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segunda-feira, 2 de abril de 2018

ALERTA GLOBAL - África começa a se dividir em "Dois Continentes"

O continente africano vai se dividir em dois. A Somália, metade da Etiópia, o Quênia, a Tanzânia e parte de Moçambique irão se separar para formar um novo continente. Isso vai acontecer daqui a milhões de anos – mas já começou.

As discussões na comunidade científica sobre a forma como o continente africano se divide em dois continentes foram reavivadas depois de, no dia 19 de março, ter aparecido no Quênia uma gigantesca fissura, que rasgou ao meio um vale e cortou uma estrada importante da região do Narok, no oeste do país.
A enorme fissura, com vários quilômetros de comprimento, tem cerca de 15 metros de profundidade e mais de 20 de largura, mas não é o primeiro fenômeno desse tipo que se manifesta no continente africano. Há dezenas ou centenas de pontos fracos ao longo do chamado Grande Vale do Rift, que atravessa o continente do Chifre de África, na Somália, até Moçambique.

A formação, também conhecida como Vale da Grande Fenda, é um complexo de falhas tectônicas criado há cerca de 35 milhões de anos com a separação das placas tectônicas africana e arábica, e se estende por cerca de 5 mil km no sentido norte-sul, com largura que varia entre 30 e 100 km e uma profundidade de centenas a milhares de metros.

Segundo o jornal local Daily Nation, o Quênia, atravessado pelo Grande Vale do Rift, está literalmente se partindo ao meio, e a profunda fissura de março em Narok “é apenas o começo“.

A fissura apareceu na zona com menor atividade sísmica do país. Segundo explicou ao jornal italiano La Vanguardia a geóloga Sara Figueras Vila, do Instituto Cartográfico e Geológico da Catalunha, “o último tremor importante nessa região aconteceu em 1928, com uma magnitude de 6.9 na Escala Richter”. Desde então, praticamente não houve atividade sísmica, assegura a geóloga.

O aparecimento da fissura sem que tenha ocorrido recentemente nenhum terremoto é um evento inesperado e preocupante. Mas segundo explica ao Daily Nation o geólogo queniano David Adede, o fenômeno poderia ter a ver com atividade tectônica e vulcânica passada na região.

No fundo do vale se encontra o vulcão Suswa. Nas proximidades, Monte Longonot. Os dois vulcões poderiam ser responsáveis por inúmeras falhas vulcânicas ocultas ao longo do território queniano do Grande Vale do Rift.

“Apesar de a fissura ter permanecido inativa no passado recente, do ponto de vista da atividade tectônica, poderia haver movimentos em profundidade que criam pontos frágeis, que se estendem até a superfície”, diz Adede.

“Essas zonas frágeis formam linhas de falha e fissuras que normalmente são preenchidas com cinzas vulcânicas. As fortes chuvas que recentemente assolaram a região poderiam ter levado as cinzas, ajudando a descobrir a fissura”, explica o geólogo.

Mas o fato de a região estar sob em duas placas tectônicas que divergem lentamente em direções opostas teria consequências inevitáveis.

Inevitavelmente, um novo continente
Dentro de 10 milhões de anos, quatro países do Chifre de África – a Somália, metade da Etiópia, o Quênia e a Tanzânia, além de uma parte de Moçambique, irão sem dúvidas se separar do resto do continente africano e formar um novo continente.

O processo, estimam os geólogos, estará concluído em cerca de 50 milhões de anos: a chamada “placa Somali” terá se tornado um continente novo por completo, separada da irmã maior, a “placa Núbia”, por um oceano novo.
Segundo um estudo de 2009, realizado por cientistas da Universidade de Rochester, no Reino Unido, o processo parece ter tido início em 2005, com o aparecimento na Etiópia de uma fissura de mais de 60 quilômetros após a erupção do vulcão Dabbahu. A falha não parou mais de crescer, e mais de uma dezena de novas falhas apareceram.

Desde então, a teoria de que África vai se dividir em dois continentes ganhou bastante popularidade na comunidade científica, mas nem todos estão de acordo.

Em entrevista recente à NTV Kenya, o sismólogo queniano Silas Simiyu sustenta que a fissura de Narok não é uma falha vulcânica, mas apenas resultado das abundantes chuvas registradas na região. “As camadas de terra assentaram devido às chuvas e encheram os canais subterrâneos de água”, diz o cientista queniano.

Mas Lucia Perez Diaz, do Grupo de Pesquisa da Dinâmica de Falhas da Universidade de Londres, não tem dúvidas. Em termos práticos, as duas placas do continente africano estão se separando, diz a geóloga ao The Conversation. E as fissuras recentes no leste do Grande Vale do Rift são um exemplo de que isso já acontece.

Após um dramático processo, durante 50 milhões de anos, teremos então inevitavelmente algo como a Grande Núbia e o Chifre de África. Mal podemos esperar.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Seres Extraterrestres Visitaram a Tanzânia 29.000 Anos Atrás

No passado distante, os seres não-humanos misteriosos, visitaram a Tanzânia, leste da África. Os moradores viu-os e assim por ter registrado sua presença para as gerações futuras, através de algumas pinturas. Estas pinturas estão localizados no alto das colinas de Kondoa e representam o diário de eventos relativos visitação extraterrestre que ocorreu 29.000 anos atrás.
As pinturas de Kondoa Irangi na rocha, são uma série de cavernas esculpidas na encosta de uma colina com vista para o deserto, cerca de nove quilômetros a leste da estrada principal que vai de Kondoa em Arusha, cerca de 20 km ao norte de Kondoa, em Tanzânia. Como mencionado acima, as cavernas antigas, formado por falésias que por vezes são salientes e são decorados com pinturas pré-históricas (pinturas conhecidas Irangi Kondoa Rock), muitos dos quais retratam seres misteriosos de origem extraterrestre e objetos em forma de disco voador.

Imagem de seres misteriosos, na arte rupestre milenar da Tanzânia. 
Direitos autorais © MessageToEagle.com

Muitos destes seres são seres com cabeças grandes e corpo esbelto retratado, mas sua estatura é muito baixa. Outros seres descritos nas pinturas, têm uma aparência completamente diferente; Eles são altos, com longos cabelos, mãos e pés. Mais surpreendente é o terceiro estilo nas pinturas de Tanzânia, representando figuras extremamente altas - (? Gigantes).
Até mesmo naves espaciais  são descritos nestas arte rupestre milenar e são muito semelhantes aos UFOs dos tempos modernos. De acordo com a antropóloga Mary Leakey, poderia ser árvores ou "seres míticos" ou ter algum significado que nos escapa ", como ela escreveu em seu livro fascinante "África Fuga arte: as pinturas rupestres da Tanzânia".

Naves espaciais UFO-como são descritas nestas arte na rocha secular, e são muito semelhantes aos dias de hoje UFO

"Pode haver alguma" mascarada humana "ou seres mitológicos?" De acordo com o Dr. Leakey, "ainda é difícil dar uma explicação adequada, uma vez que as pinturas antigas são muito complexas, de fato, tenho notado, por exemplo, que muitos seres descreveram apenas quatro polegadas de comprimento. Assim, o mistério permanece. "
Entre muitos outros símbolos enigmáticos vistas sobre as falésias, existem, por exemplo, "apenas" e círculos, linhas radiantes. No entanto, para muitos de nós, estes desenhos pré-históricos mostram visitas alienígenas que ocorreram uma ou mais vezes na região da África Oriental, milhares de anos atrás.
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                                              Veja o Vídeo Abaixo:


                                            Fonte:Sand & Safari Company