inquisitiva, leva Charlie a beber uma bebida contendo DNA alienígena sabendo que ele iria copular com Elizabeth e ela portanto dará à luz uma criança hibrida, meio-alienígena. Observe a árvore de Natal ao fundo
O casal copula sem camisinha e Elizabeth logo descobre que ela está grávida. Ela imediatamente percebe que algo esta muito errado em sua gravidez, como seu filho não ser humano. Considerando o fato de que a missão tem lugar durante a época do Natal Elizabeth se torna uma espécie de anti-Virgem Maria. Em vez de dar à luz ao Cristo ela dará à luz uma criatura muito estranha… não muito diferente do Nefilins.
Ao descobrir sua gravidez, o pingente de cruz de Isabel é removido e guardado, simbolicamente significa que a fé cristã não é mais válida
Elizabeth consegue “abortar” a monstruosidade. Então a missão dá errado e todo mundo morre exceto ela. Depois de quase desistir Elizabeth aparentemente tem uma epifania e fica determinada a descobrir a verdade sobre os alienígenas. Aparentemente eles abandonaram a humanidade há muito tempo e eles estavam mesmo planejando destruir a Terra. Algo deve ter ido muito mal com a evolução humana.
No final do filme, ela coloca a cruz de volta em torno de seu pescoço, o que significa que ela não perdeu a fé e que sua busca da verdade é agora muito espiritual. Não se trata mais de ciência, mas sobre a necessidade humana básica de ter respondido perguntas existenciais.
Elizabeth coloca de volta sua cruz e está determinada a descobrir a verdade sobre os Engenheiros alienígenas
O filme inteiro pode ser interpretado como uma metáfora espiritual - uma busca de iluminação. O título do filme em si, ‘Prometheus’, é muito indicativo do significado esotérico subjacente do filme.
Prometheus e a Busca pela Iluminação
Na mitologia grega Prometeu é um titã a raça de divindades que vieram antes dos Olimpianos. Ele roubou o fogo dos deuses para dá-lo à humanidade – um ato que levou ao progresso e a civilização. Para realizar o ato de trazer fogo (um símbolo do conhecimento divino) para a humanidade, Prometeu tornou-se uma figura importante na mitologia das escolas de mistério, como a Maçonaria e Rosacrucianismo, que se baseiam no uso de conhecimento oculto, a fim de alcançar a divindade.
Prometeu, a figura favorita da elite iluminista, esta bem visível no Rockefeller Center
O equivalente judaico-cristão de Prometeu é Lúcifer, um “anjo caído” de grande inteligência, que uma vez foi o favorito de Deus, então o desafiou e trouxe uma nova forma de conhecimento para a humanidade. O nome Lúcifer é do latim para “portador da luz”, que é exatamente o que Prometeu fez, trazendo o a luz do fogo (do conhecimento) para o homem. Esta “luz” é dito ser o conhecimento oculto ensinado nas Escolas de Mistérios, já que permite que “os seres humanos iluminados” levar-se de volta para a divindade.
A história dos Vigilantes e dos Nefilins descrita acima também parecem seguir o mesmo arquétipo, uma vez que conta a história dos “filhos de Deus” se rebelando contra seu governo e descendo para a Terra, ensinando importantes conhecimentos para a humanidade. Além disso, como Lúcifer, os Sentinelas são apelidados de “Anjos Caídos”. Onde, portanto, há um monte de inter-conectividade nestes mitos e no simbolismo do filme.
No início da viagem espacial, o presidente da corporação que financia a missão dá um discurso sobre a importância da missão:
“O titã Prometeu queria colocar em pé de igualdade a humanidade com os deuses e por isso, ele foi expulso do Olimpo. Bem, meus amigos, a hora finalmente chegou para o seu retorno”.
No filme, Prometeu é o nome da nave espacial que transporta os seres humanos aos seus Engenheiros alienígenas. Ele representa simbolicamente humanos usando o “fogo” (conhecimento) que foi dado a eles para subir de volta à divindade (seus criadores Aliens) por seus próprios meios. Esta metáfora de iniciação espiritual é uma reminiscência das muitas histórias mitológicas encontradas ao longo da história que escondem um significado semelhantemente e esotérico.
