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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

O Meteoro de Chelyabinsk na Rússia foi Abatido ...?

🛸 👽 ΛLIΞN👽 🛸

Em primeiro lugar vamos dar uma olhada no meteoro explodindo sobre Chelyabinsk na Rússia

Às 6:10, você ouve a explosão real


As filmagens deste evento são muito boas, coisas realmente fascinantes, mas o que eu quero fazer hoje é chamar a atenção o objeto que se esconde por trás do Meteoro, pouco antes de parecer atingir o meteoro que depois explode, aqui está um vídeo destacando o objeto (míssil) que parece atingir o meteoro


Alguns acreditam que alguém ou algo interceptou o meteoro para quebrá-lo antes de atingir a Terra, o que, segundo ele, poderia ter sido pior, causando ainda mais danos e ferimentos, até mortes.

Como são cerca de mil pessoas feridas pelo meteoro explosivo.

Outro vídeo de Dahboo7 mostrando o meteoro sendo atingido por algo, desta vez com alguma narração ... vvv

observe como o objeto surge por trás, pouco antes de atingir o meteoro e depois explodir algo à frente do meteoro.

Outro vídeo do referido meteoro


Então, eu não tenho ideia do que aconteceu com o meteoro, fazendo com que ele se partisse antes de cair no chão.

Era uma arma de algum tipo

Foi demitido de um OVNI .....eek

Isso aconteceu ou alguém usou o CGI para adicionar o "míssil" à filmagem?

Isso é muito estranho para mim, espero que alguém aqui possa me esclarecer ......Felicidades
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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

'34 milhões de mortos em horas': Simulação nos EUA mostra estrago de guerra nuclear entre Rússia e EUA

Vídeo divulgado pela Universidade de Princeton prevê as consequências de um conflito de grandes proporções. O cenário é assustador — Foto: Universidade de Princeton/ BBC

Vídeo divulgado pela Universidade de Princeton prevê as consequências de um conflito de grandes proporções. O cenário é assustador.

A possibilidade de uma guerra nuclear é uma ameaça latente e, segundo especialistas, informações sobre a catástrofe mundial que ela causaria pode servir para evitar que isso se torne realidade.

Por isso, um grupo de especialistas em segurança e armas nucelares da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, criou uma simulação chamada "Plano A", que mostra a devastação que um conflito entre EUA e Rússia provocaria.

As previsões são assustadoras. Em questão de horas, haveria 34 milhões de mortos e mais de 57 milhões de feridos.

O risco de uma guerra nuclear aumentou dramaticamente depois que Estados Unidos e Rússia abandonaram o tratado de controle de armas nucleares", destacam os criadores da simulação ao blog do programa Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton.

"[Esses países] começaram a desenvolver novos tipos de armas nucleares e ampliaram as circunstâncias nas quais seria possível usar essas armas", advertem.

Nesse contexto, dizem, o objetivo da simulação é chamar a atenção sobre as "consequências potencialmente catastróficas de uma guerra nuclear entre EUA e Rússia".

Vários especialistas consultados pela BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, coincidem em dizer que esse tipo de exercício acadêmico pode ser útil para persuadir as potências a não chegar a um enfrentamento nuclear.

"Faz tempo que vemos simulações como esta e sempre são alarmantes", disse à BBC News Mundo Sarah Kreps, professora da Universidade de Cornell, nos EUA, onde investiga os impactos da proliferação de armas de destruição em massa.

"Essas simulações são úteis para reforçar a dissuasão. Se não há transparência e se há otimismo sobre as consequências de um enfrentamento nuclear, é mais provável que alguma das partes escale a sua posição, seja consciente ou inconscientemente."

Em imagem de arquivo, Rússia mostra veículos com sistemas de mísseis táticos terra-ar de curto alcance durante o desfile em Vladivostok. — Foto: RIA Novosti / Via Reuters

Para Kreps, os potenciais estragos que esse tipo de simulação evidência podem servir para que países que possuem armas nucleares ajam com maior "moderação".

Mas em que consiste o vídeo com a simulação da Universidade de Princeton e que panorama ele projeta?

Milhões de vítimas em poucas horas
A guerra imaginária que o vídeo ilustra começa com a tentativa da Rússia de impedir uma ofensiva dos Estados Unidos e de membros da Otan, a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Pela simulação, os russos lançam um míssil nuclear de "advertência" na fronteira entre Alemanha, Polônia e República Tcheca.

Com esse ataque, o conflito escala rapidamente. A Rússia envia aviões com um total de 300 ogivas nucleares e dispara mísseis de curto alcance contra bases e tropas da Otan na Europa.

Esses ataques duram 45 minutos e deixam 3,4 milhões de vítimas. A Otan, por sua vez, responde com aviões que viajam rumo à Rússia com 180 ogivas nucleares.

Imagem de arquivo do Exército Americano mostra lançador de mísseis do tipo THAAD 
 Foto: Divulgação/Exército dos EUA

A essa altura, o objetivo de cada um é evitar que o inimigo tenha oportunidade de se recuperar, portanto cada país lança ataques contra as 30 cidades mais povoadas do adversário.

