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domingo, 15 de fevereiro de 2015

Vídeo Incrível: OVNi Enorme Derruba Míssil Americano. (SERES DE LUZ NO CONTROLE)

Militar da Força Aérea Americana que fez o vídeo confirma que foi obrigado a não comentar nada sobre o assunto. O míssil estava a mais de 22.000 km/h quando foi derrubado.
Imagens realmente incríveis, veja você mesmo, acredito sim que seres de Luz controlam todo nosso aramamento e não deixariam que o ser humano venha se utilizar de armas de Destruição em Massa (BOMBAS NUCLEARES) veja também o 2° Vídeo com relatos impressionantes.
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                                             Veja os Vídeos Abaixo:


                                              Fonte:DANIEL TAVARES


                                                Fonte:MrCrisrami

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A ULTIMA PROFECIA DE NOSTRADAMUS PARA 2014 ( VÍDEO IMPRESSIONANTE )


        EUA tenta Provocar uma Terceira Guerra Mundial com a Rússia e a China!



EUA tenta provocar uma terceira guerra mundial com a Rússia e a China e apenas seus próprios aliados impediriam, segundo o jornalista e analista político opinião Paul Craig Roberts.

"A mudança na  doutrina militar  do país, elevando o status de suas armas nucleares de dissuasão e retaliação a ataques preventivos, a construção de bases de mísseis perto de fronteiras da Rússia, e a militarização de novas tecnologias pelos EUA deixar claro ao governo russo que Washington está preparando um primeiro ataque contra a Rússia", disse o especialista em um artigo publicado pelo site Global Research. Limitado a não só a Rússia, o governo Obama encontrou um outro inimigo: a China. Washington declarou o Mar do Sul da China como uma "zona de interesse para a segurança dos EUA."


''A atitude militar agressiva de Washington em relação à Rússia e a China indica extrema confiança, o que geralmente leva a guerra ''

"É como se a China declarasse o Golfo do México, uma área de interesse para a sua segurança", disse o especialista, o deputado do Tesouro do Governo de Ronald Reagan. EUA disse que a transferência do foco estratégico para a Ásia, o que significa que 60% ​​da Marinha os EUA se move para a área de influência da China. Ao mesmo tempo, Washington não poupa recursos para manter  bases navais e aéreas  nas Filipinas, Coréia do Sul, Vietnã, Austrália e Tailândia.  
Também foi alinhada com a rival China no que diz respeito a várias  ilhas áreas e ar disputado.

''Se alguém está escrevendo a história, do regime Obama será lembrado como regime que levantou a Guerra Fria, com a conclusão do ex-presidente Reagan tentou, e se transformou em guerra aberta''

Este insinuações de um potencial que o Irã obtenha armas e alegações de que um ataque preventivo é indispensável agora adicionar ameaça nucleares não obstante do cumprimento pelo Irã com as condições do acordo internacional destinado a resolver a crise na  agenda nuclear iraniana, os EUA continua a agravar a situação ao adotar  novas sanções  contra a República Islâmica. "Se há alguém para escrever a história, o regime Obama será lembrado como regime reviveu a Guerra Fria, para ser concluída lutou tanto o ex-presidente Reagan, e tornou-se guerra aberta", disse Roberts. analista que salientou que os cidadãos americanos têm pouco, se é que tem alguma influência sobre o governo ou a compreensão de seus planos.  "Além disso, não há oposição organizada que possa representar os cidadãos que querem protestar contra o caminho que conduz a uma guerra mundial", disse ele. Assim, o analista de sua esperança no "boneco" EUA europeu e asiático, que arriscam a nenhum propósito a não ser para promover a hegemonia global dos EUA  acha que a Alemanha poderia salvar o mundo da guerra servindo ao mesmo tempo, os seus próprios interesses. "Tudo que você tem a fazer é a Alemanha sair da UE e da NATO. A aliança entraria em colapso e sua queda acabaria com a ambição hegemônica de Washington", disse.