No entanto, as Escolas de Mistérios acreditam que a iluminação não é dada a todos, mas apenas para alguns poucos escolhidos e isso é apropriadamente refletido em ‘Prometheus’. No filme, todas as pessoas que estavam a bordo para fins egoístas, monetários ou insinceros morreram. Só o que estava lá para a verdade e com uma forte fé espiritual sobreviveu. Este tipo de narrativa esta a par com histórias alegóricas de iluminação espiritual afirmando que apenas o verdadeiro coração vai chegar a esse estado superior de ser.
Além de Elizabeth, outro personagem não-humano sobreviveu, David, o Androide.
No final do filme David fica sua cabeça cortada mas já que ele é um robô as funções que ele registrou continuam. Elizabeth toma a cabeça do robô e continua sua jornada, simbolicamente o que significa que ela precisa de intelecto puro e tecnologia para alcançar a iluminação
David tem grande capacidade intelectual, fazendo-o acreditar que ele é superior aos seus colegas humanos. Apesar deste fato ele é no entanto, fundamental para a busca de Elizabeth – uma sutil mensagem informando que o transhumanismo é importante na evolução humana, uma crença da própria Elite.
No final do filme, David não entende por que Elizabeth deseja continuar sua busca por seus criadores. A diferença é que ela tem uma alma e que ele não possui. É por esta razão que ela volta a colocar a cruz no pescoço. Sua busca não é simplesmente por uma missão espacial é uma peregrinação espiritual para descobrir de onde ela vem.
A cena final do filme, Elizabeth decide não voltar para a Terra (representando a materialidade) e continua a procurar os Engenheiros (representando iluminação e divindade). Sua busca portanto, não acabou… e pode haver uma continuação
Conclusão
Enquanto a maioria dos espectadores provavelmente saiu pensando que ‘Prometheus’ era um “filme decente sobre Aliens” poucos sabem de seu profundo significado e simbolismo que revela toda uma camada de outra interpretação. Inspirando-se na teoria dos antigos astronautas, ‘Prometheus’ propõe uma reconfiguração radical da história e da teologia que faz da humanidade um produto de “Deuses Criadores” extra-terrestres. O filme também mistura essa busca de conhecimento científico com as questões espirituais e metafísicas, tornando esta história não só sobre Aliens furiosos, mas sobre questões existenciais sem fim.
Como o título do filme sugere a história de seres humanos que vão para o espaço para encontrar seus criadores tem um significado esotérico subjacente e de como ela pode ser interpretada como uma metáfora para a iluminação espiritual. O titã Prometeu é uma figura central em escolas de mistério ocultistas uma figura arquetípica de um “rebelde superior”, que trouxe o conhecimento divino para a humanidade com todos os benefícios e as armadilhas que isso gera. Sociedades secretas ocultistas acreditam que esse conhecimento fornece o caminho de volta para a divindade. Da mesma forma que a nave Prometheus deixa a terra para encontrar os Engenheiros, o ocultismo iniciático mostra como deixar o plano material para atingir a iluminação e “ser um” com o que eles acreditam ser o “Grande Arquiteto do Universo”.
Dito isto há alguma verdade para as muitas histórias e mitologias que se referem a uma figura divina que vem de cima para transmitir conhecimento para a humanidade? Fazer das figuras de Prometeu, Lúcifer, e dos Sentinelas do Livro de Enoque uma base fatual para tal? Existe uma fonte “externa” para o conhecimento avançado e esotérico da humanidade? Houve uma vez uma “super-raça” tipo os Nefilins na Terra ajudando a humanidade “desenvolver-se”, mas finalmente corrompendo-a? É este o “elo perdido” na evolução humana? É a razão pela qual a humanidade é auto-destrutiva e de alguma forma está fora de sincronia com o resto do planeta? Será que esta fonte exterior vêm de Aliens como sugerido em ‘Prometheus’ ou de anjos caídos e/ou demônios como escrito em textos antigos? Será esta a fonte externa por trás dos ensinamentos das sociedades secretas e por trás… dos Illuminati?
Existem inúmeros Ufólogos que afirmam que seres extraterrestres têm trabalhado com o nosso governo por anos. Esta teoria, que foi gravemente ridicularizado por muitos, pode realmente ser verdade, pois inúmeros cientistas e oficiais governamentais vieram para a frente sugerindo que não há mais a vida alienígena na Terra do que se acreditava anteriormente.
