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quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

O FIM DO MUNDO ESTA PRÓXIMO? ANIMAIS "ANDAM EM CÍRCULO AGORA NO ORIENTE MÉDIO"

O fim do Mundo? A verdadeira razão pela qual os animais correm em círculos.Eles revelam o verdadeiro motivo pelo qual os animais circulam sem parar e que se tornaram virais nas redes sociais.

Atualmente um vídeo de ovelhas andando em círculo durante a noite se tornou viral . Ao ver isso muitas pessoas ficaram apavoradas com o motivo que as levaria a fazer esse comportamento estranho; Porém, essa não é a única espécie que já teve esse comportamento incomum, então especialistas se encarregaram de investigar e nos explicar o real motivo pelo qual os animais correm em círculos.

A razão pela qual os animais andam em círculos.Saiba o real motivo dos animais se comportarem assim.Créditos: Twitter.

O misterioso vídeo foi partilhado há vários dias via Twitter pelo jornal estatal chinês People's Daily e mostra dezenas de animais a dar voltas e mais voltas numa quinta localizada na região da Mongólia, no interior da China. A postagem que acompanha o vídeo misterioso afirma que as ovelhas são saudáveis, e um especialista sugere que também pode haver uma razão muito natural para o comportamento delas.


No entanto, outras gravações também se tornaram virais nas redes onde orcas, cavalos, peixes e até lagartas se comportam de maneira estranha e que para muitos usuários pode ser desconhecido, paranormal ou um prenúncio de algo ruim que pode acontecer no mundo.

Por que os animais circulam? Créditos: Twitter.

Por que os animais andam em círculos?
“Parece que as ovelhas ficam no curral por longos períodos de tempo e isso pode levar a um comportamento estereotipado com repetidas voltas devido à frustração de estar no curral limitado”, disse Matt Bell, professor do Departamento de Agricultura da University of Hartpury, em Gloucester, Inglaterra, para a Newsweek.

Segundo o Manual Veterinário Merck o comportamento social das ovelhas é dominado pela mentalidade de rebanho que controla os movimentos dos animais e protege os seres vivos dos predadores, levando-os a fugir do perigo como um grupo. Essa rara atitude não é exclusiva das ovelhas e pode ocorrer em outras como cavalos e orcas.

As ovelhas estão doentes? Especialistas explicam teorias
Alguns especularam que o comportamento dessas ovelhas também pode ser causado por uma doença bacteriana chamada listeriose, mais conhecida como "doença circular", que é transmitida por alimentos, solo ou fezes de animais contaminados. Esta doença causa os seguintes sintomas:

Depressão.
Febre.
Perda de apetite.
Paralisia parcial.
Comportamento de andar em círculo.

Geralmente esta doença causa a morte de animais infectados em 48 horas então NÃO explica como as ovelhas na China continuam andando em círculos por 16 dias; Além disso as ovelhas não são as únicas surpreendidas andando em círculos, usuários nas redes sociais têm inundado vídeos de diversos animais fazendo o mesmo, como renas, cavalos, peixes e até orcas.

ANIMAIS ANDAM EM CÍRCULO AGORA NO ORIENTE MÉDIO
De repente um rebanho de ovelhas começou a andar em círculos na Jordânia (Oriente Médio)

Muitos animais continuam a andar em círculos e este tema está a tornar-se cada vez mais viral nos noticiários e nas redes sociais.


Algo grandioso esta por acontecer, pois nem especialistas conseguem resolver este Mistério no Mundo.
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domingo, 17 de junho de 2018

URGENTE! 21 Junho de 2018, Papa Francisco prepara ecumenismo para o ANTICRISTO, O FIM DO MUNDO "A Bíblia diz que o mundo chegará ao fim em 24 de junho de 2018"

Papa Francisco dia 21 de junho em Genebra
O Santo Padre visita o Conselho Mundial de Igrejas, nascido em Amsterdã em 1948, e que representa mais de 500 milhões de cristãos em todo o mundo.
Cidade do Vaticano

O Papa Francisco irá no próximo dia 21 de junho a Genebra para uma visita ao Conselho Mundial de Igrejas, organismo que reúne 348 Igrejas protestantes, luteranas, anglicanas, ortodoxas. Foi o que confirmou aos microfones de Vatican News, Olav Fykse Tveit, secretário geral do Conselho Mundial de Igrejas.