China, Rússia desafiam o poder militar dos EUA: Hagel

Secretário de Estado John Kerry (L) eo secretário de Defesa Chuck Hagel falar antes de abordar a Conferência de Segurança de Munique.

Secretário de Defesa dos EUA Chuck Hagel, alertou que a China ea Rússia estão desafiando os Estados Unidos como eles estão investindo em suas capacidades militares.
"A maioria dos problemas de segurança persistentes e prementes para a Europa e os Estados Unidos são globais", disse Hagel durante a Conferência de Segurança de Munique, o encontro mais importante de segurança transatlântica, no sábado.
"Países como a China ea Rússia estão modernizando rapidamente suas forças armadas e das indústrias de defesa global, desafiando a nossa vantagem tecnológica e parcerias de defesa em todo o mundo", disse ele.
O chefe do Pentágono, que falava na conferência com o secretário de Estado, John Kerry, afirmou que os militares dos EUA esta se reorganizando para lidar com novas ameaças.
Ele também observou que os Estados Unidos estão expandindo suas forças armadas em todo o mundo mais do que antes.
"Atrevo-me a dizer que os Estados Unidos estão mais presentes, fazer mais coisas em mais lugares do que hoje talvez nunca", disse Hagel.
"Como nós estamos fazendo isso é diferente", disse ele. "Se essa narrativa não é chegar lá, então talvez seja por nossa culpa."
Secretário Kerry também confirmou as observações de Hagel, durante seu discurso, empurrando pacote contra as críticas de que os EUA estão se retirando do Oriente Médio e do resto do mundo.
"Eu não consigo pensar em um lugar no mundo que estão a recuar, nem um", disse Kerry.
"Estamos diante de ameaças de terrorismo e crescimento indomável no sectarismo radical e extremismo religioso", disse Kerry. "A América precisa de uma Europa forte e Europa precisa de um comprometidos e engajados América. E isso significa que, se voltar para dentro não é uma opção para qualquer um de nós. "
Kerry disse que os EUA e a Europa precisa de um renascimento transatlântico ", uma nova explosão de energia e empenho e investimento nos três raízes de nossa força:. Nossa prosperidade económica, a nossa segurança comum e os valores comuns que nos sustentam"
O presidente Barack Obama colocou o foco de Washington para a Ásia em uma estratégia conhecida como "pivot para a Ásia."
A estratégia irritou a Rússia e a China, que têm manifestado repetidamente preocupações sobre a crescente presença militar da administração de Obama na região.
Fontes:
AGB / HJ  
Actualidade RT
Edição de Imagens e texto: UFOS ONLINE


                                              Veja o Vídeo Abaixo:


                                        Fonte:Markc Cuban

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Cogumelo Atômico Sobre a Europa Serviu de Cenário Para Módulo Lunar Chinês ??


A foto acima do módulo lunar chinês causou alvoroço no fórum online Reddit, depois que um usuário reparou que a imagem do Planeta Terra usada como cenário de fundo mostra um cogumelo atômico sobre a Europa. A imagem é verdadeira, e pode ser encontrada em agências de notícias, como essa reproduzida pela INFO. A foto original, usada como cenário pelos chineses, também pode ser encontrada facilmente na internet como papel de parede, com o nome “explosão nuclear na Terra vista do espaço”. Consciente ou não, a escolha dos chineses já está causando polêmica.

                               AFP

A sonda não tripulada chinesa Chang E3 pousou neste sábado (14) na cratera lunar Sinus Iridum, o que transforma o país asiático no terceiro, após Estados Unidos e União Soviética, a conseguir uma alunissagem controlada, 37 anos e quatro meses depois da anterior.
Fonte

segunda-feira, 11 de março de 2013

ETS DESARMARAM ARMAS NUCLEARES DOS EUA E INGLATERRA

NÃO SERA PERMITIDO PELA CONFEDERAÇÃO GALÁTICA DA LUZ UNIFICADA O USO DE ARMAS NUCLEARES, TODO E QUALQUER ARMAMENTO NUCLEAR SERA DESATIVADO, NESTE PLANETA !!