Philip Schneider era um homem que vieram para a frente com a informação altamente classificada. Ele era um geólogo e engenheiro de estruturas do Governo dos Estados Unidos e foi envolvido na construção de bases militares subterrâneas profundas nos Estados Unidos com o Corpo de Engenheiros do Exército. Ele era uma das três pessoas a sobreviver a luta fogo de 1979 entre os grandes cinzas e de inteligência dos EUA e as forças militares em Dulce base subterrânea. Em Dulce, Schneider manteve, "cinza" extraterrestres humanoides trabalhou lado a lado com técnicos americanos. Em 1979, um mal-entendido surgiu. No tiroteio que se seguiu, 66 do Serviço Secreto, do FBI e preto Boinas foram mortos, juntamente com um número indeterminado de "cinzas".
O pai de Philip Schneider, Oscar Schneider era um conselheiro médico para a Marinha dos EUA. Durante os dois últimos anos de sua vida, Phil Schneider deu mais de 30 palestras para uma variedade de audiências em todo o mundo falando sobre informações altamente confidenciais do governo que envolvem tecnologia alienígena, armas exóticas, as experiências e os pactos entre os governos em todo o mundo e alienígenas.
Muitas pessoas continuaram céticos sobre o que Schneider tinha trazido para a frente e muito de sua vida foi seriamente questionada por pessoas em todo o mundo. Ele foi ridicularizado por muitos, mas houve muitos que acreditavam que o que Schneider estava dizendo era a verdade absoluta, algo que ninguém se atreveu a falar.
Misteriosamente em 1996, Schneider foi encontrado morto em seu apartamento. Autoridades disseram que foi um suicídio, mas muitas pessoas acreditam que Schneider foi morto porque tinha vazado informações extremamente confidenciais ao público.
Em 1954, o ex-presidente Dwight Eisenhower, fez um pacto com três espécies de alienígenas, Schneider disse em uma conferência em 1995. trocar por tecnologia alienígena, Eisenhower alegadamente deu a permissão para os extraterrestres para raptar um número limitado seres humanos para realizar inúmeras experiências em Terra e no espaço.
Schneider disse que muitas das milhares de pessoas que desapareceram ao redor do mundo, pode ter sido feita por alienígenas. Ele disse que há nove raças de alienígenas que vêem a raça humana como "um saco de comida."
De acordo com Schneider, a tecnologia que os extraterrestres nos deu como parte desta troca inclui um tipo de metal que é quase indestrutível. Schneider mostrou ao público o que ele disse era um pedaço de metal. É feito de nióbio, um elemento que tem na tabela periódica, e Marinite, um elemento estranho que não é encontrada na Terra.
Mas havia outros utilitários tecnológicos que os extraterrestres deram aos seres humanos graças aos pactos. O governo foi capaz de desenvolver um satélite espião com a ajuda de extraterrestres que podem detectar um centavo no chão de sua cozinha de acordo com Schneider. Este espião-satélite usa algum tipo de tecnologia de infravermelhos com um fator de resolução de 99,99961.
Mas esse pacto foi quebrado pelos extraterrestres desde que começaram sequestrando mais pessoas do que acordados. De acordo com Schneider, uma vez que o pacto foi quebrado houve tensões entre raças alienígenas e humanos.
Uma equipe de engenheiros norte-americanos criou um robô inovador que não requer uma pessoa para gerenciar remotamente, como ele funciona através de um GPS de rastreamento seu alvo através do ar durante a gravação de cada movimento com uma câmera de alta resolução.
Para controlar o seu alvo, Lily, como é chamado o drone usa o sistema de posicionamento GPS para rastrear um pequeno dispositivo que uma pessoa usa em seu pulso como se fosse um relógio ou no seu bolso, relata a revista ' Forbes '.
Fabricado por Lily Robotics, o dispositivo em vez de usar um grande controlador de rádio ou da aplicação do 'smarthpone' ou tablet, voar sozinho e simplesmente jogá-lo no ar como se ele fosse uma pomba, enquanto a terra você tem que pressionar o botão de aterragem no dispositivo de rastreamento.
Tanto o localizador e o zumbido são à prova d'água e baterias oferecem uma autonomia de 20 minutos de voo. Além disso, Lily é capaz de gravar vídeo em 1080p a 60 frames por segundo e 720p a 120 quadros por segundo, além de fotos de 12 megapixels.
Este robô inovador, que será lançado no início de 2016 a um preço de 999 dólares , você pode seguir a pessoa a uma velocidade de 40 quilômetros por hora e uma altura de 15 metros.