Está em andamento na Sala de Imprensa da Santa Sé a apresentação das iniciativas para as celebrações dos 70 anos do Conselho Mundial de Igrejas. Participam da coletiva de imprensa Olav Fykse Tveit e o cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

O Conselho Mundial de Igrejas, nascido em Amsterdã em 1948, representa mais de 500 milhões de cristãos em todo o mundo. A Igreja Católica participa como “observadora” e é membro a pleno título da Comissão “Fé e Constituição”.

Os objetivos prioritários deste organismo são os de caminhar em direção a uma unidade visível da Igreja e de ser no mundo instrumento de reconciliação. Os membros fundadores deste organismo são provenientes principalmente da Europa e da América do Norte. Mas hoje a maior parte das Igreja se encontra na África, Ásia, Caribe, América Latina, Oriente Médio e Oceania.(FONTE)

A Bíblia diz que o mundo chegará ao fim em 24 de junho de 2018

O ano novo está em pleno andamento e assim como sempre acontece, surgem as inúmeras e recorrentes teorias da conspiração. As previsões indicam que, aparentemente, todos nós seremos eliminados este ano, então não faça planos para um futuro muito distante. No entanto, a diferença é que desta vez a previsão não foi lançada por um "psíquico" da mídia, pois a fonte da informação sobre o apocalipse vem diretamente da Bíblia e é exatamente isso o que preocupa a muitos.


Por mais que as escrituras sagradas tenham sido estudadas meticulosamente por muitos séculos, só agora um homem descobriu que o ser humano será extinto no dia 24 de junho deste 2018, exatamente a data que muitos acreditam ser a do nascimento de Jesus Cristo. O caso vem repercutindo tanto que, aparentemente, os americanos sequer vão comemorar o dia da Independência em 4 de julho deste ano.(FONTE)

Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo” (Mateus 24:3). Com estas palavras, os discípulos de Jesus Lhe pediram para dizer quais os eventos ou as condições que marcariam a época de Seu retorno.

Jesus explicou que alguns sinais de que seu retorno era iminente seriam inconfundíveis. Ele declarou que do mesmo jeito que as folhas da figueira caindo indicam a proximidade do verão, “igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que Ele [Cristo] está próximo, mesmo às portas” (versículos 32-33).

Em Sua Palavra, Deus nos dá uma descrição ampla e sequencial dos eventos proféticos. Alguns detalhes ainda estão além de nosso entendimento nesse ponto da história humana. Contudo, entre as várias profecias que se cumprirão próximo ao retorno de Cristo, estão acontecimentos importantes e condições que podem ser confirmados e identificados na história.

Primeira condição: A capacidade do homem em extinguir a vida existente
A primeira destas profecias diz respeito a uma condição específica que surgirá somente quando o fim dos tempos estiver se aproximando. Cristo disse a Seus discípulos que no fim dos tempos “haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá. E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias” (Mateus 24:21-22, grifo nosso).

Jesus alertou que chegará um tempo que a capacidade de destruição do homem será tão grande que toda a vida poderá ser destruída na Terra. Está é a razão desse tempo de “tribulação tão grande” ser tão terrível e não ter precedentes na história humana.

O ser humano tem travado guerras desde os tempos remotos, mas nunca antes teve a capacidade—com pedra e pau, arco e flecha, canhão e armas automáticas—de destruir toda humanidade e cumprir esta profecia. Essa situação mudou em 1945 com a detonação das primeiras armas nucleares. Hoje, como temos milhares de armas nucleares disponíveis, o ser humano tem a assombrosa capacidade de destruir inúmeras vezes toda a vida humana do planeta.

Esta circunstância nunca existiu na história até o final do século vinte. Antes, não havia a possibilidade de se destruir toda a vida da Terra. Cristo predisse que, se lhe fosse permitido, era exatamente isso que o ser humano faria. Esta é umas das razões que Jesus tem que intervir para salvar a humanidade.

Segunda condição: A Israel moderna
A segunda condição que deve haver antes da volta de Jesus Cristo é a existência da moderna nação de Israel.

As profecias nos livros de Joel, de Zacarias e em outras partes da Bíblia indicam uma presença organizada e significante de Judeus antes da segunda vinda de Cristo. Daniel 12:11 mostra que os sacrifícios rituais serão restaurados e depois impedidos antes do retorno de Cristo. O próprio Jesus alertou sobre isso: “Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo … então, os que estiverem na Judeia, que fujam para os montes” (Mateus 24:15-16).

