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quinta-feira, 17 de março de 2022

O FBI Desclassificou Um Relatório “Confirmando” A Existência De Alienígenas Gigantes

O FBI desclassificou dados relativos a vários OVNIs e seres “multidimensionais” em um documento de quase 70 páginas escrito por um professor não identificado em 1947. O relatório foi publicado pela edição britânica do Daily Star.

Informações desclassificadas pelo FBI
O memorando 6751 é um documento dos EUA datado de 8 de julho de 1947 que foi desclassificado e divulgado ao público dos arquivos do FBI. O memorando reconhece a existência de presença alienígena.

O ex-oficial do FBI John DeSouza, autor de The Extra-Dimensionals: True Tales and Concepts of Alien Visitors aponta para o memorando como um documento significativo na ufologia.

O documento garante que uma situação gravíssima em relação aos discos voadores pode se desenvolver a qualquer momento o que sugere que isso pode causar pânico e desconfiança das pessoas em relação aos alienígenas.

A fonte anônima também explica como funcionam os discos voadores. Ele menciona que alguns dos discos são pilotados, outros são controlados remotamente.
 
O autor do material também afirma que a missão desses OVNIs é pacífica, mas que eles têm a capacidade de se defender contra armas humanas de diferentes maneiras.

O relatório afirma que os viajantes são semelhantes a humanos, mas muito maiores, “aviões” em forma de disco voadores com algum tipo de energia radiante ou relâmpago que destruiria rapidamente qualquer intruso.

Observando a capacidade de manobra insuperável desses objetos um professor não identificado garante que os alienígenas são capazes de entrar no corpo etérico à vontade desaparecendo da visão humana.

Inconsistências de informações
Embora muitas das informações contidas neste documento sejam extremamente detalhadas, existem algumas inconsistências.

Em primeiro lugar a ausência do nome do autor, embora afirme ter vários diplomas e que foi chefe de um departamento universitário. Outro fato é que o FBI preparou o documento e não é o original que está sendo investigado.
 
Ao contrário das primeiras histórias de Roswell, este arquivo se refere a “seres vivos muito maiores que humanos”. Além disso eles supostamente podem viver em outra dimensão em outro mundo.

No entanto o autor do artigo nunca mencionou como coletou todas as informações. Deste ponto em diante todos os detalhes do memorando 6751 são confusos.

Para Ampliar Clique na Imagem Acima

Infelizmente as 66 páginas restantes não estão disponíveis. O portal de notícias Film Daily por sua vez contou sobre outra descoberta fascinante que está relacionada embora não documentada.

Alegadamente há 10 anos o FBI desclassificou o documento de 70 páginas e o colocou no The Vault. A publicação garantiu que os dados foram desclassificados em 2010.

Até o momento a NASA e outras agências espaciais têm sido céticas em relação aos estudos de quaisquer anomalias ou estruturas formadas artificialmente que tenham sido fotografadas em voos espaciais. Com o que o famoso astrônomo Avi Loeb, que se voltou para pesquisadores de OVNIs há algum tempo não concorda.

“A ciência não deve descartar possíveis explicações extraterrestres por causa do estigma social ou preferências culturais que não levam a um método científico de pesquisa empírica e imparcial.

Agora devemos ousar olhar através de novos telescópios literal e figurativamente”, disse o físico teórico israelense-americano.

Assim o cientista está fazendo todo o possível para encontrar evidências de vida alienígena. Um exemplo de seu trabalho é o projeto Galileo com a modernização dos telescópios existentes.
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domingo, 2 de setembro de 2018

Conheça o Hacker que invadiu os Computadores do Pentágono e da NASA, Confirmando a existência de Seres Alienígenas e a Relação com Militares!!

O nome Gary McKinnon soa familiar para você? Caso você não se lembre de ter ouvido falar a respeito desse cara, ele é um escocês que, em 2002, se viu envolvido em uma baita confusão que quase resultou com ele sendo extraditado aos EUA e condenado a passar a vida na prisão pela justiça norte-americana.

Gary era um administrador de sistemas — o que significa que ele trabalhava com TI e era responsável por lidar com redes, servidores e coisas do gênero — que, nas horas vagas, curtia hackear computadores mundo afora.

