Um acessório de drone para lança-chamas que pode disparar uma corrente de fogo de sete metros por 100 segundos está sendo vendido on-line pela empresa americana Throwflame. Chamado de TF-19, o anexo permite que "usuários recreativos e comerciais inflamam remotamente alvos a vários quilômetros de distância" e está disponível para compra por cerca de 1.200 libras. O acessório possui uma capacidade de combustível de um galão e pode ser integrado à maioria das unidades de drones disponíveis no mercado. Segundo o site da empresa, "qualquer um pode comprar um sem verificação de antecedentes ou um período de espera", pois "os drones de lança-chamas são federalmente legais e não são considerados armas". A Throwflame sugere que o acessório possa ser usado para queimadas agrícolas, para derreter neve ou para pirotecnia.
Em entrevista ao programa 'Conversa Franca', apresentado pela jornalista Tatiana Sobreira, a ufóloga Umaia Smail relatou experiências e estudos de extraterrestres na Amazônia. Veja matéria e vídeo:
A escritora trouxe relatos sobre suas experiências | Foto: Bruna Oliveira
Manaus - Existe vida inteligente em outros planetas? Ao longo dos anos, muitas pessoas já fizeram essa pergunta. A escritora e ufóloga amazonense, Umaia Smail, revelou em entrevista exclusiva para a WEB TV EM TEMPO, sobre seus contatos com extraterrestres e as experiências que resultaram no livro "Contatos extraterrestres na Amazônia".
O livro foi sorteado durante a live no Facebook do Portal Em Tempo | Foto: Bruna Oliveira
"Desde criança tive muita curiosidade sobre o mundo extrafísico. Minha família dizia que tinha apenas uma religião específica que era certa. Ao tentar descobrir, eu me deparei com a metafísica e voltei para Manaus, logo conheci uma moça que tinha contato com seres extraterrestres por meio de falas e não mais de psicografia. Eu não conhecia a mulher, mas naquele momento ela começou a contar através do 'ser' sobre ensinamentos e desprendimentos da terceira dimensão", conta.
A escritora trouxe relatos de experiências | Foto: Reprodução
A escritora ressalta que as ciências sociais comprovam que esse tipo de interação é possível e é uma das propostas do livro publicado por Umaia Smail. “Qualquer pessoa pode chegar nesse nível de compreensão e de contato, basta querer e estudar.”
Já sofremos preconceito
No campo da ufologia, a escritora contou para a apresentadora do 'Conversa Franca', Tatiana Sobreira, que durante muitos anos sofreu preconceito ao contar suas experiências em contato com os seres. E quando se deparou com a mulher relatada na experiência, precisou explicar que esses fenômenos eram comuns, uma espécie de dom. “Eu a tranquilizava dizendo que todas as pessoas do planeta um dia entenderiam sobre esse dom”, relembra a autora.
A escritora ressalta que as ciências sociais comprovam a interação com outros seres
| Foto: Bruna Oliveira
Sobre a publicação do livro, a escritora conta que sentiu medo ao se deparar com um dos grandes ufologistas do Brasil, Ademar Gevaerd. O assunto do livro da amazonense chamou a atenção dele e depois logo entrou em contato com a escritora.
“Ele disse que acreditava no assunto e só detonava aquilo que considera charlatanismo. Daí eu mandei o livro para ele e esperei a reposta, que foi positiva", relembra.
Umaia Smail juntamente com Ademar Gevaerd já deram palestras na cidade de Manaus trazendo à tona fatos revelantes e inusitados envolvendo a Aeronáutica Brasileira. As vertentes da ufologia
As vertentes da Ufologia, segundo a escritora , são duas: uma consiste de que eles existem e se comunicam telepaticamente com pessoas na terra, e a cientifica, com dados sobre o assunto.
“Os extraterrestres têm mais medo de nós humanos, do que nós deles. Por isso eles não entram tanto em contato e os governos têm contato desde 1945 com esses tipos de seres e desenvolvem tecnologias que vêm dos extraterrestres”, ressalta a escritora.
Os internautas participaram com perguntas para a escritora | Foto: Bruna Oliveira
Umaia Smail cursou ciências sociais na UFAM, medicina chinesa no ITECAM e é reikiana, terapeuta quântica, comerciante, autora do livro Contatos Extraterrestres na Amazônia e promotora de eventos Ufológicos em Manaus. Fonte
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Mensagem Subliminar em Lata de chá sobre as queimadas na Amazônia?