Em cada bombardeio, são usadas entre 5 e 10 ogivas nucleares, dependendo do tamanho da cidade. O resultado: em 45 minutos, mais 85,3 milhões de vítimas, entre mortos e feridos.

Assim, em menos de cinco horas, haveria 91,5 milhões de vítimas. Isso inclui 34,1 milhões de mortes instantâneas e 57,4 milhões de feridos.

Os números, advertem os especialistas, aumentariam "significativamente" se forem levadas em conta as mortes a longo prazo causadas pelos resíduos radioativos deixados no ar.

Como chegaram a esses cálculos?
Os especialistas de Princeton dizem que os cálculos são "razoáveis" e baseados em condutas realistas da Rússia e dos Estados Unidos, assim como possíveis objetivos militares e o dano potencial das armas nucleares esses países possuem.

Com base em informações sobre as armas que estão sendo empregadas atualmente, os escudos antimísseis e os possíveis alvos de cada arma, os pesquisadores estimaram a ordem de escalada da guerra, passando de um enfrentamento tático para o ataque a cidades e civis.

O número de mortos e feridos em cada uma dessas fases foi calculado com base no NukeMap, uma ferramenta interativa que mostra o dano que diferentes armas nucleares causariam segundo sua potência e local de lançamento.

O NukeMap foi criado por Alex Wellerstein, professor do Instituto Tecnológico Stevens e especialista em história das armas nucleares.

A informação do NukeMap é "altamente precisa", segundo disse à BBC News Mundo Erika Simpson, professora de política internacional da Universidade Western, no Canadá, e especialista em estratégia nuclear da Otan. Simpson não participou da simulação de Princeton.

Qual é o panorama hoje?

Imagem de arquivo mostra navio de guerra chinês Taiyuan na cidade portuária de Qingdao
Foto: Jason Lee/Reuters

Os especialistas ouvidos pela BBC News Mundo concordam que a simulação ocorre em um momento em que a ameaça nuclear tem significância.

"Este vídeo é uma poderosa lembrança da ameaça que as armas nucleares representam", diz Jonathan Marcus, correspondente de assuntos diplomáticos da BBC.

"Ela chega num momento em que a maior parte dos tratados de controle de armas que ajudaram a manter o equilíbrio estratégico durante a Guerra Fria foram abandonados", alerta.

Segundo explica Marcus, atualmente só há entre Rússia e Estados Unidos um único - e importante - tratado em vigor para o controle de armas nucleares.

Trata-se do START II, que estabelece limites rígidos e verificáveis à quantidade de sistemas nucleares estratégicos de longo alcance que cada parte pode empregar.

"Mas esse tratado expira em fevereiro de 2021. E, atualmente, nem Washington nem Moscou demonstram grande vontade em prorrogá-lo", ressalta Marcus.

Em agosto, os Estados Unidos se retiraram formalmente do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, que foi assinado em 1987 pelos então presidentes da União Soviética, Mikhail Gorbachov, e dos Estados Unidos, Ronald Reagan.

Marcus explica que a expiração desse tratado ocorre no momento em que estão surgindo armas novas e potentes, como os mísseis hipersônicos e a utilização de inteligência artificial no armamento estratégico.
Presidente dos EUA, Ronald Reagan (à direita), e o presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachov, assinam o tratado das Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) na Casa Branca em 8 de dezembro de 1987  — Foto: Reuters 

Para que servem essas simulações?

Ainda que sejam especulativas, simulações como as promovidas pela Universidade de Princeton são úteis, segundo especialistas.

"Esse estudo oferece informação vital para o público", disse à BBC News Mundo Dinshaw Mistry, especialista em proliferação nuclear da Universidade de Cincinnati e autor do livro "Contendo a Proliferação de Mísseis".

"A simulação oferece as bases para questionar a justificativa para o tamanho e o uso das forças nucleares."

Mistry e Kreps afirmam que esses exercícios servem para estimular uma reflexão sobre as consequências de um conflito nuclear de larga escala e a importância do controle de armas.

Útil, porém limitado
Ainda que reconheçam sua utilidade, os especialistas afirmam que o trabalho de Princeton tem limitações. Mistry, por exemplo, afirma que o cenário de guerra nuclear de grandes proporções "é menos provável" que um enfrentamento de "pequena escala", com a utilização de uma a cinco armas nucleares na etapa inicial do conflito.

"A simulação seria mais útil se mostrasse como seria possível controlar a escalada da guerra e limitar os danos", argumenta.

Matthew Bunn, professor da Universidade de Harvard, especialista em medidas de controle da proliferação de armas nucleares, concorda.

"Seria útil acrescentar à simulação mais informações e ações que poderiam ser adotadas para reduzir o perigo", disse Bunn.

O especialista de Harvard se refere a medidas relacionadas à redução da tensão entre EUA e Rússia, à revitalização de acordos antigos e à redução da ênfase que as doutrinas militares colocam sobre o uso de armas nucleares.

