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sábado, 4 de julho de 2015

O Pentágono Está Projetando os Organismos que Povoarão Marte

Marte povoada na concepção de um artista. Crédito: Daein Ballard/Wikimedia Commons

Não é segredo que a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA, em inglês), a divisão de estudos científicos do Pentágono, investe pesado em engenharia genética e biologia sintética. Se você se empolga ou se aterroriza com as possibilidades dessa tendência, aí vai uma novidade: o órgão independente americano acredita estar prestes a criar organismos capazes de povoar Marte.

O objetivo da pesquisa é aquecer e adensar a atmosfera marciana por meio de plantas, bactérias e algas que realizarão a fotossíntese na superfície improdutiva do planeta vermelho. É uma missão que mesmo os eternos tecno-otimistas como Elon Musk acham que não vai acontecer tão cedo, mas a DARPA, ao que parece, está bem empenhada na árdua missão.

“Pela primeira vez temos as ferramentas tecnológicas para transformar locais hostis aqui na Terra e, também, para ir ao espaço e ficar por lá”, afirmou Alicia Jackson, diretora adjunta do novo departamento de tecnologias biológicas na DARPA, enquanto apontava para uma versão artística de Marte habitada.
Parte do DTA Gview, que permite aos cientistas verificar genes específicos em vez de uma série de A, T e Gs. Crédito: Jason Koebler

Ano passado, o laboratório de Jackson se empenhou em aprender a como projetar geneticamente organismos de todos os tipos com mais facilidade. Em outras palavras, foi além do feijão com arroz da biologia sintética — a e.coli e as leveduras, usadas na maioria dos projetos do ramo.

“Há entre 30 milhões a 30 bilhões de organismos na Terra. No momento, usamos somente duas delas para a engenharia genética”, afirmou. “Quero utilizar todos os organismos que tenham as propriedades que eu estabelecer — e mapeá-los e projetá-los de forma rápida. Se você procurar nos softwares de anotações de genoma atuais, eles não são desenvolvidos para encontrar rapidamente os sistemas e genes capazes de serem projetados. São desenvolvidos para encontrar algo esotérico e interessante para que eu possa publicar um artigo científico a respeito.”

A DARPA e alguns de seus parceiros de pesquisa criaram um software chamado DTA Gview, chamado por Jackson de “o Google Maps dos genomas”. Na conferência, ela apresentou os genomas de diversos organismos no programa. A tela mostrava uma lista de genes conhecidos e os locais a que pertenciam.

“Essa grande quantidade de dados genômicos que estamos coletando é incrível, exceto pelo fato de que estão em bancos de dados e permanecerão como dados, não conhecimento. Pouca informação genética que temos é prática”, ela afirmou. “A partir disso, o objetivo é, em um dia, sequenciar e descobrir onde posso projetar um organismo.”

De forma bem básica, o objetivo do projeto é escolher os melhores genes das formas de vida que quisermos e editá-los em outras formas de vida a fim de criar algo completamente novo. Isso deverá acontecer primeiro com bactérias e outros organismos. O objetivo é, no futuro, fazer isso com organismos mais complexos e multicelulares.

A utilidade dessa tecnologia é bastante surpreendente. Talvez o mais interessante seja o plano da DARPA para utilizar organismos projetados no reparo de danos ao meio ambiente. Jackson afirmou que, depois de um desastre natural ou causado pelo homem, será possível projetar novos tipos de organismos extremófilos capazes de sobreviver em ambientes devastados. Conforme esses organismos forem fotossintetizados e prosperarem, revitalizarão o ambiente de forma natural.

E é daí que começa o plano de povoar Marte. Com prática em transformar os cenários danificados em locais saudáveis, Jackson acredita que teremos o que for necessário para, por fim, tentar colonizar o sistema solar.

Isso é algo que sequer tem uma estimativa. Segundo a DARPA, a tecnologia está no início e muito do trabalho atual é sigiloso. Mas as implicações do projeto são muito empolgantes, afirma Jackson. “Após um desastre natural ou causado pelo homem, podemos considerar a recuperação do meio ambiente. Pela primeira vez, buscaremos soluções para esse problema.”
Tradução: Amanda Guizzo Zampieri
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sábado, 21 de fevereiro de 2015

ÁREA 51 UFOS: O Segredo Mais Mal Guardado

Robert Lazar, um físico norte-americano que tem causado muita polemica pela sua revelação a respeito dos Ovnis mantidos em segredo pelo governo dos EUA na chamada "Àrea 51" onde se diz existirem algumas naves extraterrestres capturadas pelos militares. 
Lazar alega ter trabalhado durante algum tempo (1988 a 1989) como físico numa área chamada S-4,  perto de Groom Lake, no Nevada, próximo da "Área 51", que servia como um esconderijo militar para o estudo dos discos voadores. O físico diz mesmo ter visto lá nove Discos diferentes e também fornece detalhes sobre o modo de propulsão das naves, cuja energia é gerada duma forma desconhecida ainda pela nossa Ciência.
Robert Lazar administra uma companhia de suprimentos científicos em Albuquerque, Novo México, chamada de United Nuclear e alega ter mais de "250.000 clientes satisfeitos" incluindo escolas e cientistas amadores. Porém tem sido alvo de algumas críticas por parte de seus opositores que tentam desacreditá-lo, inclusive Stanton T. Friedman, um físico e pesquisador de OVNIs que questiona sua formação e afirma que a transição de Lazar da Escola Secundária onde andou mostra que ele terminou "em antepenúltimo" lugar na sua classe", o que não quer dizer que seja "burro",  pois isso chamaram a Albert Einstein no seu tempo e ele se tornou no "Pai da Era Atómica" e da Teoria da Relatividade.
Rui Palmela.

