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domingo, 11 de janeiro de 2015

BRASIL - Homem que diz ter convivido com ET do caso Roswell lança livro no Paraná

Livro lança novo capítulo sobre o caso mais emblemático da história da ufologia mundial 
(Foto: Adriana Justi/G1)

Domingos Segunda Feira relata a amizade de quase 10 anos com o ET, Obra ainda descreve tecnologias que o homem poderá usar em breve.
Uma das histórias mais emblemáticas da ufologia mundial, o caso Roswell, ganhou um novo capítulo no último dia 23 de dezembro, quando o escritor paranaense Domingos Segunda Feira lançou um livro em que conta a experiência de ter convivido com um sobrevivente daquela situação.
De acordo com a história original, em 1947, militares dos Estados Unidos interceptaram uma nave extraterrestre, na cidade de Roswell, no Novo México. Na ocasião, destroços da espaçonave teriam sido recolhidos na fazenda de um morador da cidade. Relatos sobre os corpos dos supostos seres que pilotavam a nave se tornaram comuns e incitaram a imaginação de milhares de pessoas. Com o passar dos anos, as teorias em torno do tema aumentaram a ponto do Congresso americano  pedir aos militares os documentos sobre o caso e chegarem à conclusão de que não havia nenhuma nave e que os objetos recolhidos eram apenas partes de um balão meteorológico experimental.
No livro com mais de 400 páginas, a primeira obra do autor paranaense descreve como foram os quase dez anos de amizade que teve com o suposto extraterrestre. Domingos diz que os dois se conheceram em 1991, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba e foram vizinhos até 2000, quando o ET morreu. “Ele me ensinou espiritualismo, magia, muitas coisas incomuns. A gente estava sempre se encontrando”, conta.
Domingos diz na obra que houve não só uma nave, mas algumas, que entraram na nossa atmosfera como uma estratégia de defesa. Segundo o autor, o extraterrestre, identificado como Dom Boava, disse que a nave em que ele estava teve problemas na órbita da Terra. Outra raça, inimiga, soube do problema e tentou atacá-los. Como não tinham equipamentos de defesa, eles decidiram destruir a nave principal e descer à Terra em espaçonaves reservas. Uma delas foi para Roswell e a outra, em que Dom Boava estava, pousou no Rio Grande do Sul.
O extraterrestre, segundo Domingos, foi adotado por uma família da região. Diferente do senso comum, ele tinha uma aparência humana e, por isso, não foi identificado como um ser diferente nos anos em que viveu na Terra. Anos depois, ele acabou se mudando e seguiu para a Região Metropolitana de Curitiba, onde viveu e ganhou a fama de curandeiro, devido aos tratamentos alternativos que empregava em pessoas doentes.
Livro mostra em detalhes equipamentos dos extraterrestres (Foto: Samuel Nunes/G1)

Tecnologia e curas
Além da amizade entre ambos, o livro também descreve tecnologias que Dom Boava garantia que os humanos vão dominar em breve. Uma delas é a chamada luz sólida, com a qual é possível elevar objetos e devolvê-los ao solo.
Para Domingos, as principais provas do relato que traz no livro estão nos tratamentos que Dom Boava realizou. “Ele faz curas, fenômenos que não são comuns. Achavam que ele era um curandeiro. Quem conviveu mais fui eu” diz. O livro, segundo o autor, pode ser descrito como uma bomba para a humanidade.
Quem quiser ler todo o relato de Domingos Segunda Feira pode encomendar o livro pela internet. Cada exemplar custa R$ 35,00.
Mais um post by: UFOS ONLINE

10 comentários:

  1. Absurdo:
    a- os militares jamais permitiriam que fosse embora e ficasse solto por aí
    b-todos so relatos conhecidos descrevem seres tipo gray
    c-estes seres não podem viver na Terra de modo natural por períodos prolongados
    d-as missões extraterrestres são constantes, uma nave de seu povo teria vindo buscá-lo

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  2. É realmente intrigante estes relatos de Domingos Segunda Feira, pois depois de tantos anos só agora que ele tomou à frente, para dizer o que passou com o suposto amigo alienígena.
    Esta história de fato pode até ser verídica, mas em todo caso se realmente o alien curava às pessoas mesmo, então ele era um alienígena do bem e provavelmente a raça que queria derrubá-los da nave eram inimigos.
    Provavelmente o alien naquela época já vivia à décadas atrás, pois os extraterrestres chegam a viver até quatrocentos anos ou mais dependendo da raça.

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    1. Na verdade eles vivem em torno de 3000 não terrestres.

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  3. não sei da veracidade dos fatos apresentados. Porem o livro esta bem escrito então considerei uma boa leitura, mesmo como ficção.

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    1. Pura ficção Científica ....nada mais...cuidado com os falsos Profetas. !!!

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  4. Discordando (mas respeitando) da opinião anterior, jamais vi um livro tão mal escrito quanto este... Nem entrarei no mérito da história, se pode ou não ser real, mas não acredito que uma editora possa lançar um livro completamente nulo de conjugações verbais, temporais, nominais, capítulos exaustivamente repetidos, contradições em números, contas erradas, etc... Com todo respeito ao autor, jamais vi algo parecido em literatura. Não indicaria a leitura.

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    1. Já tinha dado o meu parecer, estou sentindo cheiro de comercial na história, como a ufologia está em evidência porque não inventar uma história !!! @@@

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  5. amigo: respeitando a opinião dos amigos acima. Tive a oportunidade de ler seu livro e conhecer o sr. domingos pessoalmente numa palestra entre menbros e senhores respeitaveisda sociedade (loja maçonica - GOP) entre os presentes estavam reporteres, engenheiros, medicos, fisicos... todas as informaçoes por ele passadas (limitadas pelo tempo de palestra) foram bem aceitas e consideradas plausiveis de analise, porem tendo "referenciais". Impossivel um homem de quarto ano primario ter um conecimento desta natureza ou ter uma imaginacao tao fertil. Vale a pena investiga-lo e estuda-lo. Se nós brasileiros não o fizermos, tenham certeza que la de fora ja estão de olho nele (NASA).

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    1. Não, já foi descartável de uma desconfiança por parte dos historiadores no assunto relativo ao caso. Apenas uma pessoa que gosta de Ufologia nada mais. E a Internet está ai para ajudar os contadores de história. @@@

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