De acordo com os cientistas mainstream: código extraterrestre encontrado em nosso DNA.
Seres extraterrestres criaram a nossa espécie. Os pesquisadores que trabalharam por 13 anos no Projeto Genoma Humano indicam que elas se depararam com uma descoberta científica surpreendente: Eles acreditam que a chamada de 97% das sequências não-codificantes do DNA humano não é nada menos do que o código genético de formas de vida extraterrestre.
Referido original como "DNA lixo" sua funcionalidade permaneceu um mistério para os pesquisadores. Agora, os pesquisadores acreditam que o nosso DNA é de origem extraterrestre.
Após uma extensa análise com a ajuda de outros pesquisadores em diversas áreas, como matemática, química e programação, Maxim A. Makukov do Instituto Astrofísico Fesenkov se aventuraram para fora e perguntou se existe uma possibilidade de que, o que chamamos de "DNA lixo" é, na verdade, algum tipo de código extraterrestre, criado por um programador de "Alien". De acordo com o Prof. Chang e sua equipe de pesquisadores "Nossa hipótese é que uma civilização extraterrestre mais avançado estava envolvido na criação de uma nova vida e plantá-la em vários planetas.
Terra é apenas um deles. " Os pesquisadores indicam que "O que vemos em nosso DNA é um programa que consiste em duas versões, um código gigante estruturado e um código simples ou básico. "
A equipe de pesquisadores acreditam que para um fato que a primeira parte do nosso DNA código não foi escrito sobre a Terra e de acordo com eles, é verificável. Em segundo lugar e mais importante, genes por si só não são suficientes para explicar o / processo de evolução abrupta evolução e que deve haver algo mais "no jogo". Professor Chang diz que "Mais cedo ou mais tarde", "nós temos que aceitar o fato de que toda a vida na Terra carrega o código genético de nossos primos extraterrestres e que a evolução não é o que nós pensamos que é. " As implicações destas descobertas científicas reforçar reivindicações de outras pessoas e os observadores que afirmam ter tido contato com extraterrestres que se parecem com seres humanos. Alienígenas com aparência humana poderia ter fornecido uma parte do material genético necessário para a evolução humana.
Citação de News.Discovery: Esta interpretação leva a uma conclusão absurda: que o código genético ", parece que ela foi inventada fora do sistema solar já vários bilhões de anos atrás." Esta declaração endossa a ideia de panspermia, a hipótese de que a Terra era semeada com vida interestelar. É certamente uma abordagem nova e ousada para galáxia conquista se imaginarmos esta foi uma deliberada Johnny esforço por Super seres
Pesquisadores na Cazaquistão acredita que o ser humano DNA foi codificado com um sinal alienígena para uma antiga civilização extraterrestre, e se referem a ele como "SETI Biológica". O código matemático no ser humano de DNA não pode ser explicado pela evolução. Basicamente, estamos vivendo e os detentores de algum tipo de mensagem alienígena que pode ser usado, de uma forma muito mais eficiente em seguida, usando sinais de rádio-, a busca por vida extraterrestre respirar. Uma vez que o código tinha sido definido, ele permaneceria inalterada em cosmológica escalas de tempo, de fato, os pesquisadores acreditam que o nosso DNA é a "construção" mais durável conhecido e é por isso que representa um armazenamento excepcionalmente confiável e inteligente para uma assinatura extraterrestre, de acordo com um artigo na revista Icaurs. Escrevendo no revista Icarus, eles afirmam: "Uma vez fixado, o código pode ficar inalterado em escalas de tempo cosmológicos; de fato é a construção mais durável conhecida. Por isso, representa um armazenamento excepcionalmente confiável para uma assinatura inteligente. Uma vez que o genoma é apropriadamente reescrito o novo código com uma assinatura irá ficar congelada na célula e a sua descendência, que pode então ser entregue através do espaço e do tempo. " Os cientistas acreditam que o DNA humano é organizado de uma forma tão precisa que revela um "conjunto de padrões de aritmética e linguagem simbólica ideográfica". Esses estudos levaram os cientistas a acreditar que foram literalmente inventados "fora da Terra" vários milhares de milhões de anos atrás.
Estas ideias ou crenças são tudo menos aceita na comunidade científica. No entanto, esses estudos têm demonstrado que alguns pesquisadores têm falado há décadas, que a evolução não poderia ter acontecido por conta própria, e que há algo de extraterrestre para toda a nossa espécie.