"Olho que Tudo Vê"?
Tribucha, Kombucha Tea Controlled Burn, 12 Fl Oz
Descrição do Produto:
A queima controlada é produzida intencionalmente com ervas e especiarias que combatem o fogo em seu corpo. Cada gole picante ajuda a evitar incêndios florestais internos maiores e deixa os seus paladares implorando por mais.
Componentes do produto:Gengibre, Caiena e Kombucha de açafrão
Parece que realmente esta tudo sob "CONTROLE" digo "CONTROLE" dos PODEROSOS, este símbolo no topo da lata de Chá me parece um tanto familiar, seria a famosa Pirâmide com o
"Olho que Tudo Vê"?
Mais uma mensagem Subliminar, onde a nossa Amazônia se encontra em chamas?
⛈ Índia, Paquistão e Nepal com enormes Mansões estão debaixo d'água
⛈ Serra Leoa e Nigéria com inundação maciça debaixo d'água
🌞 Itália, França, Espanha, Suíça, Hungria, Polônia, Romênia, Bósnia, Croácia e Sérvia são atacados por uma impressionante onda de calor
🌞 sul da Califórnia sob onda de calor infernal
🌞 Excepcionalmente em agosto, a cidade de São Francisco alcançou os recordes de 106 graus, quando chega a 115 graus Fahrenheit. Enquanto a Carolina do Norte ainda está cozinhando no inferno.
🌞 Groenlândia (a ilha que o presidente Trump quer comprar) é debatida em sua pior crise ambiental devido ao forte calor. Como se isso não bastasse a possibilidade de um nível de tempestade solar X10 C.M.E é anunciada para as próximas semanas. O maior já registrado
Imagens de satélite mostram incêndios florestais na América do Sul: "só as cinzas de um vulcão seriam capazes de escurecer o céu de São Paulo"| Foto: Divulgação/ NASA
Na tarde de segunda-feira (19), o céu escureceu de repente em São Paulo. Por volta das 15h, começaram a aparecer nas redes sociais os primeiros sinais de uma narrativa que mais tarde seria reforçada com a fala de especialistas. De acordo com a narrativa, o céu escureceu na maior cidade do país por causa das queimadas na Amazônia.
O meteorologista do Inmet Franco Villela foi um dos primeiros a sugerirem que a nuvem escura que obrigou os escritórios a ligarem as luzes e os motoristas a acenderem os faróis era mais do que água – era efeito de queimadas feitas em escala industrial para transformar a Amazônia num grande pasto. Em entrevista ao jornal O Globo, ele disse que uma das causas da escuridão era “o material particulado” que vinha de incêndios de grande porte.
O incêndio a que se referia Villela era, na verdade, o de Roboré, na Bolívia, que já consumiu meio milhão de hectares de mata nativa. O incêndio boliviano teria começado com os chaqueos, a popular “queimada”, que ainda é muito usada naquele país para limpar os terrenos para a agricultura. Não se vê, contudo, pressão internacional para que o governo esquerdista de Evo Morales aumente a fiscalização sobre a prática tradicional na Bolívia.
A narrativa de que o anoitecer no meio da tarde foi causado por uma enorme nuvem de fumaça ganhou força com as palavras de Josélia Pegorim, meteorologista do Climatempo que, também em entrevista ao jornal O Globo, disse que uma frente fria mudou a direção dos ventos para transportar a fumaça de queimadas na Bolívia e em Rondônia (leia-se: Amazônia) em direção a São Paulo.
De nada adiantou a também meteorologista Caroline Vidal explicar que o vento pode até trazer fumaças de queimadas, mas que “[o incêndio] teria que ser bem intenso” para escurecer o céu de uma cidade como São Paulo. “Isso ocorre mais com fumaça de vulcões”, completou ela, dando a exata dimensão do exagero travestido de verdade nas redes sociais.
Por meio de sua assessoria, o Inpe foi taxativo:
Podemos adiantar que as queimadas tiveram apenas parte pequena neste contexto de "escuridão do céu", que foi devido principalmente a nuvens baixas e médias muito densas associadas à frente fria que entrou ontem em SP.
Corredor de fumaça
A partir daí, teve início a divulgação de teorias científicas controversas que explicariam, para além de qualquer dúvida, o escurecimento do céu paulistano. A mais citada delas foi um modelo matemático desenvolvido por Saulo Freitas e Karla Longo, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo. O modelo foi criado para monitorar o transporte de “biomassa incandescente” e poluição antropogênica (isto é, causada pelo homem) na América do Sul.