Marcus, por sua vez, destaca que o vídeo de Princeton deixa de lado um aspecto importante do cenário geopolítico.

"É interessante que a simulação tenha escolhido focar numa troca nuclear entre Rússia e EUA", observa.

"Muita gente acredita que seria mais provável um conflito entre China e EUA. A Rússia é uma sombra da antiga União Soviética em termos de poder bruto e [o presidente russo Vladimir] Putin sabe disso."

Mas, assim como os demais especialistas ouvidos pela BBC News Mundo, Marcus destaca que o panorama atual torna "mais importante do que nunca" a necessidade de "rever os processos de controles de armas nucleares no mundo".
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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

CHINA aciona "HAARP" para Manipular o Poderoso Tufão LingLing

Um tufão poderoso está se aproximando da Coréia do Sul, atravessando o mar do Japão, vindo do mar de Okhotsk, na Rússia. A agência de notícias Yonhap escreve, para a qual já hoje o LingLing poderia chegar à ilha de Jeju, no sul. Este é o 13º tufão do ano. LingLing tem ventos a 162 km por hora. Mas a Agência Meteorológica da Coréia do Sul Alertou que eles poderiam se fortalecer a mais de 200 km por hora. O tufão, que também ameaça a província norte-coreana de Hwanghae, parece ter sido manipulado pelas ondas do HAARP.


Agora, o que mostramos a você foi gravado pelo pesquisador Scott Waring, que descobriu, enquanto olhava para o mapa do radar meteorológico, o avanço do tufão LingLing que está prestes a transitar na Coréia do Sul. O mapa mostra como feixes misteriosos de ondas atingem o 'Furacão forçando-o a mudar a trajetória.

Aqui está o que Scott Waring disse:“ Eu estava usando um radar para mapas meteorológicos e notei alguns raios em particular que começaram na China e atingiram o olho do Typhon que estava vindo em nossa direção em Taiwan. Esse ponto azul, sou eu no mapa. Os últimos sete tufões que vieram à nossa cabeça de repente pararam quando atingiram nossas costas ... então eles se dissolvem ou mudam de direção "


"Agora, as ondas HAARP criadas para mudanças climáticas costumam usar um poderoso emissor de ondas de rádio de alta frequência. Aqui neste vídeo, mostro o tufão atingido com várias vigas disparadas da China. Esta é a prova 100% da mudança de tempo em uso ... mas é para acionar tufões ou realmente cria tufões? Eles provavelmente podem fazer as duas coisas."
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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

"Testes Misteriosos no Ártico" Rússia pode estar desenvolvendo Arma “APOCALÍPTICA”

A explosão de um foguete a meio de um teste feito pela Rússia no Ártico, que matou 5 pessoas e os poucos esclarecimentos dados pelas autoridades do país sobre o incidente levam o mundo a questionar: o que é que Moscou anda fazendo? 

O incidente ocorreu na quinta-feira, 8 de Agosto, em Sarov, cidade a 373 km de Moscou onde são fabricadas ogivas nucleares. Cinco engenheiros nucleares russos morreram e outros três ficaram feridos.

A Rosatom, agência nuclear estatal russa citada pela BBC,  refere que os especialistas testavam um motor movido a energia nuclear numa plataforma em alto-mar no Ártico. A explosão foi seguida por um pico de radiação na região.

Sabe-se que a Rússia está  testando um míssil nuclear, o Burevestnik, que foi descrito pelo presidente russo, Vladimir Putin, como “invencível” ao discursar no Parlamento em Março de 2018.

Não é possível confirmar que este armamento esteja envolvido no incidente em Sarov, mas especialistas em temáticas relacionadas com a Rússia acreditam que o teste está definitivamente ligado ao 9M730 Burevestnik que significa “petrel”, uma ave marinha.


Um desses especialistas é Mark Galeotti, analista e investigador líder do Royal United Services Institute (Rusi), um centro de estudos de defesa e segurança do Reino Unido, que refere que a propulsão nuclear envolve enormes desafios técnicos.

“Há a questão da velocidade versus o peso do sistema e o risco de um míssil que expele material radioativo pelo seu escapamento”, refere Galeotti à BBC. “Estes novos sistemas têm a sua origem nos tempos soviéticos – foram retirados do mercado e receberam novos investimentos”, acrescenta.

A propulsão nuclear do Burevestnik daria ao míssil um alcance “ilimitado”, segundo Putin.

Mas a explosão em Sarov pode ter envolvido uma arma diferente, igualmente capaz de carregar uma ogiva nuclear.

Uma possibilidade é um novo míssil de longo alcance anti-navios chamado Zircon que é hipersónico – pode voar a até 8 vezes a velocidade do som, segundo o Exército russo.

Outra possibilidade é um novo drone subaquático de longo alcance, lançado de um submarino, chamado Poseidon.

O que se sabe sobre a explosão?
Os cinco engenheiros nucleares que morreram eram “especialistas de elite” e “heróis” que sabiam dos riscos que corriam e que tinham realizado testes anteriores em “condições extraordinariamente difíceis”, refere o diretor do centro nuclear de Sarov, Valentin Kostyukov.