Toda a nossa história errada? Um mistério que permaneceria como a grande questão é se seres extraterrestres de fato criaram a raça humana e da vida no planeta Terra, em seguida, "quem" ou "o que" criou esses seres extraterrestres?
Fonte:disclose.tv
Mais um post by: UFOS ONLINE
Acusações de Falsificação nas Alunissagens do Programa Apollo
As acusações de falsificação nas alunissagens do Programa Apollo constituem uma teoria de conspiração que afirma que as alunissagens do programa Apollo jamais ocorreram, que teriam sido falsificadas pela NASA e membros de outras organizações envolvidas. Desde a conclusão do programa Apollo, várias acusações de fraude relacionadas à Lua tem sido levantadas por grupos e indivíduos, inclusive alegações de que os astronautas da Apollo não pousaram na Lua, que a Nasa e outros intencionalmente enganaram o público fazendo-os acreditar que os pousos teriam acontecido pela fabricação, destruição, ou adulteração de provas, incluindo fotos, fitas de telemetria, transmissão, e amostras de rochas, e que a fraude prossegue até os dias atuais.
Existem amplas provas independentes das missões lunares e vários comentaristas já publicaram refutações detalhadas às alegações de fraude. Uma pesquisa da Gallup apontou que 89% dos americanos acreditavam que os pousos eram genuínos, enquanto 6% achavam que não, e 5% estavam indecisos.
Em 16 de julho de 2009 a Nasa anunciou que uma busca de três anos pelas fitas contendo o registro pré-conversão das missões do passeio da Apollo 11 resultou em falha e que as fitas provavelmente foram apagadas e reutilizadas.5 Um conjunto de fotografias recentes foi publicada pela Nasa em 17 de julho de 2009. Feitas pela missão Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), estas imagens mostram os módulos lunares, incluindo os da Apollo 11, sobre a superfície, os experimentos científicos e, em um dos casos, a linha de pegadas entre a Apollo 14 e um experimento científico próximo.
Origens e história
O primeiro livro dedicado ao assunto foi We Never Went to the Moon: America's Tirty Billion Dollar Swindle (Nós nunca fomos à Lua: A Fraude Americana de 30 bilhões de dólares, numa tradução livre), publicado pelo autor, Bill Kaysing, em 1974, dois anos após as missões Apollo terem cessado.
A folclorista Linda Degh sugere que o filme do autor e diretor Peter Hyams, Capricorn One, que apresenta uma falsa missão a Marte em uma espaçonave que se parece com as Apolo, pode ter dado um reforço à popularidade da teoria da fraude, nos anos pós-guerra do Vietname e pós-escândalo de Watergate, quando segmentos do público americano estavam inclinados a duvidar das declarações oficiais. Degh escreve: "A mídia de massa catapultou estas meias-verdades em um tipo de zona irreal onde as pessoas podem fazer suas suposições parecerem verdades. A mídia de massa teve um terrível impacto em pessoas que não tinham orientação".
Também é possível que uma curta sequência do filme de James Bond, Diamonds Are Forever (1971) que parece mostrar Sean Connery caminhando através de um estúdio onde se simulam as alunagens coincida com as primeiras insinuações de que as alunagens foram falsificadas. Em 1967, o dramaturgo britânico Desmond Lowden escreveu um guia chamado The News-Benders em qual todos os principais avanços tecnológicos de 1945 eram simulados, o guia foi apresentado em Janeiro de 1968 e mostrava a falsificação de uma alunagem com modelos. A Sociedade da Terra Plana lançou uma das primeiras queixas sobre a veracidade das missões Apollo. Afirmavam que várias das fotografias da Apollo 8 com a Lua em primeiro plano e a Terra como fundo eram falsas. A primeira razão de sua declaração era que não se ajustava a sua teoria de que a Terra era plana.
Em seu livro A Man on the Moon (Um homem na Lua em tradução livre), publicado em 1994, Andrew Chaikin menciona que ao mesmo tempo em que a missão Apollo 8 orbitava a Lua, em dezembro de 1968, ideias conspiratórias parecidas já estavam em circulação.
