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terça-feira, 16 de julho de 2019

Missões Apollo - Astronautas relatam um Misterioso "Mau Cheiro na Lua"

SCIENCE & SOCIETY PICTURE LIBRARY
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Lucía Blasco
BBC News Mundo
Alguns astronautas dizem que a Lua cheira a 'pólvora queimada'
Qual é a sensação? "Macia como a neve, embora estranhamente abrasiva" (Gene Cernan, astronauta da missão Apollo 17).

Como é o gosto? - "Nada mal" (John Young, astronauta da Apollo 16).

Tem cheiro de que? "Cheira a pólvora queimada" (Cernan). ”

Macia, saborosa ... e malcheirosa. Os adjetivos que alguns astronautas que pisaram na Lua usaram para descrever a poeira lunar parecem desconstruir a imagem romântica e nostálgica que muita gente tem sobre o único satélite natural da Terra.

Mas como os astronautas conseguiram cheirar a poeira lunar? E o que se sabe sobre seu mau cheiro?

Não se trata de ficção científica. Cada um dos astronautas que pisou na Lua - usando roupas especiais que impedem contato direto com a tênue atmosfera lunar - teve a oportunidade de conferir o cheiro do satélite depois da caminhada espacial.

Quando regressaram à nave e retiraram o capacete, estavam impregnados com o fedor daquela poeira que, segundo os relatos das Crônicas da Apollo da Nasa, era "incrivelmente pegajosa", a ponto de aderir às botas, luvas e qualquer superfície exposta a ela.
Direito de imagemDONALDSON COLLECTION/GETTY IMAGES
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Gene Cernan foi a décima primeira pessoa a andar na Lua em dezembro de 1972
A poeira lunar - chamada "regolito", nome científico - parecia flutuar sobre a superfície do satélite, aderindo a qualquer objeto.

"Não é como a poeira de terra", afirmou à BBC News Butler Hine, supervisor do projeto LADEE, missão da Nasa lançada em 2013.

O cientista também explicou que a poeira lunar é "áspera" e "um pouco diabólica", uma vez que se incorpora em buracos improváveis ao seguir as linhas de campo elétrico. É por isso que era tão pegajosa para os astronautas.

Por mais que tentassem escovar os trajes espaciais repetidas vezes, ao entrar na cabine após a caminhada sempre restava algo (e, às vezes, muita quantidade) daquela poeira estranha que alguns diziam ter cheiro de pólvora.

Ao tirar as luvas e capacetes, os 12 astronautas das seis missões Apollo (1969-1972) tiveram a oportunidade de senti-la, cheirá-la e até prová-la.
Direito de imagemNASA
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No fim da missão Apollo 17, em dezembro de 1972, os trajes espaciais e os capacetes estavam cobertos de poeira lunar

O piloto da Apollo 11, Buzz Aldrin, afirmou que a poeira que sujava seu traje espacial tinha uma fragrância "como carvão queimado ou as cinzas de uma chaminé, sobretudo se você derramar um pouco de água sobre ela."

"É um cheiro muito forte", contou pelo rádio Charlie Duke, piloto da Apollo 16, em abril de 1972. "Tem gosto e cheiro de pólvora."

Oito meses depois, após a missão Apollo 17, Gene Cernan confirmaria as percepções de Duke com estas palavras:

"Cheira como se alguém tivesse disparado uma espingarda aqui dentro."

Parece uma referência muito específica. No entanto, outro tripulante da Apollo 17, Harrison (Jack) Schmitt, explicaria mais tarde que "todos os astronautas da Apollo estavam familiarizados com o manuseio de armas".

Por isso, "quando disseram que 'a poeira lunar cheirava como pólvora queimada', sabiam do que estavam falando".

"Não é que fosse metálico ou azedo, mas [pólvora queimada] era o cheiro mais próximo com o qual poderíamos comparar", declarou.

Pó... não pólvora
E se cheirava a pólvora e tinha gosto de pólvora... será que não era pólvora?