Este centro era uma instalação secreta na época da Guerra Fria, responsável pelo arsenal de bombas de hidrogênio da Rússia.

Inicialmente, o Ministério da Defesa apontou que a explosão de 8 de Agosto envolveu um motor de foguete de combustível líquido e informou que havia apenas dois mortos, sem especificar as vítimas.

Mais tarde a Rosatom anunciou que o teste envolveu “propulsores à base de isótopos de rádio” e que tinha sido realizado numa plataforma em alto-mar. Os engenheiros completaram os testes, mas houve um incêndio repentino e o motor explodiu, atirando os homens ao oceano, destacou a Rosatom.

Logo após a explosão, a Câmara de Severodvinsk, cidade a 40 km a leste do campo de testes Nyonoksa, perto do mar Branco, relatou um aumento nos níveis de radiação na cidade durante 40 minutos.

As autoridades locais notaram que o nível de radiação chegou a 2 microsieverts por hora, antes de cair para os 0,11 microsieverts normais. São níveis demasiado pequenos e que, portanto, não provocarão problemas de saúde.

Mas as notícias levaram os moradores a comprar comprimidos de iodo que oferecem alguma proteção contra a radiação – houve uma enorme procura por estes comprimidos durante o desastre de Chernobyl, em 1986.

Antes da experiência, o Ministério da Defesa russo criou uma zona de exclusão em Dvina Bay – as águas a norte do campo de testes de Nyonoksa. Esta zona permanecerá fechada até ao início de Setembro.

Um site de notícias norueguês do Árctico, o Barents Observer, informou que um navio de carga nuclear russo, o Serebryanka, estaria dentro da zona de exclusão a 9 de Agosto. Há especulações de que este navio tem por missão recolher quaisquer detritos radioativos no caso de falha em algum teste, e poderia estar a fazer precisamente isso naquele momento.

O estabelecimento da zona de exclusão pode, contudo, também ser uma precaução contra qualquer vazamento de combustível de um foguete tóxico para o mar, onde os habitantes locais vão pescar.

Arma “apocalíptica” para Guerra Nuclear Total
Mark Galeotti diz que “há muito cepticismo sobre se o Burevestnik será finalizado algum dia”. Ele recorda na BBC que outro míssil russo de última geração, o Bulava, “passou por muitos anos de testes fracassados”.
Submarino russo com drones nucleares Poseidon

Os projetos Zircon e Poseidon estão em estágio mais avançado. O drone subaquático Poseidon já existe como protótipo, mas, tal como o Burevestnik, poderá ser uma arma “apocalíptica”, refere Galeotti, salientando que será impraticável para qualquer coisa além da guerra nuclear total.



O Rossiiskaya Gazeta, jornal do governo russo, descreveu o Burevestnik no mês passado como “uma arma de vingança”. Essa também foi a frase usada pelos nazis para descrever os foguetes disparados contra o Reino Unido no final da Segunda Guerra Mundial.

De acordo com o mesmo jornal, o Burevestnik pode voar durante longas distâncias e evitar defesas aéreas e teria como alvos quaisquer infraestruturas vitais remanescentes após os mísseis balísticos intercontinentais russos já terem atingido o território inimigo.

Galeotti destaca ainda que esta explosão em Sarov ocorre no meio do recente colapso do Tratado das Forças Nucleares de Alcance Intermediário, firmado entre EUA e Rússia, em 1987, para banir o uso de mísseis de curto e médio alcance pelos dois países.

Washington vinha acusando Moscou de não cumprir o tratado e de desenvolver mísseis nucleares, retirando-se dele no início deste ano. Logo depois, os russos, negando as acusações de violação do acordo, anunciaram que fariam o mesmo.

Os norte-americanos vão agora concentrar-se em “desenvolver esse tipo de armas” para “um cenário de guerra total”, constata Galeotti na BBC. “Os militares russos também querem ter essa capacidade, porque também estão preocupados com a China”, conclui.
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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Rússia Reconhece Explosão Nuclear no Ártico, uma cidade próxima a "Radiação Aumentou 20 Vezes"

Era quinta-feira em uma base perto do Ártico. Há pelo menos 7 mortos. Em uma cidade próxima a radiação aumentou 20 vezes. O ensaio foi em uma plataforma da marinha.


Depois do silêncio, a Rússia reconheceu no sábado que a explosão na quinta-feira em uma de suas bases de lançamento de mísseis perto do Ártico envolveu um projétil nuclear, com um saldo de pelo menos sete mortos. Cinco das vítimas são civis, técnicos que trabalharam na base e dois militares. Além disso, existem três pessoas que sofreram queimaduras.


"Os especialistas da Rosatom (a State Atomic Energy Corporation) e do Ministério da Defesa morreram como resultado da explosão do motor experimental de combustível líquido", confirmou o portfólio em comunicado divulgado pela agência RIA Novosti.

O teste foi realizado em uma "plataforma marítima", disseram as autoridades, ao longo da costa da base militar de Severodvinsk. A empresa russa acrescentou um fato particular: seus especialistas estavam "conduzindo pesquisas sobre a propulsão de mísseis com radionuclídeos (nuclídeo radioativo)".