Então, um belo dia, no ano de 2001, o mesmo em que aconteceram os ataques terroristas às Torres Gêmeas em Nova York, Gary resolveu invadir algumas máquinas do Governo Norte-Americano — e acabou perpetrando o que mais tarde ficou conhecido nos EUA como o maior ataque a computadores militares de todos os tempos.

Ataque digital
McKinnon ganhou acesso a nada menos do que 97 computadores do Pentágono, do Exército, Marinha e Aeronáutica dos EUA, do Departamento de Defesa e até da NASA. Durante pouco mais de um ano, aprontou horrores com as máquinas.

Gary hackeou uma rede militar com 2 mil computadores e deletou arquivos dos sistemas operacionais, fazendo com que toda a rede caísse por mais de 24 horas, e também apagou registros de armas necessários para o suprimento de munições para a frota da marinha no Atlântico, por exemplo. Ele também acessou uma rede militar composta por 300 máquinas e tornou sua rede inoperável.
O pior é que tudo isso aconteceu no período imediatamente anterior e pouco depois dos ataques de 11 de setembro. De acordo com o Governo dos EUA, o escocês ainda deixava mensagens ridículas e “antiamericanas” e causou danos que, na época, foram estimados em US$ 700 mil. Gary, evidentemente, tirou muita “gente grande” do sério e acabou sendo pego em 2002.

O hacker foi seguido e preso por uma unidade de crimes cibernéticos do governo britânico e, depois, acusado pelos EUA — passando a ser perseguido por 14 Estados norte-americanos por 8 acusações. O escocês ganhou liberdade condicional e, durante esse período, foi proibido de usar qualquer computador com acesso à internet, era obrigado a se apresentar às autoridades britânicas diariamente e não podia deixar sua casa à noite.
Em 2005, o governo norte-americano entrou com um pedido de extradição, e Gary enfrentou uma longa e árdua batalha judicial para não ser enviado aos EUA — onde podia ser condenado a 70 anos de prisão. Então, em 2012, após vários percalços, a extradição foi bloqueada e, de lá pra cá, o hacker reinventou sua carreira e atua como uma espécie de “guru” da otimização para mecanismos de pesquisa. Calma, agora vem a parte mais interessante!

Revelações bombásticas
Durante o período em que invadia os computadores norte-americanos, o escocês bisbilhotou um bocado e teve acesso a inúmeros documentos sigilosos. De acordo com Gary, sua maior motivação para invadir os computadores norte-americanos foram as alegações — ou teorias da conspiração — de que o Governo dos EUA, assim como os de outros países, escondia informações vitais sobre a existência de seres alienígenas e naves de origem extraterrestre.
As razões de se manter tudo em segredo, como você já deve ter ouvido falar, seriam que a população mundial ainda não está preparada para saber que a civilização humana vem sendo monitorada por criaturas de outros planetas há séculos. Algumas teorias se apoiam na ideia de que a “verdade” poderia gerar o pânico e levar ao caos em escala global, enquanto outras afirmam que os governos fizeram alianças militares e para troca de tecnologias com os aliens.

Gary se inspirou em inúmeros depoimentos de antigos militares e funcionários do governo norte-americano para fazer suas invasões. Um deles pertencia a uma mulher chamada Donna Hare, que havia trabalhado para a NASA e revelou que viu funcionários do Edifício 8 do Centro Espacial Johnson, no Texas, editarem imagens capturadas por satélite antes de elas serem divulgadas publicamente pela agência espacial.
Segundo Hare, ela teria visto imagens da NASA que mostravam estruturas alienígenas imensas no lado oculto da Lua, assim como naves pousadas ou sobrevoando a superfície lunar. Pois os computadores do Edifício 8 foram um dos alvos de Gary, e ele contou aos quatro ventos que se deparou com documentos bem interessantes durante suas aventuras cibernéticas.

A verdade está lá fora?
De acordo com Gary, foi surpreendente fácil ganhar acesso aos computadores da NASA. Neles, ele encontrou arquivos em alta resolução que já haviam sido processados digitalmente, mas muitos originais também. Além disso, um pouco antes de ser preso, o hacker revelou que se deparou com uma foto que mostrava uma estrutura de grandes dimensões em formato cilíndrico ladeada por um par de domos que havia sido flagrada sobre o Hemisfério Norte.
O escocês ainda contou que teve acesso a planilhas da Marinha que detalhavam o transporte de cargas entre estações espaciais tripuladas por oficiais não terrestres da Força Aérea norte-americana, assim como a listas com nomes de 30 desses militares “não terrestres” e suas respectivas patentes. Gary explicou que não acreditava que o Exército dos EUA empregava aliens, mas sim que as informações se referiam a oficiais que estavam em bases espaciais.