Um grupo formado por seis oficiais da Força Aérea dos Estados Unidos (Usaf, na sigla em inglês) e um pesquisador de objetos voadores não identificados (ovnis) afirma que extraterrestres têm sobrevoado bases de mísseis e desativado bombas nucleares.

Segundo o site TG Daily, os sete irão apresentar um documento contendo testemunhos de mais de 120 antigos oficiais militares apontando para uma "intervenção" alienígena até meados de 2003. Aparentemente, após isso eles perderam o interesse pelas bases, continua o site.

"A Usaf tem mentido sobre os impactos de ovnis em bases nucleares na segurança nacional e nós temos provas", afirma o capitão de lançamento Robert Salas. O grupo afirma que os objetos voadores não identificados têm sobrevoado locais com armas nucleares desde 1948 e que possui documentos que comprovam isso.

Em muitos casos, os mísseis apresentaram mal funcionamento ao mesmo tempo que objetos em formato de disco voavam silenciosamente nas proximidades das bases. Outro membro do grupo, Charles Halt, afirma ter visto um objeto voador no formato de disco lançando um feixe de luz em direção à base da Real Força Aérea britânica (RAF, na sigla em inglês) em Bentwaters, na Inglaterra. Após isso, ele ouviu no rádio que a "aeronave" teria pousado em uma área de armazenamento de armas nucleares. Os ex-oficiais acreditam que os governos dos dois países "abafaram" as notícias, utilizando excelente métodos de desinformação.

Fonte: Portal Terra  

                                           Veja o Vídeo Abaixo:


                                          Fonte:TheLipTV

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

EUA queriam explodir bomba atômica na Lua em plena Guerra Fria



Documentos descobertos recentemente revelam que o governo norte-americano planejava explodir uma bomba atômica na Lua no auge da Guerra Fria para intimidar sua rival, a União Soviética (URSS).
O projeto, denominado Project A119 consistia em enviar um míssil com uma bomba atômica e lançá-lo contra nosso satélite natural, à quase 400 mil quilômetros de distância. A explosão poderia ser vista da Terra, e poderia trazer sérios danos para a Lua.

Tudo isso para intimidar os soviéticos, sendo também uma resposta para o fato da URSS ter colocado o primeiro satélite artificial em órbita, em 1957.

Uma bomba atômica foi escolhida pelos EUA ao invés de uma bomba de hidrogênio, que era a mais poderosa do arsenal norte-americano, porque era mais leve e os custos para enviá-la até lá seriam menores.

Felizmente, o plano foi abandonado devido à vários temores sobre segurança, incluindo os efeitos que a explosão traria para a Terra. O então jovem astrônomo Carl Sagan estava envolvido no projeto, sendo o responsável por calcular os efeitos que a explosão traria para o satélite natural.

Ao invés de explodir partes dela, os norte-americanos apostarem em outra ideia para vencer a Guerra Fria:  ir até a Lua, iniciando a corrida espacial, no qual os EUA saíram vitoriosos com a chegada do primeiro homem na Lua em 1969, evento que até hoje é tema de polêmicas.

Fonte: http://misteriosdomundo.com


                                           Veja o Vídeo Abaixo:                                                                                                


                                              Fonte: 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Bunkers se espalham pelo solo Brasileiro


IVAN MARSIGLIA, JUNDIAÍ, SP

Não é exatamente lugar-comum dizer que o paulista Wagner Hebling é um empreendedor de olho no futuro. Nascido em Rio Claro, no berço de uma família conhecida de dentistas, há dois anos ele pôs o diploma de odontologia de lado e trocou as obturações por perfurações mais profundas. Wagner constrói abrigos de proteção subterrâneos, resistentes a assaltos, rebeliões, guerras nucleares ou catástrofes ecológicas. “Eu procurava alguma coisa que fosse diferente e promissora”, conta ele, na sede de sua empresa, a Bunker Brasil – pioneira no atendimento de um público-alvo de todo tipo de desgraças.