Em Severodvinsk é uma das principais instalações de pesquisa e desenvolvimento da Marinha Russa, onde mísseis balísticos, intercontinentais e de cruzeiro são construídos e testados. Há também a base de montagem para submarinos atômicos e convencionais.

A informação que aconteceu sugere que a explosão pode ter a ver com o desenvolvimento do míssil de propulsão nuclear Buresvestnik 9M730. É, segundo alguns meios de comunicação britânicos, uma das novas “super armas” que Vladimir Putin queria compensar pela força militar dos Estados Unidos em um cenário pós-INF, o tratado de armas nucleares intermediário.

Moradores de Severodvinsk dirigiram-se a farmácias na sexta-feira para comprar iodo ou produtos com esse elemento químico, que é usado para limitar os efeitos da radiação. “Os eventos mudaram a cidade. As pessoas entraram em pânico. Em uma hora vendemos todos os estoques ”, disse uma farmacêutica da cidade, Elena Varinskaya, que distribuiu“ arquivos com as regras a seguir em caso de contaminação radioativa ”.

O pior acidente nuclear da história ocorreu em 1986 na União Soviética, na central ucraniana de Chernobyl, e as autoridades foram acusadas de esconder por semanas a extensão do desastre para evitar o escândalo.
Fonte
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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Vulcão Udina adormecido na Rússia Acorda podendo Gerar uma Mega Erupção onde Afetaria o Mundo!!

Os cientistas estão registrando um aumento na sismicidade sob o vulcão Udina por um longo tempo inativo. A atividade observada pode indicar a presença de intrusões de magma com alto teor de fluidos e fluidos, o que pode justificar a mudança do estado atual desse vulcão ativo "extinto".

Especialistas do Ramo Siberiano da Academia Russa de Ciências (RAN) acreditam que podem repetir a história de Bezymianny, um vulcão próximo que já não era considerado ativo quando sofreu uma erupção em 1956 e jogou as cinzas mais de 35 quilômetros de altura no o céu.

Quando um vulcão permanece em silêncio por um longo tempo sua primeira explosão pode ser catastrófica. Um monte de cinzas no ar, voar para longe e pode sofrer com isso não apenas os povoados ao redor, mas também grandes territórios ao redor do mundo ", disse Ivan Kulakov, diretor do Laboratório de tomografia sísmica Trofimuk Instituto de Geologia e Geofísica Petróleo e Gás, membro-correspondente da RAN

Uma erupção desse tipo afetaria não apenas as populações próximas, mas também as cidades de "Todo o Planeta". "Lembre-se o que aconteceu a Pompeia", disse Kulakov, referindo-se a antiga cidade romana que  foi limpado para fora  pela erupção do Monte Vesúvio depois que esteve adormecido por milhares de anos.

A erupção no Peru do vulcão Huaynaputina no ano de 1600 causou uma diminuição nas temperaturas na Europa e uma fome na Rússia ", acrescentou .

O registro de  cerca de 559 movimentos na área em torno de Udina e a suspeita da produção de magma  (líquido que se forma no subsolo e que quando atinge a superfície se torna lava)  justificaram a mudança do estado atual deste vulcão. extinto »a« ativo ».

Os resultados também indicam que o vulcão continua sendo vigiado de perto, especialmente considerando que, segundo as estatísticas, cerca de 60% dos vulcões do mundo começam a mostrar esse tipo de atividade em erupção.

O Bolshaya Udina, de 2.920 metros de altura, faz parte de um maciço vulcânico que também inclui a Malaya Udina (Udina Menor). Desde 1961 começou a monitorar.
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Mini-série da HBO sobre Chernobyl desencadeia “boom” turístico na cidade (Vídeos do Tour)

A mini-série da HBO Chernobyl, que é já a produção com melhor classificação de sempre no IMBD, está a desencadear um “boom” turístico na cidade.

Uma agência de turismo de Chernobyl, na Ucrânia, relatou um aumento de 40% de turistas que querem conhecer a fábrica onde se deu o pior acidente nuclear da história.

De acordo com a agência Reuters, as pessoas têm também curiosidade de conhecer Pripyat, uma cidade “fantasma” próxima da fábrica onde chegaram a viver 50 mil pessoas. 30 anos depois do desastre, Pripyat ainda está carregada com radiação.
Os passeios pelas áreas afetadas, que custam em média 89 euros, começaram a sentir uma maior procura no passado mês de maio, data em que a mini-série estreou.

A empresa Chernobyl Tour oferece um passeio especial pelos locais mostrados na produção, incluindo a sala onde a decisão inicial de não evacuar a cidade após a explosão foi tomada. Há autocarros turísticos que levam os visitantes a ver monumentos para as vítimas e as aldeias abandonadas. No final, há um almoço no único restaurante da cidade de Chernobyl.

O tour conta ainda com uma visita ao reator número quatro da usina nuclear, que desde 2017 está coberto por uma enorme cúpula metálica de 105 metros de altura que envolve o núcleo da explosão. O dia termina com um passeio por Pripyat.