Direito de imagemHULTON ARCHIVE/GETTY IMAGES
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A viagem à Lua não foi como o diretor francês Georges Méliès imaginou em 1902, tampouco como o projeto Apollo pensava

Foi a pergunta que provavelmente muitos se fizeram e que a Nasa não demorou em desmentir.

"Poeira lunar e pólvora não são a mesma coisa", explicou a agência espacial nas Crônicas da Apollo.

"De forma alguma se assemelha à pólvora", acrescentou.

Gary Lofgren, do Laboratório de Amostras Lunares do Johnson Space Center da Nasa, nos EUA, disse que "não foram encontradas em solo lunar" moléculas que compõem a pólvora.

O professor de astronomia Thomas Gold também negou em 2004 que a poeira lunar fosse explosiva.

Segundo a Nasa, a poeira lunar é composta principalmente de dióxido de silício - e é gerada a partir do impacto de meteoritos que atingem a Lua, se partindo em partículas minúsculas.

Também é rica em ferro, cálcio e magnésio, além de minerais como olivina e piroxena.

Mas por que cheira a pólvora?
Esse ainda é um mistério a ser resolvido, mas há algumas teorias que tentam explicar o motivo.

Donald Pettit, engenheiro químico e astronauta que passou longas temporadas na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), deu uma explicação.
Direito de imagemGETTY IMAGES

Uma possibilidade é que, ao se misturar com a atmosfera do módulo espacial, a poeira lunar seja oxidada
"Imagine um deserto na Terra."

"Tem cheiro de que? De nada, até chover. O ar é preenchido subitamente com odores doces, pastosos."

"A água que evapora do solo leva ao seu nariz as moléculas que ficaram presas no solo seco por meses", afirmou.

"A Lua é como um deserto de 4 bilhões de anos. É incrivelmente seca", acrescentou Pettit.

"Quando a poeira lunar entra em contato com o ar úmido no módulo lunar, você tem o 'efeito da chuva no deserto' - e alguns cheiros."

Lofgren atribui o fenômeno ao fato de que a poeira lunar, combinada com íons emitidos pelo Sol que chegam ao satélite, se mistura dentro da cabine "produzindo quem sabe que odores".

De acordo com o cientista, outra possibilidade é que a poeira lunar "queime" dentro da atmosfera de oxigênio do módulo espacial por meio de um processo de oxidação, semelhante à combustão, mas muito lentamente - por isso, não produz chamas.
Direito de imagemLAURA MURRAY CICCO
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Esta pequena amostra de poeira lunar foi coletada por Neil Armstrong, a primeira pessoa a pisar na Lua, em 20 de julho de 1969

Mas talvez uma das questões mais intrigantes seja o fato de que a poeira lunar perde o cheiro quando chega à Terra. Há várias amostras de poeira e rochas lunares coletadas pelos astronautas.

"Elas não têm cheiro de pólvora", afirma Lofgren.

A Nasa sugere que, uma vez que chegou ao nosso planeta, essa substância perdeu força e foi "contaminada" pelo ar e pela água, eliminando de certa forma os efeitos de "qualquer reação química odorífera" durante a viagem de retorno dos astronautas à Terra.

A solução para o mistério será analisar essa poeira na própria Lua.

Mas, como desde 1972 não houve novas missões tripuladas à Lua, não há novos relatos de astronautas sobre o gosto e o cheiro do único satélite natural da Terra.
Fonte
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

BRASIL - Moradores relatam explosão e encontram objeto após clarão no céu da Bahia

Moradores relatam explosão e encontram objeto após clarão no céu da Bahia:
 'Pedi força a Deus e fechei os olhos'

Estrutura foi localizada no distrito de Monte Gordo, no município de Camaçari, região metropolitana de Salvador.
Moradores de Monte Gordo, distrito do município de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, contaram ao G1 que escutaram uma explosão e que, logo depois, encontraram um objeto que teria caído do céu na noite de terça-feira (20).