Aos 41 anos, tanto Wagner quanto seu sócio, o gerente comercial José Roberto Cravo, paulistano de 56 anos formado em biologia que também optou por um meio de vida mais rentável, concordam: 2012 tem sido “um ano especial” no ramo que inauguraram. Embora ambos tenham horror a relacionar seu recém-descoberto nicho de mercado às profecias em torno do fim dos tempos – que estaria, acreditam alguns, agendado no calendário Maia para o próximo 21 de dezembro -, não puderam deixar de notar um incremento significativo nos negócios. “A procura praticamente dobrou”, contabiliza José Roberto, ressaltando que a iniciativa se mostrou viável bem antes do, por assim dizer, boom de 2012.

Foi em 2010, depois de percorrer sites e contatar empresas que fazem fortuna com esse tipo de edificação nos Estados Unidos e na Europa, que Wagner colocou na rede o seu www.bunkerbr.com praticamente sem estrutura, entocado em casa. Em menos de uma semana, o telefone tocou pela primeira vez. Meses depois, já alugava com o sócio um pequeno escritório, trocado em meados do ano passado por outro maior, no segundo andar de um prédio comercial no centro de Jundiaí.

Na nova sede, têm a conveniência de estarem a poucos degraus da empresa de engenharia que desenha os projetos executivos e toca as obras dos abrigos e do escritório de importação e exportação, que traz – sobretudo dos EUA e da Suíça, países líderes nesse tipo de tecnologia – equipamentos como filtros de ar atmosférico, portas de aço revestido, baterias de longa duração e alimentos liofilizados ou com grande prazo de validade.

Não se trata de um mero puxadinho de emergência. Um bunker básico com 75 m², feito para acomodar uma família de seis a oito pessoas, não sai por menos de R$ 300 mil. Já para os subterrâneos de alto padrão, bem equipados e imunes a bombardeios e contaminação por radioatividade, agentes químicos ou armas biológicas, o céu é o limite: excedem facilmente o R$ 1 milhão. Além de quartos, banheiros e cozinha, alguns têm salas de estar e de lazer. Podem estar a vários metros abaixo do nível do solo e têm sistemas elétrico, hidráulico e de comunicação por telefone, internet e rádio independentes dos da residência principal.

Os empresários dizem ter construído, mobiliado e entregue, prontos para morar, três abrigos – dois em São Paulo e um no Paraná. Mas trabalham atualmente em outros 60 projetos espalhados pelo País, na maior parte dos casos em cidades do interior, um deles planejado para acomodar confortavelmente 110 pessoas de uma mesma comunidade. “A área urbana é a menos indicada para a permanência em caso de desastre”, explica Wagner. “E também para esse tipo de construção, por questões técnicas e de privacidade do cliente.” A discrição é a alma do negócio de proteção de vidas: pouca gente quer exibir as entranhas de seu patrimônio ou seus temores mais íntimos à curiosidade pública.

O bunker do best seller. Quem se exibiu – fora do Brasil, diga-se – foi o escritor Paulo Coelho em novembro do ano passado, ao abrir seu apartamento na Suíça para o programa de Ana Maria Braga. No melhor estilo Caras, desceu de elevador com ela e o câmera do Mais Você os 100 metros de subsolo no edifício onde mora, na cidade de Genebra. “Olha a porta, puro concreto armado”, diz o mago no vídeo, que pode ser visto no YouTube. “Mas guarda-se o quê aí?”, pergunta a apresentadora. “Guardam-se vidas”, ri o mago, “Isso se chama paranoia suíça. Estou te dando as boas-vindas a um abrigo antiatômico!”