O mais recente sucesso da HBO retrata as consequências da explosão, a enorme e longa operação de limpeza, bem como a investigação ao acidente.

O passado mês de abril marcou o 33.º aniversário do desastre de Chernobyl, na então União Soviética, causado por um teste de segurança no reator número quatro que correu mal, lançando nuvens de material nuclear por uma extensa área sob a Europa. A radiação propagou-se rapidamente e em grande escala. Cinco milhões de hectares de terras terão ficado inutilizados devido à radioatividade e inabitáveis durante 20 mil anos.

Atualmente, as zonas próximas de Chernobyl continuam desabitadas e com um cenário “pós-apocalíptico”, onde vagueiam cães vadios e a vegetação invade os edifícios abandonados. Estudos recentes têm mostrado que a vida animal tem vindo a florescer na área, apesar da radiação ainda existente.


A série mais bem classificada de sempre no IMDB
Chernobyl terminou esta segunda-feira, dia 3 de junho, e tornou-se na série mais bem classificada de sempre no IMDB. A minissérie da HBO alcançou uma classificação de 9.7 em 10, superando Breaking Bad e até Game of Thrones.

A série tem apenas cinco episódios, mas todos estão classificados com mais de 9.5 no IMDB, um dos sites de avaliação de filmes e séries mais confiáveis, que junta não só a crítica do público em geral, como também de especialistas. O último episódio de Chernobyl, intitulado Vichnaya Pamyat, é o mais bem classificado da série, com 9.9.

Segundo o The Economist, a probabilidade de uma série produzir quatro episódios consecutivos com classificações de 9.5 ou mais é de apenas 0.4%. Antes deste sucesso recente, só os quatro últimos episódios de Breaking Bad tinham alcançado este feito.

Também a Rotten Tomatoes acompanha a classificação do IMBD, dando 95% de pontuação à produção da HBO.
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domingo, 2 de junho de 2019

Sobrevivendo a uma Possível Terceira Guerra Mundial (Ataque EMP, Bomba e Inverno Nuclear)

Os próximos 10 anos poderão trazer consigo a grande ameaça de uma terceira guerra mundial, dessa vez envolvendo armas de alta tecnologia como EMP (eletromagnetic pulse) e novas bombas nucleares de mais de 100 mil kilotones de força. Após disso, ainda existe a ameaça de um inverno nuclear.Saiba como se proteger, quais as áreas mais seguras e perigosas, e como estar preparado para o pior.Assista o vídeo e tire suas conclusões.
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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Aviso da 3ª Guerra Mundial: Risco de Guerra Nuclear mais Alto em DÉCADAS - Alerta da ONU

A ameaça da guerra nuclear entre as superpotências mundiais está no seu nível mais alto desde o fim da Segunda Guerra Mundial, alertou um chefe de segurança da ONU.

Renata Dwan, diretora do Instituto das Nações Unidas para Pesquisa em Desarmamento (UNIDIR) afirmou que o aumento da perspectiva de conflito é uma questão "urgente", em meio a crescentes tensões em todo o mundo. O especialista sênior em segurança da ONU cita a atual disputa entre os EUA e a China, que estão envolvidos em uma guerra comercial, como um dos principais motivos de preocupação. Dwan afirma que os países com armas nucleares têm programas de modernização nuclear em andamento e o cenário de controle de armas está mudando em parte devido à competição estratégica.

Apesar de 122 países assinarem um tratado para proibir armas nucleares, a ameaça de um ser detonado permanece.

O chefe da ONU disse: "Eu acho que é genuinamente um chamado para reconhecer - e isso tem sido um pouco perdido na cobertura da mídia - que os riscos da guerra nuclear são particularmente altos agora, e os riscos do uso de armas nucleares". , para alguns dos fatores que eu apontei, são maiores agora do que em qualquer outro momento desde a Segunda Guerra Mundial ”.

Os arranjos tradicionais de controle de armas também estão sendo corroídos pelo surgimento de novos tipos de guerra, com o aumento da prevalência de grupos armados e novas tecnologias que obscurecem a linha entre ataque e defesa.

No início deste ano, a Rússia e os EUA encerraram seu envolvimento no Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).

O acordo assinado em 1987 proibiu os dois países de usar mísseis de curto e médio alcance.

Os EUA também aumentaram as tensões com as superpotências mundiais ao se retirarem do acordo nuclear com o Irã de 2015.

O tratado visava conter as ambições nucleares de Teerã em troca de alívio das sanções.

O tratado de proibição nuclear, oficialmente chamado de Tratado para a Proibição de Armas Nucleares, foi apoiado pela Campanha Internacional para Abolir Armas Nucleares (ICAN), que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2017.

Até agora, o tratado reuniu 23 das 50 ratificações necessárias para entrar em vigor, incluindo a África do Sul, Áustria, Tailândia, Vietnã e México.

No entanto, é fortemente contestada pelos EUA, Rússia e outros países com armas nucleares.