A estrutura, que parece de ferro, tem cerca de 2,9 kg e 15 cm. A situação ocorreu no momento em que outras pessoas também relataram ter visto um clarão no céu na capital e outras cidades baianas.

O objeto foi encontrado em uma área de vegetação que fica no entorno de uma loja de materiais de construção. Há um pequeno buraco no local da suposta queda.
Clarão é visto no céu da Bahia
Apocalipse ou ensaio de São João? Memes brincam com clarão
Dono de um terreno em Monte Gordo, Edinei da Silva Almeida diz que estava queimando uma área de vegetação quando ouviu a explosão. Depois, encontrou o objeto no terreno vizinho.

"Eu não vi clarão no céu porque eu pedi força a Deus e fechei os olhos".

Edinei conta que escutou uma explosão e depois fechou os olhos 
(Foto: Juliana Almirante / G1)

Almeida detalhou a situação. "A peça não caiu onde eu estava queimando. A peça caiu em uma distância de 400 metros no terreno vizinho. Foi muito preocupante e eu estava muito próximo. Pedi ajuda aos vizinhos pra entender o que tinha acontecido e começamos a procurar. A gente seguiu na direção da explosão e achou essa peça", contou.

Mateus Adilson também mora nas proximidades do terreno e ouviu a explosão. "O chão vibrou. A gente estava no sofá na hora. A gente ficou assustado porque nunca viu uma coisa dessas".

Aleonidas Cardoso dos Santos trabalha em uma casa na região e também diz que viu o objeto cair. "A gente ouviu uma explosão que chamou atenção. Eu vi cair na casa um negócio. De manhã vim ver o que era. Aí vi as árvores quebradas até chegar até a peça", relatou.

O professor e doutor em geologia, Wilton Carvalho, também falou sobre o caso e disse ter ficado impressionado com o fenômeno. Ele ainda explicou o que pode ter ocorrido.

"A explosão que foi gravada demonstra que pode ter sido um meteorito, de fato. É uma contradição porque há testemunhas dizendo que ouviram explosões em Ilhéus e esse som não poderia chegar em Ilhéus nunca. Queremos ver essa rocha ou esse pedaço de ferro que foi achado em Monte Gordo porque tudo indica que foi um meteorito", explicou Carvalho.

"Clarão" no céu intriga moradores de Salvador e do interior da BAHIA
O professor disse ainda que é possível que o meteorito caiu parte em Salvador, e outra em Ilhéus, no sul da Bahia, e há cerca de 460 km da capital baiana.

"A distância para um meteorito, de 300 km a 400km, é quase nada porque ele viaja muito rápido. O meteorito vem com uma velocidade muito alta e quando ele entra na atmosfera terrestre, com mais de 40 km/h, vai amortecendo, diminuindo essa velocidade, mas quando ele explode, ele perde a velocidade e começa a cair pela força de gravidade, que dá uma velocidade a ele de mais ou menos 300km/h a ele chegar ao solo e pode realmente causar um estrago",

Apesar da maior parte dos especialistas que viram ou souberam do fenômeno, acreditar que ocorreu a queda de um meteorito, a Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), informou que existe a possibilidade de partes de um foguete russo ter caído na Bahia.

A Rússia mandou esse foguete para uma estação espacial, e durante o deslocamento, alguma parte do foguete pode ter se soltado.

Um mapa publicado no dia 16 de fevereiro pela Bramon, mostra os pontos onde o foguete russo poderia cair e entre esses pontos está a Bahia.
Aleonidas Cardoso também diz que escutou uma explosão (Foto: Juliana Almirante / G1) 

Caso
Moradores de Salvador e de cidades do interior da Bahia relataram nas redes sociais, entre a noite da última terça-feira (20) e a manhã desta quarta (21), que viram um clarão no céu. O fenômeno aconteceu por volta das 22h30, durou segundos e deixou as pessoas assustadas.