Seja por paranoia ou por previdência, abrigos nucleares são coisa séria na terra onde se refugia nosso maior best seller. O país é o único no mundo capaz de acomodar sua população inteira em bunkers em caso de ataque ou uma nova guerra mundial. Segundo informações do site SwissInfo, da Sociedade Suíça de Radiodifusão, em 2006 já havia cerca de 300 mil bunkers em residências e edifícios comerciais e 5.100 abrigos públicos, com capacidade total para 8,6 milhões de pessoas (na sequência vêm Suécia e Finlândia, com 7,2 e 3,4 milhões de lugares protegidos, respectivamente 81% e 70% da população). Isso porque desde 1963 a Lei Federal Suíça sobre Proteção Civil obriga proprietários a construir refúgios em todos os prédios novos.

Os primeiros bunkers da Europa remontam à 2ª Guerra Mundial, mas sua produção ganhou impulso e sofisticação no pós-guerra. A despeito da diplomacia sempre cautelosa de Genebra, havia naqueles anos de Guerra Fria o temor generalizado de uma hecatombe nuclear. Uma campanha lançada na época tinha como slogan: “A neutralidade não dá garantias contra a radioatividade”. Em 2005, um projeto apresentado no parlamento suíço tentou suspender a obrigatoriedade por considerá-la “uma relíquia do passado”, que encarecia enormemente as construções. Mas o governo manteve a política, alegando a existência de novas ameaças, como o terrorismo, as catástrofes naturais e as epidemias.

Nos EUA, onde a indústria de construção de abrigos de proteção para tornados é grande na área rural, um comercial de TV da Fema, a agência governamental de prevenção de catástrofes, causou polêmica entre os que criticam a chamada “cultura do medo” no país. Com imagens de uma família e seu pertences voando dentro de casa, uma narração sombria entoava frases do tipo: “E se a vida, da maneira que você a conhece, virar de cabeça para baixo?” No fim da propaganda, a inscrição www.ready.gov leva o temeroso internauta americano a um site que o ensina desde manter um kit de sobrevivência com mantimentos, água e remédios sempre à mão até dicas de “como tomar conta de seu pet em caso de desastre”.

Temporada no fim do mundo. A iniciativa privada, como seria de se imaginar, não deixou passar as oportunidades financeiras trombeteadas pelos profetas de 2012. A empresa Terravivos oferece vagas para uma temporada de conforto no fim do mundo em bunkers coletivos ao custo de US$ 75 mil por pessoa. Depois do tsunami que varreu o Japão em março do ano passado, com direito a vazamento de radiação da usina de Fukushima, o CEO da Terravivos, Robert Vicino, declarou ter recebido centenas de pedidos de reservas – confirmadas apenas mediante o pagamento de um depósito de US$ 5 mil. Na Espanha, uma reportagem da BBC registrou a criação do autodenominado “Grupo de Sobrevivência da Espanha 2012″, com 180 associados que exigem das autoridades um “lugar ao solo”.

O Brasil, recém-chegado ao posto de sexta economia do mundo, não poderia ficar atrás no ramo do empreendedorismo apocalíptico. Tem, no entanto, suas peculiaridades. Um fazendeiro encomendou um bunker depois de ver sua propriedade invadida duas vezes por sem-terra. Para se proteger, diria o poeta, debaixo da terra que não queria ver dividida. Outro, inspirado quem sabe na abertura para visitação do famoso bunker de Tessin, no norte da Alemanha – que chegou a ser ocupado por 300 militares em 1945 -, imagina criar um “bunker temático” para receber hóspedes de sua pousada interessados em experiências, digamos, mais profundas.

Wagner e José Roberto confessam que, apesar do adiantado da hora até 21 de dezembro, ainda não providenciaram seus bunkers pessoais. “Estamos juntando recursos para isso”, diz o gerente, abrindo um sorriso. Com o final do ano anunciando cada vez mais trabalho, os dois acham que é hora de ganhar, e não de gastar dinheiro. Para descansar, como diz o ditado, eles têm o sono eterno.

Fonte: O Estado de São Paulo Online