O hacker também disse que acreditava que os EUA contam com naves de guerra em órbita e, além disso, surgiram rumores de que Gary teria revelado como duas delas se chamam: USSS LeMay e USSS Hillenkoetter. E você reparou que os nomes são precedidos pelas iniciais “USSS”?
                                                            General Curtis LeMay

Normalmente, os nomes das embarcações da Marinha norte-americana são precedidos pelas letras USS, de United States Ship (ou Navio/Nave dos Estados Unidos em tradução livre); no caso do terceiro “S”, surgiram especulações de que ele poderia representar a palavra Space — ou seja, a sigla seria um acrônimo de United States Space Ship ou Nave Espacial dos Estados Unidos.
                                                      Almirante Roscoe Hillenkoetter

Além disso, os nomes LeMay e Hillenkoetter também seriam significativos, já que os dois teriam sido tomados “emprestado” do General Curtis LeMay e do Almirante Roscoe Hillenkoetter — ambos envolvidos de alguma forma com boatos ou investigações relacionadas com fenômenos OVNI. Conforme explicou Gary, é possível que as informações não passassem de um jogo ou algo parecido, mas... Que elas eram estranhas, isso eram!

Controvérsias
Além de Gary McKinnon ter cometido crimes graves — e de ter mexido com quem não devia! —, o hacker ainda fez revelações pra lá de polêmicas. O problema é que, infelizmente, não existem provas físicas que comprovem que ele realmente viu o que garante ter visto nos computadores da NASA e do Exército dos EUA.
O escocês alega que, enquanto tentava fazer o download da tal imagem do OVNI, sua conexão — discada e de lentíssimos 56K — caiu quando apenas dois terços do arquivo haviam sido baixados. Já as planilhas e demais documentos teriam sido confiscados juntamente com o computador do hacker antes que ele tivesse tempo de fazer uma cópia de segurança.

Evidentemente, as declarações de Gary dividiram — e até hoje dividem — opiniões e, enquanto existem aqueles que acham que ele não passa de um maluco mentiroso, outros estão convencidos de que o escocês foi duramente perseguido por tentar expor a verdade. E você, caro leitor, o que acha?
Fonte
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sábado, 29 de julho de 2017

NASA publica Fotografias Confirmando a Manipulação do TEMPO (H.A.A.R.P)?

NASA publica Fotografias confirmando a manipulação do tempo.Todos somos conscientes de que está acontecendo no céu algo muito raro. Torna-se cada vez mais calor, avistamos formações de nuvens muito suspeitas.NASA divulgou fotos onde você pode ver claramente NUVENS com formas retangulares e quadradas junto com formações naturais. Assistimos filmes de ficção onde a informação é revelada subliminarmente, equipamentos que podem realmente alterar o tempo.

HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica
Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.
Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).
Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

Por que no Alasca?
A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.
Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons
Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.
A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica
Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.
O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo
Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.
Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.
Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.
As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?
O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.
Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações
Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projeto.

Arma geofísica: a denúncia russa
E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.
Vladimir Putin

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.
Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti
Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.
Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.
Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Bloqueio militar
Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.
Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.
Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.

Controle mental
Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.
Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.
Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Nota sobre as teorias conspiratórias
É necessário lembrar que estas teorias são originadas em fontes que, muitas vezes, não possuem informações concretas sobre os assuntos tratados. Logo, a utilização delas neste artigo possui fins ilustrativos e não devem ser encaradas com verdades absolutas.

Pura ficção?
No desenho G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projeto em uma arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.
Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.
Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada em uma antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.
Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão sendo utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projeto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.
.....
O que você pensa sobre tudo isso? Será mesmo que as intenções do governo americano são baseadas nos estudos dos benefícios da ionosfera para as comunicações ou isso é apenas álibi para pesquisas sobre armas geofísicas? Deixe um comentário contando o que pensa sobre este poderoso projeto situado no Alasca.
Fonte
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                                               Veja o Vídeo Abaixo:



                                            Fonte:Verdad Oculta