O astrônomo Fernando Munaretto diz ter visto o fenômeno no bairro do Costa Azul, na capital baiana, e acredita que pode ter sido causado por um meteoro. “Meteoro é um fenômeno meteorológico causado por uma entrada de um corpo na atmosfera. Então, dependendo da constituição desse corpo, pode apresentar cores. Foi o que aconteceu com esse meteoro ontem, o final dele foi laranja. Mas em grupo de astrônomos teve gente que viu azulado”, relata.

Munaretto afirma que o que ocorreu foi, provavelmente, um corpo que entrou na atmosfera em velocidade e se queimou no ar. “Normalmente se desintegram, mas eventualmente um pedaço dele caiu. Não foi ouvido barulho, só clarão. Eu vi o clarão sobre o mar. Provavelmente é um meteoro. Agora, causado a gente não sabe pelo que. Mas deve ser de um corpo proveniente do espaço”.

Segundo a Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), também existe a possibilidade de partes de um foguete, que foi mandado pela Rússia para uma Estação Espacial, tenha caído na Bahia. Parte da estrutura pode ter se soltado.

O G1 tentou, mas ainda não conseguiu contato com o Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (Ufba).
Morador disse que objeto caiu do céu após clarão na Bahia (Foto: Juliana Almirante / G1) 

Objeto que caiu do céu no município de Camaçari, região metropolitana de Salvador 
(Foto: Juliana Almirante / G1) 

               Objeto encontrado em Monte Gordo, em Camaçari (Foto: Juliana Almirante / G1) 

Área onde o objeto supostamente caiu em Monte Gordo (Foto: Juliana Almirante / G1) 
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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Soldados Relatam: Os "EXTRATERRESTRES" interferiram na Guerra do Vietnã?

Uma das guerras mais notáveis ​​nas últimas décadas foi a Guerra do Vietnã, que deixou inúmeros soldados americanos traumatizados com as grandes desvantagens que se encontraram em território inimigo. A década de 1960 foi uma década peculiar, onde muitas pessoas experimentaram coisas novas e viram o mundo com olhos diferentes, muitas vezes é considerado como uma "era psicodélica" para os jovens na época. Os soldados do Vietnã também viram coisas estranhas durante a guerra? Absolutamente! E não durante um transe psicodélico devido à tomada de drogas. Vários soldados, até oficiais, viram objetos estranhos não identificados durante a guerra, mais de uma vez . Eles costumavam ver esses estranhos OVNIs circulando os jatos dos EUA e outros aviões. Luzes estranhas que pareciam estrelas se moveriam em padrões aleatórios e em velocidades não naturais. Alguns altos funcionários militares até se tornaram caçadores de OVNIs após a guerra do Vietnã e continuam até hoje a buscar a verdade. Assista ao vídeo a seguir para saber mais!
Fonte:disclose.tv
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                                              Fonte:VARBAGE

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Cientistas Relatam - A lâmina do punhal de Tutankamon teria vindo do espaço

Os antigos egípcios sabiam disso e no final que tinha sido dito. Um papiro fala de um "ferro que caiu do céu." Mas o mistério da origem de um dos dois punhais encontrados juntamente com a múmia filho de Faraó, Tutankamon, tem dividido os estudiosos desde então em 1925, foi aberto o sarcófago mantidos no Vale dos Reis.

Para pôr fim ao litígio é um Research ítalo-egípcio, que também nasceu após a descoberta de uma cratera. Entre os muitos mistérios e superstições ligadas ao faraó, a partir da maldição que teria atingido os que haviam profanado o túmulo, pelo menos, um desconhecido foi resolvido. Com fluorescência de raios-X, os cientistas removido todas as dúvidas: o ferro da lâmina da faca vem do espaço.
"Os objetos de ferro são muito poucos egípcios, eles não haviam desenvolvido a metalurgia do ferro e não houve pedreiras. Assim, considerou-se mais preciosa do que o ouro ", explica Francesco Porcelli, professor de Física no Politecnico di Torino. "É por isso que a descoberta do punhal de Tutankamon abriu um debate." Uma surpresa foi também a grande qualidade da obra, em um sinal da capacidade do ferro atingiram mesmo assim. Dagger, de cerca de 35 cm e não de todo enferrujado, foi imprensado entre as bandagens da múmia, para se preparar para o encontro com a vida após a morte: basta dizer que foi considerado valioso.
Havia estudiosos que alegaram que era de um meteoro, enquanto outros acharam que foi importado: na Anatólia no século XIV. C., quando viveu Tutankamon, o ferro já estava lá. "Incrivelmente, no entanto, até agora ninguém tinha feito análise."