De acordo com a teoria, a fumaça causada pelas queimadas na Amazônia é empurrada pelo vento até a Cordilheira dos Andes. Diante do obstáculo natural, contudo, a fumaça se vê obrigada a correr para o sudeste do continente.
A teoria é semelhante a outra tese evocada em 2015, quando da estiagem prolongada que atingiu São Paulo e quase secou o reservatório da Cantareira. Tema de longas matérias, a tese chegava a uma conclusão não menos do que catastrofista: o desmatamento estaria secando os “rios voadores” que levam umidade da região amazônica para São Paulo. Mas... “Grande parte da comunidade científica concorda que não é possível fazer uma relação direta entre desmatamento da Amazônia e a seca no Sudeste”, disse Tercio Ambrizzi, diretor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP ao jornalista Leandro Narloch na época.
NASA
Como hoje em dia, e ao contrário do que diz Ben Shapiro, os sentimentos não estão nem aí para os fatos, de nada adiantou a Agência Espacial dos Estados Unidos, a NASA, ter divulgado vários mapas de satélite mostrando que, sim, há de fato queimadas em Rondônia, Amazonas, Pará e Mato Grosso, mas que “imagens de satélite indicavam [em 16 de agosto de 2019] que os incêndios na bacia Amazônica estavam ligeiramente abaixo da média em comparação com os últimos 15 anos”.
Esse indicador positivo foi completamente ignorado por aqueles que querem crer que o país se lançou politicamente numa cruzada permissiva em relação às queimadas. Não que as queimadas não sejam um problema. Dados recentes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) dizem que houve um aumento de 82% nos focos de incêndio desde o início do ano, em comparação com o ano passado. Mas daí a acreditar que uma enorme nuvem de fumaça conseguiu encobrir a maior cidade do país é um longo caminho.
Incêndios florestais são comuns no cerrado e na região Amazônica nesta época do ano e grandes nuvens de fumaça detectadas por imagens de satélite não são raras. Em 25 de agosto de 2016, por exemplo, a NASA divulgou imagens muito parecidas com as deste ano, mostrando incêndios na Bolívia, Paraguai, Argentina e Brasil. Na época, o aumento dos incêndios foi atribuído não só à atividade humana, mas também ao El Niño e a outras anomalias climáticas. A presidente do Brasil na época era Dilma Rousseff.
Reações
O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, falou sobre o fenômeno. Durante a abertura da 27ª Feira Internacional da Bioenergia (Fenasucro), em Sertãozinho (SP), ele afirmou que esse “sensacionalismo na área ambiental não contribui para as melhores práticas e para a defesa efetiva das questões importantes do nosso País”.
Já o Partido dos Trabalhadores, por meio das redes sociais, culpou “a política destrutiva de Bolsonaro” pela nuvem que encobriu São Paulo. “Queimadas aumentaram 82% em 2019 e suas consequências já podem ser vistas em plena metrópole”, diz a publicação.
Água
A narrativa ecocatastrofista atingiu níveis alarmantes na manhã de terça-feira (20), quando circularam nas redes sociais fotos supostamente feitas na zona leste de São Paulo, mostrando a cor da água da chuva que teria caído naquela região.
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, contudo, a meteorologista Neide Oliveira, do Inmet, garantiu que a “chuva apocalíptica” era impossível, explicando que a chuva dissiparia o material particulado suspenso no ar.
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) tampouco detectou anomalias na qualidade do ar que fossem capazes de gerar uma chuva dessa coloração.
Mesmo assim, e sem o rigor científico necessário para a coleta do material, garrafas com a água preta foram analisadas por cientistas que se apressaram em atestar que a água que caiu do céu de São Paulo estava mesmo cheia de fuligem proveniente de queimadas.
Agora Revejam estes posts abaixo, onde São Paulo escureceu EXATAMENTE no dia 19 de Agosto, Coincidência?
Os Sinais "Dia vira noite" Às 15 horas já estava escuro em São Paulo
Os índios Macuxi soube da existência da Terra Oca quase uma centena de anos atrás, mas suas lendas e histórias seriam verdadeiras ou falsas?
E se a história "Viagem ao Centro da Terra", de Jules Verne clássico for realmente verdade? E lá em algum lugar, um novo mundo está esperando para ser encontrado, um lugar onde de alguma forma, os seres vivos habitam as profundezas do nosso próprio planeta, um lugar que culturas e civilizações antigas sabiam e sabem que há ou que ainda existe hoje.