Dwan afirmou que o mundo não deve ignorar o PERIGO DAS ARMAS NUCLEARES, acrescentou ela: "Como pensamos sobre isso, e como agimos com base no risco e na gestão desse risco, parece-me uma questão bastante significativa e urgente que não é". t refletido totalmente no Conselho de Segurança da ONU. ”
Fonte
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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Rússia e Nasa se preparam para defender a Terra do iminente "ARMAGEDOM" em 9 de Setembro de 2019

                                Asteroide de 40 metros pode atingir a Terra em setembro

Um asteroide de 40 metros pode colidir com a Terra a 44 mil quilômetros por hora, no dia 9 de setembro, às 8 horas e 3 minutos de Portugal continental.

O 2006 QV89 ocupa o sétimo lugar na lista de 816 asteroides potencialmente mais perigosos para a Terra nos próximos cem anos, e no dia 9 de setembro, cerca das 8 horas, pode atingir a Terra a 44 mil quilômetros por hora, segundo a Agência Espacial Italiana (ASI).
A trajetória do asteroide só se conhecerá com precisão em julho. Até lá, sabe-se que a colisão com o planeta é capaz de arrasar uma superfície com 2 mil quilômetros quadrados, semelhante à destruição causada pelo asteroide que, em 1908, caiu em Tunguska, na Sibéria.

Porém, a probabilidade do asteroide colidir com a Terra é estimada em 1 em 11428. "Com os dados que temos agora, a probabilidade de impacto é equivalente a sermos atropelados por um comboio se atravessarmos uma linha às cegas, sem poder ver nem ouvir, mas sabendo que passa um comboio a cada 15 horas", explicou Ettore Perozzi, da ASI.

Mais do que saber se há colisão ou não, os especialistas consideram importante conhecer a data e a região de impacto, para que exista tempo suficiente para definir medidas de prevenção e resposta.

Os asteroides que mais preocupam os astrônomos não são os que têm algumas dezenas de metros, nem aqueles com mais de 1 quilômetro, porque 90% são identificados e não comportam risco de colisão com a Terra nos próximos séculos. Aqueles que realmente preocupam os especialistas são os que medem entre 100 metros e 1 quilômetro, dos quais apenas 30% são conhecidos.

"A questão não é se um asteroide atingirá a Terra, mas quando isso acontecerá", afirmou Rolf Densing, diretor do Centro Europeu de Operações Espaciais, com sede em Darmstadt.
Esta seria a preocupação da NASA em ADVERTIR a população para um possível impacto?
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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Rússia: Enorme Meteoro explode nos céus de Krasnoyarsk, gerando Pânico na população!!

Como relatado por tabloides internacionais, uma enorme bola de fogo explodiu no céu de Krasnoyarsk, aumentando os temores de que o país estivesse sob ataque ou até mesmo um OVNI que caiu.

A bola de fogo explodiu sobre Krasnoyarsk, na Sibéria, em plena luz do dia, fazendo com que os carros parassem na estrada e os pedestres corressem para o abrigo. Algumas testemunhas trocaram o espetacular meteoro por um míssil, enquanto outros acreditavam que um avião explodiu no ar.
O objeto foi descrito como "brilhante e barulhento, com uma longa cauda amarela verde e brilhante". Foi o terceiro evento de meteorito registrado em toda a Sibéria em quatro meses. Uma mulher local assustada disse: "Eu entrei em pânico enquanto fazia um barulho alto e parecia um avião em chamas. "Eu estava realmente assustada com o barulho e o brilho que ele criou."
Outra mulher chamada Svetlana duvidou que fosse um meteoro, mas afirmou que era um OVNI que voava "paralelo ao chão" e "desvanecia" no ar em vez de cair. Outra testemunha acrescentou: "Foi aterrorizante. Eu nunca tinha visto nada parecido - eu sinceramente pensei que um míssil tivesse saído do rumo ou algo assim e nós estivéssemos sob ataque ".
Um homem disse: "Foi incrivelmente bonito, muito bonito. "Eu acho que nunca vi nada tão bonito como este. "Depois que desapareceu, ouvimos um barulho - boom, boom! - Como se algo estivesse explodindo no céu."
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quarta-feira, 27 de março de 2019

OVNI desce em uma plantação durante o Grande Apagão na Venezuela, "Marcas no Solo" tudo Capturado em Vídeo!!

Em 7 de março começou o que já é conhecido como o grande apagão da Venezuela, uma crise de eletricidade que deixou grande parte do país sem eletricidade. Tornou-se o maior apagão da história do país, causando sérios problemas em hospitais e clínicas, na indústria, transporte e abastecimento de água potável. Mas, longe de serem resolvidos, os venezuelanos reagiram com desespero na terça-feira, quando os cortes de energia em todo o país mais uma vez paralisaram os serviços básicos.