                              ÁREA 51: O SEGREDO MAIS MAL                                                                   GUARDADO

Por Patrick J. Kiger
Em 2009, um artigo no Los Angeles Times referiu-se á Área 51 como "a instituição militar mais famosa do mundo e que oficialmente não existe". Desde a fundação das instalações nos anos 50 do século XX - num armazém de artilharia da Segunda Guerra Mundial a cerca de 130 quilómetros de las Vegas - a presença da Área 51 foi possivelmente o segredo mais mal guardado da história do secretismo. O local não consta dos mapas geológicos dos Estados Unidos da América, e as imagens da área foram apagadas das imagens de satélite governamentais mais recentes. A Força Aérea respondia às questões de civis sobre a Área 51 negando a existência de instalações com esse nome, apesar de, numa carta de 1998, os serviços terem admitido a existência de umas "instalações operacionais perto do Lago Groom Dry" que levava a cabo atividades confidenciais.
Não obstante, artigos de jornais, como o publicado no United Press em 1995 que dava conta da queda de um avião secreto na Área 51, há muito que davam conta da existência desta base secreta. E ao longo dos anos, alguns descuidos deixaram oficiais em posições bastante complicadas, tendo mesmo que anular confirmações da existência da Área 51. Um artigo da Space Review conta que em 1974, por exemplo, os astronautas que estavam na estação orbital, apontaram as suas câmaras de forma inocente para o estado do Nevada e captaram imagens da base (um memorando da CIA para o então diretor da agência, William Colby, descreve os esforços para encobrir o sucedido).
Os esforços para manter o secretismo da base tiveram um sucesso limitado. Um despacho da Agência Noticiosa Cox no ano de 1980, aparentemente baseado numa fuga de informação por parte de fontes da indústria aeroespacial, descrevia os testes de bombardeamentos de teste com B2 no local. Outras manobras foram registadas por observadores de aeronaves amadores que se concentram há vários anos no perímetro da Área 51, passando o céu a pente fino com binóculos e juntando várias peças que, gradualmente, se vão parecendo com um puzzle. Um artigo de 2005, publicado no Las Vegas Sun, traçou o perfil de Glenn Campbell, o líder de um grupo de observadores chamados Interceptors, que contavam com a presença de um construtor de modelos de aeronaves secretas à escala e um antigo engenheiro que se dedicava à investigação na área da gravidade (uma atividade que se atribuía há muito àquela zona).
Fotografias tiradas por um satélite russo e publicadas na Internet no ano de 2000 confirmaram o que observadores de aeronaves amadores, teorias da conspiração e perito em OVNIs há muito asseguravam - que o local era composto por um complexo de edifícios, um hangar gigante e uma pista onde eram realizados testes a protótipos de aeronaves da próxima geração. Essas fotografias podem ser vistas na Federação de Cientistas Americanos, algumas delas melhoradas em computador, bem como uma análise detalhada. A federação conseguiu mesmo acompanhar alguns melhoramentos feitos na Área 51, incluindo uma nova pista com 3,6 quilómetros de comprimento e mais de 40 metros de largura, aparentemente construída nos anos 90 do século XX para substituir a antiga.
Para além de testes a aeronaves experimentais dos Estados Unidos, a Força Aérea, aparentemente, também testava aviões inimigos capturados na Área 51. Um artigo da Associated Press de 1984, faz referência a um MiG-21 capturado da União Soviética que se tinha despenhado nos arredores nesse mesmo ano, tirando a vida ao general da Força Aérea que o pilotava.
Mas, independentemente daquilo que se passe dentro da Área 51, as verdadeiras atividades são com certeza muito pouco interessantes comparadas com os rumores que correm. Como um artigo do New York Times de 1996 dava conta, alguns especialistas em OVNIs sugeriam que o governo poderia estar a testar naves espaciais extraterrestres naquela zona restrita. Os rumores que corriam na Internet também asseguravam que os destroços da nave e os corpos de seres extraterrestres recolhidos na alegada queda de um OVNI em Roswell, Novo México, no ano de 1947 tinham sido levado para a Área 51 para análise. No final dos anos 80 do século XX, um homem que garantia ser um antigo funcionário da Área 51 veio a público dizer que o exército estava a desenvolver uma aeronave movida a antimatéria. O homem chegou mesmo a dar uma entrevista para um noticiário.
O estado do Nevada chegou mesmo a batizar a estrada número 375 como autoestrada extraterrestre, um chamariz para os turistas interessados neste tipo de fenómenos e que injetam muito dinheiro na economia local. A página "oficial" da Área 51, mantida pelo gabinete de turismo de Las Vegas, diz que há rumores que a Área 51 está a ser usada para a "criação de armas de energia exótica, experiências de controlo meteorológico e, ainda mais interessante, para o desenvolvimento de viagens no tempo e tecnologia de teletransporte".
Fontes:
http://www.novaera-alvorecer.net
http://natgeotv.com
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                                           Veja o Vídeo Abaixo:


                                         Fonte:Mr OviniTI UFOTM