A abominação da desolação, descrita várias vezes nos capítulo de Daniel 8 a 12, descreve a violação dos sacrifícios e o lugar santo em Jerusalém. Para que essa profecia se cumpra é preciso que haja pelo menos um altar num “lugar santo”, se realmente um templo não for construído.

Em Esdras 3 vemos, depois da destruição do primeiro templo, que os judeus voltaram a oferecer sacrifício no lugar apropriado, décadas antes do segundo templo ser construído. Um renascimento atual do sistema de sacrifício seria, portanto, possível sem a necessidade de se construir um templo.

Antes do século vinte, isto parecia impossível. Por mais de dois mil anos, os judeus tinham sido dispersos e o Império Turco-Otomano estava controlando toda a região. Os judeus não tinham qualquer poder militar para retornar à sua terra. No entanto, isso aconteceu. Uma vez que a jovem nação foi formada em 1948, ainda pareceu que os judeus nunca iriam controlar toda a Jerusalém. No entanto, na Guerra dos Seis Dias de 1967, Israel tomou posse da cidade dividida.

Seria impossível para a profecia de Cristo ser cumprida, se os árabes e os turcos continuassem dominando toda a cidade. Quando Israel assumiu o controle de Jerusalém em 1967 , isso ajudou a definir o cenário para esta profecia também poder vir a ser cumprida.

No entanto algumas—das circunstâncias necessárias para o cumprimento desta profecia de Cristo ainda não existem. O governo de Israel, numa tentativa de diminuir as tensões religiosas, decidiu que o Monte do Templo—a área do templo onde eram realizados os sacrifícios de animais—deveria permanecer sob o controle Islâmico. Mas desde 1989 esforços organizados foram iniciados para preparar a construção do templo. Vários grupos judaicos já se organizaram publicamente para realizar este plano.

Até o momento, apenas uma minoria relativa de judeus acreditam que é sua responsabilidade reconstruir um templo sem a intervenção direta de Deus. A atual Israel é muito secular (não religiosa); seria necessário um aumento dramático no fervor religioso para despertar apoio suficiente para iniciar a restauração do templo ou renovação dos sacrifícios.

Atualmente, assim está a situação. Sem dúvida, a situação pode mudar rapidamente por causa do clima político instável no Oriente Médio.

Terceira condição: um novo poder no cenário mundial
A terceira condição diz respeito à restauração do Império Romano, profetizado em todo o livro de Daniel e Apocalipse.

O profeta Daniel, interpretando o sonho de Nabucodonosor de uma imagem colossal, falou de uma série de “reinos” que se levantariam no cenário mundial. O primeiro desses “reinos” era o Império Babilônico, governado por Nabucodonosor (Daniel 2:28-38). Depois dele, viriam outros três reinos (versículos 39-40). Em ordem, esses quatro reinos foram o babilônico, o medo-persa, o grego e o império romano.

Quando mencionou o quarto e último reino, Daniel disse que esse será “forte como ferro, porquanto o ferro esmiúça e quebra tudo; como o ferro quebra todas as coisas, assim ele quebrantará e esmiuçará” (versículo 40). Sem dúvida, Roma provou ser mais predominante que seus predecessores, absorvendo o remanescente deles em um reino que durou séculos.

Todavia, Daniel revelou em detalhes outras profecias fascinantes sobre esse reino. Uma parte da imagem do sonho de Nabucodonosor representava o Império Romano, os pés e os dedos dos pés, eram compostos “em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro”. Isto indica que “contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro”, mas também que “uma parte o reino será forte, e por outra será frágil”. Ademais, “assim como o ferro não se mistura com o barro”, os elementos desse reino não vão se unir firmemente por muito tempo (Versículo 41-43).

E depois Daniel disse: “Nos dias desses reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído … ; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre” (versículos 44). Evidentemente, isto é uma profecia sobre o Reino de Deus, o qual se tornará realidade na terra quando Jesus Cristo retornar.

Mas, há alguma coisa errada com essa sequência de eventos? Certamente o Reino de Deus não foi estabelecido nos dias do antigo Império Romano. Jesus Cristo não foi entronizado como governante supremo do mundo (1 João 5:19). Daniel estava errado sobre o tempo exato desses eventos?

Entendendo a profecia de Daniel
As respostas se encontram em outras profecias que falam acerca desse quarto reino. Onde podemos aprender que esse antigo e esquecido Império Romano está destinado a se levantar novamente!