Opinião pública
Uma pesquisa Gallup de 1999 descobriu que 6% do público americano duvidava que os pousos lunares tivessem acontecido, e 5% não tinham opinião formada.Estes números são semelhantes aos de uma pesquisa Time/CNN de 1995.8 Executivos da Fox television declararam que o ceticismo aumentou cerca de 20% depois da apresentação de 15 de fevereiro de 2001, Conspiracy Theory: Did We Land on the Moon? (Teoria da Conspiração: Nós pousamos na Lua?), visto por aproximadamente 15 milhões de telespectadores. O especial da Fox estava promovendo as alegações de fraude.Uma pesquisa conduzida pela agência russa Fundo de Opinião Pública descobriu que 28% não acreditava que os astronautas americanos tivessem pousado na Lua e esta percentagem era a mesma em todos grupos sociais e demográficos.Uma pesquisa feita pelo sueco Aftonbladet indicou que cerca de 40% dos leitores achavam que o primeiro pouso na Lua foi uma fraude.Em 2009, uma pesquisa conduzida pela revista britânica Engineering & Technology descobriu que 25% dos britânicos não acreditam que o homem pisou na Lua.
Existem subculturas nos Estados Unidos e culturas significantes no mundo que acreditam piamente que os pousos lunares foram falsos. Alguns alegam que isto é ensinado em escolas cubanas e onde quer que professores cubanos sejam enviados.
Principais proponentes
Bill Kaysing - Graduado em Inglês, chefe de publicações da Rocketdyne, de onde saiu antes da empresa trabalhar no projeto Apollo.
David Percy - Auto-proclamado especialista em fotografia e audiovisuais.
Ralph Rene - Inventor autodidata e editor.
Bart Sibrel - Jornalista e diretor de cinematografia.
Richard Hoagland - Ufólogo e teórico da conspiração.
Defensores das alunissagens
A comunidade científica em geral dá respaldo à veracidade das alunagens, e em concreto vários cientistas têm respondido com maior detalhe às acusações de fraude:
Phil Plait - Astrofísico e divulgador científico.
James Oberg - Engenheiro, especialista em história espacial, sobre tudo do programa espacial russo, e escritor.
Alegações predominantes de fraude
Um número de diferentes alegações de fraude tem avançado que envolvem teorias conspiratórias envolvendo ações coordenadas por empregados da NASA, e algumas vezes outros, para perpetuar as informações falsas sobre pousos que nunca aconteceram ou para ocultar informações corretas sobre pousos que aconteceram de uma forma diferente da publicada. Em vez de propor uma narrativa completa de como a fraude foi perpetrada, os adeptos focaram apenas em supostas falhas ou inconsistências no registro histórico das missões. Várias destas ideias e seus proponentes mais facilmente identificáveis estão descritos abaixo:
Fraude completa — A ideia de que todo o programa de pousos tripulados foi completamente falsificada do início ao fim. Alguns alegam que a tecnologia para enviar homens à Lua era insuficiente ou que o "Cinturão de Van Allen", erupções solares, vento solar, ejeções de massa coronal, e raios cósmicos tornariam uma viagem destas impossível.
Imagem Crédito NASA
Fraude parcial / pousos não-tripulados — Bart Sibrel declarou que a tripulação da Apollo 11 e os astronautas das missões seguintes falsificaram suas órbitas em torno da Lua e seus passeios em sua superfície via fotos trucadas, e que eles não foram além de metade do caminho à Lua. Um subconjunto desta proposta é advogada por alguns que concedem a existência de retrorrefletores e outros objetos artificiais na Lua. O editor britânico Marcus Allen representou este argumento quando afirmou "Eu seria o primeiro a aceitar que imagens de telescópio dos locais de pouso seriam uma prova forte de que algo foi colocado na lua pelo homem." Ele prossegue dizendo que as fotos dos aterrissadores não seriam provas de que a América colocou homens na Lua. "Chegar na Lua não é um grande problema - os Russos fizeram isto em 1959, o grande problema é levar pessoas para lá." Ele sugere que a NASA enviou missões robóticas por que os níveis de radiação no espaço seriam letais aos seres humanos. Outra variação desta ideia é a de que a NASA e as empresas contratadas não se recuperaram rápido o suficiente do fogo na Apollo 1, e assim todas as primeiras missões Apollo foram falsificada, com a Apollo 14 ou 15 sendo a primeira missão autêntica.