Os índios Macuxi são poucos índios que vivem na Amazônia, em países como Brasil, Venezuela e Guiana. De acordo com suas lendas e histórias, eles são descendentes dos filhos do Sol, o criador de fogo e doenças e também os protetores do "interior da Terra."
Os índios da Amazônia Macuxi bravos
Suas lendas falam de uma entrada na Terra. Até 1907, os Macuxies entrou em uma espécie de tipo de caverna, e viajou cerca de 13 a 15 dias até chegarem ao interior. É lá ", apenas no outro lado do mundo, na Terra, que leva o nome interno", onde os gigantes, criaturas que segundo eles, têm cerca de 3 a 4 metros de altura vivos.
De acordo com Macuxies lhes foram dadas a tarefa de monitoramento fora da entrada e impedir que estranhos entrem na "Terra oca." Lendas do povo Macuxi dizer que aqueles que entram aquela misteriosa caverna durante três dias, apenas a descer escadas gigantes, medindo cerca de 80 centímetros em torno de cada etapa.
E depois do terceiro dia, eles deixam para trás suas tochas, e continuar sua jornada "dentro" da Terra iluminado pelas luzes que já estavam presentes há nas cavernas. lanternas muito gigantes, do tamanho de uma melancia, brilhando como o sol.
Após 4-5 dias de viagem, aqueles dentro da caverna perdem algum peso e massa corporal, permitindo-lhes para mover muito mais rápido.
As lendas do Macuxi dizem que após 5 dias nas cavernas, eles iriam ver enormes cavernas cujos terraços não eram visíveis, e em uma das câmaras dentro do sistema de cavernas, há quatro objetos "como o mesmo sol ", que são impossíveis de se olhar, e cujo propósito é desconhecido para o povo Macuxi.
No interior da Terra, há muitos lugares onde as árvores são capazes de produzir alimentos. Macuxi dizem que essas frutas como cajúes, carvalhos, mangas, bananas e algumas plantas menores estão a 6 a 7 dias de viagem.
Quanto mais o povo Macuxi movidos no interior da Terra, grandes áreas de vegetação observada. Embora nem todas as áreas são de cor verde e próspero, para o povo Macuxi diz que alguns lugares são extremamente perigosos e devem ser evitados, como aqueles com pedras de ebulição e córregos "azoge".
Tradições e histórias do Macuxi continuam a dizer que depois de passar através das câmeras gigantes, tendo acabado de passar metade do caminho, eles têm que se mover com cuidado como o misterioso "ar" pode levar as pessoas a "voar ou flutuar" pelos mesmos ambiente.
Continuando sua jornada, eles chegam a um lugar no interior da Terra, onde os Gigantes vivem. Lá, exploradores Macuxi comeram os gigantes alimentos, como maçãs do tamanho de cabeças humanas, as uvas do tamanho do punho humano, e peixe delicioso e gigante foram capturados pelos gigantes e dadas como presentes para os Macuxi.
Um diagrama do centro da Terra como um livro bola de fogo gigante 'Underworld' do ano 1678.
Depois da meia com muita comida oferecida pelos gigantes, os exploradores Macuxi voltam "fora" "casa", isto é, o mundo, auxiliado pelos gigantes do mundo interior.
Diz-se que os Macuxi são os "guardiões" do submundo, e guarda a entrada do interior da Terra, e suas lendas falam de uma terra no interior da terra, que é completamente preenchido com incrível poder e riqueza.
Esta lenda, é claro, é considerada por muitos como apenas uma outra história antiga que não tem nenhuma verdade. Mas para Macuxi, a sua "lenda" era tão real quanto é contado e eles eram os protetores de que a entrada até que os exploradores britânicos chegaram ao mesmo Amazônia em busca de ouro e diamantes, de se aventurar em cavernas e nunca mais voltaram.
Desde a última reunião com eles os Macuxi dizem que os gigantes puni-los por não cumprir as suas obrigações e as "lendas" dos gigantes e desapareceu com os anos.
É possível que esta seja apenas uma outra lenda mais? Ou há algo mais na tribo Macuxi misteriosa e suas lendas contadas? Diz-se que a Terra Oca existe em muitas civilizações antigas e culturas ao redor do mundo.
A existência das criaturas gigantes que habitam o nosso planeta é outro fato presente em dezenas de culturas antigas em todo o mundo mesmo presentes em diversos textos religiosos como a Bíblia.