Porcelli foi, por oito anos, até 2014, adido ciência na embaixada italiana no Cairo e reuniu o estudo do projeto, realizada por peritos em meteoritos da Universidade de Pisa, o Politecnico di Milano e seu spin-off a empresa XGLab, em conjunto com o Politécnico de Turim, o Conselho Nacional de Pesquisa e do Museu egípcio, no Cairo e da Universidade de Fayyum. A iniciativa foi financiada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano e que da Investigação Científica egípcio.

O pano de fundo desta história é a descoberta, em 2010, que terminou na revista Science, a Kamil cratera no meio do deserto egípcio. É um pequeno meteoro da "cratera da lua ", raro em nosso planeta, porque normalmente a erosão apaga os sinais dos impactos de meteoritos. Nessa expedição eles foram atendidos entre outros estudiosos de Pisa e do Observatório Astronômico de Pino Torinese. "Quando foi descoberto na cratera, falamos sobre a questão não resolvidos sobre o punhal na múmia do jovem faraó da dinastia XVIII, e decidiu fazer a análise, superar alguns 'da relutância das autoridades egípcias, que justamente guardam zelosamente as exposições", explica Porcelli .
Mas como chegamos a determinar que é um metal alienígena? A partir da composição: passe que contém 10% de níquel e cobalto 0,6: "Eles são as concentrações típicas de meteoritos. Pensam que pode ser o resultado de uma liga, nestas concentrações, é impossível. " A instrumentação usada na constatação no Egito não era invasiva, a fluorescência de raios X, em seguida, os dados e os resultados foram analisados ​​na Itália. O projeto bilateral, começou em 2014 e terminou com a publicação nos dias de hoje, pode não ser possível no Egito hoje. "Depois do caso Regeni e o caos dos últimos meses", diz Porcelli, que em sua página no Facebook tem apelo porque é feito claro para o pesquisador morto ", muitos estudiosos não querem deixar para o Egito. Ele quebrou uma relação de confiança. Espero que a semente da viragem primavera árabe a florescer, enquanto que este punhal pode ser um pequeno sinal da cooperação que temos de voltar a tecer. "
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                                             Fonte:Indian Spirit

sábado, 13 de fevereiro de 2016

INCRÍVEL AVISTAMENTO - Luzes estranhas no Céu Sobre a Holanda, sites de notícias Relatam!!

Testemunha gravou com seu telefone luzes estranhas no céu no sul dos Países Baixos em 2 de Fevereiro de 2016. Testemunha afirma: Eu filmei isso com meu telefone de dentro do carro. Alguém pode me explicar o que eu estava olhando?

Os sites de notícias holandesa vem explicar imediatamente como sendo "nuvens estratosféricas polares", mas eu não vi quaisquer outras cores diferentes que são específicas de nuvens estratosféricas polares. Nuvens estratosféricas polares também conhecidas como nuvens nacaradas são nuvens coloridas na estratosfera polar do inverno em altitudes de 15,000-25,000 metros (49,000-82,000 pés). A formação de nuvens com as três luzes / objetos é bastante diferente se você compará-lo com uma nuvem estratosférica polar específica.
Testemunha acrescentou algumas fotografias e efeitos de contraste para melhorar as imagens, mas o vídeo em si as imagens  não são  editadas.
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