Pousos tripulados, com disfarces — Philippe Lheureux, em Lumières sur la Lune (Luzes na Lua), diz que os astronautas pousaram na Lua, mas que, para evitar que outras nações se beneficiassem das informações científicas das fotos reais, a NASA publicou imagens falsas. Motivos
Proponentes da ideia de que os pousos na Lua foram falsificados dão várias teorias diferentes sobre a motivação para o governo dos Estados Unidos falsificar os mesmos. Prestígio na Guerra Fria, ganho monetário, e fornecer uma distração são alguns dos motivos mais notáveis oferecidos.
O governo americano considerou vital que os Estados Unidos vencessem a Corrida Espacial contra a União Soviética. Ir para a Lua seria arriscado e caro, como exemplificado por John F. Kennedy declarando que os EUA escolheram ir para a Lua por que era difícil.
Bill Kaysing mantinha que, apesar de monitorados pela União Soviética, seria mais fácil para os EUA falsificar o pouso na Lua, desta forma garantindo o sucesso, do que realmente ir para lá. Kaysing alegou que a chance de sucesso de um pouso na Lua foi calculada como sendo de 0,017%.A NASA obteve aproximadamente US$30 bilhões para ir para a Lua, e Kaysing alegou que este dinheiro poderia ter sido usado para comprar muitas pessoas, dando motivação significante para cumplicidade.A necessidade de cumprir a promessa de Kennedy também é usada. Como a maior parte dos proponentes acredita que os problemas técnicos envolvidos em chegar à Lua são intransponíveis, os pousos na Lua teriam que ser falsificados para cumprir a promessa do Presidente Kennedy em 1961 de "atingir o objetivo, antes do fim desta década, de pousar um homem na Lua e trazê-lo à Terra em segurança."
Os proponentes da teoria da fraude também alegam que o governo dos Estados Unidos se benificiariam de uma distração popular da Guerra do Vietnam; e assim as atividades lunares terminaram subitamente, com missões planejadas sendo canceladas, ao mesmo tempo em que os Estados Unidos terminaram seu evolvimento na Guerra do Vietnam. A maioria das tropas americanas foram removidas do Vietnam e em 5 de março de 1971, e o pessoal americano foi evacuado de Saigon em 29 de abril de 1975.
Críticas das acusações de fraude
Veja também: Evidências independentes das missões lunares
Um artigo na revista alemã Der Spiegel coloca a fraude da Lua no contexto de outras teorias conspiratórias do século XX, que ela descreve como "a atmosfera rarefeita em que mitos nos quais Elvis Presley está vivo, John F. Kennedy foi vítima de uma conspiração envolvendo a Máfia e o serviço secreto, os pousos lunares foram filmados no deserto de Nevada, e a princesa Diana foi morta pela inteligência britânica.24
O princípio da parcimônia
A seguinte aplicação do princípio da parcimônia, ou Navalha de Occam, pode ser feita às acusações de fraude. Considerando a alegação de que o homem foi à Lua, ficamos com duas hipóteses concorrentes:
Hipótese de que o pouso foi real
O registro da Nasa do pouso lunar é exato, o que permite que aconteçam erros como fotos com a etiqueta trocada e lembranças pessoais imprecisas.
Hipótese da Fraude
O registro da Nasa é uma fraude bem orquestrada.
Neste tipo de teste, qualquer hipótese que é contradita pelos fatos observáveis deve ser rejeitada.A falta de uma consistência entre as diversas teorias de fraude acontece por que ela varia de pessoa para pessoa. A hipótese do pouso real é uma história singular, já que tem uma única fonte, mas existem muitas hipóteses de fraude, cada uma dirigida a um aspecto específico do pouso lunar. Também não há consistências nos proponentes de fraude, alguns admitindo coisas que os outros alegam não ter ocorrido.
Praticalidade da conspiração
De acordo com James Longuski, professor de Engenharia Aeronáutica e Astronáutica na Universidade Purdue, o tamanho e complexidade dos alegados cenários de teorias conspiratórias tornam a sua veracidade uma impossibilidade.Mais de 400.000 pessoas trabalharam no projeto do pouso na Lua por aproximadamente dez anos, e uma dúzia de homens que caminharam sobre a Lua retornaram à Terra para recontar suas experiências.Centenas de milhares de pessoas, incluindo astronautas, cientistas, engenheiros, técnicos e trabalhadores especializados, teriam que guardar o segredo.Longuski também afirma que seria muito mais fácil pousar de verdade na Lua do que gerar uma conspiração tão imensa para falsificar o pouso.
Fonte:http://pt.wikipedia.org
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