É possível que as lendas Macuxi sejam completamente reais e que em algum lugar na Amazônia há uma entrada para o interior da Terra?
Fonte: http://misteriosaldespertar.com
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Com a ajuda do Google Earth, um caçador de UFO vigilantes revelou a localização de um objeto estranho que se assemelha fortemente a uma nave em forma de charuto escondido em um local remoto dentro da floresta amazônica. Brasil tem sido sempre o centro das atenções de UFOs. As florestas tropicais luxuosas, bem como a ampla abertura para o Oceano Atlântico é o que torna este país um lugar ideal para os visitantes de outro mundo que planejam montar acampamento e investigar os humanos. Apesar de sua avançada tecnologia se movem sem ser detectados na maior parte do tempo, existem alguns casos raros quando eles ficam expostos.Grande UFO em forma de charuto capturado sobre Korosten, UcrâniaEm forma de charuto UFO visto da estação espacial em vídeo. Um caçador de UFO tem vindo recentemente através de que ele presume ser uma embarcação militar ou extraterrestre estacionado na floresta densa de Rondônia, um estado no noroeste do Brasil. Ele transmitiu o vídeo para YouTube canal de secureteam10 de modo que o resto da comunidade UFO poderia desfrutar de sua captura. O objeto estranho foi encontrado com a ajuda do Google Earth. Ele está localizado em uma área remota da floresta amazônica que tem sido atingida por desmatamento. É constituída por quatro pontos brancos com uma cúpula presente em ambas as partes. Não misturar-se tão bem com o meio ambiente, razão pela qual a forma é claramente visível.
Há espaçamento entre as esferas brancas sentadas no chão da floresta após zoom sobre a imagem, tornando-o menos provável de ser um único objeto. Um dos orbs parece estar em pé no centro de um grande círculo, com os restantes três cuidadosamente alinhados em formação.
Analistas UFO propuseram diferentes possibilidades para o UFO. Por causa do desmatamento visto em imagens de satélite, os quatro orbs poderia estar em estruturas de fatos pertencentes aos madeireiros ilegais que frequentam a área, ou mesmo as plantas de processamento de cocaína . Outros assumem o círculo enorme em que uma das esferas está em pé representa o ponto de pouso de uma nave espacial. Neste caso, as esferas estão em pé em uma formação tão perfeita, porque eles completam um projeto maior, que de uma nave em forma de charuto. Os moradores têm inúmeras histórias de aparições bizarras nesta parte do mundo, variando de luzes azul vívidas no céu para cilindros de vôo, e objetos em forma de pirâmide. Na verdade, há um incidente de renome dos anos 70, quando uma ampla investigação militar apresentou o fenômeno UFO como uma realidade preocupante. Na parte nordeste do Brasil, vilas de pescadores inteiras foram aterrorizados por essas esferas bizarras que podiam voar, bem como submergir. Os locais os chamou de "chupa-chupas", porque eles iriam disparar um feixe de luz verde em seu alvo, atordoamento e incapacitando-os temporariamente. Após duas pessoas morreram após tal encontro, e inúmeros outros abandonaram suas casas em busca de refúgio como longe dos UFOs quanto possível, o governo ouviu os rumores, então eles decidiram enviar os militares. Centenas de fotos de vários objetos foram tomadas durante esta investigação que durou várias semanas. As imagens revelaram UFOs de várias formas e tamanhos. Entre estas, fotos claras de uma nave-mãe 100 metros de comprimento (330 pés) que pareciam um barril de petróleo foram alvejado. No entanto, quando o governo soube do que estava acontecendo, eles classificaram o caso e instruiu a equipe a participar de nunca falar em público sobre o que eles tinham testemunhado lá. Esta poderia ser a mesma nave-mãe descrita no incidente Prato? São visitantes de outro mundo operando de dentro da floresta amazônica? Se assim for, eles devem tomar medidas contra o desmatamento, ou que em breve vai ficar sem árvores, que são um recurso valioso quando se trata de fornecer cobertura (Fonte: ufoholic)
O mundo está cheio de criaturas misteriosas e cheio de muitas lendas. Hoje vamos até ao Brasil na Amazônia, onde um homem encontrou esta criatura misteriosa na floresta. À primeira vista
não parece uma criatura da terra, mais como um extraterrestre, embora nada se pode excluir, como poderia ser uma farsa! Você Decide ...
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