Os novos apagões, que começou na segunda-feira, forçou as pessoas a andar pelas ruas em busca de comida e água nas poucas lojas que permanecem em aberto ou encontrar lugares onde há ainda permanece cobertura em seus telefones celulares para entrar em contato com amigos e familiares . É sobre o caos total. O governo de Nicolas Maduro culpa pelo que aconteceu com "sabotagem" perpetrado por "terroristas", enquanto especialistas da indústria dizem falhas na companhia estatal de eletricidade são o resultado de anos de falta de manutenção e "Corrupção" dos responsáveis.

Deixando de lado as explicações políticas, parece que o grande apagão da Venezuela foi acompanhado por fenômenos estranhos: avistamentos de OVNIs e Crop cicles nas plantações.
Em 16 de fevereiro, um algumas semanas antes do grande apagão, Friman Rodriguez voltou para casa de La Puerta, no estado venezuelano de Trujillo, quando gravou o momento em que um UFO pousou . Aparentemente, ele parou seu veículo na estrada e registrou o objeto estranho ziguezagueando pelo céu, desceu e depois parou. Apesar de não ser visto nas imagens, Rodriguez diz que eles estavam perto do local onde o OVNI  possivelmente pousou, mas não queria para sair e persegui-lo porque parece que parou no meio da estrada e tive que mudar.

"No começo eu não prestei muita atenção porque achei que era um reflexo do Sol, mas de repente percebi que o Sol estava à esquerda e muito mais baixo", explicou Rodriguez. "Imediatamente a luz começou a se mover em ziguezague. Liguei para a minha prima que estava dormindo e disse: "grave", e ele começou a gravar enquanto eu tirava as fotos. Eu me senti feliz em gravá-lo e continuar. Não confiei em voltar e ficar para ver algo que não sei como terminar. "

O venezuelano admite que este é seu primeiro avistamento, mas revela que seu pai viu um objeto semelhante duas vezes. Além disso, tanto ele quanto seu primo dizem que se sentiram extraordinariamente exaustos e anestesiados após o estranho encontro e que o primo tinha uma dor de cabeça tão intensa que precisou de atenção médica. Mas este não é o único fenômeno inexplicável que ocorreu durante o grande apagão. Em um vídeo gravado em 7 de março, várias pessoas inspecionam o que parece ser um círculo crescente perto do Lago La Lorena , que curiosamente coincide com a forma do OVNI que viu Friman Rodriguez.

"Dois supostos OVNIs deixaram grandes sinais circulares na vegetação na noite de 7 de março de 2019", disse Hector Escalante, um investigador ufológico venezuelano. "Eu estava no local e é incrível ver a forma circular de duas naves, onde os moradores dizem ter visto na noite anterior ao vídeo. Eles relatam que duas grandes luzes circulares pousaram na vegetação da lagoa por alguns minutos, depois escalaram as estrelas a uma velocidade inefável. Como um fato curioso, devo dizer-lhe que debaixo daquela palha há água, as pessoas caminharam na palha que os OVNIs moldaram na água ".

O jornalista Nelsored González confirmou no Twitter que houve um blecaute no Lago La Lorena, acrescentando que tudo pode ter uma reação à chegada inesperada da Agência Espacial Russa na Venezuela.
"Os russos que chegaram ontem são uma unidade de comunicações, cientistas e da Agência Espacial Federal Russa, eu confirmo um colega em Ciudad Bolivar e a equipe russa está lá, definir -se um perímetro em Lago Lorraine, onde a suposta aterrissagem ocorreu OVNI ", explicou o jornalista . "Para aqueles que não estão cientes, o dia da queda de energia nacional em 16:55, 7 de março, relatou um suposto avistamento e aterragem extraterrestre no Lago Lorraine Ciudad Bolivar foi presumivelmente a causa do apagão que Maduro não sabe explicar e pelo qual ele culpa os EUA ".
                       UFOs aparecem  nas plantações durante o grande apagão na Venezuela

Mas há mais, Gonzalez refere-se a outro avistamento de OVNIs em Barquisimeto. Várias pessoas viram luzes triangulares no céu . Aparentemente, as três luzes formaram um triângulo perfeito e ficaram suspensas no ar por vários minutos, causando todos os tipos de reações entre os cidadãos que não hesitaram em documentar o momento e compartilhá-lo nas redes sociais.

Sem dúvida, na Venezuela, coisas realmente estranhas estão acontecendo. E não apenas porque uma pessoa foi autoproclamada presidente encarregada da Venezuela, mas por causa de tudo o que envolve o grande apagão. No caso do avistamento em Trujillo, é tão estranho que não pode ser facilmente descartado como reflexo ou flash na lente da câmera . O crop circle não se parece com a típica variedade britânica de formas geométricas e ninguém parece ter uma explicação lógica ou natural. Sem mencionar a presença de uma unidade de comunicação, cientistas e a Agência Espacial Russa na Venezuela, algo que causou indignação dos Estados Unidos.

A verdade é que não sabemos muito bem o que está acontecendo na Venezuela, mas todas essas evidências parecem mostrar que pode ter a ver com a atividade extraterrestre.

Qual é a sua opinião sobre avistamentos de OVNIs e o crop circle na plantação venezuelana? Tem algo a ver com a presença de cientistas russos na área? É atividade extraterrestre?
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