O apóstolo João recebeu uma visão dos eventos que aconteceriam durante o fim da história humana. Como a Daniel, Deus também inspirou João a escrever os eventos acerca da segunda vinda de Cristo. Apocalipse 19 descreve Seu glorioso retorno à Terra, culminando na derrota e destruição dos “reis da terra, e os seus exércitos”, do grande e falso líder religioso, e de algo chamado “a besta” (Apocalipse 19:19-20).

Essa “besta” corresponde ao quarto reino, o Império Romano, que surgiu simbolicamente no sonho de Nabucodonosor, o qual foi interpretado por Daniel. Ambos a besta, vista por João, e a imagem, explicada por Daniel, vão existir e serão destruídas por Jesus Cristo, ao Seu retorno. Então, a profecia indica que a besta e o Império Romano são a mesma coisa.

Um império vai se reerguer novamente
Apocalipse 17 nos dá mais detalhes que ajudam a entender a natureza desse império, que existiu e tornará a existir na época do retorno de Cristo. Este capítulo descreve uma “besta cor de escarlata … que tinha sete cabeças e dez chifres” (versículo 3). Ela é descrita como que outrora existiu, não mais existe, mas que voltará a existir (versículos 8, 11). Isto nos dá uma chave para entender estas profecias, que a princípio podem parecer confusas. O Império Romano existiu no passado, hoje não existe mais, mas vai voltar a existir.

A imagem interpretada por Daniel tinha os pés e os dedos de pés feitos de ferro misturado com barro. Em Apocalipse 17, vemos o que representa os dez dedos dos pés feitos de ferro misturado com barro. Os dez dedos dos pés corresponde aos dez chifres da besta, vista por João. “Os dez chifres … são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta. Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta. Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis … ” (Apocalipse 17:12-14).

Agora o quadro está nítido. Pouco antes do retorno de Cristo, esses dez “reis”—a palavra grega original significa governantes, não especificamente reis—se unirão em uma aliança política, econômica e militar. Alguns serão mais fortes do que outros, do mesmo jeito que o ferro é mais forte que o barro. Porque representam várias nacionalidades e culturas, eles estarão divididos de muitas maneiras, mas obedientes à besta. O poder e autoridade oriundos dessa confederação vão durar apenas um pequeno lapso de tempo, até cometerem o erro fatal de se oporem a Cristo, quando Ele retornar, então, nesse tempo, essa confederação será completamente destruída.

Alguns perguntam se o recente movimento de unificação europeia está de algum modo relacionado com esta importante profecia. É interessante deixar a história mostrar a raiz desse movimento. Michael Elliot escreveu recentemente na revista Newsweek: “Em Janeiro de 1957, seis nações assinaram um tratado onde era a antiga capital de Roma, criando a Comunidade Econômica Europeia … Um assessor de

Paul-Henri Spaak, ministro das relações exteriores na época, se lembra de seu chefe dizer o seguinte: ‘Será que colocamos a primeira pedra de um novo Império Romano?’, esse assessor disse: “Nós tivemos um sentimento muito forte que éramos romanos naquele dia” (Revista Newsweek, 29 de janeiro de 1996, artigo ‘Não estrague um sucesso’ [Don’t Spoil a Success], p. 40).

Pelo menos, a ideia de começar um novo Império Romano estava nas mentes dos fundadores desta organização de nações. E ela continua avançando, enquanto as barreiras contra essa integração vêm caindo uma após outra e uma grande cooperação econômico-militar continua em pauta. O tempo mostrará onde essas tendências vão chegar—e em quanto tempo.

E qual a situação hoje? O ser humano já possui a capacidade de destruir a vida de várias maneiras, Israel tem o controle de Jerusalém e alguns Israelitas desejam restaurar o templo e os sacrifícios, e existem esforços diligentes no intuito de unificar as nações da Europa. Portanto, faremos bem prestar atenção aos avisos da profecia bíblica e não ignorar as suas conexões com as condições do mundo.

Os cenários que descrevemos parecem ser o caminho mais provável pelo qual as profecias de Daniel e Apocalipse podem se cumprir, à luz da situação atual do mundo. No entanto, independentemente de elas se cumprirem dessa maneira ou não, a Bíblia continua sendo a Palavra inspirada de Deus. Estas profecias irão acontecer mesmo que nós não entendamos todos os detalhes.(FONTE)

Observação de um leitor do UFOS ONLINE:

Mano to com medo fiz uns cálculos aqui e deram certo. Olha 6+6+6= 18 acrescenta 20 e 18 2018 + 6 contando os meses estamos na metade do ano que é 6 +18=24 24/6/2018 entenderam 

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